Bom Jesus da Lapa recebe a 49ª Romaria da Terra e das Águas
Bom Jesus da Lapa recebe a 49ª Romaria da Terra e das Águas
Evento será realizado entre sexta-feira (3) e domingo (5), com missas, caminhadas, plenárias e atividades culturais.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A 49ª Romaria da Terra e das Águas será realizada em Bom Jesus da Lapa, no oeste da Bahia, entre sexta-feira (3) e domingo (5). O evento, promovido pela Igreja Católica, espera reunir milhares de romeiros de diversas regiões para três dias de celebrações religiosas, debates e atividades focadas na defesa da vida e na preservação ambiental. Com o tema "Cuidar da Morada Comum: essa é a nossa missão", a edição deste ano busca reforçar a importância da proteção da natureza e da solidariedade, inspirada na frase do Papa Leão XIV.
- A programação inclui a celebração da Santa Missa, a abertura da tradicional Feira dos Povos da Terra e das Águas, plenárias, Via-Sacra pelas ruas da cidade e apresentações culturais. O encerramento no domingo contará com a Grande Plenária e missas de envio, reiterando o compromisso com a justiça social e o meio ambiente. Consolidada há quase cinco décadas, a Romaria também promove reflexões sobre direitos humanos, valorização das comunidades tradicionais e agricultura familiar, com expectativa de grande movimentação econômica e turística na cidade.
Foto: CIMI
Bom Jesus da Lapa, no oeste da Bahia, será palco da 49ª edição da Romaria da Terra e das Águas entre sexta-feira (3) e domingo (5). Promovido pela Igreja Católica, o evento deve reunir milhares de romeiros de diversas regiões do estado para três dias de celebrações religiosas, debates e atividades voltadas à defesa da vida e da preservação ambiental. A edição deste ano traz como tema "Cuidar da Morada Comum: essa é a nossa missão", inspirado na frase atribuída ao Papa Leão XIV: "Se querem cultivar a paz, cuidem da criação." A proposta é reforçar a importância da proteção da natureza e da solidariedade entre os povos. A programação começa na noite de sexta-feira, às 19h, com a celebração da Santa Missa, seguida da abertura oficial da tradicional Feira dos Povos da Terra e das Águas, instalada na Praça Monsenhor Turíbio Vila Nova. No sábado, os participantes acompanharão plenárias, momentos de formação, celebrações religiosas, a Via-Sacra pelas ruas da cidade e apresentações culturais durante a noite. As atividades reúnem representantes de pastorais, movimentos sociais, comunidades tradicionais e fiéis de diferentes dioceses. O encerramento acontece no domingo com a Grande Plenária, missas e atividades de envio dos romeiros, marcando o compromisso dos participantes com a defesa da vida, da justiça social e do meio ambiente. Realizada há quase cinco décadas, a Romaria da Terra e das Águas se consolidou como um dos principais encontros religiosos e sociais da Bahia. Além da expressão de fé, o evento promove reflexões sobre direitos humanos, preservação dos recursos naturais, valorização das comunidades tradicionais e fortalecimento da agricultura familiar. A expectativa da organização é de grande participação de romeiros durante os três dias, movimentando também o comércio, a rede hoteleira e os serviços de Bom Jesus da Lapa.
Embasa promove ações ambientais em Caetité e outras regiões da Bahia
Embasa promove ações ambientais em Caetité e outras regiões da Bahia
Programação inclui caminhadas ecológicas, plantio de mudas, feiras ambientais, palestras e ações educativas voltadas à conscientização sobre sustentabilidade e preservação dos recursos naturais.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A Empresa Baiana de Águas e Saneamento (Embasa) programou uma série de atividades socioambientais para a semana de 8 a 12 de junho, em celebração ao Dia Mundial do Meio Ambiente. O objetivo principal é ampliar a conscientização sobre a preservação ambiental, a relevância do saneamento para a qualidade de vida da população e o compromisso com a sustentabilidade. As ações incluem caminhadas ecológicas, plantio de mudas, mutirões de limpeza, feiras ambientais, oficinas educativas e exposições interativas, voltadas para estudantes, professores, lideranças comunitárias e moradores em diversas regiões da Bahia.
- Entre os destaques da programação está um encontro em Salvador, no dia 11 de junho, que reunirá especialistas para debater temas cruciais como mudanças climáticas, segurança hídrica e sustentabilidade corporativa no saneamento. No interior do estado, cidades das regiões de Feira de Santana, Sisal, Litoral Norte, Agreste, Recôncavo, Baixo Sul, Oeste, Sudoeste e Sertão Produtivo receberão feiras de sustentabilidade, palestras, seminários e ações de reflorestamento, alinhadas aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) relacionados à água, saneamento e preservação ambiental.
Foto: Embasa
Em celebração ao Dia Mundial do Meio Ambiente, comemorado em 5 de junho, a Empresa Baiana de Águas e Saneamento (Embasa) preparou uma série de atividades socioambientais que serão realizadas em diferentes regiões da Bahia ao longo da próxima semana. A programação acontece entre os dias 8 e 12 de junho e busca ampliar a conscientização sobre a preservação ambiental e a importância do saneamento para a qualidade de vida da população. As ações incluem caminhadas ecológicas, plantio de mudas, mutirões de limpeza, feiras ambientais, oficinas educativas, exposições interativas e atividades culturais voltadas para estudantes, professores, lideranças comunitárias, moradores e colaboradores da empresa. Segundo a gerente de Sustentação Socioambiental da Embasa, Cibele Fontes, a iniciativa reforça o compromisso da empresa com a sustentabilidade e a preservação dos recursos hídricos. A proposta é fortalecer o entendimento sobre a relação entre saneamento básico, saúde pública, proteção ambiental e desenvolvimento sustentável. Entre os destaques da programação está um encontro que será realizado no dia 11 de junho, em Salvador, reunindo especialistas para debater temas ligados às mudanças climáticas, segurança hídrica, eventos extremos, sustentabilidade corporativa e inovação no setor de saneamento. No interior do estado, a programação alcançará diversas cidades das regiões de Feira de Santana, Sisal, Litoral Norte, Agreste, Recôncavo, Baixo Sul, Oeste, Sudoeste e Sertão Produtivo. As atividades incluem feiras de sustentabilidade, palestras, seminários, visitas técnicas, blitz educativas e ações de reflorestamento. Em municípios como Vitória da Conquista, Jequié, Paramirim, Érico Cardoso e Caetité, estudantes e comunidades participarão de atividades voltadas à educação ambiental, ao fortalecimento da cidadania e à valorização dos recursos naturais. A iniciativa também está alinhada aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), especialmente aqueles relacionados à água potável, saneamento e preservação ambiental.
FPI encontra danos arqueológicos e ambientais na zona rural de Cocos
FPI encontra danos arqueológicos e ambientais na zona rural de Cocos
Fiscalização em propriedade rural de Cocos encontrou pichações, escavações irregulares e sinais de extração mineral próximos a cavernas com pinturas rupestres
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A Fiscalização Preventiva Integrada (FPI) da Bacia Hidrográfica do Rio São Francisco na Bahia identificou graves danos arqueológicos e espeleológicos em uma propriedade rural no Povoado do Tatu, município de Cocos, no oeste baiano. A principal causa é a extração e beneficiamento de rocha calcária, que ameaça dois sítios arqueológicos registrados pelo Iphan, o abrigo e a gruta do Tatu, ambos com pinturas rupestres pré-coloniais. As equipes encontraram pichações, rochas quebradas e sinais de escavação clandestina, o que pode ter destruído vestígios importantes como cerâmica e sepultamentos indígenas.
- Além dos danos diretos, a fiscalização revelou indícios de extração mineral e possível uso de explosivos próximos às cavernas, ameaçando formações geológicas milenares. O Iphan agora buscará comparar a degradação atual com levantamentos anteriores e propor um acordo extrajudicial com os responsáveis pela propriedade. Esse acordo incluirá medidas compensatórias, pesquisas arqueológicas, conservação dos sítios e ações de educação patrimonial nas comunidades afetadas.
Foto: Divulgação | FPI
A Fiscalização Preventiva Integrada da Bacia Hidrográfica do Rio São Francisco na Bahia identificou danos arqueológicos e espeleológicos em uma propriedade rural localizada no Povoado do Tatu, no município de Cocos, no oeste baiano. A vistoria ocorreu nesta segunda-feira (18) e apontou que a extração e o beneficiamento de rocha calcária representam a principal ameaça ao patrimônio histórico e ambiental da região. Na área fiscalizada estão localizados dois sítios arqueológicos registrados pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional: o abrigo do povoado do Tatu e a gruta do povoado do Tatu, ambos com pinturas rupestres atribuídas a civilizações pré-coloniais. Durante a inspeção, as equipes encontraram pichações, rabiscos e nomes escritos nas paredes das cavernas, inclusive em áreas onde existem registros históricos. Também foram identificadas rochas quebradas e sinais de escavação clandestina dentro de uma das grutas. Segundo a arqueóloga Rimara Motta, a retirada irregular de sedimentos pode ter destruído materiais arqueológicos importantes, como fragmentos de cerâmica, pedras lascadas e possíveis vestígios de sepultamentos indígenas. Além dos danos diretos aos sítios arqueológicos, a fiscalização encontrou indícios de extração mineral nas proximidades das cavernas. De acordo com os técnicos, havia sinais de retirada de calcário e possível uso de explosivos na área, situação que ameaça formações geológicas e patrimônios ainda não catalogados. O espeleólogo Admir Brunelli destacou que as formações rochosas da região possuem milhões de anos e fazem parte da antiga formação do Mar Bambuí, responsável pela origem das cavernas existentes no local. Após a vistoria, a FPI informou que irá comparar os danos atuais com levantamentos realizados pelo Iphan em 2023 para verificar se houve ampliação da degradação ambiental e patrimonial. O Iphan pretende buscar um acordo extrajudicial com os responsáveis pela propriedade, incluindo medidas compensatórias, pesquisas arqueológicas, conservação dos sítios e ações de educação patrimonial em Cocos e no Povoado do Tatu.
“Eu Viro Carranca” realiza programação ambiental em Érico Cardoso
“Eu Viro Carranca” realiza programação ambiental em Érico Cardoso
Programação promovida pelo Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio São Francisco terá oficinas, apresentações culturais e atividades educativas voltadas para crianças e jovens
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio São Francisco (CBHSF) realizará em 3 de junho uma mobilização ambiental em Érico Cardoso, no sudoeste da Bahia, através da campanha “Eu Viro Carranca para Defender o Velho Chico” 2026. A programação incluirá atividades culturais, educativas e ambientais, como exposições, oficinas e jogos interativos voltados para crianças e jovens. Esta ação faz parte das celebrações dos 25 anos do CBHSF, com o tema “Velho Chico. Um rio, muitas mãos”, e ocorrerá simultaneamente em Paracatu, Juazeiro e Canindé de São Francisco.
- Criada em 2014, a campanha consolidou-se como uma iniciativa crucial na defesa do Rio São Francisco, conquistando o Prêmio ANA em 2021. O coordenador do CBHSF, Cláudio Pereira, enfatiza a importância estratégica do rio para o abastecimento de água, agricultura e energia, beneficiando milhões de habitantes. A mobilização busca fortalecer o envolvimento social e incentivar a participação da sociedade civil e do poder público em ações contínuas para a preservação dos recursos hídricos e do ecossistema do Velho Chico.
Foto: Divulgação | CBHSF
O Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio São Francisco realizará no próximo dia 3 de junho uma mobilização ambiental em Érico Cardoso, no sudoeste da Bahia, por meio da campanha “Eu Viro Carranca para Defender o Velho Chico” 2026. A programação contará com atividades culturais, educativas e ambientais, incluindo exposições, apresentações artísticas, oficinas, distribuição de materiais educativos, jogos e ações interativas voltadas principalmente para crianças e jovens. Criada em 2014, a campanha se consolidou como uma das principais iniciativas de conscientização em defesa do Rio São Francisco. Ao longo dos anos, o projeto passou a reunir escolas, universidades, instituições públicas, organizações da sociedade civil e comunidades de diferentes regiões da bacia hidrográfica. Em 2021, a iniciativa conquistou o primeiro lugar no Prêmio ANA, na categoria Entes do Sistema Nacional de Gerenciamento de Recursos Hídricos (SINGREH). O coordenador do CBHSF, Cláudio Pereira, afirmou que a campanha busca ampliar o envolvimento social na preservação do Rio São Francisco e de seus afluentes. Segundo ele, o Velho Chico possui importância estratégica para o abastecimento de água, produção agrícola, geração de energia e atividades industriais. Atualmente, o rio atende diretamente mais de 18 milhões de habitantes e alcança cerca de 33 milhões de pessoas quando considerado o projeto de transposição. Cláudio Pereira destacou ainda que a campanha funciona como um chamado à conscientização ambiental e incentiva a participação da sociedade civil e do poder público em ações voltadas à preservação dos recursos hídricos. Neste ano, a mobilização integra as comemorações pelos 25 anos do CBHSF e terá como tema “Velho Chico. Um rio, muitas mãos”. Além de Érico Cardoso, as ações ocorrerão simultaneamente em Paracatu, Juazeiro e Canindé de São Francisco.























