Policiais do 17º BPM são homenageados com Medalhas de Tempo de Serviço
Policiais do 17º BPM são homenageados com Medalhas de Tempo de Serviço
Vinte e três militares receberam reconhecimento oficial por anos de dedicação à corporação
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Policiais do 17º Batalhão de Polícia Militar (17º BPM) em Guanambi foram homenageados com Medalhas de Tempo de Serviço na terça‑feira (26), em comemoração ao Dia do Soldado. A solenidade contou com 23 militares, sendo 22 condecorados com a Medalha de 20 Anos de Serviço e 1 com a Medalha de 10 Anos.
- A cerimônia destacou a trajetória e o compromisso desses profissionais na segurança pública da região, reforçando a valorização institucional e a importância do trabalho diário dos policiais na manutenção da ordem e atendimento à população.
Foto: Divulgação | Policia Militar
Policiais do 17º Batalhão de Polícia Militar (17º BPM), sediado em Guanambi, foram homenageados com Medalhas de Tempo de Serviço na terça‑feira (26). A solenidade integrou as comemorações do Dia do Soldado e destacou a trajetória dos profissionais que atuam na segurança pública da região. Ao todo, 23 militares receberam a honraria. Desses, 22 foram condecorados com a Medalha de 20 Anos de Serviço, enquanto um policial recebeu a medalha referente a 10 anos de dedicação. As comendas simbolizam o reconhecimento institucional pelo compromisso, disciplina e responsabilidade demonstrados ao longo da carreira. A homenagem ressaltou o trabalho diário dos policiais do 17º BPM, que desempenham funções essenciais no atendimento à população e na manutenção da ordem pública. O comando da unidade parabenizou os agraciados e destacou que o reconhecimento reforça a valorização dos integrantes da corporação. A cerimônia reuniu autoridades, familiares e colegas de farda, que acompanharam a entrega das medalhas e celebraram o momento dedicado aos profissionais do batalhão.
Erro faz homem ficar preso por quase 500 dias após ordem de soltura em Irecê
Erro faz homem ficar preso por quase 500 dias após ordem de soltura em Irecê
Justiça apura falha que manteve detento no Conjunto Penal de Irecê por mais de um ano depois da expedição do alvará de soltura
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Um homem permaneceu preso por mais de um ano devido à não cumprimento de uma ordem judicial em um presídio da Bahia. O caso está sob investigação do Tribunal de Justiça da Bahia e o corregedor-geral pediu explicações sobre as responsabilidades envolvidas.
- A situação só veio à tona após a verificação do Banco Nacional de Monitoramento de Prisões, que registrou o homem como "em liberdade" apesar de ele ainda estar preso.
Foto: Reprodução | Agência Brasil
Um grave erro no cumprimento de uma ordem judicial fez um homem permanecer preso por 1 ano, 4 meses e 12 dias além do tempo determinado pela Justiça. O caso aconteceu no Conjunto Penal de Irecê, na Bahia, e está sendo investigado pelo Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA). Segundo um despacho do corregedor-geral da Justiça, desembargador Emílio Salomão Resedá, o preso deu entrada na unidade prisional em 6 de outubro de 2023. Apenas duas semanas depois, em 20 de outubro, a 2ª Vara Judicial de Anicuns, em Goiás, expediu um alvará de soltura determinando sua liberdade. Apesar da decisão judicial, a ordem não foi cumprida. O homem continuou preso até o dia 7 de março de 2025, permanecendo quase 500 dias encarcerado de forma irregular. A situação só veio à tona durante uma audiência realizada pela Justiça de Goiás. Ao consultar o Banco Nacional de Monitoramento de Prisões (BNMP), a juíza responsável verificou que o sistema registrava o homem como "em liberdade", embora ele ainda estivesse preso no Conjunto Penal de Irecê. Diante da descoberta, a Corregedoria do Tribunal de Justiça da Bahia abriu um procedimento para apurar as responsabilidades e pediu esclarecimentos à direção da unidade prisional, à Superintendência de Gestão Prisional e à Corregedoria da Secretaria de Administração Penitenciária e Ressocialização da Bahia (Seap). De acordo com o documento, os responsáveis notificados não responderam aos pedidos de informação feitos pelo Judiciário. Por causa da falta de resposta, o corregedor determinou que o secretário estadual de Administração Penitenciária e Ressocialização, José Carlos Souto de Castro Filho, apresente, no prazo de 30 dias, explicações sobre o caso e informe quais medidas administrativas e disciplinares serão adotadas para apurar a prisão ilegal e responsabilizar os envolvidos.
Governo quer enquadrar influencers em nova lei
Governo quer enquadrar influencers em nova lei
Proposta usa como base o CDC e o Marco Civil da Internet e prevê multas, responsabilidade solidária e regras rígidas para publicidade nas redes sociais.
Por: Willian Silva - Sudoeste Bahia
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Foto: Reprodução
O governo federal intensificou as discussões para criar um marco legal que regulamente e responsabilize a atuação de influenciadores digitais no Brasil. A iniciativa se apoia em leis já existentes, como o Código de Defesa do Consumidor (Lei nº 8.078/1990) e o Marco Civil da Internet (Lei nº 12.965/2014), mas busca avançar com regras específicas para a chamada “profissão de influencer”, que hoje atua sem regulamentação própria. Atualmente, influenciadores já podem ser responsabilizados com base no CDC, que prevê punições para propaganda enganosa ou abusiva, e no Marco Civil, que trata de deveres e responsabilidades no ambiente digital. A novidade é a tentativa de criar uma legislação específica que deixe explícito o enquadramento do influenciador como agente de comunicação comercial quando houver interesse econômico envolvido.Entre os principais pontos em debate, a futura lei deve prever: Identificação obrigatória de publicidade: todo conteúdo patrocinado deverá ser claramente sinalizado, com termos como “publicidade”, “anúncio” ou “parceria paga”, de forma visível ao público. Responsabilidade solidária: o influenciador poderá responder junto com a marca anunciante por danos causados ao consumidor, inclusive em casos de propaganda enganosa ou informações falsas sobre produtos e serviços. Multas e sanções administrativas: estão previstas penalidades financeiras, suspensão de perfis e até proibição temporária de atuação comercial nas redes para quem descumprir as regras. Combate a golpes e fraudes: conteúdos que promovam esquemas financeiros ilegais, apostas irregulares ou produtos sem autorização poderão gerar punições mais severas. Proteção a crianças e adolescentes: publicidade direcionada ao público infantil deverá seguir critérios mais rígidos, reforçando normas já previstas no Estatuto da Criança e do Adolescente (Lei nº 8.069/1990). Transparência contratual: contratos entre influenciadores e marcas poderão ter exigências mínimas de clareza sobre responsabilidades, prazos e obrigações legais. Possível cadastro ou registro profissional: o governo avalia a criação de um sistema de registro para quem atua de forma comercial contínua como criador de conteúdo. Segundo integrantes da área jurídica do governo, a ideia não é criar censura ou limitar a liberdade de expressão, mas diferenciar conteúdo opinativo de publicidade paga. A avaliação é que, ao exercer atividade econômica, o influenciador passa a ter deveres semelhantes aos de empresas de mídia e anunciantes tradicionais. Especialistas lembram que hoje já existe respaldo legal para punições, com base no artigo 37 do CDC, que proíbe publicidade enganosa e abusiva, e nos princípios do Marco Civil da Internet, que estabelecem responsabilidade e transparência no uso das plataformas digitais. A nova lei teria o papel de sistematizar essas obrigações e adaptá-las à realidade do marketing de influência. O setor, por sua vez, reage com cautela. Representantes de influenciadores defendem que a regulamentação seja objetiva e proporcional, para evitar burocratização excessiva e insegurança jurídica, principalmente para criadores de pequeno porte. O mercado de marketing de influência movimenta bilhões de reais por ano no Brasil e se consolidou como uma das principais frentes de publicidade digital. Para o governo, a regulamentação é vista como necessária para proteger consumidores, reduzir abusos e estabelecer regras claras em um setor que cresceu mais rápido do que a legislação foi capaz de acompanhar. A proposta ainda está em fase de estudos técnicos e deve passar por consulta pública antes de ser formalizada em um projeto de lei no Congresso Nacional. O debate promete ser intenso, ao colocar em pauta até que ponto influenciadores devem ser tratados como profissionais da comunicação e quais limites devem existir entre liberdade de expressão e responsabilidade comercial nas redes sociais.
Pia assume responsabilidade por Brasil cair na fase de grupos da Copa do Mundo
Pia assume responsabilidade por Brasil cair na fase de grupos da Copa do Mundo
Para a treinadora, Seleção foi lenta nas jogadas de ataque e deveria ter explorado mais as laterais do campo para superar a linha defensiva da Jamaica
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Foto: Divulgação | CBF
- Em tese, o Brasil entraria em campo para ganhar - na prática, a Jamaica cozinhou o jogo e levou a classificação para as oitavas de final da Copa Feminina com um empate de bom tamanho. Com a posse de bola, a apática Seleção teve o controle da partida, mas pecou - novamente - nos fundamentos básicos e não soube ser efetivo ofensivamente. Em uma partida que deveria ter um meio criativo e um ataque eficaz, quem se destacou foi a zagueira Rafaelle na saída de bola. A técnica Pia Sundhage, porém, postergou as mexidas nas peças e no esquema tático da Seleção que precisava, a todo custo, de uma vitória nesta quarta-feira (2). "Essa é sempre uma pergunta que se faz quando vê que não funcionou. Algumas das situações, ali na segunda metade, poderiam ter sido melhores. Quando vimos o resultado, sabemos que pode ter sido um pouco tarde", disse a sueca quando foi questionada sobre o assunto em entrevista coletiva. Além disso, ela assumiu a "responsabilidade" do empate que provocou a eliminação do Brasil na fase de grupos pela terceira vez na história dos Mundiais femininos. De acordo com a treinadora, o Brasil se preparou bem para a partida - prevendo a retranca da Jamaica -, mas falhou em dois aspectos: na velocidade nas jogadas de ataque e na abertura do jogo pelos lados, já que o meio pouco funcionou, tampouco as bolas longas. "Quando não conseguimos derrubar a defesa delas, ficamos um pouco mais estressadas e, consequentemente, mais lentas e com pouca coragem", analisou. Perguntada ainda sobre a sua permanência à frente da Seleção, Pia foi objetiva ao apenas dizer o prazo do seu contrato: 30 de agosto do próximo ano. Ela também não vislumbrou a continuidade de Marta na equipe. A camisa 10, inclusive, em entrevista à TV Globo, anunciou a despedida de Copas. "Marta acaba por aqui. Estou contente com tudo isso que vem acontecendo com o futebol feminino do nosso Brasil e do Mundo. Para mim é o fim da linha agora, para elas só o começo."
























