Ex-prefeito de Pindaí é alvo de representação no TCU por supostas irregularidades
Denúncia aponta suspeita de que ex-prefeito não exerceria as funções do cargo.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Os vereadores Gianni Guimarães e Charles Nogueira, de Pindaí, protocolaram uma representação no Tribunal de Contas da União (TCU) contra o ex-prefeito Ionaldo Aurélio Prates, conhecido como Naná, alegando que ele foi nomeado em maio de 2025 como secretário parlamentar (SP11) e não exercia suas funções, configurando um possível "funcionário fantasma".
- A denúncia solicita que o TCU investigue o efetivo exercício do cargo, apontando danos ao erário e enriquecimento ilícito, mas ainda não há decisão sobre o mérito. O caso permanece aberto para manifestação do ex-prefeito e do gabinete do deputado federal Neto Carletto.
Foto: Reprodução
Os vereadores Gianni Guimarães e Charles Nogueira, de Pindaí, protocolaram uma representação no Tribunal de Contas da União (TCU) contra o ex-prefeito Ionaldo Aurélio Prates, conhecido como Naná. Eles pedem a apuração de supostas irregularidades relacionadas ao exercício de um cargo no gabinete do deputado federal Neto Carletto (Avante). Segundo a assessoria dos vereadores, Naná foi nomeado, em maio de 2025, para o cargo de secretário parlamentar, na classificação SP11. A denúncia sustenta que ele não exerceria regularmente as atividades da função. Os parlamentares afirmam que o ex-prefeito reside em Pindaí e apontam indícios de que ele seria um suposto "funcionário fantasma". Na representação, solicitam que o TCU instaure um procedimento para verificar se houve efetivo exercício do cargo. O documento também menciona possível dano ao erário e eventual enriquecimento ilícito. As alegações, no entanto, fazem parte da representação apresentada pelos vereadores e ainda serão analisadas pelos órgãos competentes, não havendo conclusão sobre os fatos. Até o momento, não há informação de que o Tribunal de Contas da União tenha adotado qualquer decisão sobre o mérito da denúncia. O espaço permanece aberto para manifestação do ex-prefeito Ionaldo Aurélio Prates e do gabinete do deputado federal Neto Carletto.
MPF investiga uso da Lei Rouanet em desfile de Margareth Menezes
MPF investiga uso da Lei Rouanet em desfile de Margareth Menezes
Investigação apura a destinação de cerca de R$ 290 mil em recursos da Lei Rouanet no Carnaval de 2026.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O Ministério Público Federal (MPF) instaurou um inquérito civil para apurar o suposto uso de recursos da Lei Rouanet no desfile da cantora e ministra da Cultura, Margareth Menezes, durante o Carnaval de Salvador de 2026. A investigação busca esclarecer a aplicação de aproximadamente R$ 290 mil em recursos da Lei Rouanet pela empresa Pau Viola Cultura e Entretenimento, produtora do desfile realizado em 12 de fevereiro.
- A investigação ocorre após o Ministério Público já ter solicitado que o Tribunal de Contas da União (TCU) analisasse a aplicação dos recursos relacionados ao evento, e Margareth Menezes ter negado qualquer irregularidade em suas redes sociais, afirmando que o bloco Os Mascarados nunca recebeu recursos da Lei Rouanet.
Foto: Reprodução
O Ministério Público Federal (MPF) instaurou um inquérito civil para apurar o suposto uso de recursos da Lei Rouanet no desfile da cantora e ministra da Cultura, Margareth Menezes, durante o bloco Os Mascarados, realizado no Carnaval de Salvador de 2026. A investigação, conduzida pelo procurador da República Ovídio Augusto Amoedo Machado, busca esclarecer a aplicação de aproximadamente R$ 290 mil em recursos da Lei Rouanet (Lei nº 8.313/1991) pela empresa Pau Viola Cultura e Entretenimento, responsável pela produção do desfile realizado em 12 de fevereiro, no circuito Dodô (Barra-Ondina). Segundo o MPF, a apuração foi aberta após o recebimento de uma notícia de fato apontando possíveis irregularidades na destinação de recursos públicos utilizados no evento. O órgão informou ainda que o Ministério da Cultura foi acionado para prestar esclarecimentos sobre o caso, mas, até o momento da instauração do inquérito, não havia apresentado resposta. A investigação ocorre após o Ministério Público já ter solicitado, em fevereiro deste ano, que o Tribunal de Contas da União (TCU) analisasse a aplicação dos recursos relacionados ao evento. Em publicação nas redes sociais, Margareth Menezes negou qualquer irregularidade e afirmou que o bloco Os Mascarados nunca recebeu recursos da Lei Rouanet. "Peço respeito à minha história. O Bloco Os Mascarados nunca recebeu um centavo da Lei Rouanet. Sou uma mulher negra que construiu sua própria trajetória no Carnaval, prestes a completar 40 anos de carreira. Não vão criminalizar o que eu mais amo na vida: cantar", declarou a ministra. Além da apuração sobre a Lei Rouanet, reportagem do site Metrópoles informou que a Superintendência de Fomento ao Turismo (Sufotur), vinculada à Secretaria de Turismo da Bahia (Setur), firmou um contrato de R$ 1 milhão com a empresa Pau Viola Cultura e Entretenimento para ações ligadas ao Carnaval da artista. Em nota, a equipe de Margareth Menezes afirmou que não houve qualquer irregularidade na execução dos projetos e sustentou que todas as normas legais e éticas foram observadas.
Governo não tem 'estratégia minimamente detalhada' contra pandemia, diz TCU
Governo não tem 'estratégia minimamente detalhada' contra pandemia, diz TCU
Por: Luciana Freire
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Foto: Reprodução | Agência Brasil
- Um relatório aprovado pelo Tribunal de Contas da União (TCU) afirma que "a resposta do Ministério da Saúde evidencia a ausência de uma estratégia federal minimamente detalhada para combater os efeitos da pandemia".O relatório foi preparado pela Secretaria de Controle Externo do Tribunal de Contas da União, que monitora a atuação do Ministério da Saúde no combate à pandemia de Covid-19. As conclusões do documento foram publicadas pelo jornal "Folha de S.Paulo" e confirmadas pela TV Globo. O tribunal também alertou que "a atual situação da doença no Brasil indica que já tenha ocorrido o momento para a elaboração de tal planejamento".























