TSE e STF descartam anulação da eleição após Flávio Bolsonaro contestar resultado
Ministros citam ausência de elementos que justifiquem invalidar o pleito; Lula venceu o segundo turno com vantagem de 4,4 milhões de votos
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e o Supremo Tribunal Federal (STF) descartaram a possibilidade de anular o segundo turno das eleições presidenciais, apontando a diferença de cerca de 4,4 milhões de votos entre Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Flávio Bolsonaro (PL) como evidência de que não há fundamentos para contestação. Os ministros ressaltaram que não foram encontrados elementos que justifiquem a anulação, mesmo diante das controvérsias sobre a extensão do horário de votação e dos registros de votos após as 17h, que representaram apenas 0,81% da margem de vitória de Lula.
- A decisão ocorreu após uma série de pedidos de prorrogação do pleito, motivados por dificuldades de transporte de eleitores em diversas regiões, e após críticas internas sobre a interferência judicial. O presidente do TSE, Kassio Nunes Marques, e o presidente do STF, Edson Fachin, defenderam a legitimidade dos resultados e a necessidade de respeitar a vontade popular, enquanto o senador Flávio Bolsonaro anunciou intenção de recorrer
Foto: Reprodução | Leobark Rodrigues
A possibilidade de anulação do segundo turno das eleições presidenciais é descartada por integrantes do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e do Supremo Tribunal Federal (STF). A avaliação dos ministros contraria a posição do senador Flávio Bolsonaro (PL), que se recusou a reconhecer a vitória de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e anunciou que pretende recorrer à Justiça para tentar invalidar o resultado. Entre os argumentos considerados contrários à contestação está a diferença de aproximadamente 4,4 milhões de votos entre os candidatos. Lula foi reeleito com 64,2 milhões de votos, correspondentes a 51,79% dos válidos, enquanto Flávio Bolsonaro recebeu 59,8 milhões, ou 48,21%. Ministros das duas cortes também avaliam que não há elementos que sustentem a anulação do pleito. A discussão ocorre após uma série de decisões judiciais sobre a extensão do horário de votação no domingo (25), motivada por relatos de dificuldades de deslocamento de eleitores. O presidente do TSE, Kassio Nunes Marques, afirmou, ao anunciar a vitória de Lula, que a medida não alterou a apuração dos votos. “Mesmo diante de todas essas circunstâncias, adotamos todas as providências que se fizeram necessárias e fomos absolutamente exitosos. Volto a dizer: não houve nenhuma alteração advinda da decisão judicial”, declarou. Nunes Marques também ponderou que não seria possível avaliar imediatamente todos os possíveis efeitos da decisão. “Não seria possível em poucas horas construir um juízo de certeza de que nenhum efeito colateral, especialmente no aspecto tecnológico, advindo de uma decisão judicial, viesse a impactar significativamente a apuração”, afirmou. Votos registrados após as 17h representam 0,81% da diferença - Dados do Tribunal Superior Eleitoral levantados pelo g1 indicam que 35.521 votos foram registrados depois das 17h de domingo, no horário de Brasília. O levantamento considerou informações de 497.897 seções eleitorais e utilizou os chamados logs, arquivos que registram os eventos e os horários de funcionamento das urnas eletrônicas. O total de votos contabilizados após o horário inicialmente previsto para o encerramento da votação equivale a 0,81% da vantagem obtida por Lula sobre Flávio Bolsonaro. O dado é citado no contexto dos questionamentos sobre a prorrogação do pleito. Outro ponto considerado pelos ministros é que a própria campanha do candidato do PL solicitou ao TSE a extensão da votação até as 19h em municípios de Minas Gerais, Rio Grande do Sul, Paraná, Santa Catarina e São Paulo. Flávio Bolsonaro também afirmou que fiscais de seu partido teriam sido “retirados de dentro da sala-cofre” durante a apuração. O TSE rebateu a declaração e a classificou como “falsa”, sob o argumento de que o espaço não é aberto à visitação. “Todas as demais unidades e áreas do Tribunal, como a Sala de Totalização, podem ser visitadas por fiscais de partidos, observadores internacionais, advogados e membros do Ministério Público, entre outros, que acompanham, de lá, desde o início, a totalização e a divulgação dos resultados do pleito”, informou a Justiça Eleitoral. Decisão sobre prorrogação provocou divergências entre ministros - Apesar da avaliação de que não há motivos para anular a eleição, integrantes do TSE e do STF reconhecem, nos bastidores, problemas na condução do episódio. A decisão do ministro Cristiano Zanin, do Supremo, foi criticada por integrantes da Justiça Eleitoral, que a consideraram uma interferência nas atribuições do TSE. Por outro lado, uma ala do STF questionou a demora de Nunes Marques para analisar as denúncias sobre dificuldades no transporte de eleitores. A sequência de decisões começou pela manhã, quando eleitores de Salvador relataram dificuldades para chegar aos locais de votação devido à redução da frota de ônibus. Às 13h15, o Tribunal Regional Eleitoral da Bahia (TRE-BA) determinou o restabelecimento do serviço e ordenou a prisão do secretário municipal de Mobilidade, Pablo Souza, que estava fora do país. Sete minutos depois, a campanha de Lula acionou o TSE para pedir a extensão da votação até as 19h em três cidades baianas. Nunes Marques informou que o pedido seria analisado. Às 15h27, a campanha de Flávio Bolsonaro solicitou a prorrogação do horário em 17 municípios de São Paulo, Minas Gerais, Rio Grande do Sul, Paraná e Santa Catarina, afetados por fortes chuvas. Dezenove minutos depois, às 15h46, o PT recorreu ao STF para ampliar a votação em três cidades da Bahia. Com novos relatos de dificuldades no transporte, o partido ampliou o pedido às 16h29 para todo o país. A solicitação foi distribuída a Cristiano Zanin quatro minutos depois. O ministro divulgou a decisão às 17h03, três minutos após o horário previsto para o encerramento da votação. Naquele momento, parte das urnas já havia sido fechada e a apuração estava em andamento. A determinação estendeu o horário até as 19h em todo o território nacional e provocou dificuldades operacionais na Justiça Eleitoral. Às 17h49, Nunes Marques orientou os tribunais regionais a manter abertas as seções que ainda estavam em funcionamento. Em conversa telefônica com Zanin, o presidente do TSE explicou que não seria tecnicamente possível reabrir urnas que já tivessem encerrado a votação e emitido seus boletins. Às 18h, Zanin publicou uma nova decisão para esclarecer que a prorrogação não se aplicava às urnas já encerradas. A votação foi concluída às 19h, e o TSE retomou a divulgação dos resultados. Após a proclamação da vitória de Lula, Nunes Marques telefonou para os dois candidatos para parabenizá-los pela participação no processo eleitoral. Fachin e presidentes do Congresso defendem respeito ao resultado - O presidente do STF, Edson Fachin, defendeu o respeito à vontade dos eleitores e a estabilidade institucional após a confirmação da vitória de Lula. O ministro afirmou que eventuais divergências devem ser resolvidas dentro dos limites da Constituição, com respeito à soberania popular. No Congresso, os presidentes do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), e da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), também reconheceram a reeleição do petista. Os dois telefonaram para parabenizar Lula pelo resultado. “Venceu hoje a democracia. Não há o que se contestar”, declarou Alcolumbre. Motta, por sua vez, destacou a segurança e a rapidez da apuração e disse que o presidente terá a oportunidade de contribuir para a reconciliação do país. “Temos um processo eleitoral digno de todas as homenagens. Não só pela segurança, mas pela rapidez da apuração. Enquanto presidente da Câmara, quero dizer que a nossa Casa seguirá compromissada com o país”, afirmou.
Após as 17h, foram computados 35 mil votos que pouco alteraram a diferença entre Lula e Flávio
Campanhas de Lula e de Flávio pediram prorrogação da votação após relatos de falta de ônibus e de chuvas pelo país
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) mostram que 35.521 votos foram registrados após as 17h de domingo (25) no segundo turno da eleição presidencial, com Luiz Inácio Lula (PT) sendo reeleito com 51,79% dos votos contra 48,21% de Flávio Bolsonaro (PL). A vantagem de Lula foi de 4,4 milhões de votos, totalizando 64,2 milhões, enquanto Bolsonaro recebeu 59,8 milhões.
- A votação foi prorrogada até as 19h pelo ministro Cristiano Zanin (STF) para as seções ainda abertas, após pedidos das duas campanhas. A campanha de Lula citou problemas no transporte público, enquanto a de Bolsonaro solicitou extensão em cinco estados afetados por fortes chuvas: Minas Gerais, Rio Grande do Sul, Paraná, São Paulo e Santa Catarina.
Foto: Vittor Sales | Ricardo Stuckert
Dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) apontam que 35.521 votos foram registrados após as 17h de domingo (25), no horário de Brasília, durante o segundo turno da eleição presidencial. O número teve pouco impacto diante da diferença de votos entre Lula (PT), reeleito com 51,79%, e Flávio Bolsonaro (PL), que terminou a disputa com 48,21%. As informações foram levantadas pelo G1. A vantagem de Lula foi de 4,4 milhões de votos: teve 64,2 milhões, contra 59,8 milhões de Flávio Bolsonaro. Houve votação até mais tarde porque o ministro Cristiano Zanin, do Supremo Tribunal Federal (STF), prorrogou o prazo até as 19h. A decisão foi proferida pouco depois das 17 horas. Como a maioria das urnas já tinha sido fechada, o ministro esclareceu que a medida valeria apenas para locais em que as seções eleitorais ainda estavam abertas. As duas campanhas haviam solicitado ao TSE mais tempo para os eleitores votarem. A de Lula relatou problemas no transporte público, como falta de ônibus, redução de frotas e cobrança indevida de passagens. A de Flávio Bolsonaro pediu a extensão em cinco estados atingidos por fortes chuvas: Minas Gerais, Rio Grande do Sul, Paraná, São Paulo e Santa Catarina. A campanha de Lula recorreu também ao STF, de onde partiu a decisão mandando estender o horário de votação em todo o país.
Confira os números que explicam a virada histórica de Lula sobre Flávio Bolsonaro
Petista reverteu desvantagem de 2,2 milhões de votos do primeiro turno, conquistou mais de 10 milhões de votos adicionais e terminou a disputa com vantagem de 4,38 milhões
Por: Jairo Costa Jr.
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- Luiz Inácio Lula da Silva (PT) venceu a eleição presidencial de 2026 ao reverter uma desvantagem de cerca de 2,2 milhões de votos no primeiro turno, alcançando 51,77 % dos votos válidos no segundo turno com 64,17 milhões de eleitores, enquanto Flávio Bolsonaro (PL) ficou com 59,79 milhões (48,23 %).
- O salto de 10,3 milhões de votos de Lula foi impulsionado por 9,32 milhões de eleitores dos candidatos derrotados, um aumento de 2,83 milhões no comparecimento às urnas e a redução de 1,83 milhão de votos brancos e nulos, o que também fez a abstenção cair para 30,46 milhões (19,21 %). Esses fatores explicam a virada decisiva no segundo turno.
Foto: Reprodução | Ricardo Stuckert
Luiz Inácio Lula da Silva (PT) venceu a eleição presidencial de 2026 após protagonizar uma virada inédita contra Flávio Bolsonaro (PL). Depois de encerrar o primeiro turno com uma desvantagem de aproximadamente 2,2 milhões de votos, o petista reverteu o resultado e chegou ao segundo turno com cerca de 64,2 milhões de votos, contra 59,8 milhões do adversário. Com 99,9% das urnas apuradas, Lula registrava 51,77% dos votos válidos, ante 48,23% de Flávio. A diferença entre os dois candidatos era de 4,38 milhões de votos. A dimensão da vitória fica evidente na comparação entre os turnos: Lula acrescentou mais de 10,2 milhões de votos à sua votação inicial, enquanto Flávio obteve cerca de 3,68 milhões a mais. Os números ajudam a entender como o candidato petista conseguiu reverter a vantagem construída pelo adversário na primeira etapa da disputa. Veja os principais dados que explicam o resultado. De uma desvantagem de 2,2 milhões à liderança de 4,4 milhões: No primeiro turno, Flávio Bolsonaro recebeu 56.104.503 votos, correspondentes a 47,03% dos válidos. Lula ficou com 53.879.538 votos, ou 45,16%. A diferença de 2.224.965 votos representou a menor distância entre os dois candidatos mais votados em um primeiro turno presidencial desde a redemocratização. No segundo turno, o quadro se inverteu. Lula alcançou 64.168.778 votos, enquanto Flávio terminou com 59.788.685. A mudança alterou em aproximadamente 6,6 milhões de votos a diferença entre os dois concorrentes. Lula saiu de uma desvantagem de 2,22 milhões para uma vantagem de 4,38 milhões. Lula ganhou 10,3 milhões de votos; Flávio, 3,7 milhões: A votação de Lula cresceu 10.289.240 votos entre o primeiro e o segundo turnos, um aumento de 19,1% em relação ao resultado inicial. Flávio Bolsonaro, por sua vez, conquistou mais 3.684.182 votos, crescimento de 6,6%. Somados, os dois candidatos receberam aproximadamente 13,97 milhões de votos adicionais. Desse total, 73,6% foram incorporados à votação de Lula e 26,4% à de Flávio. A diferença no ritmo de crescimento foi um dos fatores determinantes para a inversão do resultado. De onde vieram os quase 14 milhões de votos adicionais? A comparação entre os turnos aponta três componentes que ajudam a explicar contabilmente o crescimento líquido da votação dos dois finalistas: 9,32 milhões de votos: total obtido pelos candidatos derrotados no primeiro turno. 2,83 milhões de eleitores: aumento do comparecimento às urnas entre os dois turnos. 1,83 milhão de votos: redução do total de votos brancos e nulos. O comparecimento passou de 125,28 milhões de eleitores no primeiro turno para 128,11 milhões no segundo. No mesmo período, os votos brancos e nulos diminuíram de 5,98 milhões para 4,15 milhões. A combinação desses movimentos ampliou o universo de votos válidos disponíveis na disputa final. É importante ressaltar, porém, que esses números explicam a variação agregada da votação, mas não permitem identificar, individualmente, em quem votaram os eleitores que mudaram de escolha ou compareceram apenas no segundo turno. Abstenção caiu e votos brancos e nulos diminuíram: O segundo turno registrou maior participação eleitoral. A abstenção recuou de 33,47 milhões de eleitores, ou 21,08%, para 30,46 milhões, equivalentes a 19,21%. A queda foi de 1,87 ponto percentual, enquanto o comparecimento aumentou em aproximadamente 2,83 milhões de pessoas. Também houve redução dos votos brancos e nulos, que passaram de cerca de 5,98 milhões para 4,15 milhões, uma diminuição de aproximadamente 1,83 milhão. Com mais eleitores comparecendo e uma parcela menor dos votos sendo destinada a brancos e nulos, aumentou o número de votos válidos em disputa entre Lula e Flávio.
Confira o resultado da votação do segundo turno em Guanambi
Confira o resultado da votação do segundo turno em Guanambi
Apuração foi concluída neste domingo (25) após a contabilização das 192 seções eleitorais do município
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Eleitores de Guanambi conheceram neste domingo (25) o resultado do segundo turno da eleição municipal, com a apuração concluída nas 192 seções eleitorais da cidade. Segundo a Justiça Eleitoral, Luiz Inácio Lula foi o candidato mais votado, obtendo 35.676 votos (63,77% dos válidos), enquanto Flávio Bolsonaro recebeu 20.269 votos (36,23%).
- A diferença supera 15 mil votos. Além dos votos válidos, foram registrados 579 votos em branco (1,00%) e 1.508 nulos (2,60%).
Foto: Reprodução | TSE
Os eleitores de Guanambi conheceram neste domingo (25) o resultado do segundo turno da eleição. A apuração foi concluída após a totalização dos votos registrados nas 192 seções eleitorais instaladas na cidade. De acordo com os dados da Justiça Eleitoral, Lula foi o candidato mais votado no município e venceu a disputa com vantagem sobre Flávio Bolsonaro. Na contagem final, Lula recebeu 35.676 votos, o equivalente a 63,77% dos votos válidos. Já Flávio Bolsonaro somou 20.269 votos, alcançando 36,23% da preferência do eleitorado guanambiense. A diferença entre os candidatos foi de mais de 15 mil votos. Além dos votos válidos, a votação registrou 579 votos em branco, o que representa 1,00% do total, e 1.508 votos nulos, correspondentes a 2,60%.
Lula conquista virada inédita em disputa presidencial e se reelege para 4º mandato
Presidente impõe derrota a Flávio Bolsonaro (PL) e conquista a reeleição no País; petista é o líder democraticamente eleito a ocupar a Presidência do País por mais tempo e estenderá esse período por mais quatro anos
Por: Gabriel Hirabahasi e Levy Teles
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- O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) foi reeleito neste domingo (25) para um quarto mandato, vencendo o senador Flávio Bolsonaro (PL) com 51,76% dos votos válidos (64.086.543) contra 48,24% (59.731.922). Com 99,78% das urnas apuradas, Lula marcou a primeira virada entre o primeiro e o segundo turno na história das eleições presidenciais brasileiras.
- A vitória amplia a presença do PT no cenário político pós‑redemocratização, tornando Lula o líder democraticamente eleito a ocupar a Presidência por mais tempo, totalizando 16 anos no cargo. Aos 80 anos, ele será o presidente mais velho a tomar posse, superando Michel Temer e Getúlio Vargas no ranking de idade ao assumir o poder.
Foto: Reprodução | Ricardo Stuckert
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) foi reeleito neste domingo (25), para um quarto e inédito mandato como presidente da República. O presidente derrotou o senador Flávio Bolsonaro (PL), marcando a primeira virada em uma disputa presidencial na história entre o primeiro e o segundo turno. Com 99,78% das urnas apuradas, Lula tem 51,76% dos votos válidos (64.086.543 votos) contra 48,24% de Flávio (59.731.922 votos). Lula ampliará o período de poder do Partido dos Trabalhadores (PT) no Brasil pós-redemocratização. Esta é a sexta eleição presidencial vencida pelo PT desde o fim da ditadura militar e volta do voto direto para presidente. A sigla perdeu uma vez para Fernando Collor (então no PRN, em 1989), duas vezes para Fernando Henrique Cardoso (PSDB, em 1994 e 1998) e uma vez para Jair Bolsonaro (então no PSL, em 2018). Lula, aos 80 anos, aumentará a marca de presidente mais velho a tomar posse. Ele completará 81 anos na terça-feira, 27. Michel Temer, aos 75 anos, e Getúlio Vargas, aos 68 anos, são o segundo e o terceiro lugar nesse ranking. Lula é o líder democraticamente eleito a ocupar a Presidência do País por mais tempo e estenderá esse período por mais quatro anos. Serão 16 anos no posto mais alto do Poder Executivo do País. Getúlio Vargas ocupou o cargo por 18 anos e meio, mas a maior parte foi durante a ditadura do Estado Novo.
Pesquisa Gerp: Flávio Bolsonaro tem 52% dos votos válidos, e Lula, 48%
Pesquisa Gerp: Flávio Bolsonaro tem 52% dos votos válidos, e Lula, 48%
Levantamento divulgado na véspera do segundo turno também mostra Flávio à frente nas intenções de voto totais
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A pesquisa Gerp divulgada neste sábado (24), véspera do segundo turno das eleições presidenciais, indica que Flávio Bolsonaro (PL) lidera com 52% dos votos válidos contra 48% de Luiz Inácio Lula da Silva (PT), configurando um empate técnico. Na versão estimulada da pesquisa, Flávio tem 49% das intenções de voto e Lula 46%, com variações dentro da margem de erro em relação ao levantamento anterior de 21 de outubro.
- Regionalmente, Flávio domina no Centro‑Oeste (71%) e no Sul (65%), enquanto Lula lidera no Nordeste (60%). Nas regiões Norte e Sudeste os candidatos ficam tecnicamente empatados. As projeções para o segundo turno apontam Flávio entre 51% e 53% e Lula entre 47% e 49%. A pesquisa entrevistou 2.400 eleitores por telefone entre 22 e 24 de outubro, com margem de erro de dois pontos percentuais e nível de confiança de 95,55%.
Foto: Renato Pizzutto | Band
Pesquisa Gerp divulgada neste sábado (24), véspera do segundo turno das eleições presidenciais, mostra Flávio Bolsonaro (PL) com 52% dos votos válidos, contra 48% de Luiz Inácio Lula da Silva (PT). A diferença de quatro pontos percentuais configura empate técnico, segundo o instituto. Na pesquisa estimulada, considerando todos os entrevistados, Flávio aparece com 49% das intenções de voto, enquanto Lula registra 46%. Outros 3% não souberam ou não responderam e 1% afirmou que não votará em nenhum dos candidatos. Em relação ao levantamento anterior da Gerp, divulgado em 21 de outubro, Flávio oscilou de 53% para 52% dos votos válidos, enquanto Lula passou de 47% para 48%. As variações ocorreram dentro da margem de erro. Na pesquisa espontânea, quando os nomes dos candidatos não são apresentados aos entrevistados, Flávio tem 47% das intenções de voto, contra 44% de Lula. Outros 8% não souberam responder e 1% citou outros nomes. O resultado também representa empate técnico. Rejeição dos candidatos: Lula é rejeitado por 48% dos entrevistados, enquanto Flávio Bolsonaro registra 45% de rejeição. A diferença de três pontos percentuais configura empate técnico. Outros 2% afirmaram que não votariam em nenhum dos dois, 2% disseram que votariam em qualquer um e 3% não souberam responder. Resultados por região: No recorte regional dos votos válidos, Flávio Bolsonaro lidera no Centro-Oeste, com 71%, contra 29% de Lula, e no Sul, com 65%, ante 35% do petista. Lula aparece à frente no Nordeste, com 60% dos votos válidos, contra 40% de Flávio. Nas regiões Norte e Sudeste, os candidatos estão tecnicamente empatados. No Norte, Flávio tem 56% e Lula, 44%. No Sudeste, o candidato do PL registra 51%, contra 49% do petista. As comparações consideram as margens estatísticas específicas das amostras regionais. Projeções para o segundo turno: A Gerp também apresentou três projeções para o resultado da eleição deste domingo (25). Os modelos apontam Flávio Bolsonaro com percentuais entre 51% e 53% dos votos válidos, enquanto Lula aparece entre 47% e 49%. Na projeção corrigida pelos resultados das urnas do primeiro turno, Flávio tem 51% e Lula, 49%. No modelo baseado na evolução do voto declarado, o candidato do PL aparece com 53%, contra 47% do petista. Já a projeção que considera a tendência dos últimos dias indica 51% para Flávio e 49% para Lula. As projeções utilizam dados de um acompanhamento diário realizado pela Gerp, com 9.600 entrevistas entre 9 e 24 de outubro. Os números são estimativas estatísticas para o resultado da votação e não correspondem diretamente à intenção de voto medida na pesquisa divulgada neste sábado. Metodologia: A pesquisa Gerp ouviu 2.400 eleitores entre os dias 22 e 24 de outubro de 2026, por meio de entrevistas telefônicas realizadas em todas as unidades da federação. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95,55%. O levantamento foi realizado com recursos próprios da Gerp Mercadologia e está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-09327/2026.
Pesquisa Quaest: Flávio Bolsonaro tem 51% e Lula marca 49%
Pesquisa Quaest: Flávio Bolsonaro tem 51% e Lula marca 49%
Último levantamento Quaest antes da abertura das urnas aponta um empate técnico entre os candidatos à Presidência
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A pesquisa da Quaest divulgada em 24/10, um dia antes do segundo turno, indica que o senador Flávio Bolsonaro (PL) lidera com 51% das intenções de voto válidos, frente a 49% de Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Com margem de erro de dois pontos percentuais, os candidatos ficam tecnicamente empatados; nos votos totais, Flávio tem 46% e Lula 45%.
- A pesquisa, que ouviu 3.702 brasileiros com 16 anos ou mais, registrou variações de +1 ponto percentual para ambos os candidatos, 8% de brancos e nulos e 1% indecisos. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral sob o código BR-09158/2026.
Foto: Reprodução
Pesquisa Quaest divulgada neste sábado (24/10), um dia antes do segundo turno das eleições presidenciais, mostra o senador Flávio Bolsonaro (PL) com 51% das intenções de voto válidos contra 49% do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Como a margem de erro da pesquisa é de dois pontos percentuais para mais ou menos, os dois candidatos estão tecnicamente empatados. Nos votos totais, Flávio Bolsonaro tem 46%, contra 45% de Lula. Confira os resultados e as variações: Flávio Bolsonaro: 46% (+1 p.p); Lula: 45% (+1 p.p); Brancos e nulos: 8% (-1 p.p); Indecisos: 1% (-1 p.p). No último levantamento do instituto, divulgado na quarta-feira (21/10), o candidato do PL pontuava 45%, enquanto o petista marcou 44%. A pesquisa ouviu 3.702 brasileiros com 16 anos ou mais entre sexta-feira (23/10) e este sábado. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou menos e o nível de confiança é de 95%. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o código BR-09158/2026.
Pesquisa Indexa/Broadcast: Flávio tem 45,2% ante 44,1% de Lula
Pesquisa Indexa/Broadcast: Flávio tem 45,2% ante 44,1% de Lula
Porcentual de entrevistados que declaram que não devem votar caiu de 8% para 4,8%
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A pesquisa Indexa/Broadcast divulgada em 22 de outubro de 2026 indica que o senador Flávio Bolsonaro (PL‑RJ) lidera a simulação de segundo turno com 45,2% das intenções de voto, ligeiramente à frente do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que tem 44,1%. Considerando a margem de erro de 2,2 pontos percentuais, o resultado configura um empate técnico, com Flávio Bolsonaro alcançando 50,6% dos votos válidos contra 49,4% de Lula.
- Em comparação com a rodada anterior, Flávio Bolsonaro subiu 1,6 ponto percentual e Lula 2 pontos, enquanto o percentual de eleitores que não pretendem votar caiu de 8% para 4,8%. A pesquisa, baseada em 2.000 entrevistas telefônicas realizadas entre 20 e 21 de outubro, está registrada no TSE sob o número BR-02348/2026 e traz ainda dados sobre a definição de voto, com 89,8% dos entrevistados afirmando que já decidiram seu voto.
Foto: Reprodução
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) tem 45,2% das intenções de voto, ante 44,1% do presidente da República e candidato à reeleição, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), em uma simulação estimulada de segundo turno da pesquisa Indexa/Broadcast divulgada nesta quinta-feira (22). Considerando a margem de erro de 2,2 pontos porcentuais para mais ou para menos, configura empate técnico. Dos entrevistados, 4,8% afirmam que não iriam votar, 4,3% dizem que votarão nulo ou branco e outros 1,6% não sabem. Em votos válidos, Flávio Bolsonaro tem 50,6% do total contra 49,4% de Lula. Na comparação com a rodada anterior da pesquisa Indexa/Broadcast de 15 de outubro, o senador oscilou 1,6 ponto porcentual para cima nos votos totais, pois havia registrado 43,6%, enquanto o presidente Lula oscilou 2 pontos porcentuais para cima em uma simulação de segundo turno, pois havia registrado 42,1% na rodada anterior. O porcentual de entrevistados que declaram que não devem votar caiu de 8% para 4,8%. Na edição divulgada nesta quinta, a Indexa traz os números com abertura da casa decimal em virtude de a disputa estar acirrada. Na pesquisa espontânea, Flávio Bolsonaro tem 41,9% das intenções de votos ante 41,1% de Lula. Outros 4,5% afirmam que não devem votar, 4,8% declararam voto nulo ou branco e 7,8% não sabem. Este é o quinto levantamento fruto da parceria firmada entre o Broadcast (sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado) e a Indexa Pesquisas para a divulgação de sondagens eleitorais qualitativas e quantitativas exclusivas sobre a corrida à Presidência da República. Voto definido - Questionados se o voto está definido, 89,8% afirmam que já está definido contra 86,5% da rodada anterior, enquanto 7,3% dizem que podem mudar ante 11,5% há uma semana. Outros 2,9% não sabem ou não opinaram. Entre os candidatos, o porcentual de eleitores que dizem que o voto está definido é de 95% para Flávio Bolsonaro com 4% que podem mudar contra 93% de Lula com 6% que podem mudar. Metodologia - A pesquisa Indexa/Broadcast ouviu 2.000 eleitores por meio de entrevistas individuais por telefone, entre 20 e 21 de outubro de 2026. A margem de erro é de 2,2 pontos porcentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-02348/2026.
Pesquisa PoderData/Aya: Flávio tem 51% e Lula tem 49% dos votos válidos
Pesquisa PoderData/Aya: Flávio tem 51% e Lula tem 49% dos votos válidos
Percentual do senador oscilou 1 ponto para baixo em 3 dias e o do petista avançou na mesma proporção; é um empate técnico na margem de erro, de 1,6 ponto percentual
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A pesquisa PoderData/Aya divulgada em 22 de outubro de 2026 indica que, a três dias do segundo turno, o senador Flávio Bolsonaro (PL) lidera com 51% dos votos válidos, enquanto Luiz Inácio Lula da Silva (PT) registra 49%. A variação de um ponto percentual para baixo para Flávio e de um ponto para cima para Lula está dentro da margem de erro de 1,6 ponto, sugerindo um possível empate técnico entre os candidatos.
Foto: Divulgação | Poder 360
A 3 dias do 2º turno da eleição, pesquisa PoderData/Aya, divulgada nesta 5ª feira (22.out.2026), mostra que as intenções de voto no senador Flávio Bolsonaro (PL) oscilaram 1 ponto percentual para baixo em 3 dias, enquanto as do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) avançaram na mesma proporção. Agora, o candidato do PL tem 51% dos votos válidos, ante 49% do petista. Essas variações foram dentro da margem de erro do levantamento, o que significa que os candidatos podem estar no mesmo lugar, em empate técnico. A pesquisa foi realizada de 19 a 21 de outubro, com 4.000 entrevistas e margem de erro de 1,6 ponto percentual. O estudo capta os impactos dos desdobramentos políticos da última semana, que incluem a entrevista de Roberta Luchsinger à CNN, na noite de sábado (17.out), com críticas a Lula, e o debate entre os 2 candidatos, realizado pela Band no domingo (18.out). Capta também uma onda de propagandas negativas de Lula contra Flávio nas redes socias, bem como o disparo do governo federal de milhões de mensagens via WhatsApp para beneficiários do Bolsa Família e de outros programas sociais. Depois do 1º turno de 4 de outubro, Flávio saiu à frente com 6 pontos percentuais de vantagem na 1ª pesquisa PoderData/Aya para esta fase da campanha. Na sequência, Lula avançou e a distância entre eles caiu para zero, com cada um marcando 50% dos votos válidos. Agora, Flávio mantém a dianteira registrada na rodada anterior, realizada de 16 a 18 de outubro, com 2 pontos percentuais de vantagem sobre Lula. Desde o final do 1º turno, o petista nunca esteve à frente de Flávio nas pesquisas PoderData/Aya. No 1º turno das eleições, Flávio teve 47,03% dos votos e Lula, 45,16%. A vantagem do senador.
Rejeição de Flávio Bolsonaro é cinco pontos maior que a de Lula: 52% a 47%
Rejeição de Flávio Bolsonaro é cinco pontos maior que a de Lula: 52% a 47%
Pesquisa divulgada nesta quarta-feira (21) mostra queda na rejeição dos dois candidatos; senador aparece numericamente à frente nas intenções de voto válidas, com 45% contra 44% do presidente
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O senador Flávio Bolsonaro (PL) registra 52% de rejeição entre os eleitores, superando em cinco pontos percentuais os 47% de rejeição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), conforme pesquisa Quaest divulgada em 21 de outubro. A pesquisa, encomendada pelo Grupo Globo e com nível de confiança de 95%, mostra ainda que a disputa de intenções de voto está apertada: Flávio aparece com 45% e Lula com 44%, enquanto brancos, nulos e indecisos somam 11%.
- Os números refletem o cenário pós‑aprovação do fim da escala de trabalho 6x1 no Congresso, as sabatinas na TV Globo e o debate na TV Band. A pesquisa ouviu presencialmente 2.154 pessoas com 16 anos ou mais entre 17 e 20 de outubro e está registrada no TSE sob o número BR-08535/2026, indicando uma redução de seis pontos percentuais na rejeição ao presidente e de dois pontos à do senador desde a rodada anterior.
Foto: Edilson Rodrigues | Ricardo Stuckert
O senador Flávio Bolsonaro (PL) tem 52% de rejeição entre os eleitores brasileiros, cinco pontos percentuais acima dos 47% registrados pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), segundo pesquisa Quaest divulgada nesta quarta-feira (21). Os dois disputam o segundo turno das eleições presidenciais, marcado para o próximo domingo (25). Na rodada anterior, divulgada em 14 de outubro, Lula tinha 53% de rejeição, enquanto Flávio aparecia com 54%. Os novos números indicam uma redução de seis pontos percentuais na rejeição ao presidente e de dois pontos na do senador. O levantamento também mostra uma disputa apertada nas intenções de voto válidas. Flávio Bolsonaro aparece com 45%, contra 44% de Lula. Brancos, nulos e eleitores que não pretendem votar somam 9%, enquanto 2% estão indecisos. Segundo a pesquisa, o levantamento ocorre após a aprovação do fim da escala de trabalho 6x1 pelo Congresso, as sabatinas dos candidatos na TV Globo e o debate realizado pela TV Band. Metodologia: Encomendada pelo Grupo Globo, a pesquisa ouviu presencialmente 2.154 pessoas com 16 anos ou mais entre os dias 17 e 20 de outubro. O levantamento tem nível de confiança de 95% e está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-08535/2026.
Pesquisa Meio/Ideia: Flávio tem 51,1% dos votos válidos no 2º turno e Lula, 48,9%
A quatro dias do segundo turno, candidatos aparecem tecnicamente empatados, segundo levantamento Meio/Ideia
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A pesquisa divulgada pelo Meio/Ideia nesta quarta‑feira (21/10) indica um empate técnico entre o senador Flávio Bolsonaro (PL) e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) para o segundo turno das eleições presidenciais. Com 51,1% dos votos válidos, o candidato do PL lidera por apenas 2,5 pontos percentuais de margem de erro, enquanto Lula registra 48,9%, configurando um cenário de disputa acirrada.
- O levantamento, que entrevistou 1.500 eleitores entre 15 e 19 de outubro, mostra que 83,7% dos respondentes já decidiram seu voto, e 16,3% ainda podem mudar até o domingo (25/10), data prevista para o segundo turno. Os resultados, registrados no TSE sob o número BR‑08251/2026, reforçam a importância da decisão dos eleitores indecisos nas próximas semanas.
Foto: Reprodução
Pesquisa Meio/Ideia divulgada nesta quarta-feira (21/10) mostra que o senador Flávio Bolsonaro (PL) e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) estão empatados tecnicamente na disputa de segundo turno para as eleições presidenciais. Segundo o levantamento, o candidato do PL soma 51,1% dos votos válidos, contra 48,9% do petista. O resultado representa um empate técnico dentro da margem de erro, que é de 2,5 pontos percentuais. Entre os votos totais, considerando brancos e nulos, Flávio pontua 48%, enquanto Lula, tem 46% das intenções de voto. Os que dizem votar em branco ou nulo são 3,4%, e outros 2,6% não sabem em quem vão votar. A pesquisa anterior, feita antes do primeiro turno, indicava Lula com 48,5% ante 48% de Flávio na segunda fase da corrida eleitoral. Ainda de acordo com o levantamento, 83,7% dos entrevistados afirmam estar decididos sobre em quem votar, enquanto 16,3% consideram mudar de candidato até domingo (25/10), data do segundo turno. A pesquisa ouviu 1.500 eleitores entre os dias 15 e 19 de outubro. A margem de erro é 2,5 pontos percentuais para mais ou menos e o nível de confiança é de 95%. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob número BR-08251/2026.
Pesquisa Real Time: Flávio tem 52% e Lula aparece com 48% dos votos válidos
Pesquisa Real Time: Flávio tem 52% e Lula aparece com 48% dos votos válidos
Levantamento mostra vantagem de quatro pontos para o candidato do PL, o que representa um empate no limite da margem de erro
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Pesquisa Real Time Big Data divulgada em 20/10 mostra o senador Flávio Bolsonaro (PL) liderando com 52% dos votos válidos contra 48% de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) para o segundo turno da Presidência, dentro da margem de erro de dois pontos. Na pesquisa estimulada, Flávio tem 48% e Lula 45%; na espontânea, 47% contra 44%, indicando empate técnico.
- O levantamento revela diferenças de apoio por gênero e renda: 52% dos homens preferem Flávio versus 41% para Lula, enquanto entre as mulheres Lula lidera com 49% contra 45% de Flávio. Eleitores com renda acima de cinco salários mínimos favorecem Flávio (61% vs 33% de Lula), já os de até dois salários mínimos dão 54% a Lula. As taxas de rejeição são 33% para Flávio e 35% para Lula, e 93% dos entrevistados já definiram o voto.
Foto: Reprodução
Pesquisa Real Time Big Data divulgada nesta terça-feira (20) mostra o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) com 52% dos votos válidos na disputa pelo segundo turno da Presidência da República. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), candidato à reeleição, aparece com 48%, empatado tecnicamente no limite da margem de erro. O levantamento foi realizado entre 15 e 19 de outubro, com 2 mil eleitores de todo o país. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. A pesquisa foi registrada sob o número BR-02952/2026. Na pesquisa estimulada, quando os nomes dos candidatos são apresentados aos entrevistados, Flávio registra 48% das intenções de voto, contra 45% de Lula. A diferença de três pontos configura empate técnico dentro da margem de erro. Veja os números: Flávio Bolsonaro (PL): 48%; Lula (PT): 45%; Brancos e nulos: 5%; Não sabem ou não responderam: 2%. Na pesquisa espontânea, quando os entrevistados não recebem uma lista de candidatos, Flávio tem 47%, enquanto Lula soma 44%. Outros 5% afirmaram que votariam em branco ou nulo, e 4% não souberam responder. Flávio cresce dois pontos: Em comparação com a rodada de 1º de outubro, Flávio passou de 46% para 48% das intenções de voto na pesquisa estimulada. Lula permaneceu com 45% no mesmo período. O levantamento também mostra diferenças no perfil dos eleitores. Flávio registra 52% entre os homens, contra 41% de Lula. Entre as mulheres, o petista aparece com 49%, enquanto o senador tem 45%. A divisão também se repete por renda. Lula tem 54% entre os entrevistados que recebem até dois salários mínimos, contra 39% de Flávio. Já entre aqueles com renda superior a cinco salários mínimos, o candidato do PL registra 61%, diante de 33% do presidente. Rejeição e definição do voto: Na avaliação de rejeição, Lula aparece com 35%, enquanto Flávio tem 33%. Outros 28% afirmam rejeitar os dois candidatos, e 4% dizem não rejeitar nenhum deles. A pesquisa aponta ainda que 93% dos entrevistados afirmam já ter definido o voto para o segundo turno, marcado para domingo (25). Entre os eleitores de Flávio, 94% dizem que não mudariam de candidato de jeito nenhum. No eleitorado de Lula, esse percentual é de 90%.
PoderData: Flávio Bolsonaro tem 52% dos votos válidos contra 48% de Lula no 2º turno
Senador abriu vantagem de quatro pontos percentuais sobre o presidente; pesquisa ouviu 3 mil eleitores entre 16 e 18 de outubro
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A pesquisa PoderData, realizada entre 16 e 18 de outubro, indica que o senador Flávio Bolsonaro (PL) lidera o segundo turno da eleição presidencial com 52% dos votos válidos, frente a 48% de Luiz Inácio Lula da Silva (PT). O levantamento mostra ainda que, na intenção de voto total, Flávio tem 49% contra 46% de Lula, com 4% dos eleitores pretendendo votar em branco ou anular o voto.
- Flávio Bolsonaro destaca‑se entre os homens (57% de intenção) e no Sul (62% de apoio), enquanto Lula lidera entre as mulheres (51%) e no Nordeste (61%). A pesquisa também aponta 50% de desaprovação ao governo Lula e 45% de aprovação, com margem de erro de 1,8 ponto percentual e registro no TSE (BR-02586/2026).
Foto: Reprodução
O senador Flávio Bolsonaro (PL) tem 52% dos votos válidos contra 48% do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no segundo turno da eleição presidencial, segundo pesquisa PoderData realizada entre os dias 16 e 18 de outubro. A diferença é de quatro pontos percentuais. Na rodada anterior do levantamento, os dois candidatos apareciam empatados, com 50% dos votos válidos cada. Flávio avançou dois pontos percentuais, enquanto Lula recuou dois pontos. Na intenção de voto total, Flávio aparece com 49%, contra 46% de Lula. Os eleitores que pretendem votar em branco ou anular o voto somam 4%, enquanto 2% não souberam responder. Intenção de voto por perfil do eleitorado: Flávio Bolsonaro lidera entre os homens, com 57% das intenções de voto, contra 40% de Lula. Entre as mulheres, o presidente tem 51%, enquanto o senador registra 42%. O levantamento também aponta diferenças regionais. No Nordeste, Lula tem 61% das intenções de voto, contra 34% de Flávio. Já no Sul, o senador aparece com 62%, enquanto o presidente soma 32%. Entre os eleitores que votaram em Flávio Bolsonaro no primeiro turno, 95% afirmam que pretendem repetir o voto. No caso de Lula, o índice é de 94%. Avaliação do governo Lula: A pesquisa também mostra que 50% dos entrevistados desaprovam o governo Lula, enquanto 45% aprovam. Outros 5% não souberam responder. Em relação ao desempenho pessoal do presidente, a desaprovação é de 50%, contra 44% de aprovação. Outros 6% não souberam responder. Metodologia: A pesquisa PoderData ouviu 3 mil eleitores, por telefone, entre os dias 16 e 18 de outubro, em 695 municípios das 27 unidades da Federação. A margem de erro estimada é de 1,8 ponto percentual, para mais ou para menos, com intervalo de confiança de 95%. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-02586/2026.
Opinião: Flávio chega à reta final como favorito em eleição aberta
Opinião: Flávio chega à reta final como favorito em eleição aberta
Mobilização do PT e força do governo estreitaram a diferença nas pesquisas; virada ainda depende de convencer indecisos em dez dias marcados por debates
Por: Silvio Cascione
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Narração automática (IA)Resumo
- O segundo turno da eleição presidencial brasileira se aproxima, com Flávio como favorito, mas a diferença de votos ainda é estreita e pode mudar nos próximos dias. As primeiras pesquisas apontam uma vantagem de três a quatro pontos para Flávio, porém a tendência indica que Lula está se aproximando novamente, impulsionado pela forte mobilização nas redes e nas ruas, além de debates televisivos que podem influenciar eleitores indecisos.
- A campanha de Lula ganha força com o apoio de figuras como André Janones e a retórica de medo sobre a volta de Bolsonaro, enquanto Flávio tenta reagir após um início confiante, adotando estratégias como o apoio ao fim da escala 6x1. Questões como corrupção, segurança pública e a Operação Unha e Carne permanecem como fatores decisivos para o eleitorado nas últimas semanas antes da votação.
Foto: Reprodução
O segundo turno da eleição presidencial entra na reta final com Flávio como favorito. Mas, a dez dias da votação, a diferença entre ele e Lula é pequena, e o jogo não terminou. Começo pelas pesquisas. No primeiro turno, elas subestimaram Flávio. Parte disso se deveu ao voto útil: eleitores de candidatos alternativos que mudaram de ideia entre o sábado e o domingo e não foram captados pelos institutos. Houve, além disso, alguma subestimação adicional. Do primeiro para o segundo turno, porém, as pesquisas costumam calibrar melhor seus resultados, e historicamente a taxa de erro cai. Na passagem para o segundo turno, o próprio resultado das urnas indicava que a vantagem de Flávio tenderia a crescer. A maior parte dos eleitores de Augusto Cury, Ronaldo Caiado e Renan Santos apontava o senador, e não Lula, como segunda opção. Pela conta da Eurasia Group, com base na distribuição dos votos e nessas preferências declaradas em pesquisas, a diferença de dois pontos do primeiro turno deveria se converter em uma vantagem de três a quatro pontos para Flávio no segundo. As primeiras pesquisas do segundo turno mostraram uma vantagem até um pouco maior que essa. Pode ter sido o reflexo de eleitores aderindo ao candidato que saiu na frente, ou sendo levados pelo desejo de mudança. Essa diferença, no entanto, já está caindo e voltou para perto da faixa de três a quatro pontos estimada inicialmente. Os números variam de um instituto para outro, mas a tendência sugere que Lula pode entrar na última semana a uma distância ainda menor. Isso tem a ver com a mudança na campanha. O primeiro fator é a própria condição de favorito. Na Quaest, 53% dos eleitores acreditam que Flávio vencerá; na véspera do primeiro turno, eram 35%, e a maioria apostava em Lula. Quando o eleitor passa a ver um governo Flávio como provável, ouve com mais atenção os argumentos sobre como seria esse governo. O discurso do medo, da volta de Jair Bolsonaro ao poder, ganhou força de uma semana para cá: hoje, 43% dizem temer a volta da família Bolsonaro, mesmo percentual dos que temem a reeleição de Lula. Mais importante, porém, é a mobilização que o PT conseguiu nas redes e nas ruas. O “exército” de André Janones, as selfies de Lula e as manifestações de rua melhoraram a coordenação de uma militância que, no primeiro turno, esteve muito mais dispersa. Tudo isso ajuda a projetar melhor a força do incumbente, que era a razão principal do leve favoritismo de Lula antes do primeiro turno: a possibilidade de tomar medidas que mexem com a popularidade ou, no mínimo, pautam o debate público. A redução da jornada de trabalho, por exemplo, será amplificada por essa campanha mais mobilizada e mais organizada. Do outro lado, a campanha de Flávio começou o segundo turno no clima de “já ganhou” e demorou a reagir. Agora se reorganiza, com mobilizações próprias e um aconselhamento mais ativo de Jair Bolsonaro, ainda que ele não apareça diretamente. Foi depois de visitar o pai, na terça-feira, que Flávio anunciou voto a favor do fim da escala 6x1. Trata-se de uma decisão tática para não ficar do lado de uma posição impopular e deixar o tema esfriar até o dia 25. O ex-presidente terá mais influência sobre as próximas decisões da campanha. Nesse contexto, os debates, na Band no domingo e na Globo na sexta-feira seguinte, serão mais importantes do que em eleições passadas. O confronto direto é uma oportunidade para Lula convencer quem está em dúvida ou pensa em não votar. Na Quaest, 9% dos eleitores dizem que ainda podem mudar o voto. Por ora, a mobilização do governo parece ter chegado tarde para reverter o que Flávio construiu no primeiro turno. Corrupção e segurança pública, as principais preocupações do eleitor, continuam atrapalhando Lula, mesmo que escândalos desgastem também a campanha de Flávio – como pode ser o caso no Rio de Janeiro, com a nova fase da Operação Unha e Carne, e com as novas informações sobre a relação entre o ministro do STF Kassio Nunes Marques e o banqueiro Daniel Vorcaro. No segundo turno, o senador é o favorito. Mas, com uma diferença dessa ordem e dez dias pela frente, a eleição ainda não terminou.
Pesquisa Gerp: Flávio Bolsonaro tem 55% dos votos válidos contra 45% de Lula
Pesquisa Gerp: Flávio Bolsonaro tem 55% dos votos válidos contra 45% de Lula
Pesquisa também mostrou que o chefe do Executivo é mais rejeitado pelo eleitorado do que o senador
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- A pesquisa Gerp divulgada em 13 de outubro indica que o senador Flávio Bolsonaro (PL) lidera a corrida presidencial com 55% dos votos válidos, enquanto o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) registra 45%, definindo o cenário para o segundo turno marcado para 25 de outubro. O levantamento mostra um aumento de dois pontos percentuais para Flávio em relação à pesquisa anterior de 3 de outubro, quando ele tinha 52%, e uma queda de três pontos para Lula, que antes alcançava 48%.
- A pesquisa também revela que 53% dos eleitores rejeitam Lula, contra 42% que rejeitam Flávio, com 1% dos entrevistados indicando que não votariam em nenhum dos candidatos. O estudo, realizado por telefone com 2.400 pessoas entre 8 e 9 e em 12 de outubro, tem margem de erro de dois pontos percentuais e taxa de confiança de 95,55%, estando registrado no TSE sob o número BR-07877/2026.
Foto: Reprodução
Pesquisa Gerp divulgada nesta terça-feira (13) mostrou que o senador Flávio Bolsonaro (PL) tem 55% dos votos válidos na disputa ao Palácio do Planalto. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) registra 45%. O segundo turno está marcado para 25 de outubro. Ante a rodada anterior, divulgada em 3 de outubro, Flávio oscilou em dois pontos percentuais para mais. Antes, o senador tinha 52%. Lula registrou retração de três pontos percentuais na intenção de votos. Na última rodada, o petista somava 48%. Segundo o levantamento, 94% dos entrevistados afirmaram que a escolha está “totalmente definida”. Outros 5% disseram que ainda podem mudar a opção de candidato à Presidência. Rejeição - A pesquisa mostrou também que Lula é mais rejeitado pelo eleitorado do que Flávio. Dos entrevistados, 53% disseram que “não votariam de jeito nenhum” no chefe do Executivo. Segundo o levantamento, Flávio é rejeitado por 42% do eleitorado. São 1% os que responderam não votar em nenhum dos candidatos. Também corresponde a 1% o eleitorado que afirmou votar em qualquer um. Outros 3% disseram não saber. De 8 a 9 e em 12 de outubro, Gerp entrevistou 2.400 pessoas por telefone. A margem de erro é de dois pontos percentuais, com taxa de confiança de 95,55%. A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) com o número BR-07877/2026.
Garotinho tem votos anulados pelo TSE e Douglas Ruas será declarado governador eleito do Rio
Tribunal rejeitou recurso do ex-governador, anulou os 274,4 mil votos recebidos por ele e determinou nova totalização da eleição
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) manteve, por unanimidade, a rejeição do registro da candidatura de Anthony Garotinho ao governo do Rio de Janeiro e anulou os 274.411 votos que ele havia recebido. Com a retirada desses votos do cálculo, Douglas Ruas (PL) ultrapassa a marca de 50% dos votos válidos, passando a ser declarado governador eleito ainda no primeiro turno, aguardando apenas a nova totalização do TRE‑RJ.
- A decisão se baseia na suspensão dos direitos políticos de Garotinho, decorrente de condenação por improbidade administrativa e enquadramento na Lei da Ficha Limpa. O TSE também rejeitou o pedido de desistência do recurso de Garotinho, mantendo a anulação dos votos e eliminando a necessidade de um segundo turno.
Foto: Douglas Shineidr | Divulgação Band
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) manteve, por unanimidade, a rejeição do registro da candidatura de Anthony Garotinho (Republicanos) ao governo do Rio de Janeiro. Nesta quinta-feira (8), por cinco votos a dois, os ministros também decidiram anular os 274.411 votos recebidos pelo candidato e determinaram uma nova totalização do resultado da eleição. Com a retirada dos votos de Garotinho do cálculo dos votos válidos, Douglas Ruas (PL) ultrapassa 50% da votação e será declarado governador eleito do Rio de Janeiro ainda no primeiro turno. A formalização depende da nova totalização que será feita pelo Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro (TRE-RJ). Na apuração realizada no domingo (4), Ruas recebeu 4.271.199 votos, o equivalente a 49,27% dos votos válidos. Eduardo Paes (PSD) ficou em segundo lugar, com 3.706.984 votos (42,76%). A exclusão da votação de Garotinho altera os percentuais e permite que Ruas alcance a maioria absoluta. Os ministros também rejeitaram, por unanimidade, o pedido de Garotinho para desistir do recurso contra a decisão que havia negado seu registro. A coligação de Paes defendia que os votos recebidos pelo ex-governador fossem mantidos no cálculo dos votos válidos, o que levaria à realização de um segundo turno. Votos anulados - Prevaleceu o entendimento do relator, ministro Floriano de Azevedo Marques, de que os votos de Garotinho não poderiam ser considerados válidos porque ele permanecia com os direitos políticos suspensos. Acompanharam o relator a ministra Estela Aranha e os ministros André Mendonça, Dias Toffoli e Nunes Marques. Ricardo Villas Bôas Cueva e Sebastião Reis Júnior divergiram especificamente sobre a anulação dos votos. O registro de Garotinho havia sido negado pelo TRE-RJ em setembro, após uma condenação por improbidade administrativa que determinou a suspensão de seus direitos políticos. A decisão também reconheceu uma causa de inelegibilidade prevista na Lei da Ficha Limpa. A condenação se refere ao período em que Garotinho chefiava a Secretaria de Governo durante a gestão de Rosinha Matheus, entre 2003 e 2007. Decisão muda resultado da eleição - Garotinho recorreu ao TSE. Em 2 de outubro, o relator revogou uma liminar que era favorável ao candidato e manteve os votos anulados enquanto o processo era analisado. No domingo (4), Nunes Marques havia determinado que os votos fossem incluídos no cálculo dos percentuais até o julgamento do caso pelo plenário. Após a votação desta quinta-feira, a defesa de Garotinho pediu a desistência do recurso, mas o pedido foi rejeitado pelos ministros. Segundo o consultor legislativo do Senado Clay Souza e Teles, o julgamento envolvia três questões: a possibilidade de Garotinho desistir do recurso, os efeitos da condenação sobre sua candidatura e a validade dos votos recebidos por ele para definir a necessidade de um segundo turno. Com a decisão do TSE, os votos de Garotinho serão retirados da base de cálculo. O TRE-RJ deverá fazer a nova totalização e, após a formalização do resultado, declarar Douglas Ruas governador eleito do Rio de Janeiro.
Após Zema, Novo oficializa apoio a Flávio Bolsonaro na disputa presidencial
Após Zema, Novo oficializa apoio a Flávio Bolsonaro na disputa presidencial
Anúncio foi feito após reunião da cúpula do partido com o candidato do PL, em Brasília
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O Partido Novo anunciou apoio à candidatura de Flávio Bolsonaro (PL) para o segundo turno da Presidência da República, destacando a intenção de "tirar o PT" do poder e enfrentar os "intocáveis" do STF. A decisão foi tomada após reunião em Brasília com a cúpula do partido, incluindo Eduardo Ribeiro, Deltan Dallagnol e Marcel Van Hattem, e segue a declaração de voto do ex‑governador Romeu Zema, também do Novo.
- No primeiro turno, Flávio Bolsonaro recebeu mais de 56 milhões de votos (47,03% dos válidos), enquanto o presidente Luiz Inácio Lula da Silva obteve 53,8 milhões (45,15%). Outros candidatos, como Ronaldo Caiado, já anunciaram apoio a Flávio, que também conta com o respaldo da federação PP‑União Brasil. O segundo turno está marcado para 25 de outubro.
Foto: Reprodução | TV Globo
O partido Novo declarou, nesta quarta-feira (7), apoio à candidatura de Flávio Bolsonaro (PL) à Presidência da República no segundo turno. O anúncio foi feito após encontro entre a cúpula da legenda e o candidato, realizado no comitê de campanha de Flávio, em Brasília. No primeiro turno, o Novo havia lançado Romeu Zema ao Planalto. Segundo o presidente da sigla, Eduardo Ribeiro, a decisão tem como objetivo "tirar o PT" do poder e "enfrentar os intocáveis" do Supremo Tribunal Federal (STF). Além de Ribeiro, estiveram na reunião parlamentares do partido, como Deltan Dallagnol (PR) e Marcel Van Hattem (RS). No primeiro turno das Eleições 2026, o Novo elegeu 10 deputados federais, 15 deputados estaduais e três senadores. Flávio agradeceu o apoio e afirmou que as adesões recebidas indicam união em torno de uma mudança no governo federal. Segundo o candidato, a disputa deixou de ser entre esquerda e direita e passou a opor "quem quer a mudança" àqueles que não a desejam. O anúncio do partido ocorre um dia depois de o próprio Zema (Novo) declarar voto em Flávio Bolsonaro (PL). O ex-governador de Minas Gerais, que ficou em sexto lugar no primeiro turno, com 326.488 votos (0,27% dos válidos, segundo o Tribunal Superior Eleitoral), disse que não pretende se omitir nem ficar "em cima do muro". "Voto contra o PT. Voto no Flávio Bolsonaro", afirmou, acrescentando que o país não suportaria mais quatro anos de governo Lula nem a indicação de novos ministros do Supremo pelo petista. Resultado do primeiro turno - No primeiro turno, Flávio recebeu mais de 56 milhões de votos (47,03% dos válidos) e disputará a Presidência com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), candidato à reeleição, que obteve 53,8 milhões de votos (45,15%). Augusto Cury (Avante) e Renan Santos (Missão) terminaram em terceiro e quarto lugares, respectivamente, e já afirmaram que não apoiarão nenhum dos dois finalistas. O quinto colocado, Ronaldo Caiado (PSD), anunciou voto em Flávio, que também conta com o apoio da federação PP-União Brasil. O segundo turno está marcado para 25 de outubro.
TSE explica falha na divulgação dos votos no primeiro turno
TSE explica falha na divulgação dos votos no primeiro turno
Sistema ficou 50 minutos sem atualizar os resultados para presidente, mas contagem dos votos não foi afetada.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) informou que a interrupção de 50 minutos na divulgação dos resultados do primeiro turno não comprometeu a contabilização dos votos para presidente e vice‑presidente, apesar da aba “Brasil” do painel ficar sem atualização entre 19h14 e 20h04 de domingo (4). A falha foi atribuída ao grande volume de dados recebidos simultaneamente, mas o processo de apuração seguiu normalmente.
- A área técnica do TSE está investigando o incidente para evitar recorrências no segundo turno, previsto para 25 de outubro, reforçando o compromisso com a transparência e a segurança do processo eleitoral.
Foto: Reprodução
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) informou nesta terça-feira (6) que a interrupção de 50 minutos na divulgação dos resultados do primeiro turno não afetou a contabilização dos votos para presidente e vice-presidente. A aba “Brasil” do painel de resultados ficou sem atualização entre 19h14 e 20h04 de domingo (4). Segundo o TSE, a falha ocorreu devido ao grande volume de dados recebido simultaneamente pelo sistema, mas os votos continuaram sendo contabilizados normalmente. A Corte informou que a área técnica investiga o problema para evitar que a falha volte a ocorrer no segundo turno, marcado para 25 de outubro.
Após receber apoio de Caiado, Flávio fala em 'mudar a Constituição' e 'redemocratizar o país'
Em Goiânia, candidato do PL falou em usar o Congresso para mudar a Constituição e prometeu endurecer medidas na segurança pública.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O ex-governador de Goiás, Ronaldo Caiado (PSD), anunciou nesta terça‑feira (6) apoio à candidatura de Flávio Bolsonaro (PL) para o segundo turno da eleição presidencial, em evento realizado em Goiânia que também contou com a presença do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos). A declaração reforça a aliança entre lideranças regionais e o candidato do PL, que busca ampliar sua base de apoio nas principais unidades da federação.
- Flávio Bolsonaro destacou a composição favorável do novo Congresso e prometeu usar a maioria política para promover mudanças na Constituição, além de defender a castração química de pedófilos, a redução da maioridade penal e o aumento das penas para criminosos. O candidato ainda reiterou a defesa da anistia ao ex‑presidente Jair Bolsonaro, apoio que recebeu também de Romeu Zema (Novo), ex‑governador de Minas Gerais.
Foto: Reprodução
O ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado (PSD) declarou nesta terça-feira (6) apoio à candidatura de Flávio Bolsonaro (PL) no segundo turno da eleição presidencial. O anúncio ocorreu em Goiânia, durante ato que contou também com a presença do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos). Durante o evento, Flávio destacou a composição do novo Congresso e afirmou que pretende utilizar a maioria política para promover mudanças na Constituição. “O Brasil já me deu um Congresso muito mais à direita do que ele já é hoje. Com maioria no Senado para fazer o presidente do Senado, com maioria na Câmara para fazer o presidente da Câmara. Para a gente mudar a Constituição, para a gente redemocratizar este país”, disse. O candidato também voltou a defender a castração química de pedófilos e estupradores, a redução da maioridade penal e o aumento das penas para criminosos. Ao falar sobre segurança pública, afirmou: “A gente vai arregaçar com vagabundo”. Caiado, que terminou o primeiro turno em quinto lugar, com 2,18% dos votos válidos, também defendeu a anistia para o ex-presidente Jair Bolsonaro e declarou apoio ao candidato do PL. “Eu jamais neguei, em todas as circunstâncias, que se eu chegasse onde você vai chegar, eu iria assinar a anistia dele e de todos os [condenados] do 8 de janeiro”, afirmou Caiado. Flávio agradeceu o apoio e disse que pretende aproveitar experiências de Goiás e São Paulo na área de segurança pública. O ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema (Novo), outro candidato derrotado no primeiro turno, também declarou apoio a Flávio.
OEA aponta insegurança jurídica e influência externa na eleição brasileira
OEA aponta insegurança jurídica e influência externa na eleição brasileira
Relatório preliminar cita decisões do STF e TSE e preocupações com manifestações de autoridades estrangeiras.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A OEA divulgou um relatório preliminar sobre a eleição brasileira, apontando preocupações com a influência política internacional e a insegurança jurídica, embora não tenha concluído que houve interferência estrangeira comprovada. Observadores registraram insultos de autoridades estrangeiras e possíveis impactos de decisões de ministros do STF e do TSE na equidade da disputa.
- O documento também destaca o “protagonismo judicial” das duas cortes, decisões relacionadas à desinformação e aos debates eleitorais que geraram incerteza jurídica, e informa que a temporária interrupção do portal de resultados não comprometeu a totalização dos votos. A OEA continuará monitorando o segundo turno, marcado para 25 de outubro.
Foto: Reprodução | Agência Brasil
A Organização dos Estados Americanos (OEA) apontou, em relatório preliminar divulgado nesta terça-feira (6), preocupações com a influência política internacional e a insegurança jurídica durante a eleição brasileira. O documento não conclui, porém, que houve interferência estrangeira comprovada no processo.Segundo a missão de observação eleitoral, manifestações de autoridades estrangeiras chegaram “ao extremo de se proferirem insultos contra uma das candidaturas”. A OEA também registrou preocupações com decisões individuais de ministros do STF e do TSE, que, segundo relatos recebidos pelos observadores, “puderam afetar a equidade em alguns momentos da disputa”. O relatório cita ainda o chamado “protagonismo judicial” das duas cortes e decisões relacionadas à desinformação e aos debates eleitorais, apontando que elas teriam provocado “incerteza jurídica”. A missão também informou que uma interrupção temporária na atualização do portal de resultados não afetou a totalização dos votos. A OEA acompanhará o segundo turno, marcado para 25 de outubro.
Lula avalia chamar João Santana para campanha do 2º turno
Lula avalia chamar João Santana para campanha do 2º turno
Segundo o Metrópoles, emissários do presidente devem sondar o publicitário, que já comandou campanhas vitoriosas de Lula e Dilma.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) avalia contratar o publicitário João Santana para reforçar sua campanha no segundo turno contra Flávio Bolsonaro (PL), segundo o colunista Igor Gadelha, do Metrópoles. Dentro do PT, há divergências: uma ala defende a substituição do atual marqueteiro Raul Rabelo, enquanto outra prefere manter Rabelo e incorporar Santana à equipe.
- A discussão surge após Flávio terminar o primeiro turno à frente de Lula, com 47,03% dos votos válidos contra 45,16% de Lula, conforme o Tribunal Superior Eleitoral (TSE). João Santana já comandou campanhas presidenciais de Lula em 2006 e de Dilma Rousseff em 2010 e 2014, e em 2026 trabalhou nas campanhas de ACM Neto na Bahia e de Ciro Gomes no Ceará, ambas derrotadas. A eventual entrada de Santana ainda não foi confirmada.
Foto: Reprodução
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) avalia chamar o publicitário João Santana para reforçar sua campanha no segundo turno contra Flávio Bolsonaro (PL), segundo o colunista Igor Gadelha, do Metrópoles. Parte do PT defende a substituição do atual marqueteiro, Raul Rabelo, enquanto outra ala prefere manter o publicitário e incorporar Santana à equipe. A discussão ocorre após Flávio terminar o primeiro turno à frente de Lula, com 47,03% dos votos válidos contra 45,16%, segundo o Tribunal Superior Eleitoral (TSE). João Santana comandou as campanhas presidenciais de Lula em 2006 e de Dilma Rousseff em 2010 e 2014. Em 2026, ele trabalhou nas campanhas de ACM Neto ao governo da Bahia e de Ciro Gomes ao governo do Ceará, ambos derrotados no primeiro turno. A eventual entrada de Santana na campanha de Lula ainda não foi confirmada.
Michel Temer declara apoio a Flávio Bolsonaro no 2º turno
Michel Temer declara apoio a Flávio Bolsonaro no 2º turno
Ex-presidente afirmou que o resultado das urnas mostrou desejo de mudança e associou esse movimento à candidatura do senador do PL.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O ex‑presidente Michel Temer declarou apoio ao senador Flávio Bolsonaro para o segundo turno da eleição presidencial, ressaltando que o resultado do primeiro turno mostrou o desejo de mudança do eleitorado brasileiro. Temer destacou a necessidade de novas ideias, projetos e atitudes, vinculando seu apoio à renovação do Congresso e ao desempenho de Flávio, que liderou o primeiro turno.
- A declaração, feita nas redes sociais, reforça a estratégia do PL e pode influenciar o cenário político, enquanto o presidente Luiz Inácio Lula da Silva segue como candidato do PT.
Foto: Reprodução
O ex-presidente Michel Temer (MDB) declarou nesta segunda-feira (5) apoio ao senador Flávio Bolsonaro (PL) no segundo turno da eleição presidencial, que será disputado contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Em declaração divulgada nas redes sociais, Temer afirmou que o resultado do primeiro turno demonstrou, em sua avaliação, o desejo de mudança do eleitorado. “As urnas falaram. O povo brasileiro, autoridade única da democracia, deixou claro que deseja mudança. Quer atenção e respeito”, afirmou. O ex-presidente também relacionou a renovação à composição do Congresso Nacional e ao desempenho de Flávio, que terminou o primeiro turno na liderança. Temer disse ainda que a sociedade busca “novas ideias, novas atitudes, novos projetos e um caminho diferente”. Ao justificar seu apoio ao candidato do PL, concluiu: “Quer, portanto, reconexão. E reconexão é Flávio”.
Lula chama Jerônimo para núcleo da campanha no segundo turno
Lula chama Jerônimo para núcleo da campanha no segundo turno
Governador da Bahia foi escolhido para integrar núcleo que discutirá estratégias da campanha presidencial no segundo turno.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues (PT), foi anunciado como integrante do núcleo de articulação da campanha de reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) para o segundo turno das eleições de 2026. A informação, divulgada pelo colunista Luís Costa Pinto (ICL Notícias), destaca que Jerônimo e o senador cearense Camilo Santana (PT) participarão da nova estrutura estratégica, após Lula expressar insatisfação com a condução do primeiro turno e buscar reforçar a comunicação com o eleitorado.
- Jerônimo, reeleito com 55,41% dos votos válidos, esteve em Brasília para reunião com Lula e outros aliados, afirmando estar à disposição e seguir as orientações da campanha. A decisão ocorre também com a inclusão dos governadores reeleitos Elmano de Freitas (Ceará) e Rafael Fonteles (Piauí), embora ainda não estejam definidas as funções específicas de cada membro na nova estrutura.
Foto: Reprodução
O governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues (PT), deve integrar o núcleo de articulação da campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no segundo turno das eleições de 2026. A informação foi divulgada nesta segunda-feira (5) pelo colunista Luís Costa Pinto, do ICL Notícias, e também repercutida por veículos baianos. Segundo o relato, Jerônimo e o senador cearense Camilo Santana (PT) terão participação na nova estrutura responsável por discutir as estratégias da campanha presidencial. A definição ocorre após Lula demonstrar insatisfação com a condução do primeiro turno e defender mudanças na comunicação com o eleitorado. De acordo com Costa Pinto, o presidente citou como referência a atuação de Jerônimo, além dos governadores reeleitos Elmano de Freitas, do Ceará, e Rafael Fonteles, do Piauí. Jerônimo foi reeleito governador da Bahia no primeiro turno deste domingo (4), com 55,41% dos votos válidos, segundo dados divulgados pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Nesta segunda-feira, o governador foi a Brasília para uma reunião com Lula e outros aliados. Em declaração a jornalistas, Jerônimo afirmou que está à disposição do presidente e que seguirá as orientações para a campanha. As funções que ele e Camilo Santana exercerão na nova estrutura ainda estão sendo definidas.
Campanha do segundo turno pode ser retomada nesta segunda-feira
Campanha do segundo turno pode ser retomada nesta segunda-feira
Candidatos à Presidência e aos governos estaduais podem fazer comícios, carreatas e propaganda paga a partir das 17h.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Os candidatos ao segundo turno da Presidência da República, bem como os governadores e o Distrito Federal, podem retomar a campanha eleitoral a partir das 17h desta segunda‑feira (5), 24 horas após o encerramento da votação do primeiro turno. Estão autorizados comícios, carreatas, caminhadas, distribuição de panfletos e propaganda paga na internet e em meios impressos, com restrições de horário para uso de alto‑falantes (8h‑22h) e equipamentos de som em comícios (até meia‑noite).
Foto: Brasil 61
Os candidatos que disputarão o segundo turno das eleições para a Presidência da República e os governos estaduais e do Distrito Federal podem retomar a campanha eleitoral nesta segunda-feira (5), 24 horas após o encerramento da votação do primeiro turno. A partir das 17h, estão autorizados comícios, carreatas, caminhadas, distribuição de panfletos e propaganda paga na internet e em meios impressos. As atividades com uso de alto-falantes ou amplificadores de som, como carreatas, podem ocorrer das 8h às 22h, enquanto os equipamentos de som instalados em comícios podem ser utilizados até a meia-noite. A propaganda paga na internet e em veículos impressos também está permitida, respeitando os limites previstos na legislação eleitoral. O calendário da campanha termina gradualmente: em 22 de outubro, encerra-se o uso de equipamentos sonoros; no dia 23, termina a veiculação de propaganda paga; e, em 24 de outubro, chega ao fim a distribuição de material de campanha, além de passeatas e carreatas. Já a propaganda eleitoral gratuita no rádio e na televisão começa na sexta-feira (9) e segue até 23 de outubro. No rádio, os programas serão transmitidos às 7h e ao meio-dia. Na televisão, a exibição ocorrerá às 13h e às 20h30. Cada bloco terá dez minutos por cargo, divididos igualmente entre os candidatos, além de inserções de 30 ou 60 segundos distribuídas ao longo da programação.
Segundo turno é definido entre Flávio Bolsonaro e Lula
Segundo turno é definido entre Flávio Bolsonaro e Lula
Apuração define disputa entre os dois candidatos; nova votação será realizada em 25 de outubro
Por: Daniela Gonzalez
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- Flávio Bolsonaro (PL) e Luiz Inácio Lula da Silva (PT) avançam ao segundo turno da eleição presidencial, com 47,28% e 44,87% dos votos válidos, respectivamente. A disputa final será realizada em 25 de outubro, prometendo uma campanha intensa entre os dois candidatos.
Foto: Reprodução
Flávio Bolsonaro (PL) e Luiz Inácio Lula da Silva (PT) vão disputar o segundo turno da eleição presidencial. Flávio soma, parcialmente, 47,28% dos votos válidos, enquanto Lula tem 44,87%. A votação do segundo turno está marcada para 25 de outubro.
Eleições 2026: Caetité e Lagoa Real não terão Lei Seca
Eleições 2026: Caetité e Lagoa Real não terão Lei Seca
Cartório Eleitoral confirma que não haverá proibição da venda de bebidas alcoólicas em Caetité e Lagoa Real. Em outras cidades da região, a Justiça Eleitoral determinou restrições.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Eleitores de Caetité e Lagoa Real poderão comprar bebidas alcoólicas normalmente nas Eleições 2026, já que a Justiça Eleitoral não impôs Lei Seca nesses municípios, ao contrário de outras cidades do Sudoeste da Bahia que proibiram a venda durante o pleito.
- A orientação é que votem com tranquilidade e aguardem a divulgação oficial dos resultados antes de comemorar. O primeiro turno, marcado para domingo (4), definirá deputados estaduais e federais, senadores, governador e presidente; se nenhum candidato a governador ou presidente alcançar maioria absoluta, haverá segundo turno em 25 de outubro.
Foto: Marcos Oliveira | Sudoeste Bahia
Eleitores de Caetité e Lagoa Real poderão comprar bebidas alcoólicas normalmente durante as Eleições 2026. Diferentemente de outras cidades do Sudoeste da Bahia, não haverá Lei Seca nos dois municípios, ou seja, a Justiça Eleitoral não determinou a suspensão da venda de bebidas alcoólicas. A informação foi confirmada pelo Cartório Eleitoral, sediado em Caetité e responsável pelas duas cidades. Em municípios como Guanambi, Licínio de Almeida, Iuiú e Urandi, os juízes eleitorais publicaram determinações proibindo a venda e a distribuição de bebidas durante o período estabelecido em cada localidade. A orientação para os eleitores de Caetité e Lagoa Real é que participem da votação com tranquilidade e aguardem a divulgação oficial dos resultados antes de comemorar. No primeiro turno, marcado para domingo (4), serão escolhidos deputados estaduais e federais, senadores, governador e presidente da República. Caso nenhum candidato a governador ou presidente consiga mais da metade dos votos válidos, a disputa será decidida em segundo turno, previsto para 25 de outubro. E ai, você poderá comemorar à vontade, evitando os excessos.
Real Time: Flávio Bolsonaro tem 46% e Lula marca 45% no 2º turno
Real Time: Flávio Bolsonaro tem 46% e Lula marca 45% no 2º turno
Pesquisa divulgada três dias antes da eleição também mostra Lula à frente no cenário de primeiro turno, com 43% contra 39% de Flávio
Por: Giovanna Estrela
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- A pesquisa Real Time Big Data divulgada em 1º de outubro, a última antes do primeiro turno, indica Flávio Bolsonaro (PL) com 46% das intenções de voto contra 45% de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em um possível segundo turno. O levantamento também mostrou que 5% dos entrevistados optariam por voto nulo ou branco e 4% não souberam responder. Em comparação, a pesquisa anterior de 24 de setembro registrava Flávio em 45% e Lula em 44%.
- Além do duelo principal, o estudo testou outros cenários de segundo turno, como Lula x Ronaldo Caiado (45% a 43%), Lula x Romeu Zema (45% a 40%) e Lula x Augusto Cury (45% a 44%). No cenário de primeiro turno, Lula lidera com 43% e Flávio Bolsonaro segue com 39%, enquanto os demais candidatos somam apenas 1% das intenções de voto.
Foto: Reprodução
Pesquisa Real Time Big Data divulgada nesta quinta-feira (1º/10), a última antes do primeiro turno, mostra Flávio Bolsonaro (PL) com 46% das intenções de voto em um eventual segundo turno contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que aparece com 45%. Os entrevistados responderam à pergunta: “Em outubro teremos eleições, se a eleição para presidente da República fosse para o segundo turno, em quem o(a) senhor(a) votaria se os nomes fossem estes?”. Veja os resultados: Flávio Bolsonaro (PL): 46%; Lula (PT): 45%; Nulo/branco: 5%; Não sabe/não respondeu: 4%. Na última pesquisa, divulgada em 24 de setembro, Flávio tinha 45% e Lula, 44% no mesmo cenário. Além do confronto entre Lula e Flávio Bolsonaro, a pesquisa também testou outros cenários para o segundo turno. Veja os resultados: Lula x Ronaldo Caiado - Lula (PT): 45%; Ronaldo Caiado (PSD): 43%; Nulo/branco: 8%; Não sabe/não respondeu: 4%. Lula x Romeu Zema: Lula (PT): 45%; Romeu Zema: 40%; Nulo/branco: 9%; Não sabe/não respondeu: 6%; Lula x Renan Santos; Lula (PT): 45%; Renan Santos (Missão): 38%; Nulo/branco: 9%; Não sabe/não respondeu: 8%. Lula x Augusto Cury: Lula (PT): 45%; Augusto Cury (Avante): 44%; Nulo/branco: 6%; Não sabe/não respondeu: 5%. 1º turno: No cenário estimulado para o primeiro turno, Lula aparece com 43% das intenções de voto, enquanto Flávio Bolsonaro tem 39%. Veja os resultados: Lula (PT): 43% (+2 p.p); Flávio Bolsonaro (PL): 39% (+2 p.p); Renan Santos (Missão): 4% (-2 p.p); Augusto Cury (Avante): 3% (-3 p.p); Ronaldo Caiado (PSD): 3% (+1 p.p); Zema (Novo): 1% (=); Nulo/branco: 3% (=); Não sabe/não respondeu: 3% (=). Os candidatos Clariana Barão (DC), Rui Costa Pimenta (PCO), Samara (UP), Edmilson Costa (PCB), Hertz Dias (PSTU), Veterinário Wilson Grassi (Democrata) e Leonardo Avalanche (PRTB), somados, chegaram a 1%. Sobre a pesquisa - O levantamento ouviu 2 mil eleitores em todo o território nacional entre os dias 26 e 30 de setembro. A margem de erro é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-09503/2026.
Horário eleitoral gratuito termina nesta quinta-feira antes do 1º turno
Horário eleitoral gratuito termina nesta quinta-feira antes do 1º turno
Programas e inserções das campanhas deixam de ser exibidos na sexta-feira (2); propaganda poderá retornar em 9 de outubro, caso haja segundo turno.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A propaganda eleitoral gratuita no rádio e na televisão para o primeiro turno das Eleições 2026 encerra nesta quinta‑feira (1º), segundo o calendário do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). A partir de sexta‑feira (2) as emissoras retornam à programação regular, três dias antes da votação marcada para domingo (4).
Foto: Willian Silva | Sudoeste Bahia
A propaganda eleitoral gratuita no rádio e na televisão referente ao primeiro turno das Eleições 2026 termina nesta quinta-feira (1º), conforme o calendário do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). A data marca o último dia de exibição dos programas em rede e das inserções destinadas às campanhas dos candidatos. A partir de sexta-feira (2), as emissoras deixam de veicular a propaganda eleitoral relacionada à primeira etapa da disputa e retomam suas grades habituais de programação. O encerramento ocorre três dias antes da votação, marcada para domingo (4), quando os eleitores irão às urnas para escolher os representantes dos cargos em disputa. O calendário eleitoral também estabelece esta quinta-feira como prazo final para a realização de debates no rádio e na televisão, com possibilidade de extensão dos programas até as 7h de sexta-feira (2). Caso seja necessário um segundo turno, a propaganda eleitoral gratuita será retomada em 9 de outubro e permanecerá no ar até o dia 23 do mesmo mês.
Lula tem 39,4% e Flávio Bolsonaro soma 38,4% no primeiro turno, diz pesquisa Meio/Ideia
Atual presidente e candidato do PL estão empatados tecnicamente tanto no primeiro como no segundo turnos
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) registra 39,4% das intenções de voto no primeiro turno, empatado tecnicamente com o senador Flávio Bolsonaro (PL), que tem 38,4%, segundo a pesquisa Meio/Ideia divulgada em 30 de setembro. A margem de erro de 2,2 pontos percentuais coloca ambos dentro do mesmo intervalo, refletindo a estabilidade dos números desde a última rodada em 9 de setembro, quando também estavam empatados.
- No cenário de um eventual segundo turno, Lula mantém 48,5% contra 48% de Flávio, com brancos, nulos e indecisos somando 3,6%. Outros candidatos como Augusto Cury, Renan Santos, Ronaldo Caiado e Romeu Zema aparecem com percentuais entre 3,5% e 6,7%. A pesquisa entrevistou 2 mil eleitores de 16 anos ou mais por telefone, com nível de confiança de 95% e foi registrada no TSE sob o protocolo BR-08706/2026.
Foto: Reprodução
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) tem 39,4% das intenções de voto no primeiro turno da eleição. Ele está empatado tecnicamente com o senador Flávio Bolsonaro (PL), que registrou 38,4%. Os dados são do cenário estimulado da pesquisa Meio/Ideia divulgada nesta quarta-feira (30). Os dois oscilaram dentro da margem de erro, de 2,2 pontos porcentuais, na comparação com a última rodada da pesquisa, divulgada em 9 de setembro. Naquela data, eles também estavam empatados tecnicamente: o atual presidente tinha 38,4% e o candidato do PL, 37,3%. Na pesquisa desta quarta-feira, o segundo pelotão é formado por Escritor Augusto Cury (Avante), que tem 6,7%, Renan Santos (Missão), com 4,5%, Ronaldo Caiado (PSD), com 4,4%, e Romeu Zema (Novo), que marcou 3,5%. Brancos, nulos e ninguém somam 0,7% e os indecisos, 1,5%. Os demais candidatos pontuaram abaixo de 1%. São eles: Samara (UP), Clariana Barão (DC), Hertz Dias (PSTU), Veterinário Wilson Grassi (Democrata), Leonardo Avalanche (PRTB), Rui Costa Pimenta (PCO) e Edmilson Costa (PCB). O Ideia entrevistou 2 mil pessoas de 16 anos ou mais por telefone entre os dias 25 e 28 de setembro. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais para mais ou para menos e o nível de confiança é de 95%. O levantamento, contratado pelo Canal Meio, foi registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo BR-08706/2026. Empate se repete no segundo turno - Em um eventual segundo turno, Lula e Flávio também estão em empate técnico. O petista tem 48,5% contra 48% do bolsonarista. Brancos e nulos são 2,1% e indecisos, 1,5%. Anteriormente, ambos os candidatos tinham 46% das intenções de voto. O atual presidente aparece à frente numericamente, mas tecnicamente empatado, com outros três candidatos: ele tem 48,5% contra 44% de Zema; 48,5% contra 44,6% de Caiado; e 48% contra 44% de Cury. Lula venceria Renan Santos por 48% a 41,3%.
BTG/Nexus: Lula tem 46% ante 44% de Flávio no 2º turno; cenário segue com empate técnico
No cenário de primeiro turno, petista registra 42% das intenções de voto ante 37% do filho do ex-presidente Jair Bolsonaro
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- A pesquisa BTG/Nexus divulgada nesta segunda‑feira mostra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) com 46% das intenções de voto em um possível segundo turno contra o senador Flávio Bolsonaro (PL), que registra 44%, dentro da margem de erro de dois pontos percentuais. Lula também aparece empatado tecnicamente com o ex‑governador de Goiás Ronaldo Caiado (PSD) (46% a 42%) e supera o escritor Augusto Cury (Avante) (46% a 41%).
- Em simulações contra outros candidatos, Lula mantém vantagem: 48% contra Romeu Zema (Novo) e 48% contra Renan Santos (Missão), com os brancos e nulos variando entre 8% e 13% nos cinco confrontos testados. Os números reforçam a competitividade da corrida presidencial e a proximidade entre os principais candidatos.
Foto: Reprodução | Evaristo Sá / Vinicius Loures
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) tem 46% das intenções de voto em uma eventual disputa de segundo turno contra o senador Flávio Bolsonaro (PL), que registra 44%, segundo pesquisa BTG/Nexus divulgada nesta segunda-feira, 28. Os dois permanecem tecnicamente empatados, considerada a margem de erro de dois pontos porcentuais. Na rodada anterior, Lula também tinha 46%, e Flávio, 45%. O presidente aparece ainda em empate técnico com o ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado (PSD), com 46% a 42%. Na pesquisa da semana passada, os dois estavam numericamente empatados, com 45% cada. Contra o escritor Augusto Cury (Avante), Lula marca 46%, ante 41%. A distância numérica entre eles passou de um para cinco pontos porcentuais: na rodada anterior, o presidente tinha 44%, e Cury, 43%. Lula registra 48% em uma simulação contra o ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema (Novo), que tem 39%. Na semana passada, o placar era de 47% a 41%. Diante de Renan Santos (Missão), o presidente também marca 48%, contra 37% do adversário; os porcentuais anteriores eram de 47% e 39%. Brancos e nulos variam de 8% a 13% nos cinco confrontos testados. A Nexus entrevistou por telefone 2.000 eleitores de 25 a 27 de setembro. A margem de erro geral é de dois pontos porcentuais, com nível de confiança de 95%. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-07557/2026.
























