Irmão de Chitãozinho e Xororó morre em colisão na BR-116
Cantor, irmão de Chitãozinho e Xororó, morreu após colisão no km 373 da BR-116; dupla musical existia há 35 anos.
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Foto: Reprodução
O cantor Mauri Lima, irmão da dupla Chitãozinho e Xororó, morreu neste domingo (7) após um acidente no km 373 da rodovia Régis Bittencourt (BR-116), na altura de Miracatu, interior de São Paulo. A colisão, registrada no sentido capital, provocou cerca de 6 km de congestionamento. Mauri formava, há 35 anos, uma dupla musical com o irmão Maurício, com quem residia em Campinas (SP). A assessoria de Chitãozinho e Xororó confirmou a morte e informou que Maurício, que estava no veículo, não sofreu ferimentos graves e recebe acompanhamento após o acidente.
Silvânia anuncia desligamento da Calcinha Preta em comunicado
Cantora se despede por meio de post no Instagram; rumores de desentendimento rondam o grupo.
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Foto: Reprodução
A cantora Silvânia Aquino anunciou, na segunda-feira (10), sua saída da banda Calcinha Preta. Em comunicado publicado no Instagram, a artista agradeceu ao público pelo carinho e definiu o período no grupo como “anos de história, amor e dedicação”. No texto, Silvânia afirmou que construiu amizades, viveu “momentos inesquecíveis” e desenvolveu uma ligação profunda com o público. “Cada capítulo foi escrito com muito carinho e verdade, levando minha voz e meu coração a cada um de vocês”, escreveu a cantora.A notícia da saída ocorre em meio a rumores de desentendimentos internos. Nas últimas semanas, circulou a informação de que o clima entre Silvânia e O´hara Ravick estaria insustentável, e que as duas vinham evitando aparições públicas juntas. Silvânia destacou ainda sua gratidão aos fãs e colaboradores. “No meu coração só tem amor e a minha eterna gratidão a cada fã, a cada amigo, a cada colaborador que sonhou ao meu lado. […] A história não para por aqui!”, afirmou. A decisão da vocalista foi comentada por ex-integrantes do grupo. Marlus Viana e Berg Rabelo publicaram mensagens de surpresa e apelo. “Isso não pode ser verdade. Você é peça fundamental para o sucesso do grupo”, escreveu Berg. “Pensa direito, Sil, por favor!!!”, publicou Marlus. A saída da cantora ocorre semanas antes da gravação do DVD comemorativo dos 30 anos da banda. Não houve, até o momento, manifestação oficial da produção do grupo sobre os desdobramentos.
“Macetando”, interpretado por Ivete Sangalo, é eleita música do Carnaval
Prêmio foi entregue a Ivete Sangalo enquanto cantora estava em cima do trio no circuito Osmar
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Foto: Divulgação
- O Troféu Axé: Canto do Povo de um Lugar, idealizado pelo Grupo Metrópole e pela produtora Macaco Gordo, coroou "Macetando" como a Música do Carnaval 2024. Na primeira edição do prêmio, Ivete Sangalo recebeu uma réplica em miniatura de Mariana, obra de Eliana Kertész "As Meninas do Brasil", em reconhecimento à sua contribuição para o Axé. Ivete Sangalo recebeu o prêmio enquanto estava em frente ao estúdio da transmissão Salvador Carnaval do Brasil, no circuito Osmar (Campo Grande). "Conheço essa obra de arte. Coisa linda! Que honra receber esse prêmio, muito obrigada. Ainda mais com tanta simbologia. Estou muito feliz", disse a cantora. A escolha dos vencedores é feita por um júri convidado, 60% do peso na decisão final, composto por nomes como Andrezão Simões, Piti Canella, Fred Dantas, Bira Marques, Val Benvindo, Irá Carvalho, Laurinha Arantes, Alfredo Moura, Jarbas Bittencourt e Maurício Habib. O público também participou, com 40% do peso, através de votação popular. A premiação ainda elegerá o melhor da folia nas categorias: Artista Revelação e Conjunto da Obra. O Troféu Axé: Canto do Povo de um Lugar é uma iniciativa que valoriza a cultura afro-brasileira e o legado do Carnaval de Salvador.
Axé sobre o fim do mundo, “Eva” é, talvez, o maior hit do carnaval baiano de todos os tempos
Por: Tiago Rego | Sudoeste Bahia
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Foto: Reprodução | RBS TV
- É quase uma unanimidade de opinião que a música que não pode deixar de ser tocada em um dia de carnaval é Eva, que ficou imortalizada com a banda de mesmo nome, à época, liderada por Ivete Sangalo. Basta o primeiro acorde da canção, que começa com um riff de guitarra, e que vai crescendo até um clímax que se mantém do início ao fim da música, para que energias separadas se transformem em um único quantum. No momento de Eva, é a celebração de um ritual: os foliões largam de seus pares, então, beijos são interrompidos, o olhar disperso de quem não tem par se volta para o palco, os corpos são alinhados, e seguem o ritmo, o compasso das batidas de Eva, e a avenida se transforma numa catarse em que palmas intercaladas iniciam a libertação do corpo que se dá na hora do refrão: “eu sou Adão e você será… Minha pequena, Eva, o nosso amor na última astronave, além do infinito, eu vou voar [...]”, e as pessoas pulam para, de fato, alcançarem o infinito. Antes de uma música ser lançada, não se sabe o poder, o significado, nem muito menos o alcance que ela terá. No caso de Eva, ela foi regravada no Brasil pela banda de pop rock oitentista Rádio Táxi, em 1983, como sendo uma versão da música Eva, do cantor italiano Umberto Tozzi, que a gravou um ano antes. Apesar da alegria e da sensação de euforia que Eva transcende, a letra da canção retrata o fim do mundo, o apocalipse. Isso porque na década de 80, o mundo vivenciava os desdobramentos de um conflito não armado, envolvendo os Estados Unidos e a então União Soviética, que ficou conhecido como Guerra Fria, em que as duas potências dominavam a tecnologia envolvendo bombas atômicas. E foi justamente em uma possível guerra nuclear, que poderia extinguir a humanidade, que Tozzi se baseou para escrever a letra. E mesmo destoando da versão original, a versão brasileira não deixa de trazer os versos apocalípticos. “Afinal, não há nada mais que o céu azul pra gente voar sobre o Rio, Beirute ou Madagascar, toda a Terra reduzida a nada, nada mais, e minha vida é um flash (flash) de controles, botões anti-atômicos”, diz assim um trecho do hit em que fica nítido a retratação do fim do mundo por um grande hecatombe nuclear. Histórias à parte, o certo é que Eva, sempre que tocar em um dia de carnaval, irá trazer uma explosão atômica de êxtase e alegria ao coração do folião, fazendo da canção, se não, o maior hit do carnaval baiano de todos os tempos.























