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Ferramenta permite acompanhar cachês, programação e origem dos recursos utilizados nos eventos13 Jun 2026 / 13h00

Segundo secretário Fábio Vilas-Boas, não houve automedicação, mas substâncias foram receitadas irregularmente, já que medicamentos devem ser usados apenas em internados
Por: Juliana Rodrigues
Foto: Reprodução | Arquivo Familiar
- O secretário de Saúde da Bahia, Fábio Vilas-Boas, afirmou ontem (21), por meio das redes sociais, que uma sindicância foi instaurada para apurar a liberação de hidroxicloroquina e azitromicina para o médico Gilmar Calazans, que morreu em Ilhéus após ser diagnosticado com Covid-19. O profissional de 55 anos era hipertenso e diabético, e morreu na manhã da última segunda-feira (20). Segundo Vilas-Boas, o homem realizava o tratamento com hidroxicloroquina e azitromicina na própria casa, estava respondendo bem, quando sofreu um mal súbito, que teria sido provocado pela utilização dos dois medicamentos. Ontem, Vilas Boas afirmou que o caso do médico não se tratou de automedicação, já que os medicamentos foram receitados por um colega de Gilmar, irregularmente. "Deixando claro que NÃO SE TRATOU DE AUTOMEDICAÇÃO. Ele obteve acesso a receita emitida por um colega do hospital. A medicação foi dispensada pela farmácia da unidade, irregularmente, haja vista que o protocolo SESAB é exclusivo para internados. Uma sindicância foi instaurada", escreveu.
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