Operação suspende camarote e bloqueia R$ 230 mi
Ação da Polícia Civil da Bahia mira grupo suspeito de lavar dinheiro com rifas online; 13 investigados são alvo de mandados em cinco cidades.
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Foto: Reprodução
A Polícia Civil da Bahia suspendeu, nesta quarta-feira (11), as atividades de um camarote no circuito do Carnaval de Salvador durante a Operação Falsas Promessas 3. A Justiça também determinou o bloqueio de R$ 230 milhões e a apreensão de uma aeronave avaliada em mais de R$ 10 milhões. Segundo a investigação, o espaço era usado para ocultar e dissimular recursos obtidos com a exploração ilegal de rifas pela internet. A decisão judicial impôs a suspensão imediata do funcionamento do camarote às vésperas da festa.A ação é coordenada pelo Departamento de Repressão e Combate ao Crime Organizado e à Lavagem de Dinheiro (Draco), com apoio da Core e do Serviço Aeropolicial (Saer).
Foto: Polícia Civil da Bahia
De acordo com o diretor do Draco, delegado Fábio Lordello, o grupo utilizava empresas de fachada, intermediadoras de pagamento e pessoas interpostas para movimentar valores incompatíveis com a renda declarada. As conexões financeiras seguem sob análise. Mandados de busca e apreensão são cumpridos contra 13 investigados em Salvador, Camaçari e Feira de Santana, na Bahia, além de São Paulo e São Bernardo do Campo (SP). A polícia busca apreender celulares, computadores e documentos que possam reforçar as provas do inquérito.A aeronave apreendida, segundo a corporação, seria produto dos crimes investigados e usada para facilitar deslocamentos e ocultação de patrimônio.
Operação Martelo prende sete e bloqueia R$ 270 mi
Ação ocorreu em cinco estados e mirou grupo ligado ao tráfico e à lavagem de dinheiro
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Foto: Polícia Civil da Bahia
A Polícia Civil prendeu sete pessoas e bloqueou R$ 270 milhões durante uma operação contra uma organização criminosa investigada por tráfico de drogas, homicídios e lavagem de dinheiro. As ações ocorreram de forma simultânea em municípios da Bahia e nos estados de Alagoas, Sergipe, Paraíba e Paraná.Na Bahia, a ofensiva, batizada de Operação Martelo, foi deflagrada nas cidades de Santo Antônio de Jesus, Laje, São Miguel das Matas e Feira de Santana, segundo informou a Polícia Civil.Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos celulares, porções de drogas, veículos, documentos e uma maleta contendo dinheiro falso.Dos sete presos, quatro foram capturados em Santo Antônio de Jesus, dois em Sergipe, sendo um casal, e um em Alagoas, onde foi detida a companheira de uma liderança criminosa já custodiada em presídio de segurança máxima.Por decisão judicial, foram bloqueados R$ 270 milhões mantidos em contas bancárias e aplicações financeiras ligadas aos investigados. De acordo com as apurações, os alvos apresentavam movimentações financeiras incompatíveis com a renda declarada, além de antecedentes criminais.Cerca de 120 policiais civis participaram da operação, com equipes da 4ª Coorpin (Santo Antônio de Jesus), da Dirpin/Leste, do Draco-LD e da Coordenação de Operações e Recursos Especiais (Core).As investigações continuam para identificar outros envolvidos e aprofundar o rastreamento do patrimônio da organização criminosa.
Homem procurado por tráfico e lavagem de dinheiro é preso em Tanque Novo
Homem era procurado pela Justiça de Goiás por tráfico de drogas, lavagem de dinheiro e organização criminosa.
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Foto: Divulgação | Policia Militar
A Polícia Militar da Bahia cumpriu um mandado de prisão na manhã desta segunda-feira (10) no município de Tanque Novo, no sudoeste baiano. Por volta das 11h30, durante rondas ostensivas no bairro Pimentas, uma equipe do 4º Pelotão da 94ª Companhia Independente de Polícia Militar (CIPM) abordou um homem que dirigia um veículo Renault Megane em atitude suspeita.Durante a verificação, o suspeito afirmou ter antecedentes criminais e disse estar na cidade após sofrer uma suposta tentativa de homicídio em Goiás. Após consulta aos sistemas policiais, foi confirmado que havia contra ele um mandado de prisão em aberto, expedido pela Justiça de Goiânia (GO), pelos crimes de lavagem de dinheiro, organização criminosa e tráfico de drogas. O homem foi detido e encaminhado à Delegacia Territorial de Tanque Novo, onde permaneceu à disposição da Justiça.
Influenciadora de moda é alvo de operação por suspeita de estelionato e lavagem de dinheiro em Vitória da Conquista
Segundo a Polícia Civil, mulher de 46 anos promovia rifas ilegais e usava loja de roupas para lavar dinheiro obtido com fraudes virtuais.
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Foto: redes sociais
Uma influenciadora digital e empresária do ramo de moda foi alvo de mandados de busca e apreensão cumpridos na manhã desta terça-feira (28) em Vitória da Conquista, no sudoeste da Bahia. De acordo com a Polícia Civil, a mulher, de 46 anos, conhecida nas redes sociais como “Lene Modas”, é suspeita de envolvimento em crimes de estelionato, lavagem de dinheiro, jogos de azar e propaganda enganosa.As investigações apontam que a influenciadora promovia rifas ilegais e jogos virtuais, além de ocultar valores obtidos de forma ilícita por meio de uma loja de roupas e acessórios. As buscas foram realizadas em um condomínio no bairro Alto da Boa Vista e em uma loja localizada na Avenida Lauro de Freitas, ambos os endereços ligados à investigada. Durante a operação, foram apreendidos quatro celulares, dois computadores e um tablet.Segundo a polícia, a influenciadora mantinha perfis com mais de 100 mil seguidores, usados para divulgar rifas e sorteios na modalidade digital. Os valores arrecadados eram supostamente lavados por meio do comércio de moda administrado por ela. A Justiça determinou ainda o bloqueio de contas bancárias, aplicações financeiras e bens da suspeita. O material apreendido será periciado para identificar possíveis vítimas e valores envolvidos.A operação foi conduzida pela Delegacia de Repressão a Furtos e Roubos (DRFR) de Vitória da Conquista, vinculada ao Departamento Especializado de Investigações Criminais (Deic). As ordens judiciais foram expedidas pela 3ª Vara Criminal do município.
Empresas baianas hortifrutigranjeiras são suspeitas de sonegar R$ 10 mi
No esquema criminoso de lavagem de dinheiro revelado, o grupo econômico operava com empresas constituídas por pessoas interpostas, utilizando três empresas de distribuição de hortifrutigranjeiros
Por: Redação do Sudoeste Bahia
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Foto: Divulgação | PF
- A Polícia Federal (PF), em conjunto com a Receita Federal, deflagrou nesta terça-feira (11), a Operação Xepa, que investiga lavagem de dinheiro procedente da sonegação de tributos. A operação é resultado de investigação iniciada a partir de Representações Fiscais para Fins Penais, apresentadas pela Receita Federal em desfavor de duas empresas do ramo de distribuição de hortifrutigranjeiros e os seus reais proprietários, os quais integram um grupo econômico, ante a constatação de sonegação tributária com valores que ultrapassam R$ 10 milhões. No esquema criminoso de lavagem de dinheiro revelado, o grupo econômico operava com empresas constituídas por pessoas interpostas, utilizando três empresas de distribuição de hortifrutigranjeiros e duas empresas patrimoniais, constituídas para ocultação e blindagem patrimonial. As empresas operavam em um contexto de total confusão patrimonial. Elas atuavam no mesmo ramo de atividade, compartilhavam endereços e usavam as mesmas marcas comerciais. Além disso, havia um intenso fluxo de valores entre as pessoas jurídicas e físicas que integravam o grupo econômico. No braço patrimonial do grupo, empresas constituídas em nome dos filhos dos beneficiários efetivos acumulam um patrimônio expressivo sem desenvolver qualquer atividade operacional. Esse patrimônio era adquirido através de compras de imóveis com recursos alheios às entidades e pagamentos diretos feitos pelas empresas do braço operacional. São cumpridos dez mandados de busca e apreensão, nas cidades de Ilhéus, Itabuna, Poções e Arraial D’Ajuda.
Guanambi: Operação prende membros de quadrilha do RJ que lavou R$ 30 mi com roubo de carros
Por: Redação do Sudoeste Bahia
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Foto: Polícia Civil
- A Polícia Civil da Bahia cumpriu mandados de busca e apreensão, em residências e em um estabelecimento comercial, no município de Guanambi, na quinta-feira (16), contra suspeitos de integrar um grupo criminoso do Rio de Janeiro, responsável pela lavagem de dinheiro, oriundo do roubo de veículos cometidos por traficantes integrantes daquela organização. As ações realizadas em Guanambi resultaram na apreensão de dois veículos, sete aparelhos celulares, dois notebooks, dois computadores, cinco folhas de cheque em branco, sete HD's, um pendrive e a quantia de R$ 9.800, em espécie, localizados em três residências e em um estabelecimento comercial dos suspeitos. De acordo com as investigações da Polícia Civil carioca, a lavagem de dinheiro movimentou mais de 30 milhões em um ano, gerando forte impacto nos índices de furtos e roubos de veículos no Rio de Janeiro, para onde os materiais apreendidos foram encaminhados. As investigações têm continuidade naquele estado. Participaram das ações as equipes do Departamento Especializado de Investigação e Repressão ao Narcotráfico (Denarc), da 8ª Delegacia de Tóxicos e Entorpecentes (DTE) e equipes do Departamento de Repressão e Combate à Corrupção, ao Crime Organizado e a Lavagem de Dinheiro (Draco), de Vitória da Conquista, e do Departamento de Polícia do Interior (Depin), por meio da 22ª Coordenadoria Regional de Polícia do Interior (Coorpin/Guanambi).
El Patrón: 45 propriedades rurais que seriam usadas para lavagem de dinheiro são apreendidas
O grupo criminoso é investigado por lavar dinheiro vindo de jogos de aposta, agiotagem, entre outros crimes
Por: Redação do Sudoeste Bahia
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Foto: MP-BA
- A Justiça determinou a alienação antecipada de 45 propriedades urbanas e rurais que teriam sido adquiridas em esquema de lavagem de dinheiro operado por organização criminosa com atuação na região de Feira de Santana. A facção foi alvo da Operação El Patrón, deflagrada em dezembro de 2023 pelo Ministério Público estadual, por meio do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), Receita e Polícia Federais, e pela Força Correcional Especial Integrada da Corregedoria Geral da Secretaria de Segurança Pública (Force). Na decisão, que acatou pedido conjunto dos órgãos, a 1ª Vara Criminal de Feira determinou ainda a alienação antecipada de 245 semoventes. A avaliação dos bens será feita pela Secretaria Nacional de Políticas Sobre Drogas e Gestão de Ativos (Senad). O grupo criminoso é investigado por lavar dinheiro vindo de jogos de aposta, agiotagem, extorsão, receptação qualificada, entre outras infrações penais, em Feira de Santana e cidades circunvizinhas. Na operação El Patrón, foram cumpridos dez mandados de prisão preventiva, 33 mandados de busca e apreensão, com o sequestro de propriedades urbanas e rurais, além da suspensão de atividades econômicas de seis empresas. Quinze pessoas foram denunciadas ano passado pelo MP como desdobramento da operação.
Polícia Civil indicia Jair Renan por lavagem de dinheiro e falsidade ideológica
Relatório da investigação foi concluído em 8 de fevereiro e agora cabe ao Ministério decidir se uma denúncia será apresentada
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Foto: Reprodução
- A Polícia Civil do Distrito Federal indiciou Jair Renan Bolsonaro, filho do ex-presidente, por lavagem de dinheiro, falsidade ideológiva e uso de documento falso. Além dele, outras pessoas também foram indiciadas por supostamente usarem documento com informações falsas da empresa de Renan para conseguir um empréstimo bancário que não foi pago. As informações são do jornal O Globo. O alvo da suspeita da PCDF é uma declaração de faturamento de R$ 4,6 milhões da Bolsonaro Jr. Eventos e Mídia. A polícia acredita que o filho de Jair Bolsonaro (PL) tenha falsificado relações de faturamentos para conseguir o empréstimo no valor de R$ 157 mil. Em 2023, a empresa obteve novos empréstimos de R$ 251 mil e R$ 291 mil. Após isso, o Santander, banco ao qual foi solicitado o empréstimo entrou na Justiça para cobrar R$ 360 mil em valores não quitados. O relatório final de investigação foi encaminhado ao Poder Judiciário em 8 de fevereiro de 2024 e agora cabe ao Ministério Público decidir se vai ou não apresentar a denúncia. Maciel Alves de Carvalho, ex-assessor de Jair Renan, é um dos alvos.
STF condena ex-presidente Fernando Collor a 8 anos e 10 meses de prisão
O ex-presidente é condenado pelos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro
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Foto: Reprodução | Agência Brasil
- O Supremo Tribunal Federal (STF) condenou, nesta quarta-feira (31), o ex-presidente Fernando Collor de Mello à pena de oito anos e dez meses de prisão, assim como pagamento de 90 dias-multa, pelos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro. Collor já havia sido condenado pela Suprema Corte na última quinta-feira (25), por 8 votos a 2, durante a sétima análise da ação penal contra o ex-senador. No entanto, antes de aplicar a pena, os ministros ainda precisavam decidir se o ex-presidente seria enquadrado em um terceiro crime, o de associação criminosa, que foi extinta em razão de prescrição. Além do ex-presidente, outros dois envolvidos no caso foram condenados pelo STF: o administrador de empresas de Collor, Luis Pereira Duarte de Amorim, e o operador particular do ex-parlamentar, Pedro Paulo Bergamaschi de Leoni Ramos. Relembre o caso - Collor foi acusado de ter recebeido R$ 29,9 milhões em propinas de negócios da BR Distribuidora, subsidiária da Petrobras. Além da condenação pelos crimes, a Procuradoria Geral da República (PGR) pediu que uma multa de R$ 59,9 milhões fosse aplicada - R$ 29,9 milhões em razão de danos materiais e outros R$ 29,9 milhões por danos morais.
Polícia Federal prende em Caetité acusado de lavagem de dinheiro para cartéis de droga do México e da Colômbia
De acordo com a PF, entre abril de 2016 e julho de 2017, ele teria lavado mais de $ 900 mil (novecentos mil dólares) para cartéis mexicanos e colombianos que compõem uma rede de tráfico internacional
Por: Redação do Sudoeste Bahia
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Foto: Reprodução | PF
- A Polícia Federal (PF) prendeu, na tarde desta terça-feira (04), em Caetité, um homem de 48 anos, de nacionalidade chinesa e panamenha, que é acusado de lavar dinheiro para cartéis de tráfico de drogas do México e da Colômbia. As informações são da Interpol em Washington, EUA, e da PF. Ainda conforme informações das autoridades policiais, o homem atua no sentido de lavar dinheiro em larga escala, transferindo grandes cifras oriundas do comércio de drogas nos Estados Unidos (EUA) e da Europa, para países da Ásia, América Central e da América do Sul. A prisão do indivíduo foi decretada de forma preventiva pelo Supremo Tribunal Federal (STF), baseada em representação do Escritório Central Nacional da Polícia Federal no Brasil, fundado no Tratado de Extradição firmado entre o Brasil e os EUA. Os valores obtidos do comércio de drogas nos EUA, tinham como destino a cidade de Hong Kong. Ainda de acordo com a PF, entre abril de 2016 e julho de 2017, ele teria lavado mais de $ 900 mil (novecentos mil dólares) para cartéis mexicanos e colombianos que compõem uma rede de tráfico internacional de drogas.























