Brasil deve adotar gasolina com 32% de etanol a partir da próxima quarta, afirma Alckmin
Governo prevê redução no preço do combustível, menor dependência de importações e estímulo à produção nacional de biocombustíveis21 Jun 2026 / 11h00

Por: Juliana Rodrigues
Foto: Reprodução
De acordo com lideranças que articulavam a paralisação nacional, a desmobilização se deu por conta do baixo engajamento da própria categoria
Uma possível greve de caminhoneiros, aventada para ter início nesta segunda-feira (16), foi descartada pela categoria. De acordo com lideranças que articulavam a paralisação nacional, a desmobilização se deu por conta do baixo engajamento da própria categoria na ação. De acordo com a jornalista Mônica Bergamo, da Folha de S.Paulo, houve casos em que pontos de parada registraram menos de quatro caminhoneiros dispostos a aderir à greve. A greve foi liderada por Marconi França, que chegou a pedir ajuda da Central Única dos Trabalhadores (CUT) para a mobilização. Tal pedido, no entanto, causou irritação em parte da categoria, que viu politização do movimento. Houve quem chegasse a dizer que abriria mão da ajuda para não perder apoio dos mais próximos ao governo Bolsonaro e que seu movimento não tinha razões políticas. A mobilização também sofria oposição de líderes mais antigos, especialmente daqueles que foram responsáveis pela grande paralisação de 2018. Atualmente mais próximos da mesa de negociação com o governo, esses caminhoneiros vinham disparando vídeos pedindo que a categoria não aderisse.
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