Prazo de desincompatibilização leva 11 governadores a deixarem cargos
Regra eleitoral exige afastamento para disputa; eleições acontecem em outubro
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Terminou neste sábado (4) o prazo de desincompatibilização para agentes públicos que pretendem disputar as eleições de outubro. A regra exige o afastamento de cargos no Executivo, como governadores, prefeitos e ministros. Com o fim do prazo, 11 governadores deixaram seus postos para concorrer a outros cargos.Entre eles, Ronaldo Caiado (PSD) e Romeu Zema (Novo) sinalizaram pré-candidaturas à Presidência da República. Outros nove governadores deixaram os cargos com foco no Senado, como Gladson Cameli, Wilson Lima, Ibaneis Rocha, Renato Casagrande, Mauro Mendes, Helder Barbalho, João Azevêdo e Antonio Denarium.O ex-governador Cláudio Castro também deixou o cargo para disputar o Senado, mas foi declarado inelegível até 2030 pelo Tribunal Superior Eleitoral e deve concorrer sub judice. Por outro lado, nove governadores permanecem no cargo para disputar a reeleição, como Jerônimo Rodrigues e Tarcísio de Freitas. A legislação permite que candidatos ao segundo mandato não precisem se afastar. Outros sete governadores optaram por concluir seus mandatos e não disputar cargos neste pleito. O primeiro turno das eleições está marcado para 4 de outubro. Caso necessário, o segundo turno ocorre em 25 de outubro.
Mais de 53% dizem que Lula não merece novo mandato, diz levantamento
Levantamento aponta aumento da rejeição e queda no apoio ao presidente; Sul lidera índice contrário
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Levantamento do Paraná Pesquisas divulgado nesta segunda-feira (30) mostra que 53,3% dos eleitores brasileiros afirmam que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva não merece ser reeleito. O índice era de 52,2% em fevereiro. O percentual representa crescimento em relação ao início do ano. Em janeiro, 51% dos entrevistados rejeitavam a possibilidade de um novo mandato do presidente.Na outra ponta, caiu a proporção dos que defendem a reeleição. O índice passou de 45,3% em janeiro para 43,9% em fevereiro e chegou a 43,7% em março. Outros 3% disseram não saber ou não opinaram. Por região, o Nordeste concentra o maior apoio à reeleição, com 54,8% dos entrevistados favoráveis. Já o Sul registra o maior índice de rejeição, com 66,1% afirmando que o presidente não merece novo mandato.A rejeição também predomina nas demais regiões: 59,5% no Norte e Centro-Oeste e 53,6% no Sudeste. No Nordeste, 42,6% se posicionaram contra a reeleição. A pesquisa ouviu 2.080 eleitores entre os dias 25 e 28 de março de 2026. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais, com nível de confiança de 95%. O levantamento está registrado no TSE sob o número BR-00873/2026.
Haddad defende candidatura de Lula em 2026
Ministro da Fazenda afirma que mesmo que Lula não tente reeleição, ele indicará outra pessoa ao cargo
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- O ministro da Fazenda, Fernando Haddad (PT), defende que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) se candidate à reeleição em 2026. Sua declaração aconteceu em entrevista exclusiva para o portal Metrópoles, nesta quarta-feira (26). “O presidente Lula tem direito constitucional à reeleição. Ele não vai precisar mudar a Constituição para se reeleger. Grande parte das pessoas que eu conheço defendem que Lula seja candidato em 2026... Claro que eu defendo”, disse o titular da Fazenda. Segundo o ministro, mesmo que Lula não se candidate, ele indicará outra pessoa ao cargo. “Lula é uma pessoa madura, sabe que vai fazer 78 anos esse ano. Para ele, o Brasil é a coisa mais importante do mundo e ele vai lutar por esse país o quanto ele precisar lutar”. Em campanha eleitoral, o presidente havia sinalizado que não disputaria a reeleição, mas recentemente seu discurso mudou e chegou a comentar sobre a possibilidade.
Sem surpresas, Arthur Lira é reeleito presidente da Câmara dos Deputados
Com votação recorde desde a redemocratização, deputado de Alagoas comandará a casa por mais dois anos
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Foto: Reprodução | Câmara Federal
Arthur Lira (PP-AL) foi reeleito como presidente da Câmara dos Deputados nesta quarta (1º), com votação recorde desde a redemocratização, e comandará a casa por mais dois anos. Lira recebeu o apoio de 464 dos 513 deputados que tomaram posse na manhã desta quarta. As votações recorde anteriores tinham sido as de Ibsen Pinheiros (MDB-RS), em 1991, e de João Paulo (PT-SP), em 2003, com 434 cada.
Rodrigo Pacheco se reelege presidente do Senado
Senador vai comandar a casa por mais dois anos
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Foto: Reprodução | Agência Senado
O senador Rodrigo Pacheco (PSD-MG) conquistou a maioria dos votos e foi reeleito presidente do Senado federal para um mandato de mais dois anos. A contagem de votos aconteceu no final da tarde desta quarta-feira (1), quando Pacheco derrotou seu concorrente, o senador e ex-ministro do governo Bolsonaro, Rogério Marinho (PL-RN). O senador eleito recebeu 49 votos, contra 32 de seu adversário. Não houveram votos nulos ou ausências. Reconduzido ao cargo, Rodrigo Pacheco contou Pacheco com o apoio da maioria dos partidos e do presidente Lula. A vitória de Pacheco foi considerada pelos analistas o "4º turno das eleições". Ele ficará mais dois anos no comando do Senado, até 2024. Marinho representava a ala bolsonarista da Casa, que está na oposição, e teve apoio de alguns dissidentes do bloco de Pacheco.























