Governo lança programa para bloquear celulares em presídios
Governo lança programa para bloquear celulares em presídios
Programa prevê integração entre União, estados e Anatel, criação de cadastro nacional de áreas de segurança penitenciária e plataforma para desativar aparelhos apreendidos.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O governo federal lançou nesta terça‑feira (13) o Programa Nacional de Neutralização de Comunicações Ilícitas em Estabelecimentos Penais, reunindo União, estados e a Anatel em uma estratégia conjunta de segurança penitenciária. O plano cria o Cadastro Nacional de Perímetros de Segurança Penitenciária, com dados georreferenciados das unidades prisionais e áreas de entorno, administrado pelo Ministério da Justiça e integrado ao Sisdepen.
- Entre as medidas, estão a instalação de bloqueadores de sinais de radiocomunicação pelos estados aderentes e a criação de uma plataforma digital para desativar celulares ilegais, permitindo que gestores enviem o IMEI dos aparelhos às operadoras para bloqueio. O sistema deverá ser desenvolvido em até 180 dias, reforçando o controle de dispositivos nas prisões.
Foto: Reprodução
O governo federal lançou, nesta terça-feira (13), o Programa Nacional de Neutralização de Comunicações Ilícitas em Estabelecimentos Penais, que prevê medidas para identificar e interromper o uso ilegal de celulares e outros dispositivos de comunicação dentro de presídios. A iniciativa reúne União, estados e Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) em uma estratégia conjunta de segurança penitenciária. Entre as medidas está a criação do Cadastro Nacional de Perímetros de Segurança Penitenciária, que reunirá dados georreferenciados das unidades prisionais e de suas áreas de entorno. A ferramenta será administrada pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública e integrada ao Sistema Nacional de Informações Penais (Sisdepen). O programa também estabelece regras para a instalação e operação de bloqueadores de sinais de radiocomunicação pelos estados e demais entes que aderirem à iniciativa. Outra medida será a criação de uma plataforma digital para agilizar a desativação de celulares que entrarem ilegalmente nas unidades. O sistema deverá ser desenvolvido pelo Ministério da Justiça em até 180 dias e permitirá que gestores penitenciários encaminhem às operadoras dados técnicos dos aparelhos, como o número de identificação IMEI, para solicitar o bloqueio.
Bets ainda devem R$ 159 milhões e AGU vai acionar 8 empresas
Bets ainda devem R$ 159 milhões e AGU vai acionar 8 empresas
Prazo para bancos devolverem dinheiro a 22,5 milhões de apostadores vai até quarta-feira; valores não resgatados irão para a Caixa.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Empresas de apostas on‑line devem devolver R$ 159 mi aos apostadores após a AGU acionar judicialmente oito plataformas que não enviaram os dados bancários exigidos. A medida provisória nº 1.394/2026, publicada em 25 de setembro, determina que os pagamentos sejam realizados até 14 de outubro, com recursos não liberados sendo transferidos para a Caixa Econômica Federal. A ação abrange 22,5 milhões de apostadores, 70,5 milhões de contas, das quais a maioria possui saldo inferior a R$ 10.
- Paralelamente, o governo federal, em conjunto com o Ministério da Justiça, Ministério da Fazenda, Anatel e CGI.br, bloqueou 16.627 sites ilegais e removeu 3.691 perfis nas redes sociais. O Ministério da Fazenda também está analisando 40 CPFs por suspeita de lavagem de dinheiro, orientando a população a usar apenas canais oficiais para resgatar seus saldos.
Foto: Reprodução
As empresas de apostas on-line ainda possuem R$ 159 milhões em saldos remanescentes a devolver aos apostadores, segundo dados atualizados pelas próprias plataformas. Diante do descumprimento do prazo para o envio das informações necessárias aos pagamentos, a Advocacia-Geral da União (AGU) vai acionar judicialmente oito empresas que não encaminharam os dados bancários às instituições financeiras. A devolução dos valores pelos bancos está prevista para ocorrer até quarta-feira, 14 de outubro, abrangendo 22,5 milhões de apostadores distribuídos em 70,5 milhões de contas — das quais 90% possuem menos de R$ 1 e 97% apresentam saldo inferior a R$ 10. O processo de restituição teve início após a publicação da Medida Provisória nº 1.394/2026, emitida em 25 de setembro para interromper as atividades das plataformas não autorizadas. Caso o pagamento não seja concluído por impedimentos operacionais, os recursos pendentes serão transferidos para a Caixa Econômica Federal a partir do dia 14 de outubro. Paralelamente, em ação conjunta que reúne o Ministério da Justiça, o Ministério da Fazenda, a Anatel e o CGI.br, o governo federal já encaminhou para bloqueio 16.627 sites ilegais e solicitou a remoção de 3.691 perfis e canais em redes sociais. Além das ações de bloqueio, o Ministério da Fazenda monitora saldos elevados e colocou ao menos 40 CPFs sob análise para investigar possíveis irregularidades e suspeitas de lavagem de dinheiro, enquanto orienta os cidadãos a utilizarem apenas os canais oficiais para evitar golpes durante o resgate dos saldos.
Lula propõe criminalizar operação e publicidade de bets ilegais
Lula propõe criminalizar operação e publicidade de bets ilegais
Projeto será encaminhado ao Congresso junto a medidas para restringir a atuação das casas de apostas online.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O governo de Luiz Inácio Lula da Silva vai encaminhar ao Congresso Nacional um projeto de lei que cria crimes específicos para apostas de quota fixa (bets), prevendo pena de até seis anos de prisão e multa para quem explorar ou operar apostas de forma irregular no Brasil.
- A proposta também criminaliza a divulgação, patrocínio, publicidade e a manutenção de plataformas de apostas, com penas de dois a quatro anos de prisão, além de multas, e prevê agravamento da sanção quando houver uso de dados pessoais ou operações financeiras ilícitas. O texto ainda depende de aprovação legislativa.
Foto: Reprodução | Ricardo Stuckert
O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva pretende encaminhar ao Congresso Nacional um projeto de lei que cria crimes específicos relacionados às apostas de quota fixa, conhecidas como bets. A proposta prevê pena de até seis anos de prisão, além de multa, para quem explorar ou operar apostas de forma irregular no Brasil. O texto faz parte de um pacote de medidas que inclui uma medida provisória com novas restrições ao setor. Segundo informações divulgadas nesta sexta-feira (25), o projeto foi elaborado pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública. A proposta também prevê punições para quem divulgar, promover, patrocinar, impulsionar ou monetizar publicidade de casas de apostas. Nesses casos, a pena prevista é de dois a quatro anos de prisão e multa. A mesma punição poderá atingir quem captar ou indicar apostadores e quem fornecer, hospedar, licenciar ou manter plataformas destinadas à realização de apostas, desde que tenha conhecimento de sua finalidade. O texto também prevê agravamento da pena em situações que envolvam o uso de dados pessoais para captar apostadores ou facilitar operações financeiras relacionadas à exploração irregular das bets. A proposta ainda precisa ser analisada pelo Congresso Nacional e, portanto, as penas previstas não estão em vigor.
Eduardo Bolsonaro é demitido da PF após processo por abandono de cargo
Eduardo Bolsonaro é demitido da PF após processo por abandono de cargo
Ex-deputado não retornou à função de escrivão após perder mandato; decisão foi publicada no Diário Oficial da União
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O Ministério da Justiça e Segurança Pública oficializou nesta segunda‑feira (21) a demissão do ex‑deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL‑SP) do cargo de escrivão da Polícia Federal, após o Processo Administrativo Disciplinar concluir que ele abandonou o cargo por faltas injustificadas superiores a 30 dias consecutivos. A decisão foi publicada no Diário Oficial da União e segue a determinação da PF de que o parlamentar retornasse ao serviço, o que não ocorreu, pois ele permaneceu nos Estados Unidos.
- A demissão ocorre poucos dias depois de a Primeira Turma do STF rejeitar, por unanimidade, os recursos contra a condenação de Eduardo Bolsonaro a quatro anos e dois meses de prisão por coação, além da perda do cargo de escrivão e da inelegibilidade por oito anos. O caso está ligado a supostas tentativas de pressionar autoridades norte‑americanas para interferir em processos envolvendo seu pai, o ex‑presidente Jair Bolsonaro.
Foto: Reprodução
O Ministério da Justiça e Segurança Pública oficializou nesta segunda-feira (21) a demissão do ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) do cargo de escrivão da Polícia Federal. A portaria foi publicada no Diário Oficial da União e aponta como motivo o abandono de cargo, caracterizado por faltas injustificadas ao serviço por período superior a 30 dias consecutivos. A decisão é resultado de um Processo Administrativo Disciplinar (PAD) instaurado após Eduardo Bolsonaro não retornar às atividades na Polícia Federal depois do encerramento de seu mandato parlamentar. A PF havia determinado o retorno do então deputado ao cargo de escrivão, mas ele permaneceu nos Estados Unidos. O processo administrativo foi concluído pela corporação em julho deste ano e encaminhado ao Ministério da Justiça para a formalização da demissão. Eduardo Bolsonaro estava afastado da PF para exercer o mandato de deputado federal. Após perder o mandato em dezembro de 2025, em razão do número de faltas às sessões da Câmara, a Polícia Federal determinou seu retorno às funções. Como não houve a reapresentação ao trabalho, foi aberto o procedimento disciplinar que culminou na demissão. A demissão ocorre poucos dias depois de a Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal rejeitar, por unanimidade, os recursos apresentados contra a condenação de Eduardo Bolsonaro a quatro anos e dois meses de prisão por coação no curso do processo. O julgamento terminou em 18 de setembro, com placar de 4 votos a 0. A condenação está relacionada à atuação do ex-deputado nos Estados Unidos. Segundo a acusação apresentada pela Procuradoria-Geral da República, ele teria buscado pressionar autoridades norte-americanas para adotar medidas contra autoridades brasileiras e contra o Brasil, com o objetivo de interferir no processo envolvendo seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro. A defesa contestou as acusações. Além da pena de prisão, a decisão do STF determinou a perda do cargo de escrivão da Polícia Federal e a inelegibilidade de Eduardo Bolsonaro por oito anos, conforme o julgamento da Primeira Turma. A demissão administrativa publicada nesta segunda-feira formaliza, no âmbito do Ministério da Justiça, o desligamento do ex-deputado dos quadros da Polícia Federal.
Alexandre de Moraes manda PF investigar deputado baiano após denúncia contra Flávio Dino
Deputado Leandro de Jesus terá 15 dias para prestar depoimento após decisão do ministro do STF.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O ministro Alexandre de Moraes, do STF, arquivou a notícia‑crime apresentada pelo deputado estadual baiano Leandro de Jesus (PL) contra o ex‑ministro da Justiça Flávio Dino e o ex‑chefe do GSI Gonçalves Dias, por falta de justa causa e ausência de indícios concretos. Moraes determinou que a Polícia Federal ouça o parlamentar em até 15 dias e encaminhe os autos à Procuradoria‑Geral da República, sinalizando a possibilidade de investigação por comunicação falsa de crime, prevista no art. 340 do Código Penal.
- A decisão, proferida em 21 de agosto na Petição 11.228, destaca que a representação não trouxe elementos mínimos para abrir investigação contra Dino e Dias, mas abre caminho para apurar a conduta de Leandro de Jesus, que poderá responder por tentativa de imputar crimes como golpe de Estado e terrorismo. O caso segue agora sob análise da PGR após a oitiva do deputado pela PF.
Foto: Reprodução
O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), arquivou a notícia-crime apresentada pelo deputado estadual baiano Leandro de Jesus (PL) contra o ministro Flávio Dino e o ex-chefe do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), Gonçalves Dias, e determinou que a Polícia Federal investigue a conduta do próprio parlamentar por suspeita de comunicação falsa de crime. A decisão foi proferida no último dia 21 de agosto, no âmbito da Petição 11.228. Moraes determinou que Leandro de Jesus seja ouvido pela Polícia Federal no prazo de 15 dias. Após a oitiva, os autos deverão ser encaminhados à Procuradoria-Geral da República (PGR). Na representação, o deputado atribuía a Flávio Dino, então ministro da Justiça à época dos atos de 8 de janeiro de 2023, e a Gonçalves Dias, ex-ministro do GSI, suposta omissão diante das invasões às sedes dos Três Poderes, em Brasília. O parlamentar pediu que ambos fossem investigados por crimes como golpe de Estado, abolição violenta do Estado Democrático de Direito, dano e terrorismo. Ao analisar o caso, Alexandre de Moraes concluiu que a notícia-crime não apresentou elementos mínimos capazes de justificar a abertura de investigação. Segundo o ministro, houve "ausência de justa causa" e não foram apresentados indícios concretos da prática de ilícitos penais pelos citados. Além de arquivar a representação, Moraes determinou o envio dos autos à Polícia Federal para apuração da conduta de Leandro de Jesus. Na decisão, o ministro afirma que, em tese, o deputado pode ter incorrido no crime de comunicação falsa de crime, previsto no artigo 340 do Código Penal. A investigação terá início com o depoimento do parlamentar e, posteriormente, o caso será submetido à análise da Procuradoria-Geral da República.
PF pede ao STF abertura de terceiro inquérito para investigar Lulinha por suposto tráfico de influência
Defesa do filho do presidente Lula nega irregularidades, afirma que ele está à disposição da Justiça e vê perseguição nas investigações
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A Polícia Federal (PF) solicitou ao Supremo Tribunal Federal (STF) a abertura de um terceiro inquérito contra Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como Lulinha, por suposta prática do crime de tráfico de influência. Os dois pedidos de investigação anteriores que tratam da mesma suspeita foram autorizados pelo ministro André Mendonça, enquanto o relator do novo caso ainda não foi definido por sorteio. O filho do presidente da República reside atualmente em Madri, na Espanha, e afirma, por meio de nota, estar inteiramente à disposição das autoridades brasileiras para prestar os esclarecimentos necessários.
- Por sua vez, a defesa de Lulinha, representada pelo advogado Marco Aurélio de Carvalho, contesta a abertura de um novo inquérito sobre o mesmo fato e alega que há uma perseguição de cunho político com o objetivo de atingir o presidente Luiz Inácio Lula da Silva em ano eleitoral. O advogado criticou publicamente o vazamento de informações sigilosas do processo, comparando a situação aos métodos utilizados durante a Operação Lava Jato, e confirmou uma reunião com o ministro da Justiça, Wellington César Lima e Silva, para debater a condução das três investigações.
Foto: Reprodução
A Polícia Federal solicitou ao Supremo Tribunal Federal (STF) a abertura de um terceiro inquérito para investigar Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, por suposta prática do crime de tráfico de influência. Até o momento, não foi divulgado qual ministro será o relator responsável por analisar o novo pedido. Os dois pedidos anteriores de investigação, que tratam da mesma suspeita, foram distribuídos por sorteio ao ministro André Mendonça, que autorizou a instauração dos respectivos inquéritos. A defesa de Lulinha nega qualquer irregularidade e afirma que ele está à disposição das autoridades brasileiras para prestar esclarecimentos, caso seja convocado. Atualmente, o filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) reside em Madri, na Espanha. O advogado Marco Aurélio de Carvalho afirmou considerar incomum a abertura de um terceiro inquérito sobre o mesmo suposto crime e sustentou que há uma tentativa de perseguição contra seu cliente com o objetivo de atingir politicamente o presidente da República, que disputará a reeleição neste ano. Ainda segundo a defesa, o advogado deve se reunir nesta segunda-feira com o ministro da Justiça, Wellington César Lima e Silva, para discutir as três investigações. Marco Aurélio também criticou o vazamento de informações relacionadas aos inquéritos, afirmando que a situação remete aos métodos adotados durante a Operação Lava Jato.
Operação Mute apreende 534 celulares ilícitos em presídios do país
Operação Mute apreende 534 celulares ilícitos em presídios do país
Ação coordenada pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública ocorreu em 23 estados e faz parte da estratégia nacional de combate às organizações criminosas dentro dos presídios.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- A 11ª fase da Operação Mute, realizada entre 18 e 21 de maio em presídios de 23 estados, resultou na apreensão de 534 celulares ilegais e mobilizou 2.854 policiais penais. A Secretaria Nacional de Políticas Penais (Senappen) informou que a ofensiva ocorreu em 49 unidades prisionais, revistando 2.611 celas com o objetivo central de coibir a comunicação de facções criminosas e reduzir a emissão de ordens para crimes como tráfico de drogas, homicídios e extorsões.
- Desde seu início em 2023, a operação já apreendeu mais de 8,5 mil celulares, contando com a participação de mais de 41 mil policiais penais em 680 estabelecimentos. O governo federal também anunciou o Programa Padrão Segurança Máxima, um investimento de R$ 324 milhões em equipamentos e tecnologia para 138 presídios, visando enfraquecer financeiramente as organizações criminosas. Novas fases da Operação Mute devem ocorrer ao menos duas vezes por mês em diferentes estados, conforme adiantou o secretário nacional de Políticas Penais.
Foto: Tom Costa/MJSP
O Ministério da Justiça e Segurança Pública divulgou nesta sexta-feira (22) o balanço parcial da 11ª fase da Operação Mute, realizada em presídios de 23 estados brasileiros entre os dias 18 e 21 de maio. A ofensiva resultou na apreensão de 534 celulares ilegais dentro de unidades prisionais e mobilizou 2.854 policiais penais em todo o país.Segundo a Secretaria Nacional de Políticas Penais (Senappen), a operação ocorreu em 49 presídios que concentram cerca de 65 mil detentos. Ao todo, foram revistadas 2.611 celas durante as ações de fiscalização e inteligência.O principal objetivo da Operação Mute é impedir a comunicação de facções criminosas de dentro dos presídios, reduzindo ordens para crimes como tráfico de drogas, homicídios, extorsões e golpes aplicados por telefone.Desde o início da operação, em 2023, já foram apreendidos mais de 8,5 mil celulares em unidades prisionais brasileiras. No mesmo período, mais de 41 mil policiais penais participaram das ações em 680 estabelecimentos prisionais.O governo federal também anunciou a ampliação dos investimentos no sistema penitenciário por meio do Programa Padrão Segurança Máxima. O pacote prevê R$ 324 milhões em equipamentos, scanners corporais, aparelhos de raio-X e viaturas blindadas para 138 presídios do país.De acordo com o secretário-executivo da pasta, Ademar Borges, o foco é enfraquecer financeiramente as organizações criminosas e ampliar o controle do Estado sobre os presídios. Já o secretário nacional de Políticas Penais, André Garcia, afirmou que novas fases da Operação Mute devem ocorrer ao menos duas vezes por mês em diferentes estados brasileiros.
Planalto comunica ao STF que Lewandowski irá assumir o ministério da Justiça
Planalto comunica ao STF que Lewandowski irá assumir o ministério da Justiça
Nomeação do ex-membro do Supremo Tribunal Federal deverá acontecer ainda esta semana
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Foto: Reprodução
- O Palácio do Planalto informou aos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) que o ex-presidente da Corte, Ricardo Lewandowski irá assumir o ministério da Justiça e Segurança Pública, em substituição a Flávio Dino que integrará o Supremo. As informação são do Estadão. O anúncio oficial ainda não foi realizado devido ao fato de Lewandowski ter solicitado que haja a definição de um prazo para que sejam escolhidos as pessoas que irão integrar sua equipe. A previsão é que a nomeação aconteça até o final desta semana. Ainda de acordo com as informações do Estadão, uma reunião entre ele e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) aconteceu na segunda-feira (8) no Palácio da Alvorada. Ficou entendido que a pasta não será dividida em duas e se manterá como de Segurança e Justiça, divisão a qual Lewandowski era contra.
Ministério da Justiça apura cartel para tabelar preços do etanol no Nordeste
Ministério da Justiça apura cartel para tabelar preços do etanol no Nordeste
Há indícios da combinação de preços numa reunião online realizada em 12 de agosto, um workshop promovido pelo Sindicato da Indústria de Fabricação do Álcool no Estado da Paraíba (Sindalcool-PB)
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Foto: Marcos Oliveira | Sudoeste Bahia
- O Ministério da Justiça abriu investigação para apurar um suposto cartel de empresas que estariam combinando o preço do etanol entre estados do Nordeste. Há indícios da combinação de preços numa reunião online realizada em 12 de agosto, um workshop promovido pelo Sindicato da Indústria de Fabricação do Álcool no Estado da Paraíba (Sindalcool-PB). “Acho que este é um assunto de extrema relevância, né? Que é a questão de como a gente posicionar os volumes de comercialização que nós vamos começar a fazer agora. Acho que Dr. Bolivar já falou nas últimas colocações dele sobre essa questão. (...) Porque São Paulo "tá" com preço alto na verdade mais o frete...a gente não tem concorrência, na verdade, econômica, né?", disse o diretor-presidente da empresa Miriri Alimentos e Bioenergia S/A, Gilvan Celso Sobrinho, durante a reunião. O MJ apura o caso. A informação é do Jornal O Globo.
























