Meninas do vôlei não conseguem vencer EUA e ficam com medalha de prata
Seleção feminina perdeu por 3 sets a 0 na busca pelo ouro
Por: Gabriel Amorim
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Foto: Reprodução | Reuters
- A seleção feminina de vôlei do Brasil não conseguiu superar os Estados Unidos na Arena Ariake, na final olímpica disputada na madrugada deste domingo (8). O time treinado por José Roberto Guimarães não achou seu espaço em quadra e perdeu o jogo em 3 sets a 0, parciais 25/21, 25/20 e 25/14. Com o resultado, as atletas ficaram com a medalha de prata. A conquista é a primeira prata das meninas do vôlei brasileiro. O time já tem dois ouros, conquistados em Pequim e Londres, e dois bronzes, em Atlanta 1996 e Sydney 2000. O resultado também é histórico para a seleção americana que conquista seu primeiro ouro no vôlei feminino. Antes, só havia batido na trave. Foi prata em Los Angeles 1984, Pequim 2008 e Londres 2012. Também soma dois bronzes, em Barcelona 1992 e Rio 2016.
Após derrota na final, baiana Bia Ferreira fica com a prata em Tóquio
Baiana não conseguiu vencer irlandesa na busca pelo ouro
Por: Gabriel Amorim
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Foto: Reprodução | COB
- A baiana Beatriz Ferreira perdeu, na madrugada deste domingo (08), para a irlandesa Kellie Harrington. A decisão, por pontos,foi unânime e os juízes deram o lugar mais alto do pódio para a irlandesa. e conquistou a medalha de prata nas Olimpíadas de Tóquio na categoria até 60kg do boxe. A luta foi a primeira em que as duas atletas se enfrentaram em uma competição oficial. Kellie Harrington foi campeã mundial em 2018. Naquele ano Beatriz estava do outro lado da chave e parou nas oitavas de final. Em 2019, quando Kellie estava machucada e não competiu, Beatriz foi a campeã mundial. No primeiro round da luta, Bia chegou a se destacar e levou a vitória nos pontos por decisão de três dos cinco jurados. A irlandesa, no entanto, venceu nos pontos os dois outros trechos da luta ficando com o ouro. “Saí do Brasil com a meta de conseguir a maior de todas, não consegui, tentei mudar de cor, mas não consegui. Vou continuar trabalhando para que ela mude. Claro que o objetivo era o ouro, o ouro não veio, mas estou contente com essa aqui. Sou medalhista olímpica, é para poucas” disse Bia em entrevista após a premiação.
É ouro! Brasil vence a Espanha e é bicampeão olímpico de futebol
O gol decisivo foi feito por Malcom aos dois minutos do segundo tempo da prorrogação, depois de Matheus Cunha e Oyarzabal marcarem no tempo normal
Por: Cristiele França
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Foto: Reprodução | CBF
- O Brasil venceu a Espanha por 2 a 1 na prorrogação e conquistou hoje (7) a medalha de ouro do futebol masculino nos Jogos Olímpicos de Tóquio. O gol decisivo foi feito por Malcom aos dois minutos do segundo tempo da prorrogação, depois de Matheus Cunha e Oyarzabal marcarem no tempo normal no Estádio Internacional de Yokohama. Este é o bicampeonato olímpico da seleção brasileira, que conquistou o inédito ouro na modalidade depois de 12 tentativas na Rio-2016 e agora se candidata a potência com apenas um título a menos do que Hungria e Grã-Bretanha e os mesmos dois que ostentam Argentina, União Soviética e Uruguai. Apesar de não ser permitida a entrada de público, pelo menos 500 credenciados assistiram ao jogo e muitos torceram. O comitê organizador escolhe alguns eventos nos quais podem entrar credenciados dos comitês olímpicos. Os jogos mais recentes de vôlei foram assim e hoje também. Os gritos a favor do Brasil vinham principalmente de funcionários do COB que atuam nos bastidores, e ainda comissões técnicas que seguem em Tóquio, como os que acompanham Rebeca Andrade, que será porta bandeira do Brasil na cerimônia de encerramento. Além disso, brasileiros que trabalharam nos Jogos em diversas áreas também compareceram ao jogo. Na arquibancada estavam credenciados de Marrocos, Romênia, Grã-Bretanha, Índia e Hungria, entre outros países, que não perderam a chance de ver uma final de futebol, além de pelo menos três torcedores com camisas do Flamengo.
Por nocaute, o baiano Hebert Conceição conquista o sexto ouro do Brasil na Olimpíada de Tóquio
Por: Cristiele França
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Foto: Reprodução | COB
- O soteropolitano Hebert Conceição Souza conquistou a medalha de ouro nas Olimp?adas de Toquio, pela categoria peso médio do boxe, na madrugada de hoje (07). O brasileiro derrotou na decisão o ucraniano Olekssandr Khyzhniak. A vitória por nocaute veio com um golpe cruzado de esquerda no último round, que levou o adversário ao chão. Hebert arriscou tudo, pois já tinha perdido por pontos os dois primeiros rounds. Hebert, de 23 anos, natural de Salvador, repete o feito de Robson Conceição, campeão olímpico na Rio-2016. Além de Robson, Bia e Hebert Conceição, o boxe brasileiro soma mais cinco medalhas em Olimpíadas. Com mais esta vitória, o Brasil chega a marca de seis ouros na Olimpíada de Tóquio. Além de Hebert Conceição no boxe, o país foi campeão no surfe com Italo Ferreira; na ginástica com Rebeca Andrade; na vela com Martine Grael e Kahena Kunze; na maratona aquática com Ana Marcela Cunha; além da canoagem de velocidade com Isaquias Queiroz. Ao todo são 18 medalhas, fora as já asseguradas no futebol masculino, vôlei feminino e no boxe (Bia Ferreira), que ainda vão disputar as finais.
Mais um: baiano Isaquias Queiroz é ouro na canoagem de velocidade
Baiano venceu prova do C1 1000m na Olimpíada de Tóquio
Por: Cristiele França
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Foto: Reprodução | COB
- Isaquias Queiroz fez história ontem a noite (6) no Canal Sea Forest. O baiano faturou a medalha de ouro na prova do C1 1000 metros (m) da canoagem de velocidade na Olimpíada de Tóquio (Japão). Correndo na raia 4, o atleta cravou a marca de 4min04s408. O chinês Hao Liu ficou com a medalha de prata com 4min05s724. O bronze foi para Serghei Tarnovschi, da República da Moldavia, com o tempo de 4min06s069. De acordo com a Agência Brasil, essa é a 4ª medalha do atleta baiano na história das Olimpíadas. Nos Jogos de 2016 (Rio de Janeiro), ele já havia faturado duas pratas, no C1 1000 m e no C2 1000 m, e o bronze no C1 200 m. Agora o baiano se iguala ao líbero Serginho e ao nadador Gustavo Borges, dupla que também tem quatro medalhas olímpicas na carreira.
Com ouro no salto, Rebeca Andrade é a primeira campeã olímpica da ginástica artística brasileira
Por: Geovana Oliveira
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Foto: Reprodução | Reuters
- Rebeca Andrade marcou o nome na história como a primeira ginasta brasileira a ser campeã olímpica, com uma medalha de ouro no salto na manhã deste domingo (1º). Antes, a ginasta já tinha o feito histórico de ser a primeira a subir no pódio, com a prata no individual geral. No primeiro salto, a ginasta teve a nota 15.166 e no segundo 15.000, sendo a única a ultrapassar a média de 15 pontos na final deste domingo. Com isso, Rebeca é também a primeira ginasta brasileira a subir duas vezes no pódio em uma Olimpíada. A ginasta tem ainda mais uma chance de medalha na manhã desta segunda-feira (2), quando acontece a final do individual solo.
Rebeca Andrade conquista prata e a primeira medalha da ginástica feminina
Por: Gabriel Amorim
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Foto: Reprodução | Ricardo Bufolin
- A ginasta Rebeca Andrade de 22 anos fez história ao conquistar a primeira medalha da da ginástica brasileira. Na final individual disputada na manhã desta quinta-feira (29). A atleta somou 57.298 e ficou com a medalha de prata, se consagrando como a segunda mais completa do mundo.Durante a disputa, Rebeca se manteve no pódio em todos os aparelhos. Começou com a maior nota no salto atingindo 15.300 e começando a disputa em primeiro lugar. Nas barras assimétricas se manteve em primeiro lugar com 14.666 mas diminui a vantagem sobre a americana Sunisa Lee, que acabou garantindo o ouro, Na trave, aparelho mais fraco da atleta, Rebeca chegou a cair para terceiro lugar, mas pediu revisão e ficou com 13.666, posição que manteve depois da apresentação no solo. No solo, a atleta cometeu deslizes pisando fora da área delimitada por duas vezes, mas tirou 13.666 que a levou para a prata. A atleta ainda vai competir por mais duas medalhas na final por aparelhos no solo e no salto, seus dois melhores aparelhos. O podio da final individual foi completado pela americana Sunisa Lee com o ouro e a russa Angelina Melnikova com o bronze.
Rayssa Leal, a fada skatista de 13 anos que uniu o país
Por: Tiago Rego | Sudoeste Bahia
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Foto: Reprodução | Getty Images
- Em um ano marcado pela tragédia da Covid-19 no Brasil, em que mais de 550 mil brasileiros já foram mortos pela doença, desemprego recorde, a fome que voltou a assolar milhões de lares brasileiros, a fila do osso em Cuiabá, e um presidente imbecil, despreparado e burro, em que um dia do seu desastroso mandato parece durar um ano, a skatista maranhense Rayssa Leal, a “Fadinha”, conseguiu um feito que vai além de sua medalha de prata: Rayssa não só fez bonito com seu skate na pista de Tóquio, mas conseguiu unificar o país em torno de sua peripécia esportiva. Ao ver o sorriso metálico da menina de 13 anos, que se tornou a atleta mais jovem da história do Brasil a ganhar uma medalha olímpica, todos os brasileiros devem ter se questionado: Como o país que tem Rayssa Leal pode estar dando tão errado? O fato é que a Fadinha foi uma dose de esperança para um país machucado, um país em que a ignorância, a falta de empatia, o preconceito, a burrice, a descrença na ciência, a caretice, passaram não só a serem praticados diariamente, por uma gentalha que ninguém sabe de onde saiu, mas a serem exibidos com orgulho. E a pequena maranhense mostrou que o Brasil não é o dessa gente. Após voar do Japão para terras brasileiras, a Fadinha logo tratou de avisar que não queria qualquer tipo de comemoração, que ainda não era o momento dado o cenário pandêmico, e ainda pediu às pessoas que fossem se vacinar. Um verdadeiro tapa na cara dos negacionistas. Por tudo isso, obrigado Rayssa! Obrigado por representar de forma honrosa as cores nacionais em um esporte que recebe apoio mínimo, que ainda é marginalizado, mas obrigado, acima de tudo, por fazer toda uma nação se sentir humana novamente.
Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do site Sudoeste Bahia.
Com uma medalha de prata, Rayssa Leal se torna medalhista mais jovem do Brasil
Por: Gabriel Amorim
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Foto: Divulgação | Wander Roberto
- A atleta Rayssa Leal, de Imperatriz, no Maranhão, se tornou, aos 13 anos, a medalhista mais jovem da história do Brasil. A atleta conquistou a prata e garantiu a segunda medalha para o skate street nas Olimpíadas de Tóquio, repetindo o resultado de Kelvin Hoefler no domingo. Antes da medalha de Rayssa, o recorde era de Rosângela Santos, bronze em Pequim 2008 com 17 anos no 4x100m do atletismo. Fadinha, como já ficou conhecida, é, também, a mais jovem brasileira a participar dos Jogos. A marca anterior era de Talita Rodrigues, nadadora que foi finalista no 4x100m livre em 1948, nos Jogos de Londres. Na ocasião, tinha 13 anos e 347 dias. A maranhense do skate tem 13 anos, 203 dias. O pódio com as três melhores do skate feminino foi completado pela japonesa Momiji Nishiya, também de 13 anos, cinco meses mais velha que Rayssa, que ficou com o ouro. A skatista somou 15,26 na final, à frente dos 14,64 da brasileira. A também japonesa Funa Nakayama levou o bronze, com 14,49.























