Estudantes da rede estadual da Bahia têm até 4 de novembro para atualizar cadastro
Regularização deve ser feita presencialmente na secretaria da escola e é necessária para a organização da vida escolar e a matrícula de 2027
Por: Redação Sudoeste Bahia
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)Resumo
- A Secretaria da Educação do Estado da Bahia (SEC) prorrogou até 4 de novembro o prazo para que estudantes da rede estadual regularizem seus dados cadastrais, procedimento que deve ser realizado presencialmente na secretaria da unidade de ensino onde o aluno está matriculado. A atualização é essencial para a renovação da matrícula para o ano letivo de 2027 e para garantir a continuidade de benefícios como o Bolsa Presença e o programa federal Pé‑de‑Meia.
- A SEC alerta que dados desatualizados podem dificultar a comunicação entre escolas e famílias, recomendando que os alunos procurem suas escolas antes do fim do prazo para evitar pendências na regularização cadastral.
Foto: Paula Fróes | GOV/BA
A Secretaria da Educação do Estado da Bahia (SEC) estendeu até o dia 4 de novembro o prazo para que estudantes da rede estadual regularizem seus dados cadastrais. O procedimento deve ser realizado presencialmente na secretaria da unidade de ensino em que o aluno está matriculado. Durante o atendimento, é necessário conferir as informações registradas no sistema e preencher eventuais dados pendentes, como contatos telefônicos e documentos pessoais. A medida também contribui para o processo de renovação da matrícula para o ano letivo de 2027. A atualização é especialmente importante para os estudantes que recebem benefícios como o Bolsa Presença, do Governo da Bahia, e o Pé-de-Meia, programa federal de incentivo à permanência escolar. Dados desatualizados também podem dificultar a comunicação entre as instituições de ensino e as famílias. A SEC recomenda que os alunos procurem suas escolas antes do fim do prazo para evitar pendências na regularização cadastral.
Governo desmente boatos sobre fim da escala 6x1 e suspensão de benefícios sociais
Secom afirma que não houve alteração nas regras trabalhistas e garante a continuidade dos programas sociais
Por: Redação Sudoeste Bahia
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)Resumo
- O governo federal desmentiu nesta terça‑feira (27) as notícias falsas que circulam nas redes sociais sobre o fim da escala 6x1 e supostos cortes nos programas Bolsa Família e Gás do Povo. Em nota, a Secretaria de Comunicação Social da Presidência (Secom) confirmou que as regras de trabalho e os pagamentos dos benefícios permanecem inalterados, sem mudanças na Emenda Constitucional nº 141 após as eleições.
- A Secom reforçou que não há suspensão ou redução nos valores do Bolsa Família e que o Gás do Povo continua oferecendo recarga gratuita do botijão de 13 kg. Recursos para o programa já estão previstos para 2026 e na proposta orçamentária de 2027. O governo orienta a população a consultar fontes oficiais antes de compartilhar informações, disponibilizando o Disque Social 121, os aplicativos Bolsa Família e Caixa Tem, além do telefone 111 da Caixa.
Foto: Ricardo Stuckert | PR
O governo federal desmentiu, nesta terça-feira (27), informações falsas que circulam nas redes sociais sobre o fim da escala 6x1 e possíveis cortes no Bolsa Família e no Gás do Povo. Em nota, a Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República (Secom) afirmou que as regras e os pagamentos dos programas continuam mantidos. Segundo a Secom, não houve mudança no texto da emenda constitucional sobre a escala de trabalho após as eleições. O governo também negou que esteja preparando a retirada de categorias profissionais das novas regras ou discutindo propostas para reduzir direitos trabalhistas. A Emenda Constitucional nº 141 prevê dois dias de descanso semanal remunerado, sem redução salarial. As folgas podem ser organizadas de diferentes formas, inclusive por negociação coletiva, desde que seja garantida, em média, essa quantidade de repouso por semana ao longo do mês. Benefícios sociais continuam - A Secom também negou a suspensão de pagamentos ou a redução dos valores do Bolsa Família. Já o Gás do Povo mantém a recarga gratuita do botijão de 13 quilos para as famílias atendidas. Segundo o governo, há recursos previstos para o programa em 2026 e na proposta orçamentária de 2027, enviada ao Congresso. O governo orienta a população a consultar fontes oficiais antes de compartilhar informações. Dúvidas sobre programas sociais podem ser esclarecidas pelo Disque Social 121. Para informações sobre o Bolsa Família, também estão disponíveis os aplicativos Bolsa Família e Caixa Tem, além do telefone 111, da Caixa.
TSE manda Janja e Lula retirar vídeos sobre programas sociais e Flávio Bolsonaro
TSE manda Janja e Lula retirar vídeos sobre programas sociais e Flávio Bolsonaro
Nunes Marques e André Mendonça entenderam que afirmações sobre cortes em programas específicos não tinham respaldo suficiente.
Por: Redação Sudoeste Bahia
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)Resumo
- Ministros do Tribunal Superior Eleitoral, Nunes Marques e André Mendonça, determinaram a retirada de vídeos publicados na internet que associam a possível vitória do senador Flávio Bolsonaro (PL) à redução de programas sociais. O primeiro fixou prazo de 24 horas para remover um vídeo que vincula Flávio à ampliação da jornada de trabalho e ao fim de iniciativas como o Farmácia Popular; o segundo exigiu, em até três horas, a retirada de propaganda da campanha de reeleição de Lula que alerta “Se o Flávio vence, você perde”.
- Os ministros reconheceram a importância da liberdade de expressão e da crítica política, mas concluíram que as alegações sobre cortes em programas como Pé‑de‑Meia, Farmácia Popular, Minha Casa Minha Vida e merenda escolar não têm respaldo nas propostas do candidato. Mendonça destacou que o plano de governo de Flávio prevê a manutenção desses benefícios. As decisões foram tomadas individualmente e ainda aguardam análise do plenário do TSE.
Foto: Rafa Neddermeyer/Agência Brasil
Os ministros Nunes Marques e André Mendonça, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), determinaram a retirada de vídeos publicados na internet que associam uma possível vitória do senador Flávio Bolsonaro (PL) à redução de programas sociais. As decisões atingem conteúdos divulgados em perfis da primeira-dama Janja Lula da Silva e da campanha de reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Nunes Marques estabeleceu prazo de 24 horas para a remoção de um vídeo que atribui a Flávio a intenção de ampliar a jornada de trabalho para sete dias por semana e acabar com programas como o Farmácia Popular. Já André Mendonça determinou a retirada, em até três horas, de uma propaganda da campanha de Lula com a mensagem “Se o Flávio vence, você perde”. O vídeo relaciona possíveis cortes de R$ 200 bilhões no orçamento, mencionados pelo senador, a reduções de recursos para iniciativas como Pé-de-Meia, Farmácia Popular, Minha Casa, Minha Vida e merenda escolar. Os ministros reconheceram a proteção à liberdade de expressão e à crítica política, mas avaliaram que as afirmações sobre cortes em programas específicos não tinham respaldo suficiente nas propostas e declarações disponíveis. Mendonça também destacou que o plano de governo de Flávio prevê a manutenção de programas sociais. As decisões foram tomadas individualmente e ainda deverão ser analisadas pelo plenário do TSE.
Ministro da Fazenda compara reajuste do Bolsa Família à ‘PEC Kamikaze’
Ministro da Fazenda compara reajuste do Bolsa Família à ‘PEC Kamikaze’
Dario Durigan disse que aumento atual está previsto no Orçamento e segue regras fiscais
Por: Redação Sudoeste Bahia
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)Resumo
- O ministro da Fazenda, Dario Durigan, destacou que o reajuste de 15,04% no Bolsa Família, aprovado pelo Decreto nº 13.120 de 17 de setembro de 2026, está previsto no Orçamento e será executado dentro das regras fiscais, elevando o benefício mínimo de R$ 600 para R$ 691. A correção segue a variação acumulada do INPC entre março de 2023 e agosto de 2026, sem necessidade de crédito extraordinário.
- Durigan comparou a medida atual às ações adotadas em 2022 durante o governo de Jair Bolsonaro, como a chamada “PEC Kamikaze” e o Auxílio Brasil, ressaltando que o novo aumento difere por ser financiado integralmente pelo orçamento regular, reforçando o compromisso com a disciplina fiscal do governo Lula.
Foto: Diogo Zacarias | Ministério da Fazenda
O ministro da Fazenda, Dario Durigan, comparou nesta quinta-feira (17) o reajuste do Bolsa Família anunciado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) às medidas adotadas pelo governo de Jair Bolsonaro (PL) em 2022, antes das eleições daquele ano. Durante a cerimônia de anúncio, Durigan afirmou que o aumento atual está previsto no Orçamento e será executado dentro das regras fiscais. Segundo ele, a medida é diferente das ações adotadas em 2022, quando foram utilizados mecanismos extraordinários para ampliar benefícios sociais. Na ocasião, o ministro citou a chamada “PEC Kamikaze”, aprovada pelo Congresso em julho de 2022. A Emenda Constitucional 123 criou medidas emergenciais relacionadas ao aumento dos preços dos combustíveis e autorizou despesas adicionais para ampliar programas sociais. Entre as medidas, o então Auxílio Brasil, programa que substituiu temporariamente o Bolsa Família durante o governo Bolsonaro, teve seu benefício mínimo ampliado para R$ 600. O reajuste anunciado nesta quinta-feira para o Bolsa Família será de 15,04%, com o valor mínimo passando de R$ 600 para R$ 691. A correção foi formalizada pelo Decreto nº 13.120, de 17 de setembro de 2026, e corresponde à variação acumulada do INPC entre março de 2023 e agosto de 2026. Segundo o governo, a atualização será absorvida pelo Orçamento, sem necessidade de abertura de crédito extraordinário. O ministro da Fazenda afirmou que a execução da medida seguirá as regras fiscais vigentes.
Zema: Auxílios do governo estão criando uma geração de imprestáveis
Zema: Auxílios do governo estão criando uma geração de imprestáveis
Segundo o pré-candidato, há casos de pessoas que recusam empregos formais para evitar a perda de benefícios sociais
Por: João Caires
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)Resumo
- O pré-candidato a presidente da República, Romeu Zema (Novo-MG), propôs a criação de regras mais rigorosas para programas de transferência de renda, condicionando a manutenção de benefícios sociais à aceitação de empregos formais pelos beneficiários. Zema criticou o crescimento da dependência de auxílios governamentais e defendeu o uso do Sistema Nacional de Emprego (Sine) para monitorar ofertas de trabalho destinadas a beneficiários de programas sociais.
- A proposta sugere que quem recusasse uma vaga formal sem justificativa poderia perder o benefício. Zema admitiu a possibilidade de permitir a recusa da primeira proposta de emprego, mas defendeu que a aceitação passasse a ser obrigatória a partir de uma segunda oferta.
Foto: Reprodução | TV Band
O pré-candidato a presidente da República, Romeu Zema (Novo-MG), afirmou que pretende endurecer as regras de programas de transferência de renda e condicionar a manutenção de benefícios sociais à aceitação de empregos formais pelos beneficiários. Zema disse que não pretende extinguir programas sociais, mas criticou o que classificou como crescimento da dependência de auxílios governamentais. "Programas sociais são importantíssimos. Nós vamos manter para quem precisa. Mas sabemos que tem muita fraude que eu vou combater e também não vou pagar auxílio do governo para os marmanjões. Estamos criando no Brasil uma geração de imprestáveis. Eu vou em cidades do interior do Brasil inteiro e vejo a mesma coisa: vagas com carteira assinada e marmanjão em casa, na internet, nas redes sociais, no Netflix, que prefere receber o auxílio governamental", afirmou em entrevista ao programa Canal Livre. Segundo o pré-candidato, há casos de pessoas que recusam empregos formais para evitar a perda de benefícios sociais. Zema defendeu o uso do Sistema Nacional de Emprego (Sine) e das secretarias municipais de assistência social para monitorar ofertas de trabalho destinadas a beneficiários de programas sociais. Pela proposta apresentada, quem recusasse uma vaga formal sem justificativa poderia perder o benefício. Questionado sobre modelos adotados em países europeus, o pré-candidato admitiu a possibilidade de permitir a recusa da primeira proposta de emprego, mas defendeu que a aceitação passasse a ser obrigatória a partir de uma segunda oferta. "O objetivo é garantir que o recurso público chegue a quem realmente precisa e não sirva como desestímulo ao mercado de trabalho formal", afirmou.
Sem programas sociais, Bahia teria mais da metade da população em extrema pobreza
Os dados levantados pelo IBGE se referem ao ano de 2020; Brasil atingiria 31,2%
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)
Foto: Reprodução
- Se os benefícios sociais deixassem de existir, a Bahia teria mais da metade de sua população dentro da faixa de extrema pobreza, no ano de 2020. Precisamente, 51,6% dos baianos fariam parte desse triste número. Os dados foram retirados de um levantamento publicado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), nesta sexta-feira (3). Em números absolutos, a estatística fala de 2,46 milhões de baianos. Atualmente, com os programas sociais, o percentual de pessoas abaixo da linha da pobreza na Bahia também é alto, representando 37,5% da população do estado. Com relação ao Brasil, se os programas sociais deixassem de existir, a população em extrema pobreza saltaria de 12,9% para 31,2%, ou seja, 27 milhões de brasileiros. Com a pandemia de Covid-19, o nível de ocupação dos brasileiros foi o menor da série: 51%.
























