Remédios sem autorização são apreendidos na BR-116 em Vitória da Conquista
Substâncias sem liberação da Anvisa estavam em ônibus interestadual
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Foto: Polícia Rodoviária Federal Bahia
A Polícia Rodoviária Federal (PRF) apreendeu medicamentos de uso proibido e sem documentação durante fiscalização na BR-116, em Vitória da Conquista, no sudoeste da Bahia. A abordagem ocorreu na tarde de quarta-feira (22), no km 830, em um ônibus interestadual que fazia a linha entre São Paulo e Garanhuns.Durante a inspeção de encomendas, os agentes encontraram 36 seringas de retatrutida, substância ainda em fase experimental e sem autorização da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para uso no país. Também foram localizados frascos de tirzepatida, conhecida comercialmente como Mounjaro, sem comprovação de origem ou autorização para transporte.O material foi apreendido e encaminhado à Receita Federal em Vitória da Conquista. Segundo a PRF, a ação faz parte de operações de combate ao transporte irregular de produtos nas rodovias federais.
Anvisa autoriza uso do Mounjaro para adolescentes com diabetes tipo 2
Medida ocorre em meio ao aumento de casos na população jovem; estudos indicam melhora no controle glicêmico
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Foto: Reprodução
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária autorizou o uso do medicamento Mounjaro para o tratamento de diabetes tipo 2 em pacientes com idade entre 10 e 17 anos.A decisão amplia a indicação do fármaco, que até então era destinado apenas a adultos, e ocorre em meio ao aumento de diagnósticos da doença entre adolescentes.O medicamento atua no controle dos níveis de glicose no sangue e também contribui para a redução do peso corporal, fatores considerados centrais no tratamento do diabetes tipo 2.Dados clínicos, como os do estudo SURPASS-PEDS, publicados pela revista científica The Lancet, indicam melhora significativa no controle glicêmico e no índice de massa corporal em poucas semanas de uso.Especialistas apontam que o avanço do sobrepeso e da obesidade entre jovens tem relação direta com o crescimento dos casos. A Sociedade Brasileira de Diabetes reforça a importância do acompanhamento médico no tratamento.Os efeitos adversos mais comuns relatados são gastrointestinais, como náusea e diarreia, geralmente considerados leves e transitórios. Estudos também indicam manutenção dos benefícios ao longo do tempo.
Anvisa quer endurecer regras para manipulação de medicamentos de GLP-1
Medida prevê regras técnicas para produção e controle de qualidade; agência também intensifica combate ao mercado ilegal
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Foto: Reprodução
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) deve analisar, no próximo dia 29, uma proposta de instrução normativa que estabelece regras para a manipulação de medicamentos da classe dos agonistas do receptor GLP-1, conhecidos como canetas emagrecedoras. A medida integra um plano de ação anunciado pela agência neste mês, que reúne iniciativas regulatórias e de fiscalização voltadas ao controle desse tipo de produto.A proposta prevê a definição de critérios técnicos para importação, qualificação de fornecedores e realização de testes de controle de qualidade, além de regras para armazenamento e transporte de insumos farmacêuticos ativos. Medicamentos como os que utilizam semaglutida, tirzepatida e liraglutida ganharam popularidade recente, o que, segundo a agência, ampliou o mercado ilegal. Atualmente, a venda desses produtos exige receita médica retida. Anvisa afirma que tem intensificado ações para coibir a comercialização irregular, incluindo versões manipuladas sem autorização. FISCALIZAÇÃO E MEDIDAs: Nesta semana, a agência instituiu dois grupos de trabalho para apoiar o controle sanitário e ampliar a segurança no uso desses medicamentos. Um dos grupos reúne representantes do Conselho Federal de Farmácia, Conselho Federal de Medicina e Conselho Federal de Odontologia.O outro será responsável por acompanhar a execução das ações e propor ajustes regulatórios. Também foi firmada uma carta de intenção entre a Anvisa e os conselhos profissionais para promover o uso racional e seguro dos medicamentos.PRODUTOS IRREGULARES: Na quarta-feira (15), a Anvisa determinou a apreensão dos produtos Gluconex e Tirzedral, comercializados como canetas emagrecedoras sem registro no país.Segundo o órgão, os itens não possuem autorização e não há garantia de qualidade ou composição, o que representa risco à saúde. CONTRABANDO: Na segunda-feira (13), uma ação da Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro interceptou, em Duque de Caxias, um ônibus vindo do Paraguai com medicamentos ilegais. Dois suspeitos foram presos em flagrante com anabolizantes e cerca de mil frascos de canetas emagrecedoras contendo tirzepatida.
Polícia Civil apreende "Mounjaro" irregular em Feira de Santana
Suspeito guardava unidades de tizepartida em veículo, sem comprovação de origem ou autorização regulatória.
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Foto: Polícia Civil da Bahia
A Polícia Civil da Bahia prendeu em flagrante, nesta quinta-feira (11), um homem de 28 anos investigado por armazenar e comercializar medicamentos de origem não comprovada. A ação foi realizada pela 9ª Delegacia de Tóxicos e Entorpecentes (DTE) de Feira de Santana, no bairro Queimadinha. As diligências tiveram início após denúncia anônima relatar a venda irregular de tizepartida, substância presente em canetas emagrecedoras, sem qualquer autorização da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). A equipe da DTE realizou monitoramento e abordou o suspeito, que mantinha unidades do produto dentro de seu veículo, sem documentação que comprovasse procedência lícita ou regularização sanitária.O homem foi conduzido para a delegacia, passou pelos exames legais e permanece à disposição do Judiciário. A investigação continua para identificar eventuais envolvidos e rastrear a cadeia clandestina de distribuição do medicamento.























