“Eu Viro Carranca” realiza programação ambiental em Érico Cardoso
“Eu Viro Carranca” realiza programação ambiental em Érico Cardoso
Programação promovida pelo Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio São Francisco terá oficinas, apresentações culturais e atividades educativas voltadas para crianças e jovens
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio São Francisco (CBHSF) realizará em 3 de junho uma mobilização ambiental em Érico Cardoso, no sudoeste da Bahia, através da campanha “Eu Viro Carranca para Defender o Velho Chico” 2026. A programação incluirá atividades culturais, educativas e ambientais, como exposições, oficinas e jogos interativos voltados para crianças e jovens. Esta ação faz parte das celebrações dos 25 anos do CBHSF, com o tema “Velho Chico. Um rio, muitas mãos”, e ocorrerá simultaneamente em Paracatu, Juazeiro e Canindé de São Francisco.
- Criada em 2014, a campanha consolidou-se como uma iniciativa crucial na defesa do Rio São Francisco, conquistando o Prêmio ANA em 2021. O coordenador do CBHSF, Cláudio Pereira, enfatiza a importância estratégica do rio para o abastecimento de água, agricultura e energia, beneficiando milhões de habitantes. A mobilização busca fortalecer o envolvimento social e incentivar a participação da sociedade civil e do poder público em ações contínuas para a preservação dos recursos hídricos e do ecossistema do Velho Chico.
Foto: Divulgação | CBHSF
O Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio São Francisco realizará no próximo dia 3 de junho uma mobilização ambiental em Érico Cardoso, no sudoeste da Bahia, por meio da campanha “Eu Viro Carranca para Defender o Velho Chico” 2026. A programação contará com atividades culturais, educativas e ambientais, incluindo exposições, apresentações artísticas, oficinas, distribuição de materiais educativos, jogos e ações interativas voltadas principalmente para crianças e jovens. Criada em 2014, a campanha se consolidou como uma das principais iniciativas de conscientização em defesa do Rio São Francisco. Ao longo dos anos, o projeto passou a reunir escolas, universidades, instituições públicas, organizações da sociedade civil e comunidades de diferentes regiões da bacia hidrográfica. Em 2021, a iniciativa conquistou o primeiro lugar no Prêmio ANA, na categoria Entes do Sistema Nacional de Gerenciamento de Recursos Hídricos (SINGREH). O coordenador do CBHSF, Cláudio Pereira, afirmou que a campanha busca ampliar o envolvimento social na preservação do Rio São Francisco e de seus afluentes. Segundo ele, o Velho Chico possui importância estratégica para o abastecimento de água, produção agrícola, geração de energia e atividades industriais. Atualmente, o rio atende diretamente mais de 18 milhões de habitantes e alcança cerca de 33 milhões de pessoas quando considerado o projeto de transposição. Cláudio Pereira destacou ainda que a campanha funciona como um chamado à conscientização ambiental e incentiva a participação da sociedade civil e do poder público em ações voltadas à preservação dos recursos hídricos. Neste ano, a mobilização integra as comemorações pelos 25 anos do CBHSF e terá como tema “Velho Chico. Um rio, muitas mãos”. Além de Érico Cardoso, as ações ocorrerão simultaneamente em Paracatu, Juazeiro e Canindé de São Francisco.
Sem resposta do governo, docentes da UNEB realizam paralisação de 24h na Bahia
Sem resposta do governo, docentes da UNEB realizam paralisação de 24h na Bahia
Mobilização acontece nesta quarta (20) em todos os campi; em Salvador, categoria prepara “Café da Manhã com o Governador” para simbolizar ausência de negociação
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A UNEB decidiu paralisar as atividades acadêmicas em 27 campi da Bahia em protesto contra a falta de diálogo com o governo estadual. Os docentes reivindicam a regularização de adicionais de insalubridade, recomposição de direitos retirados e outras melhorias.
- A paralisação é uma manifestação que pode ser a mais intensa do ano, com panfletagens, intervenções artísticas e distribuição de lanches. Os docentes afirmam que novas ações podem ser anunciadas caso o governo não retome o diálogo.
Foto: Divulgação | ADUNEB
As professoras e os professores da UNEB decidiram paralisar as atividades acadêmicas nesta quarta-feira (20) em todos os 27 campi da instituição na Bahia. O protesto de 24 horas denuncia a falta de diálogo com o governo estadual, que, segundo a categoria, não negocia a pauta de reivindicações há quase dez meses. A decisão foi aprovada por unanimidade em assembleia híbrida da ADUNEB, realizada na última quinta-feira (14), em Salvador. A mobilização será realizada simultaneamente em várias regiões do estado. No campus de Salvador (Cabula), a categoria organiza, às 7h30, o ato “Café da Manhã com o Governador”. Uma cadeira ficará reservada ao chefe do Executivo, simbolizando o que os docentes chamam de “cadeira vazia do diálogo”. Lanches serão distribuídos na entrada da universidade. Após o café, estão previstas panfletagens e intervenções artísticas, com músicas, poesias e outras manifestações em defesa da educação pública e do cumprimento das leis que regem o Estatuto do Magistério das Universidades Estaduais. A coordenadora-geral da ADUNEB, Karina Sales, afirma que a última reunião com o governo ocorreu em 29 de julho de 2025. “Há quase dez meses buscamos negociação. Temos direitos garantidos em lei que estão sendo desrespeitados, como os adicionais de insalubridade. É importante lembrar que o governador, que agora vira as costas às universidades, é professor da UEFS. Esse desrespeito é um absurdo”, criticou. O que os docentes reivindicam: A pauta unificada foi protocolada em dezembro de 2025 pelo Fórum das ADs, que reúne representantes da UNEB, UEFS, UESB e UESC. Entre os principais pontos estão: Regularização dos adicionais de insalubridade e periculosidade; Recomposição de direitos retirados, como os anuênios; Revogação da reforma da previdência estadual; Melhorias no Planserv, com ampliação do investimento; Aumento do orçamento das universidades para, no mínimo, 7% da Receita Líquida de Impostos; Cumprimento integral do orçamento aprovado. Pressão aumenta: Para tentar retomar as negociações, o Fórum das ADs intensificou ações de comunicação nos últimos meses. Outdoors foram instalados em cidades do interior denunciando o “silêncio do governo”. Em Salvador, ônibus circulam com busdoors que reforçam a mesma mensagem. A paralisação desta quarta marca mais um capítulo da mobilização dos docentes, que afirmam que novas ações poderão ser anunciadas caso o governo não retome o diálogo.
Professores de Riacho de Santana anunciam paralisação diante de sucateamento das escolas e corte salarial
Categoria cobra cumprimento do piso e melhorias na rede municipal
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Professores da rede municipal de Riacho de Santana aprovaram uma paralisação das atividades para o próximo dia 3 de junho, devido ao descumprimento do Piso Salarial Nacional do Magistério e problemas nas escolas da rede municipal. A categoria denuncia problemas de salário, precariedade nas escolas e falta de estrutura, além de distorções no plano de carreira e reclama da falta de valorização profissional.
- O sindicato também acusou que os cuidadores escolares recebem valores abaixo do salário mínimo e lamentou que o sindicato não conseguiu reunião direta com o prefeito João Vitor Martins Laranjeira, afirmando que já acionou a Justiça e promete ampliar as mobilizações nas ruas
Professores da rede municipal de Riacho de Santana aprovaram uma paralisação das atividades para o próximo dia 3 de junho. A decisão foi tomada durante assembleia organizada pelo Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Riacho de Santana (Sinserp). A categoria denuncia o descumprimento do Piso Salarial Nacional do Magistério, problemas no plano de carreira e precariedade nas escolas da rede municipal. De acordo com o presidente do sindicato, Reginaldo Alves, o município é um dos únicos da região a não cumprir a legislação federal do piso dos professores. Segundo o sindicalista, os problemas se agravaram desde 2023, quando a gestão municipal aplicou um corte de 15% nos salários da categoria durante negociações salariais. Além da questão salarial, o sindicato denuncia falta de estrutura nas unidades escolares. De acordo com a entidade, há escolas com problemas físicos, ausência de cadeiras e dificuldades no transporte escolar. O sindicato também aponta distorções no plano de carreira e reclama da falta de valorização profissional. Outra denúncia envolve cuidadores escolares, que, segundo a entidade, recebem valores abaixo do salário mínimo. Ainda conforme Reginaldo Alves, o sindicato tenta abrir diálogo com o prefeito João Vitor Martins Laranjeira, mas afirma que não conseguiu reunião direta com o gestor. A entidade informou que já acionou a Justiça e promete ampliar as mobilizações nas ruas a partir de junho caso as reivindicações não sejam atendidas.
Professores paralisam atividades e fazem protesto por reajuste salarial em Vitória da Conquista
Categoria cobra avanço nas negociações da campanha salarial
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Professores da rede municipal de Vitória da Conquista realizaram protesto na Rua João Pessoa, no Centro da cidade. A paralisação foi realizada devido à falta de avanços nas negociações da campanha salarial deste ano.
- A paralisação foi aprovada em assembleia e ocorre nos três turnos. Os profissionais se concentraram em frente à Secretaria Municipal de Gestão e Inovação (Semgi) e chegaram a interditar a via com apoio de carro de som.
Foto: Divulgação
Professores da rede municipal de Vitória da Conquista paralisaram as atividades nesta terça-feira (28) e realizaram um protesto na Rua João Pessoa, no Centro da cidade. Segundo o Sindicato do Magistério Municipal Público (Simmp), o ato cobra avanço nas negociações da campanha salarial deste ano. De acordo com o sindicato, a paralisação foi aprovada em assembleia e ocorre nos três turnos. Pela manhã, os profissionais se concentraram em frente à Secretaria Municipal de Gestão e Inovação (Semgi) e chegaram a interditar a via com apoio de carro de som. O Simmp afirma que a mobilização é uma resposta à falta de avanços nas tratativas e à “morosidade” da gestão municipal em atender às pautas da categoria, que incluem valorização profissional e melhores condições de trabalho. Em nota, a Prefeitura de Vitória da Conquista informou que já alterou a data-base dos professores de maio para janeiro, após aprovação da Câmara Municipal. A gestão disse ainda que segue em negociação com os sindicatos para definir o percentual de reajuste, que deverá ser enviado ao Legislativo antes de ser aplicado. O caso segue em discussão entre a categoria e o governo municipal.
























