Advogado aliado de Flávio Bolsonaro movimentou R$ 130 milhões em três meses, aponta PF
Investigação apura suspeitas de lavagem de dinheiro e evasão de divisas; empresário nega irregularidades e questiona vazamento do caso
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A Polícia Federal identificou indícios de movimentação de R$ 130 milhões em três meses na conta bancária do advogado e empresário Willer Tomaz, suscitando suspeitas de lavagem de dinheiro, evasão de divisas e uso de empresas de apostas esportivas para ocultar recursos. O inquérito, aprovado pela Procuradoria‑Geral da República, segue no STF sob relatoria do ministro Alexandre de Moraes e inclui investigação de supostos favorecimentos a empresas do setor, fraudes em licitação da Loterj e vínculo com o ex‑governador Cláudio Castro.
- A apuração também aponta uma possível conta conjunta entre Willer Tomaz e o senador Flávio Bolsonaro, além de evidências de uso de aeronave vinculada ao político. Ambos negam irregularidades, acusando a PF de uso indevido de investigação para fins eleitorais. O caso ganhou destaque ao ser divulgado pouco antes do debate presidencial, alimentando polêmicas sobre corrupção e influência política no Brasil.
Foto: Reprodução | Redes Sociais
A Polícia Federal (PF) identificou indícios de movimentação de R$ 130 milhões em uma conta bancária vinculada ao advogado e empresário Willer Tomaz, em um intervalo de três meses. A apuração investiga suspeitas de lavagem de dinheiro e evasão de divisas. De acordo com trechos do inquérito, entre março e maio do ano passado, a conta movimentou o valor, considerado pelos investigadores aparentemente incompatível com as atividades econômicas conhecidas do empresário. “A expressividade do montante, somada à curta janela temporal analisada, constitui elemento de interesse investigativo e reforça a necessidade de aprofundar a operação quanto à origem dos recursos”, afirma o relatório da PF. A Procuradoria-Geral da República (PGR) emitiu parecer favorável à abertura do inquérito e ao prosseguimento das apurações. O caso tramita no Supremo Tribunal Federal (STF), sob relatoria do ministro Alexandre de Moraes. Investigação envolve empresas e apostas esportivas: Os investigadores também apontam que o conjunto empresarial relacionado a Willer apresenta uma estrutura operacional aparentemente incompatível com o volume financeiro movimentado. Para a PF, esse cenário reforça a hipótese de que as empresas possam ter sido utilizadas para dificultar a identificação da origem e do destino dos recursos, além dos beneficiários finais. A apuração inclui movimentações de até R$ 35 milhões em uma plataforma de apostas esportivas e saques em casas de apostas no exterior. A PF também investiga a atuação do advogado em possíveis casos de favorecimento a uma empresa do setor e suspeitas de fraude em uma licitação da Loteria do Estado do Rio de Janeiro (Loterj). Outro ponto investigado é um pregão presencial da Loterj vencido pela empresa Pixs, além da relação do advogado com o ex-governador do Rio de Janeiro Cláudio Castro (PL). O material que deu origem à apuração foi obtido a partir de dados armazenados na nuvem de Willer Tomaz. O advogado foi alvo de busca e apreensão em agosto, durante a Operação Sem Desconto, que investiga irregularidades envolvendo o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). Advogado é amigo de Flávio Bolsonaro: Willer Tomaz mantém relação de proximidade com o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), candidato à Presidência da República. Segundo a investigação, o celular apreendido pela PF continha fotografias dos dois juntos, relacionadas a festas, encontros e reuniões. O advogado também é um dos proprietários da aeronave utilizada por Flávio em uma viagem em janeiro de 2025. O avião era administrado por uma empresa ligada ao ex-banqueiro Daniel Vorcaro, do Banco Master. A PF apura ainda indícios de que Flávio e Willer teriam compartilhado uma conta bancária. A suspeita surgiu a partir de uma troca de e-mails entre uma instituição financeira e o escritório de advocacia do empresário. A assessoria de Flávio negou a existência de uma conta conjunta. Willer também contestou a informação. Willer nega irregularidades: Em nota divulgada no domingo (18), o advogado afirmou que causa estranheza o vazamento de informações da investigação a poucas horas do debate presidencial. “Trata-se do uso indevido do aparato policial com o claro propósito de requentar acusações infundadas e interferir no resultado das urnas”, declarou. Willer negou movimentações financeiras irregulares relacionadas a empresas de apostas e afirmou que não houve circulação de recursos com essas companhias. “É igualmente inaceitável que a quebra do sigilo telemático sirva de instrumento para uma pescaria probatória destinada a fabricar falsos escândalos com fins político-eleitorais”, acrescentou.
Bets ainda devem R$ 159 milhões e AGU vai acionar 8 empresas
Bets ainda devem R$ 159 milhões e AGU vai acionar 8 empresas
Prazo para bancos devolverem dinheiro a 22,5 milhões de apostadores vai até quarta-feira; valores não resgatados irão para a Caixa.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Empresas de apostas on‑line devem devolver R$ 159 mi aos apostadores após a AGU acionar judicialmente oito plataformas que não enviaram os dados bancários exigidos. A medida provisória nº 1.394/2026, publicada em 25 de setembro, determina que os pagamentos sejam realizados até 14 de outubro, com recursos não liberados sendo transferidos para a Caixa Econômica Federal. A ação abrange 22,5 milhões de apostadores, 70,5 milhões de contas, das quais a maioria possui saldo inferior a R$ 10.
- Paralelamente, o governo federal, em conjunto com o Ministério da Justiça, Ministério da Fazenda, Anatel e CGI.br, bloqueou 16.627 sites ilegais e removeu 3.691 perfis nas redes sociais. O Ministério da Fazenda também está analisando 40 CPFs por suspeita de lavagem de dinheiro, orientando a população a usar apenas canais oficiais para resgatar seus saldos.
Foto: Reprodução
As empresas de apostas on-line ainda possuem R$ 159 milhões em saldos remanescentes a devolver aos apostadores, segundo dados atualizados pelas próprias plataformas. Diante do descumprimento do prazo para o envio das informações necessárias aos pagamentos, a Advocacia-Geral da União (AGU) vai acionar judicialmente oito empresas que não encaminharam os dados bancários às instituições financeiras. A devolução dos valores pelos bancos está prevista para ocorrer até quarta-feira, 14 de outubro, abrangendo 22,5 milhões de apostadores distribuídos em 70,5 milhões de contas — das quais 90% possuem menos de R$ 1 e 97% apresentam saldo inferior a R$ 10. O processo de restituição teve início após a publicação da Medida Provisória nº 1.394/2026, emitida em 25 de setembro para interromper as atividades das plataformas não autorizadas. Caso o pagamento não seja concluído por impedimentos operacionais, os recursos pendentes serão transferidos para a Caixa Econômica Federal a partir do dia 14 de outubro. Paralelamente, em ação conjunta que reúne o Ministério da Justiça, o Ministério da Fazenda, a Anatel e o CGI.br, o governo federal já encaminhou para bloqueio 16.627 sites ilegais e solicitou a remoção de 3.691 perfis e canais em redes sociais. Além das ações de bloqueio, o Ministério da Fazenda monitora saldos elevados e colocou ao menos 40 CPFs sob análise para investigar possíveis irregularidades e suspeitas de lavagem de dinheiro, enquanto orienta os cidadãos a utilizarem apenas os canais oficiais para evitar golpes durante o resgate dos saldos.
Bets saem do ar no Brasil; R$ 1,3 bilhão aguarda devolução
Bets saem do ar no Brasil; R$ 1,3 bilhão aguarda devolução
Devolução dos valores pelas instituições financeiras deve ocorrer entre sexta (9) e 14 de outubro.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- As plataformas de apostas esportivas autorizadas no Brasil foram encerradas na terça‑feira (6) conforme a Medida Provisória nº 1.394/2026, que proíbe a exploração, oferta, intermediação e publicidade de apostas. O prazo para retirada voluntária dos valores terminou às 23h59 de segunda‑feira (5) e as empresas tiveram até esta quarta‑feira (7) para informar os saldos remanescentes às instituições financeiras.
- A Secretaria de Prêmios e Apostas estima que R$ 1,325 bilhão ainda precisa ser devolvido a cerca de 26,5 milhões de apostadores, com a restituição prevista entre 9 e 14 de outubro. Contas com saldos entre R$ 0,01 e R$ 0,99 somam R$ 15,5 milhões, enquanto valores mais elevados serão analisados por suspeita de lavagem de dinheiro e financiamento ao crime organizado.
Foto: Antônio Cruz - Agência Brasil
As plataformas de apostas esportivas, conhecidas como bets, que tinham autorização para operar no Brasil deixaram de funcionar nesta terça-feira (6), conforme o cronograma previsto na Medida Provisória nº 1.394/2026. A medida proibiu a exploração, oferta, intermediação e publicidade de apostas no país. O prazo para os apostadores retirarem voluntariamente os valores terminou às 23h59 de segunda-feira (5). Agora, as empresas tiveram até esta quarta-feira (7) para informar às instituições financeiras os saldos remanescentes de cada apostador, vinculados ao respectivo CPF e à conta bancária usada nos depósitos. A devolução dos valores deverá ser feita pelas instituições financeiras entre sexta-feira (9) e 14 de outubro. Segundo a Secretaria de Prêmios e Apostas (SPA), do Ministério da Fazenda, R$ 1,325 bilhão ainda precisa ser devolvido a cerca de 26,5 milhões de apostadores. Dos 188 sites que estavam autorizados a funcionar até segunda-feira, apenas um permanecia ativo nesta terça. O bloqueio da plataforma já foi solicitado, e a fiscalização acompanha o cumprimento da determinação. O levantamento aponta ainda que 86,2 milhões de contas possuem saldo entre R$ 0,01 e R$ 0,99, totalizando R$ 15,5 milhões. O número de contas é superior ao de apostadores porque uma mesma pessoa pode manter cadastros em diferentes plataformas. Já os valores mais elevados serão analisados para identificar possíveis indícios de lavagem de dinheiro e vínculos com organizações criminosas. A verificação da origem e da movimentação dos recursos faz parte das ações de combate ao financiamento do crime organizado.
Preso e com candidatura barrada, Binho Galinha recebe 23 mil votos
Preso e com candidatura barrada, Binho Galinha recebe 23 mil votos
Deputado estadual está preso preventivamente e teve registro indeferido pelo TRE-BA; votação aparece como anulada sub judice.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Mesmo preso preventivamente e com o registro de candidatura indeferido pelo Tribunal Regional Eleitoral da Bahia (TRE‑BA), o deputado estadual Kléber Cristian Escolano de Almeida, conhecido como Binho Galinha (Avante), recebeu 23.469 votos na disputa pela reeleição à Assembleia Legislativa da Bahia no domingo (4). A votação aparece no sistema como “anulada sub judice”, ou seja, sua validade depende do desfecho do processo que questiona o registro da candidatura, iniciado após denúncia do Ministério Público Eleitoral sobre supostos vínculos com organização criminosa.
Foto: Divulgação
Mesmo preso preventivamente e com o registro de candidatura indeferido pela Justiça Eleitoral, o deputado estadual Kléber Cristian Escolano de Almeida, conhecido como Binho Galinha (Avante), recebeu 23.469 votos na disputa pela reeleição para a Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA), realizada neste domingo (4). A votação, porém, aparece no sistema eleitoral como “anulada sub judice”, o que significa que a validade dos votos depende do desfecho do processo que discute o registro da candidatura. O Tribunal Regional Eleitoral da Bahia (TRE-BA) indeferiu o registro do parlamentar em setembro e manteve a decisão após recurso apresentado pela defesa. Mesmo com a candidatura barrada, Binho Galinha permaneceu na disputa enquanto o processo seguia em análise na Justiça Eleitoral. O pedido de indeferimento foi apresentado pelo Ministério Público Eleitoral (MPE), que apontou supostos vínculos do deputado com uma organização criminosa. A defesa contesta as acusações e recorreu da decisão. Binho Galinha está preso preventivamente desde outubro de 2025, em um desdobramento da Operação El Patrón, que investiga crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, jogo do bicho e agiotagem. Em julho deste ano, ele também foi condenado a mais de 36 anos de prisão por crimes relacionados ao Estatuto do Desarmamento, segundo informações divulgadas pelo Ministério Público Federal. O destino dos 23.469 votos ainda depende da Justiça Eleitoral: caso o indeferimento do registro seja revertido, a votação poderá ser validada; se a decisão for mantida, os votos permanecerão anulados.
Bahia transfere cinco líderes de facções para presídios de segurança máxima
Bahia transfere cinco líderes de facções para presídios de segurança máxima
Detentos foram levados para unidades de segurança máxima em Porto Velho (RO) e Campo Grande (MS) em ação integrada das forças estaduais e federais.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O Governo da Bahia transferiu, nas últimas horas, cinco líderes de facções criminosas para presídios federais de segurança máxima em Porto Velho (RO) e Campo Grande (MS). A operação, coordenada pela SSP, SEAP, Ministério Público e SENAPPEN, visa intensificar o combate ao crime organizado no estado.
- Os detentos, ligados a facções do Rio de Janeiro e de São Paulo, são investigados por tráfico de drogas e armas, lavagem de dinheiro, corrupção de menores, mortes violentas e desvio de coletes balísticos do Exército. O secretário da Segurança Pública da Bahia, Marcelo Werner, destacou que a medida reforça a estratégia de segurança pública.
Foto: Divulgação | Polícia Civil
O Governo da Bahia transferiu, nas últimas horas, cinco líderes de facções criminosas para presídios federais de segurança máxima em Porto Velho (RO) e Campo Grande (MS). A operação foi realizada de forma integrada pela Secretaria da Segurança Pública (SSP), Secretaria de Administração Penitenciária e Ressocialização (SEAP), Ministério Público e Secretaria Nacional de Políticas Penais (SENAPPEN). Segundo as informações divulgadas pelas autoridades, os cinco detentos são apontados como integrantes de grupos criminosos envolvidos em tráfico de drogas e armas, mortes violentas, lavagem de dinheiro e corrupção de menores, entre outros crimes. Três deles seriam ligados a uma facção com origem no Rio de Janeiro e, conforme as investigações, teriam tentado implementar em municípios baianos um modelo de domínio territorial semelhante ao adotado por organizações criminosas em estados do Sudeste. Os outros dois presos são apontados como integrantes de um grupo que mantém parceria com uma organização criminosa de São Paulo. De acordo com as autoridades, eles também são investigados por envolvimento com tráfico de drogas e armas, lavagem de dinheiro, corrupção de menores e mortes violentas. As investigações apontam ainda que os dois possuem ligação com o desvio de coletes balísticos do Exército Brasileiro, caso que é apurado pelas forças de segurança da Bahia. A transferência para o sistema penitenciário federal foi realizada em conjunto pelas forças estaduais e federais, com participação da SSP, SEAP, Ministério Público e SENAPPEN. Em declaração divulgada pela SSP, o secretário da Segurança Pública da Bahia, Marcelo Werner, afirmou que a medida faz parte das ações de combate ao crime organizado no estado.
Operação Mercador mira grupo suspeito de comércio ilegal de armas
Operação Mercador mira grupo suspeito de comércio ilegal de armas
Investigação aponta uso de documentos fraudulentos para obtenção de registros de CAC e compra de armamentos.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A Operação Mercador, deflagrada nesta segunda‑feira (28) pela Polícia Civil da Bahia, mira uma organização criminosa que comprava e vendia armas de fogo de forma ilegal usando documentos fraudulentos de Colecionador, Atirador e Caçador (CAC). A ação, coordenada pela DESARME do DRACO com apoio do DENARC, DEIC, DIP e DEPOM, resultou em mandados de prisão e 25 buscas e apreensões em quatro estados: Bahia (Salvador e Lauro de Freitas), Rio de Janeiro (capital e Niterói), Ceará (Fortaleza e Icapuí) e Rio Grande do Sul (Santa Maria).
- As investigações revelaram divisão de tarefas para aquisição, circulação e venda de armamentos, indícios de lavagem de dinheiro e destinação das armas a grupos ligados ao tráfico de drogas e outros crimes violentos. A operação reforça o combate ao tráfico de armas e ao crime organizado no país.
Foto: Divulgação | Polícia Civil
Uma organização criminosa investigada por adquirir e vender ilegalmente armas de fogo é alvo da Operação Mercador, deflagrada nesta segunda-feira (28) pela Polícia Civil da Bahia. Segundo as investigações, o grupo utilizava documentos fraudulentos para obter registros de Colecionador, Atirador e Caçador (CAC) e, dessa forma, comprar armamentos que posteriormente seriam comercializados de forma clandestina. A operação cumpre mandados de prisão e 25 de busca e apreensão em quatro estados. Na Bahia, as diligências ocorrem em Salvador e Lauro de Freitas; no Rio de Janeiro, na capital e em Niterói; no Ceará, em Fortaleza e Icapuí; e no Rio Grande do Sul, em Santa Maria. Conforme a Polícia Civil, a organização possuía uma divisão de tarefas voltada à aquisição, circulação e venda dos armamentos. A investigação também identificou indícios de lavagem de dinheiro relacionada à atividade. Ainda segundo os investigadores, parte das armas teria sido destinada a organizações criminosas envolvidas com o tráfico de drogas e outros crimes violentos. Armamentos relacionados ao esquema também teriam sido apreendidos posteriormente com integrantes de grupos criminosos. A Operação Mercador é coordenada pela Delegacia Especializada em Armas, Munições e Explosivos (DESARME), do Departamento de Repressão e Combate ao Crime Organizado (DRACO), com apoio do DENARC, DEIC, DIP e DEPOM.
Lula defende soberania do Brasil e diz na ONU: “não cabe no quintal de ninguém”
Lula defende soberania do Brasil e diz na ONU: “não cabe no quintal de ninguém”
Presidente afirmou que países da América Latina enfrentam pressões externas e defendeu respeito à autodeterminação dos povos
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O presidente Luiz Inácio Lula da Silva usou a abertura da 81ª Assembleia Geral da ONU para reafirmar a soberania do Brasil e condenar a interferência externa em processos políticos, citando casos na Venezuela, Nicarágua, Haiti e Cuba e alertando sobre tentativas de ingerência em eleições na América Latina e Caribe. Lula destacou a necessidade de integração regional, respeito à autodeterminação dos povos e a importância de parceiros com agenda de desenvolvimento, ao mesmo tempo em que denunciou a divisão do mundo em zonas de influência e o neocolonialismo.
- Além da política externa, o discurso abordou a luta contra a desinformação, especialmente sobre vacinas, e reforçou o apoio à Organização Mundial da Saúde. O presidente também chamou atenção para o negacionismo climático, a necessidade de ação conjunta contra o crime organizado, tráfico de armas e lavagem de dinheiro, apresentando ao Estados Unidos uma proposta de cooperação para proteger as fronteiras brasileiras.
Foto: Reuters /Brendan McDermid
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva defendeu a soberania dos países e criticou o que classificou como interferência externa em processos políticos durante o discurso de abertura da 81ª Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU), nesta terça-feira (22), em Nova York. Ao abordar a situação da América Latina e do Caribe, Lula afirmou que a proximidade da região com grandes potências traz pressões e disse que o Brasil não aceitará interferências em seus assuntos internos. “Na América Latina e Caribe, a proximidade geográfica com a maior potência militar do mundo é inescapável, sobretudo no contexto do recrudescimento de tentações hegemônicas. O Brasil não cabe no quintal de ninguém”, afirmou. O presidente também criticou a ingerência estrangeira em processos eleitorais e citou situações envolvendo Venezuela, Nicarágua, Haiti e Cuba. “Voltamos a presenciar a ingerência externa em processos eleitorais, a divisão do mundo em zonas de influência e investidas neocoloniais com recursos estratégicos constituem gestos anacrônicos”, disse. Lula defendeu a integração entre os países latino-americanos e o respeito à autodeterminação dos povos. “Precisamos de parceiros com uma agenda positiva que fomente o desenvolvimento. Diferenças ideológicas não devem ser obstáculo para uma maior integração entre vizinhos. Os países da região reconheceram os horrores dos regimes de exceção. Percorremos um longo caminho para restaurar a vontade popular”, afirmou. Ao tratar da democracia, Lula declarou que “a democracia está novamente em xeque” e voltou a mencionar a influência externa em processos eleitorais e a divisão do mundo em zonas de influência. O presidente também citou as redes de desinformação e afirmou que o governo brasileiro estará atento a possíveis tentativas de interferência durante a campanha eleitoral. “Não subestimamos o desafio das redes de desinformação que pretendem contaminar o debate público durante a campanha”, disse. Em seguida, afirmou: “Não permitiremos que os inimigos da democracia, internos ou externos, atentem contra a vontade popular. O Brasil continuará sendo um país soberano. Ninguém nos afastará desse caminho”. O discurso também abordou saúde, ciência e mudanças climáticas. Lula criticou a disseminação de informações falsas sobre vacinas e defendeu o fortalecimento da Organização Mundial da Saúde (OMS). “Nunca esqueceremos das milhões de vidas perdidas pelo descaso no enfrentamento à covid-19. Campanhas contra vacinas estão trazendo de volta doenças que julgávamos estar erradicadas. Enfraquecer a Organização Mundial da Saúde (OMS) torna todos mais vulneráveis.” Sobre o clima, o presidente afirmou que o tema perdeu espaço em debates internacionais e defendeu uma nova mobilização contra o negacionismo. “É hora de retomar a ofensiva e impor uma derrota ao negacionismo.” Na área de segurança pública, Lula rejeitou a participação de forças estrangeiras no combate ao crime organizado dentro do território brasileiro e defendeu ações conjuntas entre países para combater o tráfico de armas e a lavagem de dinheiro. “Não vamos transferir a responsabilidade de defender nossas fronteiras e de garantir à população o direito de viver sem medo”, afirmou. O presidente acrescentou: “Não precisamos de porta-aviões vigiando nossas águas; precisamos de cooperação para estancar o fluxo de armas e de dinheiro que abastece o crime organizado”. Segundo Lula, o Brasil apresentou aos Estados Unidos uma proposta de cooperação para combater a lavagem de dinheiro realizada por organizações criminosas brasileiras no exterior. O presidente também afirmou que o país vem ampliando a coordenação entre os estados para enfrentar organizações criminosas. O discurso ocorreu no tradicional início dos debates de alto nível da Assembleia Geral da ONU, função que cabe ao Brasil na abertura do encontro.
Operação Overclean: STF nega busca contra ACM Neto; investigação apura contratos de R$ 80 milhões
Ministro Nunes Marques negou pedido da Polícia Federal, que havia recebido parecer favorável da PGR.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Kassio Nunes Marques, negou o pedido da Polícia Federal (PF) para efetuar buscas contra o candidato à governadoria da Bahia, ACM Neto (União Brasil), no âmbito da décima fase da Operação Overclean. A operação investiga supostas irregularidades em contratos da Secretaria de Educação de Belo Horizonte, que somam mais de R$ 80 milhões, e já cumpriu 24 mandados de busca em seis estados, incluindo Minas Gerais, Bahia e São Paulo.
- A PF apura possíveis fraudes em licitações, organização criminosa e lavagem de dinheiro, envolvendo ACM Neto, o ex‑secretário Bruno Barral e o empresário José Marcos de Moura, conhecido como “Rei do Lixo”. ACM Neto negou qualquer envolvimento, alegando tentativa de interferência eleitoral, enquanto a investigação segue em andamento sem decisão definitiva sobre o mérito das suspeitas.
Foto: Reprodução
O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Kassio Nunes Marques negou um pedido da Polícia Federal (PF) para realizar buscas contra ACM Neto (União Brasil), candidato ao governo da Bahia. A solicitação foi feita no âmbito da décima fase da Operação Overclean, deflagrada nesta quinta-feira (17), que investiga suspeitas de irregularidades em contratos da Secretaria de Educação de Belo Horizonte, em Minas Gerais. A Procuradoria-Geral da República (PGR) havia se manifestado favoravelmente à medida, mas o ministro não autorizou a busca contra o político. A investigação apura possíveis fraudes em contratações realizadas entre 2024 e 2025, envolvendo serviços e materiais didáticos. Segundo a Polícia Federal, pelo menos três procedimentos investigados resultaram em contratos que, somados, ultrapassam R$ 80 milhões. Outros contratos também estão sob apuração. Ao todo, são cumpridos 24 mandados de busca e apreensão em Minas Gerais, Bahia, São Paulo, Tocantins, Paraná e Espírito Santo.De acordo com informações divulgadas pela imprensa, a PF investiga se ACM Neto participou da indicação de Bruno Barral para a Secretaria de Educação de Belo Horizonte com o objetivo de favorecer empresários em licitações públicas. Barral ocupou o cargo durante a gestão do prefeito Fuad Noman e já havia trabalhado com ACM Neto na Prefeitura de Salvador, quando o político baiano administrou a capital entre 2013 e 2020. O ex-secretário está entre os alvos da nova fase da operação. A investigação também alcança o empresário José Marcos de Moura, conhecido como “Rei do Lixo”, e outros empresários. A PF apura possíveis crimes contra a administração pública, fraude em licitações e contratos, organização criminosa e lavagem de dinheiro. As suspeitas ainda estão em investigação e não representam uma condenação. Em manifestação divulgada nesta quinta-feira, ACM Neto negou qualquer relação com os fatos investigados e afirmou que a divulgação do pedido de busca representa uma tentativa de interferência no processo eleitoral. O candidato também declarou que considera as suspeitas infundadas. A negativa do pedido de busca pelo STF não significa, por si só, o encerramento da investigação ou uma decisão definitiva sobre o mérito das suspeitas. A operação segue em andamento, e a Polícia Federal continua apurando os contratos e a possível participação dos investigados.
Nunes Marques nega pedido da PF para fazer buscas contra ACM Neto na Overclean
Nunes Marques nega pedido da PF para fazer buscas contra ACM Neto na Overclean
Candidato ao governo da Bahia foi alvo de solicitação da Polícia Federal no âmbito da 10ª fase da operação, que investiga supostas fraudes em contratos da Educação de Belo Horizonte
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- A Polícia Federal solicitou ao Supremo Tribunal Federal autorização para cumprir 24 mandados de busca e apreensão em diferentes estados, como parte da 10ª fase da Operação Overclean, visando investigar supostas fraudes em contratos da Secretaria Municipal de Educação de Belo Horizonte que ultrapassam R$ 80 milhões. O pedido, que contava com parecer favorável da Procuradoria‑Geral da República, foi recusado pelo ministro Kassio Nunes Marques, relator do caso no STF, gerando grande repercussão no cenário político da Bahia, onde o candidato ACM Neto (União Brasil) também era alvo da investigação.
- A operação amplia o foco para possíveis direcionamentos de licitações de materiais didáticos, envolvendo o ex‑secretário Bruno Barral, e investiga se esquemas semelhantes foram replicados em outras prefeituras do país. Entre os crimes apurados estão fraudes em licitações, organização criminosa, lavagem de dinheiro e outras irregularidades contra a administração pública, ampliando o escopo que inicialmente tratava de contratos de coleta de lixo e desvios de emendas parlamentares na Bahia.
Foto: Valter Pontes | Secom
A Polícia Federal pediu autorização para fazer buscas contra o candidato ao governo da Bahia, ACM Neto (União Brasil), no âmbito da 10ª fase da Operação Overclean, deflagrada nesta quinta-feira (17). O ministro Kassio Nunes Marques, do Supremo Tribunal Federal (STF), que é relator do caso na Corte, porém, negou o pedido. Nesta etapa da operação, a PF cumpre 24 mandados de busca e apreensão em diferentes estados para investigar suspeitas de fraudes em contratos firmados entre 2024 e 2025 pela Secretaria Municipal de Educação de Belo Horizonte. Os contratos sob investigação somam mais de R$ 80 milhões. Investigação em Belo Horizonte - A nova frente apura suspeitas de direcionamento de procedimentos licitatórios para a compra de materiais didáticos na capital mineira. À época, a Secretaria Municipal de Educação era comandada por Bruno Barral, que também é alvo dos mandados cumpridos nesta quinta. Segundo a investigação, Barral teria chegado ao cargo com o aval de ACM Neto. A PF apura ainda se grupos investigados por supostas fraudes na Bahia teriam reproduzido o mesmo tipo de esquema em contratos de diferentes prefeituras pelo país. A investigação aponta possíveis crimes contra a administração pública, fraudes em licitações e contratos, organização criminosa e lavagem de dinheiro. Pedido contra ACM Neto - No curso das apurações, a Polícia Federal solicitou ao STF autorização para realizar buscas relacionadas a ACM Neto. O pedido recebeu parecer favorável da Procuradoria-Geral da República (PGR), mas foi rejeitado por Nunes Marques. A solicitação foi feita pela PF em janeiro, enquanto a manifestação favorável da PGR ocorreu no início de fevereiro, meses antes do período eleitoral. A assessoria do ministro informou que não comentaria a decisão. A Operação Overclean começou investigando suspeitas de fraudes em contratos de coleta de lixo e outros serviços, além de possíveis desvios de emendas parlamentares na Bahia. As apurações posteriormente avançaram para contratos e suspeitas envolvendo outros municípios e áreas de atuação em diferentes estados.
Operação mira organização criminosa e bloqueia mais de R$ 12 milhões em Brumado e região
Mandados são cumpridos em quatro estados; na Bahia, ação inclui Jequié, Vitória da Conquista e Brumado.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- Uma operação conjunta das forças de segurança, denominada Operação Eirene II, foi deflagrada na manhã de 16 de abril para desarticular uma organização criminosa atuante no sudoeste da Bahia, com foco em Jequié e municípios vizinhos. A ação, que contou com mandados em quatro estados (Bahia, São Paulo, Minas Gerais e Goiás), investigou crimes como tráfico de drogas, porte ilegal de armas, homicídios, extorsão e lavagem de dinheiro, e resultou na prisão de suspeitos e no bloqueio de mais de R$ 12 milhões em ativos.
- A operação reuniu a Força Integrada de Combate ao Crime Organizado (FICCO‑BA), as polícias Federal, Militar e Civil, além de unidades regionais e órgãos penitenciários, realizando diligências em cidades como Jequié, Mutuípe, Laje, Vitória da Conquista, Ilhéus, Itapetinga, Serrinha, Salvador e Brumado, reforçando o combate ao crime organizado na região.
Foto: Divulgação | Polícia Civil
Uma operação conjunta das forças de segurança foi deflagrada na manhã desta quarta-feira (16) para desarticular uma organização criminosa com atuação no sudoeste da Bahia, especialmente em Jequié e municípios vizinhos. Batizada de Operação Eirene II, a ação cumpre mandados na Bahia, em São Paulo, Minas Gerais e Goiás. Segundo as investigações, o grupo é suspeito de envolvimento com tráfico de drogas, posse e porte ilegal de armas, homicídios, extorsão e lavagem de dinheiro, entre outros crimes. Na Bahia, as diligências ocorrem em Jequié, Mutuípe, Laje, Vitória da Conquista, Ilhéus, Itapetinga, Serrinha, Salvador e Brumado. A Justiça também autorizou medidas para bloquear mais de R$ 12 milhões em ativos financeiros e bens vinculados aos investigados. A operação reúne a Força Integrada de Combate ao Crime Organizado (FICCO-BA), as polícias Federal, Militar e Civil, além de unidades regionais de segurança e órgãos penitenciários da Bahia e do governo federal.
Flávio Bolsonaro defende fim do sigilo sobre investigação de ‘Dark Horse’: "para mim é muito positivo"
Em coletiva de imprensa em Manaus, o senador afirmou que não recebeu nenhum dinheiro e que o filme foi produzido com recursos privados
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Flávio Bolsonaro (PL) defendeu nesta sexta‑feira (11) a retirada do sigilo das investigações que apuram o financiamento do filme "Dark Horse", cinebiografia de seu pai, o ex‑presidente Jair Bolsonaro. Em entrevista coletiva em Manaus, o senador pediu transparência total, afirmando que a divulgação dos documentos comprovará que não houve irregularidades na produção.
- O caso está sob duas investigações no Supremo Tribunal Federal, incluindo uma conduzida pelo ministro André Mendonça, que analisa a origem e o destino de recursos enviados pelo ex‑banqueiro Daniel Vorcaro. Segundo o The Intercept Brasil, Flávio teria recebido R$ 61 milhões e negociado cerca de R$ 134 milhões para o longa, suscitando suspeitas de lavagem de dinheiro, corrupção e evasão de divisas, embora o senador negue qualquer irregularidade.
Foto: Diego Vara | Reuters
O candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) defendeu nesta sexta-feira (11) a retirada do sigilo das investigações que apuram o financiamento do filme "Dark Horse", cinebiografia sobre seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro. Em entrevista coletiva em Manaus, o senador afirmou que a divulgação dos documentos deve comprovar, segundo ele, que não houve irregularidades na produção. "Para mim é muito positivo, tirar sigilo de tudo, eu quero transparência em tudo, porque vou só confirmar o que eu sempre falei, que não tem justamente nada de errado com relação ao filme, diferente de relações de muita gente do atual governo que tentaram de alguma forma beneficiar o Banco Master", declarou. Investigação no STF - O financiamento de "Dark Horse" é alvo de duas investigações no Supremo Tribunal Federal. Uma delas é relatada pelo ministro André Mendonça e apura a origem e o destino de recursos enviados pelo ex-banqueiro Daniel Vorcaro. O caso também envolve mensagens trocadas entre Vorcaro e Flávio. Segundo material divulgado pelo The Intercept Brasil, Flávio teria recebido R$ 61 milhões de Vorcaro para a produção do filme e negociado cerca de R$ 134 milhões relacionados ao longa. Flávio é formalmente investigado desde julho, por determinação de Mendonça. A Polícia Federal apura se recursos destinados ao projeto podem estar relacionados a crimes como lavagem de dinheiro, corrupção e evasão de divisas. O senador nega irregularidades e afirma que os recursos utilizados na produção tiveram origem em investimentos privados.
TSE manda suspender propaganda de Lula com críticas a Flávio Bolsonaro
TSE manda suspender propaganda de Lula com críticas a Flávio Bolsonaro
Propaganda citava supostos episódios envolvendo o candidato do PL e foi suspensa até o julgamento do mérito do pedido de direito de resposta.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A ministra do Tribunal Superior Eleitoral, Estela Aranha, concedeu liminar que suspende a inserção publicitária da campanha de Luiz Inácio Lula que acusava o candidato à Presidência Flávio Bolsonaro de ser "funcionário fantasma", de envolvimento em lavagem de dinheiro, na chamada "rachadinha" e de ter homenageado líder de grupo de extermínio. A medida foi tomada após pedido de direito de resposta do senador e permanece até que o TSE analise o mérito, com a exigência de comunicar imediatamente as emissoras de TV para cessar a veiculação. A relatora considerou que a propaganda ultrapassou os limites da crítica política ao apresentar acusações descontextualizadas e sem respaldo suficiente, podendo induzir o eleitor a crer que Bolsonaro ainda responde juridicamente pelos fatos, embora a denúncia da "rachadinha" tenha sido arquivada.
Foto: Reprodução
A ministra Estela Aranha, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), determinou a suspensão imediata de uma inserção da campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) que fazia acusações contra o candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL). A decisão é liminar e foi tomada após pedido de direito de resposta apresentado pelo senador. A suspensão vale até que o TSE analise o mérito da ação. Intitulada “Currículo de Flávio Bolsonaro”, a propaganda apresentava uma série de acusações contra o candidato. Entre elas, afirmava que ele teria sido “funcionário fantasma”, teria sido denunciado por lavagem de dinheiro e organização criminosa no caso conhecido como “rachadinha” e teria homenageado um líder de grupo de extermínio no Rio de Janeiro. A peça também fazia referência a uma investigação relacionada ao Banco Master e afirmava que Flávio Bolsonaro teria sido “flagrado pela Polícia Federal pedindo R$ 134 milhões”. O conteúdo chegou a ser divulgado nas redes sociais pelo secretário nacional de Comunicação do PT, Éden Valadares, ex-presidente do partido na Bahia. A publicação foi posteriormente retirada da rede social X em cumprimento à decisão judicial. Ao analisar o pedido, Estela Aranha entendeu, em uma avaliação preliminar, que a propaganda ultrapassou os limites da crítica política. Para a ministra, o material associava Flávio Bolsonaro a organizações criminosas a partir de informações apresentadas de maneira descontextualizada e sem respaldo suficiente na própria peça publicitária. A relatora destacou que fatos relacionados à vida pública de candidatos podem ser explorados durante uma campanha eleitoral. No entanto, segundo ela, a apresentação dessas informações precisa respeitar a situação jurídica atual dos envolvidos. Um dos pontos citados na decisão foi a referência ao caso da chamada “rachadinha”. A ministra observou que a denúncia relacionada ao episódio foi posteriormente arquivada. Na avaliação dela, a forma como o assunto foi apresentado poderia levar o eleitor a interpretar que Flávio Bolsonaro ainda responde atualmente àquelas acusações. Outro fator considerado pela magistrada foi o formato utilizado na propaganda. O material apresentava as acusações como se fizessem parte de um currículo profissional, recurso que, segundo a decisão, poderia conferir aparência documental às afirmações. Para Estela Aranha, a combinação de textos, imagens e narração aumentou o potencial de impacto da peça e poderia transmitir ao eleitorado uma percepção incompatível com a situação jurídica atual do candidato. A decisão ressalva que a Justiça Eleitoral não busca impedir críticas ou o debate político durante a campanha. O entendimento, porém, é de que informações falsas, imprecisas ou gravemente descontextualizadas não podem ser utilizadas para influenciar a escolha dos eleitores. Com a liminar, Lula e a coligação “Brasil Pronto Pra Mais” ficam impedidos de veicular novamente a inserção até uma nova decisão no processo. A ministra também determinou que o pool de emissoras de televisão seja comunicado imediatamente para cumprir a suspensão. A decisão ainda será submetida à análise definitiva da Justiça Eleitoral.
Polícia Federal apreende R$ 510 mil em espécie com advogada em Congonhas
Polícia Federal apreende R$ 510 mil em espécie com advogada em Congonhas
Polícia Federal apura a procedência dos recursos e não descarta investigar lavagem de dinheiro.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A Polícia Federal (PF) investigou a origem de R$510 mil encontrados na bagagem da advogada Valéria Rodrigues Linhares, ex-candidata a deputada distrital pelo PSD, durante uma fiscalização no Aeroporto de Congonhas, em São Paulo. A passageira havia declarado transportar R$400 mil, mas os agentes descobriram R$510 mil em espécie, sem documentação que comprovasse a origem dos recursos, resultando na apreensão do dinheiro e na sua detenção para esclarecimentos.
- O inquérito, aberto pela PF, visa apurar a procedência da quantia e pode incluir crimes como evasão de divisas e lavagem de dinheiro, caso sejam identificados indícios. Valéria afirmou que os valores estão declarados no Imposto de Renda e se comprometeu a apresentar a documentação comprobatória em até 48 horas. Ela foi candidata a deputada distrital pelo PSD nas eleições de 2018, recebendo 1.904 votos, e permanece filiada ao partido.
Foto: Polícia Federal
A Polícia Federal (PF) investiga a origem de R$ 510 mil em dinheiro apreendidos na bagagem da advogada Valéria Rodrigues Linhares, ex-candidata a deputada distrital pelo PSD no Distrito Federal. A apreensão ocorreu na última terça-feira (25), durante uma fiscalização no Aeroporto de Congonhas, em São Paulo. Segundo a PF, Valéria embarcaria para Brasília e informou inicialmente que transportava R$ 400 mil. Durante a conferência da bagagem, os agentes encontraram R$ 510 mil em espécie. Como a passageira não apresentou documentação que comprovasse a origem dos recursos no momento da abordagem, o dinheiro foi apreendido e ela foi levada para prestar esclarecimentos. A Polícia Federal instaurou um inquérito para apurar a procedência da quantia e informou que também poderá investigar a existência de crimes como evasão de divisas e lavagem de dinheiro, caso sejam identificados indícios. Durante o depoimento, a advogada afirmou que os valores estão declarados no Imposto de Renda e se comprometeu a apresentar a documentação comprobatória no prazo de 48 horas. Valéria Rodrigues Linhares foi candidata a deputada distrital pelo PSD nas eleições de 2018, quando recebeu 1.904 votos, e permanece filiada ao partido.
Operação Véu de Areia bloqueia R$ 49,6 milhões e mira facção com atuação em cinco estados
Segundo a Polícia Civil, uma das lideranças continuava comandando parte das atividades criminosas mesmo presa no sistema penitenciário.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A Polícia Civil da Bahia lançou, nesta quinta-feira (20), a Operação Véu de Areia para desarticular uma organização criminosa envolvida em tráfico de drogas e lavagem de dinheiro, com mandados de prisão preventiva e de busca e apreensão em cinco estados: Bahia, São Paulo, Rio de Janeiro, Paraná e Pará.
- A ação resultou em diversas prisões, bloqueio, sequestro e indisponibilidade de bens e valores que somam R$ 49,6 milhões, atingindo o patrimônio do grupo. As investigações revelam uma estrutura hierarquizada, divisão de funções e atuação interestadual, com empresas, contas bancárias e pessoas usadas para ocultar e movimentar recursos ilícitos, além de evidências de que a liderança continuou comandando atividades criminosas mesmo no sistema penitenciário.
Foto: Divulgação | Polícia Civil
A Polícia Civil da Bahia deflagrou, nesta quinta-feira (20), a Operação Véu de Areia para desarticular uma organização criminosa investigada por tráfico de drogas e lavagem de dinheiro. A ação cumpre mandados de prisão preventiva e de busca e apreensão na Bahia, São Paulo, Rio de Janeiro, Paraná e Pará. Além das prisões, a Justiça determinou o bloqueio, sequestro e indisponibilidade de bens e valores que somam R$ 49,6 milhões, atingindo o patrimônio do grupo criminoso. As investigações do Draco apontam que a organização possui estrutura hierarquizada, divisão de funções e atuação interestadual. Os policiais identificaram empresas, contas bancárias e pessoas utilizadas para ocultar e movimentar recursos de origem ilícita, além de transações incompatíveis com a renda declarada dos investigados. Segundo a Polícia Civil, uma das lideranças continuava comandando parte das atividades criminosas mesmo presa no sistema penitenciário, por meio de integrantes e pessoas de confiança. A operação integra a Rede Nacional de Unidades Especializadas de Enfrentamento das Organizações Criminosas (Renorcrim) e conta com o apoio de unidades especializadas da Polícia Civil da Bahia e das polícias civis de São Paulo, Rio de Janeiro, Paraná e Pará.
Operação da PF prende 13 suspeitos de tráfico de maconha na Bahia, Pernambuco e Alagoas
Justiça autorizou prisões, buscas, bloqueio de contas e o sequestro de cinco imóveis.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Treze pessoas foram presas na manhã desta terça-feira (18) durante a Operação Colheita Proibida, deflagrada pela Polícia Federal (PF) para combater uma organização criminosa suspeita de atuar no cultivo, beneficiamento, transporte e distribuição interestadual de maconha. A ação ocorreu na Bahia, Pernambuco e Alagoas, cumprindo 13 mandados de prisão e 12 de busca e apreensão, além do sequestro de cinco imóveis e bloqueio de até R$ 50 milhões em contas bancárias ligadas a 36 pessoas físicas e jurídicas.
- A investigação revelou duas plantações de maconha, uma em Caraúbas, Paraíba, e outra em Águas Belas, Pernambuco, ambas destruídas. A PF indica que o grupo também opera em outros estados do Nordeste e Minas Gerais, podendo responder por organização criminosa, financiamento do cultivo ilegal, tráfico de drogas, associação para o tráfico e lavagem de dinheiro, com apoio de equipes da Cipe Caatinga, Cipe Sudoeste, CPR-L, Bepi, COPES-Caatinga e 1ª Companhia Independente da Polícia Militar de Belém do São Francisco (PE).
Foto: Divulgação | Polícia Civil
Treze pessoas foram presas na manhã desta terça-feira (18) durante a Operação Colheita Proibida, deflagrada pela Polícia Federal (PF) para combater uma organização criminosa suspeita de atuar no cultivo, beneficiamento, transporte e distribuição interestadual de maconha. A ação ocorreu na Bahia, Pernambuco e Alagoas. A operação cumpriu 13 mandados de prisão e 12 de busca e apreensão, expedidos pela 1ª Vara Criminal de Juazeiro, no norte da Bahia. A Justiça também determinou o sequestro de cinco imóveis e o bloqueio de até R$ 50 milhões em contas bancárias ligadas a 36 pessoas físicas e jurídicas. Segundo a Polícia Federal, as investigações identificaram duas plantações de maconha, posteriormente destruídas. A primeira foi localizada em fevereiro deste ano, no município de Caraúbas, na Paraíba. A segunda foi encontrada em maio, em Águas Belas, no Agreste de Pernambuco. De acordo com a PF, as apurações indicam que o grupo criminoso também mantinha atuação em outros estados do Nordeste e em Minas Gerais. Os investigados poderão responder por organização criminosa, financiamento do cultivo ilegal de maconha, tráfico de drogas, associação para o tráfico e lavagem de dinheiro. A Operação Colheita Proibida contou com o apoio de equipes da Cipe Caatinga, Cipe Sudoeste e CPR-L, da Bahia, além do Bepi de Pernambuco, da COPES-Caatinga de Alagoas e da 1ª Companhia Independente da Polícia Militar de Belém do São Francisco (PE).
PF deflagra operação contra esquema de corrupção e desvio de recursos públicos na Bahia
Ação cumpre 33 mandados de busca em oito cidades e investiga fraudes em contratos da prefeitura de Gongogi
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A Polícia Federal desencadeou a Operação Severus, uma nova fase da investigação que apura um esquema de corrupção e fraude em licitações no município de Gongogi, na Bahia. A operação é realizada em parceria com a Controladoria-Geral da União (CGU) e envolve a busca e apreensão de documentos, celulares e dinheiro.
- A investigação aponta a existência de uma organização criminosa estruturada dentro da administração municipal, envolvendo servidores públicos e pessoas de fora da prefeitura. A Polícia Federal e a CGU estão analisando a movimentação financeira dos valores desviados e podem adotar novas medidas à medida que as apurações avançam.
Foto: Divulgação | Policia Federal
A Polícia Federal desencadeou, nesta quinta‑feira (13), a Operação Severus, nova fase da investigação que apura um suposto esquema de corrupção, fraudes em licitações e desvio de recursos públicos no município de Gongogi, no sul da Bahia. A ação é realizada em parceria com a Controladoria‑Geral da União (CGU). Foram autorizados 33 mandados de busca e apreensão pelo Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1). As equipes cumprem as ordens em Gongogi, Itabuna, Ilhéus, Dário Meira, Ipiaú, Ibicaraí, Valença e Eunápolis, onde policiais federais e auditores da CGU atuam de forma conjunta. Segundo a PF, a investigação aponta a existência de uma organização criminosa estruturada dentro da administração municipal, envolvendo servidores públicos e pessoas de fora da prefeitura. O grupo é suspeito de manipular licitações, criar processos administrativos fictícios, usar documentos falsificados e autorizar pagamentos por serviços que não teriam sido executados ou foram entregues apenas parcialmente. A apuração também analisa a movimentação financeira dos valores desviados. De acordo com os investigadores, o dinheiro teria circulado por meio de empresas e intermediários usados para ocultar a origem dos recursos, caracterizando possível lavagem de dinheiro. A decisão judicial permite a apreensão de documentos, celulares, computadores, dinheiro em espécie, joias e veículos ligados aos investigados. Também foram determinadas medidas de bloqueio de bens e valores, incluindo imóveis e automóveis, até o limite de R$ 2 milhões. Todo o material recolhido será analisado pela Polícia Federal e pela CGU. A PF informou que a investigação continua e novas medidas podem ser adotadas conforme o avanço das apurações.
Polícia Federal faz nova fase da Operação Sem Desconto e mira familiares de senador
Familiares do senador Weverton Rocha e um advogado estão entre os alvos da nova etapa da investigação.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A Polícia Federal deflagrou uma nova fase da Operação Sem Desconto para investigar um esquema de fraudes envolvendo descontos associativos não autorizados em benefícios de aposentados e pensionistas do Instituto Nacional do Seguro Social. A investigação apura suspeitas de fraude, lavagem de dinheiro e movimentações financeiras consideradas irregulares.
- Alvos da nova etapa da operação incluem familiares do senador Weverton Rocha e o advogado Willer Tomaz. A PF também investiga a ligação do senador com pessoas investigadas no esquema e se ele teria dado apoio político a um dos principais investigados, conhecido como 'Careca do INSS'.
Foto: Divulgação | PF
A Polícia Federal deflagrou uma nova fase da Operação Sem Desconto, que investiga um suposto esquema de fraudes envolvendo descontos associativos não autorizados em benefícios de aposentados e pensionistas do Instituto Nacional do Seguro Social. Entre os alvos desta etapa estão familiares do senador Weverton Rocha e o advogado Willer Tomaz. Segundo a investigação, entidades associativas realizavam cobranças diretamente nos benefícios previdenciários sem autorização dos segurados. A Polícia Federal apura suspeitas de fraude, lavagem de dinheiro e movimentações financeiras consideradas irregulares. De acordo com os investigadores, Weverton Rocha já havia sido citado em fases anteriores da operação por suposta ligação com pessoas investigadas. A PF também apura se o parlamentar teria dado apoio político a Antônio Carlos Camilo Antunes, conhecido como "Careca do INSS", apontado como um dos principais investigados no esquema. O senador nega qualquer irregularidade. A Operação Sem Desconto é conduzida em parceria entre a Polícia Federal e a Controladoria-Geral da União e investiga suspeitas de desvios bilionários envolvendo descontos indevidos em aposentadorias e pensões entre 2019 e 2024. Nas fases anteriores, empresários, dirigentes de entidades associativas e ex-servidores do INSS também foram alvo das investigações. Agora, a PF analisa os materiais apreendidos para identificar o destino dos recursos, localizar possíveis beneficiários e aprofundar a apuração sobre a atuação dos envolvidos. As investigações seguem em andamento e, até o momento, não há decisão judicial definitiva sobre a responsabilidade dos investigados. Todos os citados têm direito à ampla defesa e ao contraditório durante o processo.
PF marca depoimento de Jaques Wagner para 7 de agosto em investigação sobre o Master
Senador baiano será ouvido sobre suspeitas de recebimento de vantagens indevidas; parlamentar nega irregularidades
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O senador Jaques Wagner (PT-BA) foi intimado pela Polícia Federal (PF) para prestar depoimento sobre supostas vantagens indevidas ligadas ao Banco Master. A PF investiga um esquema de corrupção, lavagem de dinheiro e fraudes financeiras envolvendo o banco e seu controlador, Daniel Vorcaro.
- A investigação indica que Wagner pode ter recebido benefícios por intermédio de familiares, pessoas de confiança e empresas ligadas ao grupo econômico investigado. O senador nega qualquer irregularidade e afirma que pretendia presentear a filha com um apartamento de R$ 2,45 milhões, que teria sido custeado pelo empresário Augusto Ferreira Lima.
Foto: Marcos Oliveira | Sudoeste Bahia
A Polícia Federal (PF) intimou o senador Jaques Wagner (PT-BA) para prestar depoimento no próximo 7 de agosto no inquérito que investiga o suposto recebimento de vantagens indevidas ligadas ao Banco Master. O parlamentar nega qualquer irregularidade. O depoimento faz parte da investigação conduzida pela PF sobre um possível esquema de corrupção, lavagem de dinheiro e fraudes financeiras envolvendo o banco e seu controlador, Daniel Vorcaro. Segundo os investigadores, há indícios de que Wagner teria recebido benefícios por intermédio de familiares, pessoas de confiança e empresas ligadas ao grupo econômico investigado. No dia 18 de junho, o senador foi alvo de mandados de busca e apreensão durante uma fase da Operação Compliance Zero, autorizada pelo ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF). Além das buscas, a decisão impôs uma restrição às atividades econômicas do parlamentar. A PF apura um possível vínculo entre o entorno familiar de Jaques Wagner e empresas relacionadas ao Banco Master. De acordo com a investigação, o empresário Augusto Ferreira Lima, ex-sócio do banco, seria responsável por operacionalizar benefícios destinados ao senador. Entre os fatos investigados está a negociação de um apartamento de R$ 2,45 milhões, em Salvador. Segundo a PF, Wagner encaminhou a Augusto o contato do gerente da construtora, informando a unidade e o valor do imóvel: "A unidade é a 1702 e o preço é 2,45 mi". Os investigadores suspeitam que a compra tenha sido custeada pelo empresário. Em entrevista à BandNews, Jaques Wagner afirmou que pretendia presentear a filha com o apartamento e explicou que, como não tinha recursos suficientes no momento, faria posteriormente a recompra do imóvel enquanto ele ainda estava em construção. Além da negociação do apartamento, a Polícia Federal aponta pagamentos a uma empresa pertencente à nora do senador e a compra de ingressos para um show no exterior como possíveis contrapartidas pelos supostos favorecimentos ao grupo econômico investigado. Na decisão que autorizou a operação, André Mendonça afirmou que a PF identificou elementos que indicam o "recebimento de vantagens econômicas indevidas pelo parlamentar, direta ou indiretamente", por meio de familiares, pessoas de confiança e estruturas societárias vinculadas ao Banco Master. Após a deflagração da operação, o petista deixou a liderança do governo Lula no Senado. Segundo aliados, a decisão teve como objetivo permitir que o parlamentar concentrasse esforços em sua defesa e evitar desgaste político ao Palácio do Planalto durante o período pré-eleitoral.
Operação mira grupo suspeito de fraudes que geraram prejuízo superior a R$ 424 mil à Caixa na Bahia
Investigação aponta prejuízo superior a R$ 424 mil com uso de documentos falsos para abertura de contas e contratação de empréstimos
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A Polícia Federal e o Ministério Público da Bahia deflagraram a Operação Versão Brasileira para combater um grupo suspeito de utilizar identidades de terceiros para abrir contas bancárias e contratar empréstimos fraudulentos na Caixa Econômica Federal. De acordo com as investigações, o esquema causou um prejuízo superior a R$ 424 mil.
- A operação cumpriu um mandado de prisão e três mandados de busca e apreensão, incluindo a identificação de ao menos cinco contas abertas com documentos falsos e utilizadas para a obtenção fraudulenta de empréstimos. Os investigadores suspeitam que parte dos recursos obtidos ilegalmente foi convertida em moeda estrangeira por meio de corretoras de câmbio, reforçando os indícios da prática de lavagem de dinheiro e de crimes contra o sistema financeiro nacional.
Foto: Marcos Oliveira | Sudoeste Bahia
Um grupo suspeito de utilizar identidades de terceiros para abrir contas bancárias e contratar empréstimos fraudulentos na Caixa Econômica Federal é alvo da Operação Versão Brasileira, deflagrada na manhã desta quinta-feira (16) pela Polícia Federal e pelo Ministério Público da Bahia (MP-BA). De acordo com as investigações, o esquema causou um prejuízo superior a R$ 424 mil. A operação cumpriu um mandado de prisão e três mandados de busca e apreensão. A ordem de prisão foi executada contra um homem que já estava custodiado no Conjunto Penal de Feira de Santana. Já as buscas ocorreram em endereços de três investigados, em Salvador. Segundo o MP, o grupo utilizava documentos falsificados e dados de terceiros para abrir contas em agências da Caixa. Em seguida, os suspeitos contratavam empréstimos consignados em nome das vítimas e movimentavam os valores por meio de transferências eletrônicas, contas de passagem e operações de câmbio, com o objetivo de dificultar o rastreamento do dinheiro. As investigações, realizadas com apoio da Centralizadora Nacional de Inteligência de Segurança (CESED) da Caixa Econômica Federal, identificaram ao menos cinco contas abertas com documentos falsos e utilizadas para a obtenção fraudulenta de empréstimos. Ainda conforme os investigadores, parte dos recursos obtidos ilegalmente foi convertida em moeda estrangeira por meio de corretoras de câmbio, o que reforça os indícios da prática de lavagem de dinheiro e de crimes contra o sistema financeiro nacional. A identificação dos envolvidos foi possível por meio de análises bancárias, perícias biométricas e exames de comparação facial, que apontaram os suspeitos responsáveis pelo uso das identidades falsas, pela movimentação das contas e pelas operações destinadas a ocultar a origem dos recursos. De acordo com o MP, o nome da operação faz referência ao método utilizado pelos investigados, que criavam uma espécie de identidade paralela das vítimas ao utilizar documentos adulterados, fotografias e dados verdadeiros para se passar pelos titulares das contas. Os investigados poderão responder, conforme a participação de cada um, pelos crimes de estelionato contra instituição financeira, associação criminosa, lavagem de dinheiro e crimes contra o sistema financeiro nacional.
Polícia Civil deflagra operação contra organizações criminosas em Vitória da Conquista e outros cinco estados
Ação cumpre mandados de prisão, busca e bloqueio de bens
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- A Polícia Civil da Bahia realizou uma operação integrada contra organizações criminosas atuantes no estado e outros cinco estados brasileiros, em Vitória da Conquista e outras cidades baianas. A ação faz parte de cinco operações paralelas, que investigam grupos envolvidos com tráfico, homicídio, fraude, furtos, roubos e lavagem de dinheiro.
- Foram cumpridos 33 mandados de prisão e 52 de busca e apreensão, além de medidas patrimoniais que bloqueiam R$ 110 milhões e apreendem bens ligados às investigações.
Foto: Divulgação | Polícia Civil
Vitória da Conquista foi alvo, na manhã desta quinta‑feira (16), de uma operação integrada da Polícia Civil da Bahia contra organizações criminosas com atuação no estado e em outros cinco estados brasileiros. Segundo a corporação, cerca de 240 policiais participam da ofensiva, distribuídos em mais de 60 equipes. As ações fazem parte das operações Protetor das Divisas, Fronteira Final, Vita, Ludus e Narciso, que investigam grupos envolvidos com tráfico de drogas, homicídios, fraudes eletrônicas, furtos, roubos, extorsão mediante sequestro, lavagem de dinheiro e comércio ilegal de medicamentos. Além de Vitória da Conquista, as diligências ocorrem em Salvador, Barreiras, Juazeiro, Ilhéus, Itabuna e Jequié. Fora da Bahia, as equipes atuam em Pernambuco, Espírito Santo, Rio de Janeiro, São Paulo e Santa Catarina. A Polícia Civil informou que estão sendo cumpridos 33 mandados de prisão preventiva e 52 mandados de busca e apreensão, além de medidas patrimoniais que incluem bloqueio judicial de até R$ 110 milhões e apreensão de bens ligados às investigações. A ofensiva integra a estratégia de enfrentamento ao crime organizado, especialmente grupos com atuação interestadual ou que tentam expandir atividades para a Bahia. O balanço das ações será divulgado ao longo do dia.
Fachin diz que apostas clandestinas financiam organizações criminosas
Fachin diz que apostas clandestinas financiam organizações criminosas
Presidente do STF afirmou que plataformas clandestinas são usadas para lavagem de dinheiro e outras atividades criminosas.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- O presidente do STF, Edson Fachin, alertou sobre o uso de plataformas clandestinas de apostas esportivas por organizações criminosas no Brasil. Ele afirmou que isso facilita a lavagem de dinheiro, criação de empresas de fachada e integração com outras modalidades criminosas. O mercado clandestino de apostas pode fortalecer facções criminosas e ter uma forte dimensão transnacional.
- O encontro da Rede Nacional de Magistrados com Competência em Criminalidade Organizada discutiu estratégias de combate às organizações criminosas e aperfeiçoamento da atuação do Poder Judiciário.
Foto: Antonio Augusto | STF
O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) e do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), ministro Edson Fachin, afirmou nesta terça-feira (14) que plataformas clandestinas de apostas esportivas têm sido utilizadas por organizações criminosas para a prática de diversos crimes no Brasil. A declaração foi feita durante o primeiro encontro da Rede Nacional de Magistrados com Competência em Criminalidade Organizada. Ao abordar os desafios no combate ao crime organizado, Fachin destacou que o mercado ilegal de apostas eletrônicas se tornou um instrumento para movimentação de recursos ilícitos e fortalecimento de facções criminosas. "Um exemplo elucidativo dessa complexidade crescente é a relação entre o crime organizado e o mercado de apostas eletrônicas. As plataformas clandestinas são utilizadas como instrumento de organizações criminosas", afirmou o ministro. Segundo o presidente do STF, o uso dessas plataformas favorece uma série de práticas ilegais, entre elas a lavagem de dinheiro, a criação de empresas de fachada e a integração com outras modalidades criminosas. "O mercado clandestino de apostas favorece práticas como lavagem de dinheiro, formação de estruturas empresariais aparentemente lícitas, integração com outras atividades ilícitas, tráfico, contrabando, corrupção, além de apresentarem forte dimensão transnacional", declarou Fachin. O encontro reuniu magistrados especializados no enfrentamento ao crime organizado para discutir estratégias de combate às organizações criminosas e aperfeiçoar a atuação do Poder Judiciário diante do avanço de crimes financeiros e transnacionais. Nos últimos anos, o crescimento do mercado de apostas esportivas no Brasil tem ampliado o debate sobre fiscalização, regulamentação e combate às operações ilegais, especialmente diante das suspeitas de utilização dessas plataformas para ocultação de recursos provenientes de atividades criminosas.
Polícia apreende carro de luxo em operação contra fraudes em Jequié
Polícia apreende carro de luxo em operação contra fraudes em Jequié
Polícia Civil suspeita que investigados tentaram transferir a propriedade do automóvel para impedir o cumprimento de uma decisão judicial.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A Polícia Civil da Bahia apreendeu um veículo avaliado em mais de R$ 90 mil no bairro Jequiezinho, em Jequié, durante a segunda fase da Operação Máscara. A ação faz parte de uma investigação que apura crimes de estelionato, lavagem de dinheiro, associação criminosa e corrupção de menores, apontando que o automóvel foi adquirido com recursos de origem ilícita para manter o alto padrão de vida dos líderes do grupo.
- Durante a execução do mandado de busca, os policiais descobriram que a propriedade do veículo havia sido transferida recentemente para um terceiro, indicando uma tentativa de obstrução de Justiça após suposto vazamento da decisão judicial. Conduzida pela Delegacia de Repressão a Furtos e Roubos (DRFR) de Jequié, a operação já havia prendido cinco suspeitos na primeira fase e agora segue investigando a movimentação financeira e o patrimônio da organização criminosa.
Foto: Divulgação | Polícia Civil
Um veículo avaliado em mais de R$ 90 mil foi apreendido pela Polícia Civil da Bahia durante a segunda fase da Operação Máscara, realizada na manhã da última sexta-feira (3), no bairro Jequiezinho, em Jequié, no sudoeste do estado. A ação integra uma investigação que apura crimes de estelionato, associação criminosa, corrupção de menores, lavagem de dinheiro e possível obstrução de Justiça. Segundo a Polícia Civil, o automóvel seria um dos bens adquiridos com recursos provenientes das atividades criminosas investigadas. Conforme o inquérito, os lucros obtidos pelo grupo eram divididos entre os líderes da organização, que mantinham um elevado padrão de vida por meio da compra de imóveis, veículos e outros bens de alto valor. Durante o cumprimento do mandado de busca e apreensão, os investigadores constataram que a propriedade do veículo havia sido transferida para uma terceira pessoa pouco antes da ação policial. De acordo com a investigação, há indícios de que os envolvidos tinham conhecimento da decisão judicial e realizaram a transferência do automóvel na tentativa de impedir a apreensão do bem. Diante da suspeita, a Polícia Civil passou a apurar também a possível prática do crime de obstrução de Justiça, sem prejuízo da responsabilização criminal dos demais investigados pelos delitos já apurados. O veículo foi localizado, apreendido e encaminhado para a unidade policial, onde será submetido à perícia. O objetivo é reunir elementos que possam reforçar as investigações sobre a origem do patrimônio e sua eventual ligação com o esquema criminoso. A Operação Máscara é conduzida pela Delegacia de Repressão a Furtos e Roubos (DRFR) de Jequié. Na primeira fase da investigação, cinco pessoas foram presas, entre elas duas mulheres e três homens, suspeitos de integrar a organização criminosa. As investigações continuam para identificar outros envolvidos, rastrear o patrimônio do grupo e aprofundar as apurações sobre a movimentação financeira dos investigados.
Operação Havana desarticula grupo e prende líder em Conquista
Operação Havana desarticula grupo e prende líder em Conquista
Operação apreendeu armas, drogas, dinheiro, cheques, veículos e equipamentos eletrônicos utilizados nas investigações.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- A Polícia Civil da Bahia deflagrou, nesta quarta-feira (1º), a Operação Havana, com o objetivo de desarticular uma organização criminosa investigada por atuar no comércio clandestino de cigarros eletrônicos e na prática de estelionato. A ação ocorreu em Vitória da Conquista, Anagé e Tremedal, resultando na prisão em flagrante de um homem de 42 anos, apontado como líder do grupo, e no cumprimento de 12 mandados de busca e apreensão.
- As investigações, iniciadas no fim de 2025, indicam que os cigarros eletrônicos eram introduzidos ilegalmente do Paraguai e há indícios de envolvimento da organização em crimes como falsificação de documentos, tráfico de drogas, associação criminosa armada e lavagem de dinheiro. No local onde o líder foi detido, foram apreendidos munições, mais de R$ 500 mil em cheques, um veículo de luxo, diversas armas de fogo e drogas. O suspeito foi autuado e as investigações prosseguem para identificar outros envolvidos.
Foto: Divulgação | Polícia Civil
A Polícia Civil da Bahia deflagrou, nesta quarta-feira (1º), a Operação Havana para desarticular uma organização criminosa investigada por atuar no comércio clandestino de cigarros eletrônicos e na prática de estelionato em Vitória da Conquista e municípios da região. Um homem de 42 anos, apontado como líder do grupo, foi preso em flagrante. Ao todo, foram cumpridos 12 mandados de busca e apreensão em imóveis residenciais e comerciais localizados em Vitória da Conquista, Anagé e Tremedal. As investigações tiveram início no fim de 2025 e apontam que os cigarros eletrônicos vendidos pelo grupo eram introduzidos ilegalmente no país a partir do Paraguai. Segundo a Polícia Civil, também há indícios da participação da organização em crimes de falsificação de documentos, tráfico de drogas, associação criminosa armada, lavagem de dinheiro, posse ilegal de armas de fogo e estelionato. O investigado foi localizado em uma residência no bairro Ibirapuera, em Vitória da Conquista. No imóvel, os policiais apreenderam munições, mais de R$ 500 mil em cheques e um veículo de luxo. Durante a operação, também foram encontrados uma pistola calibre 9 milímetros, uma pistola calibre .22, dois rifles calibre .22, duas espingardas calibre .22, uma espingarda calibre 12, uma espingarda calibre .38, além de uma arma com numeração suprimida, duas armas de ar comprimido e cerca de 500 munições de diversos calibres sem registro. As equipes ainda apreenderam aproximadamente R$ 20 mil em dinheiro, cigarros eletrônicos e convencionais, porções de ecstasy, celulares, notebooks e documentos que serão periciados. O suspeito foi autuado em flagrante por posse ilegal de arma de fogo de uso restrito, posse ilegal de arma de fogo de uso permitido, tráfico de drogas e falsificação de documentos. As investigações continuam para identificar outros envolvidos e aprofundar a apuração sobre a atuação da organização criminosa.
Homem é flagrado com R$ 700 mil em espécie em Porto Seguro
Homem é flagrado com R$ 700 mil em espécie em Porto Seguro
Investigação aponta indícios de ocultação de recursos; dinheiro foi encontrado com suspeito em Porto Seguro.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- A Polícia Federal (PF) prendeu um homem suspeito de envolvimento com lavagem de dinheiro em Porto Seguro, na Bahia. Durante a ação, os agentes apreenderam R$ 700 mil em espécie. A prisão ocorreu em decorrência de uma investigação que apura a movimentação de recursos financeiros de origem não identificada, com indícios de ocultação e dissimulação de valores.
- O montante encontrado com o suspeito teria sido sacado pouco antes da abordagem e apresenta compatibilidade com operações financeiras que já estavam sendo monitoradas pela corporação. As investigações continuam com o objetivo de identificar possíveis envolvidos no esquema e esclarecer a origem e o destino dos recursos apreendidos.
Foto: Divulgação | Polícia Federal
Um homem suspeito de envolvimento com lavagem de dinheiro foi preso em flagrante pela Polícia Federal (PF) nesta segunda-feira (22), em Porto Seguro, no extremo sul da Bahia. Durante a ação, os agentes apreenderam R$ 700 mil em espécie. Segundo a PF, a prisão ocorreu no âmbito de uma investigação que apura a movimentação de recursos financeiros de origem não identificada, com indícios de ocultação e dissimulação de valores. O nome do investigado não foi divulgado. De acordo com as apurações, o montante encontrado com o suspeito teria sido sacado pouco antes da abordagem e apresenta compatibilidade com operações financeiras que já estavam sendo monitoradas pela corporação. Imagens divulgadas pela Polícia Federal mostram o dinheiro organizado em diversos pacotes, compostos por notas de R$ 100 e R$ 200. Após a prisão em flagrante, o homem foi encaminhado para a Delegacia da Polícia Federal em Porto Seguro, onde foi autuado e permanece à disposição da Justiça. Em nota, a PF informou que as investigações continuam com o objetivo de identificar possíveis envolvidos no esquema e esclarecer a origem e o destino dos recursos apreendidos. A corporação não revelou detalhes adicionais sobre a investigação para não comprometer o andamento das diligências em curso.
PF aponta mensagens entre Jaques Wagner e investigado do Banco Master: "você faz parte disso"
Operação apura suposto favorecimento ao Banco Master e suspeitas de repasses milionários ligados a familiares do senador.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- A Polícia Federal identificou mensagens trocadas entre o senador Jaques Wagner (PT-BA) e o empresário Augusto Lima, revelando suspeitas de irregularidades envolvendo o Banco Master. Agentes da PF cumpriram mandados de busca e apreensão contra Wagner e Augusto Lima, após encontrar diálogos durante a Operação Compliance Zero.
- A investigação apura suspeitas de irregularidades, including vantagens indevidas e lavagem de dinheiro. A PF suspeita que famílias do senador receberam R$ 3,5 milhões e que um imóvel de luxo em Salvador avaliado em R$ 2,5 milhões foi utilizado como contrapartida por favorecimentos.
Augusto Lima, um dos investigados, teria trocado mensagens com Jaques Wagner - Foto: Reproduçã
A Polícia Federal identificou mensagens trocadas entre o senador Jaques Wagner (PT-BA) e o empresário Augusto Lima, ex-sócio de Daniel Vorcaro, controlador do Banco Master. Os diálogos foram encontrados durante a investigação da Operação Compliance Zero, que apura suspeitas de irregularidades envolvendo a instituição financeira. Nesta quinta-feira (18), agentes da PF cumpriram mandados de busca e apreensão contra Wagner e Augusto Lima. Segundo os investigadores, as conversas indicam que o senador atuava como um interlocutor relevante em temas de interesse do Banco Master, especialmente durante as negociações para a venda da instituição ao Banco de Brasília (BRB). De acordo com a investigação, em março de 2025 Augusto detalhou ao parlamentar aspectos da operação. Em uma das mensagens, o empresário afirmou: "Você mais do que ninguém sabe da minha história e faz parte disso!!". A Polícia Federal sustenta que Wagner acompanhava de perto as articulações relacionadas ao negócio. A tentativa de aquisição do Banco Master pelo BRB, conhecida como "Projeto Vórtice", acabou rejeitada pelo Banco Central após análises sobre riscos financeiros da operação. Os investigadores também apuram suspeitas de vantagens indevidas. Segundo a PF, familiares do senador teriam recebido R$ 3,5 milhões por meio de uma empresa ligada a Augusto Lima. Além disso, a corporação investiga a suposta aquisição de um imóvel de luxo em Salvador, avaliado em R$ 2,5 milhões, que teria sido utilizado como contrapartida por favorecimentos. Mensagens obtidas pela investigação mostram cobranças de pagamentos feitas por Eduardo Mendonça Sodré Martins, enteado de Wagner.
Caso Master: PF mira Jaques Wagner e banqueiro em nova fase da operação Compliance Zero
Operação apura suspeitas de fraudes, corrupção e lavagem de dinheiro; são cumpridos 18 mandados de busca e apreensão em três estados
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- A Polícia Federal deflagrou a 9ª fase da Operação Compliance Zero nesta quinta-feira (18), investigando um suposto esquema bilionário de fraudes, corrupção, lavagem de dinheiro e obstrução da Justiça ligado ao Banco Master. A operação apura a participação de agentes públicos em irregularidades envolvendo instituições financeiras, tendo como alvos o senador Jaques Wagner (PT-BA), líder do governo no Congresso, e o banqueiro Augusto Ferreira Lima, proprietário do Banco Pleno.
- As ações desta etapa incluem o cumprimento de 18 mandados de busca e apreensão em São Paulo, Bahia e no Distrito Federal, expedidos pelo ministro André Mendonça, relator do caso no Supremo Tribunal Federal. Além das buscas, foram determinadas medidas cautelares como a proibição de contato entre os investigados, suspensão de passaportes e monitoramento eletrônico, em apurações que podem configurar crimes de corrupção passiva e ativa, e lavagem de dinheiro.
Foto: Marcos Oliveira | Sudoeste Bahia
A Polícia Federal deflagrou, nesta quinta-feira (18), a 9ª fase da Operação Compliance Zero, que investiga a participação de agentes públicos em um suposto esquema de irregularidades envolvendo instituições financeiras. A investigação aponta para um esquema bilionário de fraudes, corrupção, lavagem de dinheiro e obstrução da Justiça ligado ao Banco Master. Entre os alvos desta etapa estão o senador Jaques Wagner (PT-BA), líder do governo no Congresso, e o banqueiro Augusto Ferreira Lima, dono do Banco Pleno. A operação também cumpre 18 mandados de busca e apreensão, expedidos pelo ministro André Mendonça, relator do caso no Supremo Tribunal Federal (STF). As ordens são executadas no Distrito Federal, em São Paulo e na Bahia. Além disso, foram determinadas medidas cautelares, como proibição de contato entre investigados, suspensão de passaportes e monitoramento eletrônico. Segundo a PF, os fatos sob apuração podem configurar crimes de corrupção passiva, corrupção ativa e lavagem de dinheiro. *Em atualização
Flávio Bolsonaro pede à PF apuração sobre reunião de Lula
Flávio Bolsonaro pede à PF apuração sobre reunião de Lula
Solicitação foi apresentada ao ministro Alexandre de Moraes no âmbito de investigação sobre publicação feita pelo senador nas redes sociais.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- O senador Flávio Bolsonaro solicitou ao ministro Alexandre de Moraes autorização para que a Polícia Federal investigue uma suposta reunião envolvendo o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, ocorrida após a prisão de Nicolás Maduro pelos Estados Unidos em janeiro. O requerimento foi apresentado no contexto de um inquérito que apura uma publicação do parlamentar nas redes sociais, onde ele associava Lula a crimes como tráfico internacional de drogas e lavagem de dinheiro, insinuando que seria "delatado" após compartilhar uma reportagem sobre o encontro.
- A defesa de Flávio Bolsonaro argumenta que as novas diligências podem ajudar a demonstrar que o senador não teve a intenção de caluniar o chefe do Executivo. Para tal, os advogados também pediram a Moraes autorização para ouvir importantes figuras como a líder da oposição venezuelana María Corina Machado, o procurador norte-americano Walter Clayton III e o colaborador Euzenando Prazeres de Azevedo, além de solicitar o compartilhamento de documentos de investigações americanas contra Maduro. O pedido aguarda decisão do ministro.
Foto: Waldemir Barreto | Agência Senado
O senador Flávio Bolsonaro pediu ao ministro Alexandre de Moraes autorização para que a Polícia Federal apure uma suposta reunião realizada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva após a prisão do presidente venezuelano Nicolás Maduro pelos Estados Unidos, em janeiro deste ano. O requerimento foi apresentado nesta quinta-feira (11) no âmbito do inquérito que investiga uma publicação feita pelo parlamentar nas redes sociais. A investigação foi aberta após uma postagem em que Flávio compartilhou uma reportagem sobre a suposta reunião e afirmou que Lula seria "delatado", associando o presidente a crimes como tráfico internacional de drogas, lavagem de dinheiro e apoio a ditaduras. Segundo a defesa, a realização de novas diligências pode ajudar a demonstrar que o senador não teve a intenção de caluniar o chefe do Executivo. Os advogados também solicitaram autorização para ouvir a líder da oposição venezuelana María Corina Machado, o procurador norte-americano Walter Clayton III e o colaborador Euzenando Prazeres de Azevedo. Além disso, pediram o compartilhamento de documentos relacionados a investigações e ações penais abertas nos Estados Unidos contra Maduro. O pedido ainda aguarda decisão de Moraes.
FICCO captura 406 foragidos e bloqueia R$ 102 milhões
FICCO captura 406 foragidos e bloqueia R$ 102 milhões
Desde a criação da força-tarefa, ações integradas já resultaram na captura de foragidos em diversos estados e no exterior, além do bloqueio de recursos ligados às facções.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- A Força Integrada de Combate ao Crime Organizado (FICCO) da Bahia alcançou o marco de 406 criminosos foragidos capturados desde sua criação em 2023, além de bloquear aproximadamente R$ 102 milhões vinculados a esquemas de lavagem de dinheiro associados a organizações criminosas.
- A FICCO, uma força-tarefa que reúne diferentes órgãos de segurança, realizou operações em várias regiões do país, incluindo a captura de líderes de grupos criminosos no exterior. O secretário da Segurança Pública da Bahia destaca a importância da integração entre as instituições envolvidas no enfrentamento ao crime organizado.
Foto: Divulgação | Polícia Civil
A Força Integrada de Combate ao Crime Organizado (FICCO) da Bahia alcançou a marca de 406 criminosos foragidos da Justiça capturados desde sua implantação, em 2023. No mesmo período, as ações da força-tarefa também resultaram no bloqueio de aproximadamente R$ 102 milhões vinculados a esquemas de lavagem de dinheiro associados a organizações criminosas. Os resultados refletem o fortalecimento das estratégias de inteligência e integração entre as forças de segurança que atuam no combate às facções criminosas dentro e fora do estado. Entre os presos estão líderes de grupos criminosos localizados em diferentes regiões do país e até mesmo no exterior. Segundo dados divulgados pela força integrada, somente em 2026 seis alvos considerados prioritários foram localizados e capturados na Bolívia. Também houve prisões realizadas nos estados do Rio de Janeiro, São Paulo, Minas Gerais e Santa Catarina, ampliando o alcance das investigações conduzidas pela equipe baiana. O secretário da Segurança Pública da Bahia, Marcelo Werner, destacou que os resultados são fruto da atuação conjunta das instituições envolvidas no enfrentamento ao crime organizado. De acordo com ele, a integração entre policiais militares, civis, federais, penais, policiais rodoviários federais e peritos tem sido fundamental para agilizar o compartilhamento de informações estratégicas e a tomada de decisões operacionais. O coordenador da FICCO Bahia, Eduardo Badaró, ressaltou que as ações da força não se concentram apenas no combate às facções. Segundo ele, operações permanentes também priorizam a localização de autores de crimes graves contra a vida, como homicídios, feminicídios e latrocínios. Como exemplo, o delegado citou a prisão de um homem procurado por assassinato que foi localizado na última quarta-feira enquanto tentava deixar a Bahia. O suspeito acabou capturado na rodoviária de Salvador antes de conseguir fugir. Criada para fortalecer o enfrentamento às organizações criminosas, a FICCO reúne diferentes órgãos de segurança em um mesmo ambiente operacional, permitindo uma atuação coordenada em investigações, prisões e bloqueios patrimoniais. A expectativa é que novas operações sejam realizadas ao longo do ano para ampliar a descapitalização das facções e reduzir a atuação desses grupos em território baiano.
FICCO bloqueia R$ 102 milhões ligados ao PCC e ao CV na Bahia
FICCO bloqueia R$ 102 milhões ligados ao PCC e ao CV na Bahia
Força integrada coordenada pela Polícia Federal cumpriu centenas de mandados e intensificou o combate ao tráfico, à lavagem de dinheiro e às lideranças criminosas.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- A Força Integrada de Combate ao Crime Organizado na Bahia (FICCO/BA) causou um prejuízo estimado em R$ 102 milhões às facções criminosas Primeiro Comando da Capital (PCC) e Comando Vermelho (CV). O balanço abrange as operações realizadas desde a implantação da força-tarefa em agosto de 2023 até maio de 2026, com a Polícia Federal coordenando as ações que envolvem forças de segurança estaduais, federais e a polícia penal no combate ao tráfico de drogas, armas e lavagem de dinheiro.
- As investigações resultaram no cumprimento de 210 mandados judiciais para bloqueio de recursos e 402 mandados de busca e apreensão, culminando na captura de centenas de criminosos, incluindo lideranças estratégicas. Entre os detidos, destaca-se a prisão de um líder de facção em São Paulo com atuação no sudoeste baiano, além da captura de dois líderes do Comando Vermelho na Bolívia, demonstrando a atuação transfronteiriça da FICCO/BA em colaboração com a Interpol. A Bahia foi pioneira no Nordeste ao adotar essa força-tarefa, uma estratégia crucial no enfrentamento ao crime organizado.
Foto: Divulgação | Polícia Civil
As facções criminosas Primeiro Comando da Capital (PCC) e Comando Vermelho (CV) sofreram um prejuízo estimado em R$ 102 milhões após ações da Força Integrada de Combate ao Crime Organizado na Bahia (FICCO/BA). O balanço considera operações realizadas entre agosto de 2023, quando a força-tarefa foi implantada no estado, e maio de 2026.Coordenada pela Polícia Federal, a FICCO reúne forças de segurança estaduais, federais e a polícia penal em ações voltadas ao combate ao tráfico de drogas, tráfico de armas e lavagem de dinheiro. Segundo a Secretaria da Segurança Pública da Bahia (SSP-BA), o bloqueio dos recursos ocorreu a partir do cumprimento de 210 mandados judiciais relacionados à descapitalização das organizações criminosas.No período, foram executados 402 mandados de busca e apreensão em operações conduzidas pela própria força-tarefa e em ações integradas com outros órgãos de segurança. As investigações também resultaram na captura de centenas de criminosos, incluindo lideranças consideradas estratégicas do PCC e do CV.Entre as prisões de destaque está a captura, em maio deste ano, de um líder de facção com atuação no sudoeste baiano, localizado na capital paulista durante uma operação conjunta das forças de segurança da Bahia e de São Paulo.A atuação da FICCO também ultrapassou fronteiras. A Bolívia aparece como um dos principais destinos utilizados por integrantes de facções para tentar escapar da Justiça brasileira. Em uma ação internacional, dois líderes do Comando Vermelho da Bahia foram presos no país vizinho após troca de informações entre a FICCO e a Interpol.A Bahia foi o primeiro estado do Nordeste a implantar a força-tarefa, considerada uma das principais estratégias nacionais de enfrentamento ao crime organizado e ao poder financeiro das facções.
Operação Falsa Ordem prende suspeitos de golpes virtuais na Bahia
Operação Falsa Ordem prende suspeitos de golpes virtuais na Bahia
Investigação da Polícia Civil da Bahia aponta atuação de organização criminosa em vários estados e uso de dados judiciais para aplicar golpes.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- A Polícia Civil da Bahia deflagrou a Operação Falsa Ordem, resultando na prisão de quatro suspeitos de integrar uma organização criminosa especializada em fraudes eletrônicas, estelionatos virtuais e lavagem de dinheiro. As prisões ocorreram em São Paulo, e foram cumpridos 32 mandados de busca e apreensão em cidades de São Paulo e do Rio Grande do Norte.
- A investigação apontou que o grupo utilizava dados reais de processos judiciais para aplicar golpes, movimentando mais de R$ 4,2 milhões em operações financeiras ligadas às fraudes.
Foto: Divulgação | Policia Civil
A Polícia Civil da Bahia deflagrou, nesta quarta-feira (27), a Operação Falsa Ordem, que resultou na prisão de quatro suspeitos de integrar uma organização criminosa especializada em fraudes eletrônicas, estelionatos virtuais e lavagem de dinheiro. As prisões ocorreram no estado de São Paulo, sendo três na capital paulista e uma em Jaguariúna. Além das prisões, foram cumpridos 32 mandados de busca e apreensão em cidades de São Paulo e do Rio Grande do Norte. Durante as diligências, a polícia apreendeu celulares, documentos, equipamentos eletrônicos e uma workstation de alta performance, que, segundo os investigadores, pode ter sido utilizada para auxiliar nas práticas criminosas. As investigações começaram há cerca de um ano, conduzidas pelo Departamento Especializado de Investigações Criminais (DEIC), por meio da Delegacia de Repressão aos Crimes Cibernéticos (DRCC). Segundo a polícia, o grupo utilizava dados reais de processos judiciais para aplicar o chamado golpe do “falso advogado”. De acordo com as apurações, os criminosos entravam em contato com vítimas se passando por advogados ou representantes de escritórios jurídicos. Utilizando informações verdadeiras sobre ações judiciais, eles convenciam as vítimas a realizar transferências bancárias sob a justificativa de liberação de valores, pagamento de custas ou desbloqueio de alvarás. A investigação também apontou que integrantes da quadrilha atuavam em furtos de cartões bancários durante grandes eventos, se passando por ambulantes para trocar cartões das vítimas durante pagamentos em maquinetas. Segundo a Polícia Civil, o grupo movimentou mais de R$ 4,2 milhões em operações financeiras ligadas às fraudes e possuía ramificações em estados como Rio de Janeiro, Pernambuco, Paraná e Rio Grande do Norte.
























