Delegado é preso suspeito de adulterar placa de Hilux em Vitória da Conquista
Delegado é preso suspeito de adulterar placa de Hilux em Vitória da Conquista
Corregedoria da Polícia Civil suspeita de adulteração de veículo, fraude processual e peculato.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O delegado da Polícia Civil Odilson Pereira Silva, ex-titular da Delegacia de Repressão a Furtos e Roubos (DRFR) de Vitória da Conquista, na Bahia, foi preso em flagrante sob a suspeita de cometer crimes de adulteração de sinal identificador de veículo automotor, fraude processual e peculato. A prisão foi efetuada pela Corregedoria da Polícia Civil (Correpol) após uma investigação apontar que o delegado circulava com uma caminhonete Toyota Hilux clonada, cuja placa pertencia originalmente a outro modelo de veículo.
- Durante a abordagem policial na residência do suspeito, o delegado tentou ocultar as provas ao entrar na garagem sob o pretexto de chamar sua esposa. Nesse intervalo, a placa suspeita foi substituída por outra, mas acabou sendo encontrada no interior do próprio automóvel pelos agentes. Diante das evidências, o delegado recebeu voz de prisão e o caso segue sob apuração das autoridades competentes.
Foto: Divulgação | Policia Civil
Um delegado da Polícia Civil foi preso em flagrante na sexta-feira (7), em Vitória da Conquista, no sudoeste da Bahia, sob suspeita de adulteração de sinal identificador de veículo automotor, fraude processual e peculato. Segundo a Polícia Civil, o delegado é Odilson Pereira Silva, ex-titular da Delegacia de Repressão a Furtos e Roubos (DRFR) de Vitória da Conquista. Ele foi localizado na residência onde mora, no bairro Candeias, e levado para uma unidade policial, onde permanece à disposição da Justiça. A prisão ocorreu após a Corregedoria da Polícia Civil (Correpol) receber informações de que uma caminhonete Toyota Hilux prata estaria circulando com a placa KZK3E10. Conforme consulta ao Sistema Nacional de Informações de Segurança Pública (Sinesp), a identificação pertenceria originalmente a uma Volkswagen Saveiro 1.6 CE Troop. Os policiais realizaram uma campana nas proximidades da residência do delegado e fizeram a abordagem quando ele saiu do imóvel dirigindo a caminhonete. Durante a ação, segundo a apuração, o delegado pediu autorização para guardar o veículo na garagem e chamar a esposa, que é advogada. Após entrar no imóvel, o portão foi fechado, interrompendo temporariamente o acesso dos policiais. De acordo com a Corregedoria, quando o portão foi reaberto, alguns minutos depois, a caminhonete já estaria com outra placa, de identificação DZG0B91. A placa KZK3E10, que teria motivado a abordagem, foi encontrada dentro do próprio veículo. Diante da situação, Odilson Pereira Silva recebeu voz de prisão em flagrante. A Polícia Civil informou que, além da suspeita de adulteração do sinal identificador do veículo, o delegado também é investigado por fraude processual e peculato. O caso segue sob apuração da Corregedoria da Polícia Civil e das demais autoridades competentes.
Justiça condena cinco por esquema de desvio de dinheiro na Câmara de Correntina após quase nove anos
Sentença reconhece esquema de rachadinha, uso irregular de combustível e desvio de dinheiro público na Câmara de Correntina.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A Justiça da Bahia condenou cinco pessoas, incluindo o ex-presidente da Câmara e três vereadores, por envolvimento em um esquema de desvio de recursos públicos na Câmara Municipal de Correntina, no oeste do estado. A decisão judicial ocorre quase nove anos após a deflagração da Operação Último Tango pelo Ministério Público da Bahia (MP-BA), que desmantelou crimes de organização criminosa e peculato na gestão do Legislativo local.
- Segundo as investigações, o grupo operava desvios por meio da devolução ilegal de gratificações de servidores, prática conhecida como 'rachadinha', além de utilizar cotas de combustível do órgão público para fins particulares. As penas aplicadas variam de cinco anos e 11 meses a seis anos e cinco meses de reclusão em regime inicial semiaberto, enquanto outros envolvidos tiveram os processos desmembrados ou extintos.
Foto: Leitor Sudoeste Bahia | Via WhatsApp
A Justiça da Bahia condenou cinco pessoas por participação em um esquema de desvio de recursos públicos na Câmara Municipal de Correntina, no oeste do estado. A sentença foi publicada nesta sexta-feira (31), quase nove anos após a Operação Último Tango, deflagrada pelo Ministério Público da Bahia (MP-BA), que investigou irregularidades na administração do Legislativo municipal. De acordo com a decisão, os condenados responderam por crimes relacionados à organização criminosa e peculato. As investigações apontaram que o grupo utilizava gratificações concedidas de forma irregular a servidores para promover um esquema de devolução de parte dos valores em dinheiro, prática conhecida como "rachadinha". Também foram identificados desvios envolvendo o uso de cotas de combustível da Câmara para fins particulares. Entre os condenados estão o ex-presidente da Câmara, Jean Carlos Pereira dos Santos, conhecido como "Jean da Guarda", e os vereadores Juvenil Araújo de Souza ("Babado Pimenta"), Adenilson Pereira de Souza ("Will") e Milton Rodrigues de Souza ("Miltão"). Erickson Linces Santos, conhecido como "Quinho", também foi condenado por participação no esquema. As penas variam entre cinco anos e 11 meses e seis anos e cinco meses de reclusão, todas em regime inicial semiaberto. Segundo a sentença, o grupo atuava de forma organizada, com divisão de funções para operacionalizar os desvios de recursos públicos. Outros quatro investigados não foram julgados nesta decisão. Em um dos casos, a punibilidade foi extinta por prescrição. Já os demais terão os processos analisados separadamente em ações desmembradas pela Justiça.
Ex-servidor da Assistência Social de Guanambi é condenado a mais de 9 anos por desviar R$ 1,2 milhão
Justiça determinou perda do cargo público e fixou valor mínimo para ressarcimento ao município
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O ex-chefe da Secretaria Municipal de Assistência Social de Guanambi, Thiago Francisco de Souza Castro, foi condenado a nove anos, oito meses e 20 dias de prisão pelo crime de peculato-apropriação. Ele desviou R$ 1.220.495,93 dos cofres públicos entre agosto de 2021 e setembro de 2025.
- A Justiça também determinou a perda do cargo público e proibiu Thiago de exercer qualquer função pública ou mandato eletivo no futuro. Além disso, foi fixado o valor mínimo de R$ 1.286.986,65 para reparação dos danos causados ao erário municipal.
O ex-chefe do Departamento de Contabilidade e Tesouraria da Secretaria Municipal de Assistência Social de Guanambi, Thiago Francisco de Souza Castro, foi condenado a nove anos, oito meses e 20 dias de prisão pelo crime de peculato-apropriação. A sentença foi proferida pelo juiz Edson Nascimento Campos, da Vara Criminal do município. Segundo a decisão, Thiago desviou R$ 1.220.495,93 dos cofres públicos entre agosto de 2021 e setembro de 2025. As irregularidades vieram à tona após denúncia da própria secretária de Assistência Social ao Ministério Público e à Polícia Civil, o que deu início às investigações. O ex-servidor foi preso em 23 de setembro de 2025, em Foz do Iguaçu, onde estava após a descoberta do esquema. Além da pena de prisão, o magistrado determinou a perda do cargo público e proibiu Thiago de exercer qualquer função pública ou mandato eletivo no futuro. A Justiça também fixou o valor mínimo de R$ 1.286.986,65 para reparação dos danos causados ao erário municipal. Como funcionava o esquema - De acordo com o processo, Thiago tinha controle direto das contas bancárias da Secretaria de Assistência Social e acesso exclusivo ao computador utilizado para realizar pagamentos. Testemunhas confirmaram que ele era o único responsável pela execução financeira do setor. A investigação apontou ainda que o ex-servidor utilizou senhas pessoais e abriu processos fictícios vinculados ao próprio CPF para operacionalizar os desvios. Para a Justiça, esses elementos comprovam que ele atuou sozinho como mentor e executor do esquema. Durante o processo, Thiago confessou integralmente os crimes. Em depoimento, alegou que desviou o dinheiro por compulsão por jogos de azar e dívidas acumuladas com apostas. Próximos passos - A pena deverá ser cumprida inicialmente em regime fechado. A defesa pode recorrer da decisão. Enquanto isso, o município aguarda o andamento das medidas de ressarcimento determinadas pela Justiça.
Prefeito de Boa Vista do Tupim é denunciado por suposta compra de 75 pneus em 2 meses
Denúncia aponta desvio de recursos em contratos com a empresa Souza Sucatão LTDA ME, incluindo compra suspeita de peças e pneus para veículos considerados inservíveis pela própria gestão
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O prefeito de Boa Vista do Tupim, Sávio Bulcão dos Santos (PSDB), conhecido como Savinho, é alvo de uma denúncia apresentada por parlamentares locais, que o acusam de envolvimento em irregularidades na aplicação de recursos públicos. As acusações foram formalizadas junto ao Ministério Público Federal e ao Tribunal de Contas dos Municípios da Bahia (TCM-BA). O centro das investigações é um contrato celebrado entre a gestão municipal e a empresa Souza Sucatão LTDA ME, cujo objeto seria o fornecimento de peças automotivas e serviços de manutenção, especialmente para veículos das secretarias de Educação e Saúde. Conforme a denúncia, veículos que já estavam inoperantes ou sucateados constam como beneficiados com despesas elevadas, incluindo uma ambulância abandonada que, entre os meses de fevereiro e junho, teria gerado um custo de aproximadamente R$ 30 mil em manutenção. Ainda segundo os denunciantes, outros veículos, também fora de uso, aparecem como alvos de serviços. Um dos casos mais questionados é o de dois veículos que teriam consumido juntos 75 pneus em apenas dois meses, totalizando mais de R$ 22 mil em despesas. "A questão não se resume à quantidade incomum de pneus. Estamos falando de compras recorrentes de peças e serviços para veículos oficialmente classificados como inservíveis pela própria Prefeitura", afirmou a vereadora Thaina Sampaio (PSD), uma das autoras da denúncia. Além disso, os parlamentares alegam o uso de notas fiscais frias, utilizadas para simular aquisições e justificar repasses indevidos de verbas públicas. Diante dos indícios, eles solicitam a abertura de inquérito criminal, realização de perícia nos veículos, além da quebra de sigilo bancário do gestor municipal.























