Prefeito de Riacho de Santana tenta brecha para nova candidatura
Prefeito de Riacho de Santana tenta brecha para nova candidatura
Gestor viajou a Brasília para consultar advogados sobre o terceiro mandato.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- O cenário político em Riacho de Santana, sudoeste da Bahia, está agitado com a intenção do prefeito João Vitor Martins Laranjeira de buscar a reeleição. Ele, que assumiu em abril de 2024 como vice após a renúncia do titular e venceu as eleições de outubro do mesmo ano para o mandato atual, busca agora viabilizar juridicamente uma nova candidatura. O desafio reside na lei brasileira, que proíbe o terceiro mandato consecutivo, tornando seu caso complexo devido à forma como ascendeu ao cargo.
- Em busca de uma brecha jurídica, o prefeito consultou advogados em Brasília e demonstrou otimismo, apostando em decisões recentes do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que favoreceram vice-prefeitos em situações similares. Essa movimentação de João Vitor intensifica o embate eleitoral no município e com a oposição, gerando expectativa sobre a futura validação técnica dos magistrados da Justiça Eleitoral, já que nenhuma consulta formal foi feita até o momento.
Foto: Reprodução | Redes Sociais
O cenário político de Riacho de Santana, no sudoeste da Bahia, esquentou após o prefeito João Vitor Martins Laranjeira admitir o desejo de disputar a reeleição. Em entrevista à Rádio Cidade FM, o gestor demonstrou otimismo após viajar a Brasília para consultar advogados sobre a legislação eleitoral e tentar viabilizar juridicamente uma nova candidatura. O caso do atual prefeito é complexo. João Vitor era vice e assumiu a prefeitura em abril de 2024, após a renúncia do então titular, Tito Eugênio. Meses depois, nas eleições de outubro do mesmo ano, ele se candidatou e venceu o pleito para o mandato atual. Pela lei brasileira, uma nova candidatura do gestor esbarra na proibição do terceiro mandato consecutivo. Por isso, o prefeito busca uma brecha jurídica nos tribunais para garantir o direito de concorrer novamente. A defesa de João Vitor aposta em decisões recentes do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que favoreceram vice-prefeitos que assumiram o cargo em definitivo perto das eleições. O gestor afirmou que as consultas na capital federal trouxeram uma "grande esperança" para o seu grupo político. A movimentação de João Vitor mexe com o tabuleiro eleitoral na Bahia e abre uma queda de braço com a oposição. Até agora, nenhuma consulta formal foi feita à Justiça Eleitoral. O futuro político do município depende de uma futura validação técnica dos magistrados.
























