Deputados baianos votaram em peso na PEC que acaba com a jornada 6x1
Deputados baianos votaram em peso na PEC que acaba com a jornada 6x1
Proposta reduz jornada semanal para 40 horas e garante dois dias de descanso remunerado.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A Câmara dos Deputados aprovou a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que reduz a jornada semanal de trabalho de 44 para 40 horas e estabelece dois dias de descanso remunerado. A proposta foi aprovada com ampla maioria e agora segue para análise do Senado Federal. A transição prevê uma jornada de 42 horas semanais após dois meses da promulgação e 40 horas semanais após 14 meses, sem redução salarial.
- O texto foi aprovado com 472 votos favoráveis no primeiro turno e 461 votos a favor no segundo turno, enquanto alguns deputados da Bahia não participaram das votações. A PEC é considerada uma das mudanças mais relevantes nas regras trabalhistas debatidas nos últimos anos no Congresso Nacional.
Foto: Ricardo Rimoli | Câmara dos Deputados
A Câmara dos Deputados aprovou, em dois turnos, na noite desta quarta-feira (27), a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que reduz a jornada semanal de trabalho de 44 para 40 horas e estabelece dois dias de descanso remunerado, colocando fim à escala 6x1 no Brasil. A proposta recebeu ampla maioria nas duas votações. No primeiro turno, o texto foi aprovado por 472 votos favoráveis e 22 contrários. Já no segundo turno, foram 461 votos a favor e 19 contra. Agora, a matéria segue para análise do Senado Federal. Entre os deputados federais da Bahia, todos os parlamentares presentes votaram favoravelmente à proposta nos dois turnos. Apenas alguns deputados não participaram das votações. No primeiro turno, estiveram ausentes Adolfo Viana e João Carlos Bacelar. Já no segundo turno, além deles, Jorge Araujo também não participou da votação, apesar de ter votado favoravelmente na primeira etapa. A PEC aprovada prevê uma transição gradual para a redução da jornada de trabalho. Conforme o texto, dois meses após a promulgação da futura emenda constitucional, os trabalhadores passarão a ter direito a dois dias de descanso semanal remunerado, enquanto a carga horária será reduzida para 42 horas semanais. Após 14 meses da promulgação, a jornada cairá para 40 horas semanais, sem redução salarial. A proposta é considerada uma das mudanças mais relevantes nas regras trabalhistas debatidas nos últimos anos no Congresso Nacional e deve provocar forte discussão no Senado, principalmente entre representantes do setor empresarial e entidades sindicais. Deputados baianos que votaram a favor da PEC : Deputados baianos que votaram a favor nos dois turnos: Afonso Florence, Alice Portugal, Antônio Brito, Bacelar, Capitão Alden, Charles Fernandes, Cláudio Cajado, Dal Barreto, Daniel Almeida, Diego Coronel, Elmar Nascimento, Félix Mendonça, Júnior Gabriel Nunes, Ivoneide Caetano, Jorge Solla, Joseildo Ramos, Leo Prates, Leur Lomanto Júnior, Lídice da Mata, Marcelo Nilo, Márcio Marinho, Mário Negromonte Jr., Neto Carletto, Pastor Sargento Isidório, Paulo Azi, Paulo Magalhães, Raimundo Costa, Ricardo Maia, Roberta Roma, Rogéria Santos, Sergio Brito, Valmir Assunção, Waldenor Pereira, Zé Neto.
Veja quais serão os próximos passos da PEC do fim da escala 6x1
Veja quais serão os próximos passos da PEC do fim da escala 6x1
Proposta que reduz jornada semanal foi aprovada nesta quarta-feira pela comissão da Câmara
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A comissão especial da Câmara dos Deputados aprovou a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que visa pôr fim à escala de trabalho 6x1 e reduzir a jornada semanal de 44 para 40 horas. A medida representa um avanço significativo nas discussões sobre direitos trabalhistas, estabelecendo também um limite de oito horas diárias e garantindo duas folgas remuneradas por semana, preferencialmente aos domingos, sem redução salarial. O texto agora segue para votação no plenário da Câmara, necessitando de 308 votos favoráveis em dois turnos para ser aprovado antes de seguir para análise no Senado.
- A proposta, que reúne textos dos deputados Reginaldo Lopes e Erika Hilton, prevê uma implementação gradual das mudanças. A redução de duas horas da jornada semanal deverá ser aplicada em até dois meses após a promulgação da PEC, com as duas horas restantes sendo reduzidas em até um ano após a primeira fase. O fim da escala 6x1 entrará em vigor 60 dias após a promulgação, e quaisquer acordos ou convenções coletivas incompatíveis com as novas regras perderão validade automaticamente após esse período.
Foto: Vinicius Loures | Câmara dos Deputados
A comissão especial da Câmara dos Deputados aprovou, nesta quarta-feira (27), a proposta de emenda à Constituição (PEC) que prevê o fim da escala de trabalho 6x1 e reduz a jornada semanal de 44 para 40 horas. Com o avanço no colegiado, o texto segue agora para análise do plenário da Casa. Para ser aprovada, a proposta precisará receber ao menos 308 votos favoráveis em dois turnos de votação na Câmara. Caso passe pelos deputados, a PEC ainda precisará ser analisada pelo Senado antes de entrar em vigor. O que prevê a proposta - O texto aprovado estabelece limite máximo de oito horas diárias de trabalho, além da garantia de duas folgas remuneradas por semana, sendo uma delas preferencialmente aos domingos. A proposta também determina que não poderá haver redução salarial para os trabalhadores. A PEC reúne textos apresentados pelos deputados Reginaldo Lopes e Erika Hilton. As versões iniciais defendiam uma jornada semanal de 36 horas, mas o acordo final fixou o limite em 40 horas. Implementação será gradual - Segundo o relatório aprovado, a implementação das mudanças ocorrerá de forma gradual. Duas horas da redução semanal deverão ser aplicadas em até dois meses após a promulgação da PEC, enquanto as outras duas horas precisarão ser reduzidas em até um ano depois da primeira etapa. Já o fim da escala 6x1 passará a valer 60 dias após a promulgação da proposta. O texto também prevê que acordos e convenções coletivas incompatíveis com as novas regras perderão validade automaticamente após esse prazo.
Fiesp articula pressão sobre Senado contra fim da escala 6x1
Fiesp articula pressão sobre Senado contra fim da escala 6x1
Representantes do setor devem se reunir com Davi Alcolumbre para tentar retardar a transição da jornada semanal de 44 para 40 horas.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Representantes de setores produtivos do país começaram uma articulação para tentar barrar ou retardar a proposta que prevê o fim da escala 6x1 e a redução da jornada de trabalho de 44 para 40 horas. O objetivo é desacelerar a tramitação da proposta, que tem o apoio do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e do presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta.Entre os principais pontos da proposta está a redução da jornada semanal de trabalho em duas etapas, com a primeira mudança começando 60 dias após a promulgação da PEC e a segunda redução sendo aplicada nos 12 meses seguintes. O texto ainda precisa ser levado ao plenário da Câmara dos Deputados, o que pode ampliar o embate entre representantes dos trabalhadores e setores empresariais.
Foto: Marcos Oliveira | Agência Senado
Representantes de diversos setores produtivos do país iniciaram uma articulação em Brasília para tentar barrar ou retardar o avanço da proposta que prevê o fim da escala 6x1 e a redução da jornada semanal de trabalho de 44 para 40 horas. O grupo empresarial, liderado por Paulo Skaf, presidente da Fiesp, deve se reunir nesta terça-feira (26) com o presidente do Senado, Davi Alcolumbre. O objetivo do encontro é tentar desacelerar a tramitação da proposta que altera a jornada de trabalho no país. Desde o início das discussões, empresários vêm demonstrando preocupação com possíveis impactos econômicos e aumento de custos operacionais caso a medida seja aprovada. Nos bastidores políticos, a proposta ganhou força após acordo entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), para implantação gradual das mudanças no prazo de 14 meses. O relator da PEC que trata do fim da escala 6x1, o deputado federal baiano Leo Prates (Republicanos-BA), apresentou nesta segunda-feira (25) o relatório prevendo uma transição escalonada da carga horária. Pela proposta, a redução será feita em duas etapas de duas horas cada. A primeira mudança começaria 60 dias após a promulgação da PEC. Já a segunda redução seria aplicada nos 12 meses seguintes. A expectativa em Brasília é de que o texto seja levado ao plenário da Câmara dos Deputados ainda nesta semana, ampliando o embate entre representantes dos trabalhadores e setores empresariais.
Governo libera uso do FGTS para renegociação de dívidas no Desenrola
Governo libera uso do FGTS para renegociação de dívidas no Desenrola
Nova modalidade do programa permitirá usar parte do saldo do FGTS para quitar ou reduzir dívidas em atraso; medida pode movimentar mais de R$ 8 bilhões.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O governo federal lançou o programa Novo Desenrola Brasil, que permite aos trabalhadores utilizar até 20% do saldo do FGTS para renegociar dívidas. A adesão será realizada pelas instituições financeiras após autorização do trabalhador no aplicativo do FGTS. O programa visa movimentar cerca de R$ 8,2 bilhões em recursos do FGTS.
- A expectativa é que os trabalhadores com renda mensal de até R$ 8.105 sejam beneficiados, incluindo dívidas como cartão de crédito, cheque especial e Crédito Direto ao Consumidor. Além disso, os recursos podem ser utilizados tanto de contas ativas quanto inativas do FGTS.
Foto: Reprodução
Os trabalhadores já podem consultar no aplicativo do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) o saldo disponível para renegociação de dívidas por meio do programa Novo Desenrola Brasil. A nova modalidade permitirá utilizar até 20% do saldo do fundo ou até R$ 1 mil, prevalecendo o maior valor, para amortizar ou quitar débitos em atraso. Segundo o Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), a expectativa do governo federal é movimentar cerca de R$ 8,2 bilhões em recursos do FGTS dentro do programa. A adesão será realizada diretamente pelas instituições financeiras, após autorização do trabalhador no aplicativo oficial do FGTS. Depois da renegociação da dívida, a Caixa Econômica Federal fará a transferência do valor diretamente para o banco responsável pelo contrato renegociado. De acordo com o governo, o prazo para formalização das operações poderá chegar a 30 dias após a consulta do saldo disponível. A modalidade valerá para trabalhadores com renda mensal de até R$ 8.105 e incluirá dívidas como cartão de crédito, cheque especial e Crédito Direto ao Consumidor (CDC). Os recursos poderão ser utilizados tanto de contas ativas quanto inativas do FGTS, com prioridade para as contas inativas. O trabalhador não precisará comparecer presencialmente às agências da Caixa para concluir a operação. O governo também informou que o uso do FGTS para renegociação suspenderá temporariamente novos saques anuais e antecipações do saque-aniversário até a recomposição do saldo utilizado. Além da nova modalidade do Desenrola, mais de 10,5 milhões de trabalhadores receberão, em 26 de maio, valores residuais do saque-aniversário do FGTS. Segundo o governo federal, o desbloqueio adicional será de aproximadamente R$ 8,4 bilhões para trabalhadores demitidos sem justa causa entre 2020 e 2025. Os depósitos serão realizados automaticamente nas contas cadastradas no aplicativo do FGTS.
Bahia teria 596 mil trabalhadores beneficiados com fim da escala 6x1
Bahia teria 596 mil trabalhadores beneficiados com fim da escala 6x1
De acordo com o levantamento, o estado possui hoje 1.237.883 trabalhadores já inseridos no modelo 5x2
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A Bahia terá 596.501 trabalhadores beneficiados com a possibilidade de mudança da escala de trabalho de 6x1 para 5x2, de acordo com dados do Ministério do Trabalho e Emprego. A medida é defendida pelo governo federal e busca reduzir a jornada semanal de trabalho de 44 para 40 horas, garantir dois dias de descanso remunerado e impedir redução salarial.
- O presidente Luiz Inácio Lula da Silva encaminhou ao Congresso Nacional um projeto de lei com urgência constitucional para efetuar essas mudanças, e a medida busca gerar Impactos positivos na produtividade, além de ampliar o tempo destinado à família, lazer, descanso e atividades culturais.
Foto: Reprodução
A Bahia teria 596.501 trabalhadores diretamente beneficiados com o fim da escala 6x1 no Brasil, segundo dados do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE). O número representa os profissionais que atualmente trabalham seis dias por semana e teriam direito a dois dias de descanso com a possível adoção da escala 5x2. De acordo com o levantamento, o estado possui hoje 1.237.883 trabalhadores já inseridos no modelo 5x2, equivalente a 67,48% do total analisado. Outros 32,52% seguem submetidos à escala 6x1. A proposta de mudança é defendida pelo governo federal. Em abril, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva encaminhou ao Congresso Nacional um projeto de lei com urgência constitucional para reduzir a jornada semanal de trabalho de 44 para 40 horas, garantir dois dias de descanso remunerado e impedir redução salarial. Segundo o governo, a medida busca ampliar o tempo destinado à família, lazer, descanso e atividades culturais, além de gerar impactos positivos na produtividade. Ao defender a proposta no Dia do Trabalhador, Lula afirmou que a atual jornada é pesada para milhões de brasileiros, especialmente para as mulheres, que acumulam tarefas domésticas após o expediente profissional.
Relator prevê votação sobre fim da escala 6x1 em 26 de maio
Relator prevê votação sobre fim da escala 6x1 em 26 de maio
Plano de trabalho inclui audiências em quatro estados antes da análise na comissão
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O deputado Léo Prates (Republicanos-BA) apresentou o cronograma da comissão especial que analisa a PEC que reduz a jornada de trabalho e extingue a escala 6x1. O plano prevê votação final no dia 26 de maio e posterior votação no plenário da Câmara.
- A comissão especial realizará 11 reuniões, incluindo audiências públicas em estados como Paraíba, São Paulo, Minas Gerais e Rio Grande do Sul. O objetivo das audiências é reunir informações sobre os impactos da mudança e ouvir trabalhadores e empregadores.
Foto: Reprodução | Bruno Spada
O deputado Léo Prates (Republicanos‑BA), relator da PEC que reduz a jornada de trabalho e extingue a escala 6×1, apresentou nesta terça‑feira (5) o cronograma de atividades da comissão especial responsável por analisar a proposta. O plano prevê que o parecer seja votado no colegiado no dia 26 de maio. De acordo com Prates, a expectativa é que o texto siga para o plenário já no dia seguinte. O relator organizou 11 reuniões, com encontros às terças e quartas em Brasília e audiências públicas nos estados às quintas‑feiras. A primeira será realizada na Paraíba, estado do presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos‑PB). Depois, estão previstas agendas em São Paulo, Minas Gerais e Rio Grande do Sul. O deputado afirmou que o objetivo das audiências é reunir informações sobre impactos econômicos, sociais e jurídicos da mudança, além de ouvir trabalhadores e comparar experiências internacionais. O cronograma inclui debates sobre uso do tempo de trabalho, efeitos econômicos da redução da jornada e posições de empregadores e trabalhadores. A apresentação do relatório está marcada para 20 de maio. Também estão previstos seminários em Belo Horizonte e São Paulo. A PEC já foi aprovada na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) e agora tramita na comissão especial, que analisa propostas apresentadas pelos deputados Erika Hilton (PSOL‑SP) e Reginaldo Lopes (PT‑MG). Após a votação no colegiado, o texto seguirá para o plenário da Câmara.
Trabalhadores da Bahia são resgatados de trabalho análogo a escravidão no ES
Trabalhadores da Bahia são resgatados de trabalho análogo a escravidão no ES
Agora na Bahia, os trabalhadores passam por um fluxo de atendimento padrão da Comissão Estadual de Erradicação do Trabalho Escravo
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Foto: Reprodução
- Um grupo de 36 baianos foi resgatado em situação de trabalho análogo à escravidão, neste fim de semana, em uma fazenda de café, no município de Pancas, no Espírito Santo. A operação foi coordenada pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), a partir de denúncias direcionadas a estes órgãos. Agora na Bahia, os trabalhadores passam por um fluxo de atendimento padrão da Comissão Estadual de Erradicação do Trabalho Escravo (Coetrae Bahia). Segundo informações da Secretaria de Justiça e Direitos Humanos (SJDH), as vítimas vão passar por um diagnóstico socioeconômico que embasa os encaminhamentos para escolarização, nivelamento educacional, reinclusão social no mundo do trabalho e inclusão socioprodutiva. “Na Bahia, atuamos a partir do Núcleo de Enfrentamento ao Tráfico de Pessoas e Combate ao Trabalho Escravo da SJDH. Articulamos tanto os órgãos de governo quanto os órgãos parceiros da Coetrae para garantir o suporte intersetorializado que a vítima necessita ao sair do contexto de exploração. Mas precisamos ampliar as dimensões da nossa atuação no sentido de convencer a sociedade a contribuir para a erradicação desse crime perverso, que alicia as pessoas, a partir da sua fragilidade mais genuína, que é o sonho de uma vida melhor”, afirma o secretário de Justiça e Direitos Humanos, Felipe Freitas.
Caetité: por contratação de mão de obra local, trabalhadores fazem protesto em frente à empresa LT Sul
Por: Jorge Santana e Redação
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Foto: Jorge Santana | Sudoeste Bahia
- Na manhã desta terça-feira (25), trabalhadores caetiteenses realizaram um protesto em frente à empresa LT Sul, do ramo de energia eólica, que está operando em Caetité. Segundo informações colhidas pela reportagem do site Sudoeste Bahia (SB), a LT Sul possui em seu quadro 47 trabalhadores sem especialização, o que inclui pedreiros, operadores de motosserra, entre outras, mas nenhum dos colaboradores é nativo, o que está gerando revolta por parte da população. Segundo um dos manifestantes, a contratação de trabalhadores nativos foi uma das promessas de campanha do então candidato a prefeito Valtécio Aguiar (PDT). “A gente também está cobrando do prefeito, pois ele prometeu nos palanques que quando chegassem as empresas na cidade de Caetité, ele não iria deixar a empresa trazer o pessoal de fora para cidade, e q iria contratar o pessoal do local, pois isso é uma situação triste, porque muita gente passando por problemas financeiros e que precisa do emprego, quando a gente vai correr atrás do emprego, o pessoal não consegue por quanta que a empresa já trouxe o pessoal de fora. A gente precisa tomar algumas atitudes para os trabalhadores da cidade”, disse. Até o momento, a empresa LT Sul ainda não se manifestou sobre o caso. Outro questionamento feito pelo jornalismo do SB, diz respeito à existência de uma comissão para acompanhar a contratação de trabalhadores da localidade onde o empreendimento está instalado, pois em muitos casos, diversas concessões fiscais são feitas pelo poder público.
Comissão de vereadores de Caetité apura suposto favorecimento de trabalhadores em empreendimentos do município
Os vereadores cobraram explicações sobre um possível favorecimento de encaminhamentos de pessoas ligadas a uma funcionária do Sine ao gestor municipal
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Foto: Divulgação
- Na manhã de terça-feira (25) a Comissão Permanente de Acompanhamento dos Trabalhos de Mineração, das Empresas de Energia Eólica, Energia Solar e de Urânio se reuniu na sede do legislativo caetitteense para obter informações sobre o funcionamento do SineBahia em Caetité. Estiveram presentes, os vereadores Jairo da Mecaterra e Jorge Ladeia (Comissão), Nen de Dácio, Marcelinho e o presidente da Câmara, João do Povo, além do coordenador técnico estadual da Rede SineBahia da Secretaria do Trabalho do Governo do Estado, Leonardo Ramos e o supervisor regional, Jorge Nascimento. Também fez parte da reunião, representantes dos trabalhadores desempregados em nosso município.Os vereadores cobraram explicações sobre um possível favorecimento de encaminhamentos de pessoas ligadas a uma funcionária do Sine ao gestor municipal. O vereador Jairo, aproveitou o momento para entregar em mãos do Coordenador Técnico estadual do SineBahia, Leonardo Ramos, um ofício para a SETRE (Secretaria do Trabalho do Governo do Estado) solicitando a vinda de novos cursos profissionalizantes voltadas para os empreendimentos. Na oportunidade, Leonardo Ramos prestou esclarecimentos sobre o funcionamento e resultados da unidade de atendimento no município. Na ocasião foi apresentado à Comissão de Vereadores, dados de vagas e encaminhamentos realizados nós últimos anos, e a forma que os trabalhadores devem acessar os serviços do SineBahia no município. Visando a chegada de novos empreendimentos de Energia Eólica. Os Edis, juntamente com a Comissão dos Trabalhadores Desempregados, cobraram maior transparência na contratação de mão de obra local nas empresas que estão e virão para o município de Caetité. Ainda citaram que a unidade do SineBahia não passa credibilidade á população de Caetité, que necessita tanto do órgão, para os encaminhamentos às empresas. No uso da sua fala, o presidente da Câmara de Vereadores de Caetité, João do Povo, informou aos representantes do SineBahia da criação da Comissão Permanente de Acompanhamento dos Empreendimentos em nossa cidade em busca de emprego e qualidade de vida aos munícipes caetiteenses. A Comissão é composta pelos vereadores: Jairo da Mecaterra, Rodrigo Gondim e Jorge Ladeia. Ainda em sua fala, o presidente João do Povo solicitou do coordenador técnico estadual da Rede SineBahia, a possibilidade de fazer um cadastro que contemple só os trabalhadores desempregados de Caetité.























