Painel do MP aponta mais de R$ 615 milhões em gastos com atrações juninas na Bahia
Ferramenta permite acompanhar cachês, programação e origem dos recursos utilizados nos eventos13 Jun 2026 / 13h00
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Por: Kamille Martinho
Foto: Divulgação | SJDHDS
No território baiano, as ações de combate ao trabalho escravo são realizadas pela Coetrae Bahia, e pelo Gaete
Em 2019, 21 trabalhadores foram resgatados do trabalho escravo na Bahia, segundo dados divulgados hoje (24) pelo Ministério Público do Trabalho (MPT). Deste total, nove são venezuelanos. De acordo com o órgão, seis ações fiscais terminaram com a configuração de situação de trabalho escravo, sendo cinco na zona rural e um na zona urbana. Ainda segundo o órgão, em todo o território nacional foram realizadas 45 operações de resgate no ano passado. Mais de mil trabalhadores foram retirados da situação de trabalho semelhante à de um escravo. Em 70% das operações, houve libertação de trabalhadores. Na Bahia, as ações de combate ao trabalho escravo são realizadas pela Comissão Estadual de Erradicação do Trabalho Escravo – Coetrae Bahia, e pelo grupo de Articulação para Erradicação do Trabalho Escravo na Bahia (Gaete).
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