PF marca depoimento de Jaques Wagner para 7 de agosto em investigação sobre o Master
Senador baiano será ouvido sobre suspeitas de recebimento de vantagens indevidas; parlamentar nega irregularidades
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O senador Jaques Wagner (PT-BA) foi intimado pela Polícia Federal (PF) para prestar depoimento sobre supostas vantagens indevidas ligadas ao Banco Master. A PF investiga um esquema de corrupção, lavagem de dinheiro e fraudes financeiras envolvendo o banco e seu controlador, Daniel Vorcaro.
- A investigação indica que Wagner pode ter recebido benefícios por intermédio de familiares, pessoas de confiança e empresas ligadas ao grupo econômico investigado. O senador nega qualquer irregularidade e afirma que pretendia presentear a filha com um apartamento de R$ 2,45 milhões, que teria sido custeado pelo empresário Augusto Ferreira Lima.
Foto: Marcos Oliveira | Sudoeste Bahia
A Polícia Federal (PF) intimou o senador Jaques Wagner (PT-BA) para prestar depoimento no próximo 7 de agosto no inquérito que investiga o suposto recebimento de vantagens indevidas ligadas ao Banco Master. O parlamentar nega qualquer irregularidade. O depoimento faz parte da investigação conduzida pela PF sobre um possível esquema de corrupção, lavagem de dinheiro e fraudes financeiras envolvendo o banco e seu controlador, Daniel Vorcaro. Segundo os investigadores, há indícios de que Wagner teria recebido benefícios por intermédio de familiares, pessoas de confiança e empresas ligadas ao grupo econômico investigado. No dia 18 de junho, o senador foi alvo de mandados de busca e apreensão durante uma fase da Operação Compliance Zero, autorizada pelo ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF). Além das buscas, a decisão impôs uma restrição às atividades econômicas do parlamentar. A PF apura um possível vínculo entre o entorno familiar de Jaques Wagner e empresas relacionadas ao Banco Master. De acordo com a investigação, o empresário Augusto Ferreira Lima, ex-sócio do banco, seria responsável por operacionalizar benefícios destinados ao senador. Entre os fatos investigados está a negociação de um apartamento de R$ 2,45 milhões, em Salvador. Segundo a PF, Wagner encaminhou a Augusto o contato do gerente da construtora, informando a unidade e o valor do imóvel: "A unidade é a 1702 e o preço é 2,45 mi". Os investigadores suspeitam que a compra tenha sido custeada pelo empresário. Em entrevista à BandNews, Jaques Wagner afirmou que pretendia presentear a filha com o apartamento e explicou que, como não tinha recursos suficientes no momento, faria posteriormente a recompra do imóvel enquanto ele ainda estava em construção. Além da negociação do apartamento, a Polícia Federal aponta pagamentos a uma empresa pertencente à nora do senador e a compra de ingressos para um show no exterior como possíveis contrapartidas pelos supostos favorecimentos ao grupo econômico investigado. Na decisão que autorizou a operação, André Mendonça afirmou que a PF identificou elementos que indicam o "recebimento de vantagens econômicas indevidas pelo parlamentar, direta ou indiretamente", por meio de familiares, pessoas de confiança e estruturas societárias vinculadas ao Banco Master. Após a deflagração da operação, o petista deixou a liderança do governo Lula no Senado. Segundo aliados, a decisão teve como objetivo permitir que o parlamentar concentrasse esforços em sua defesa e evitar desgaste político ao Palácio do Planalto durante o período pré-eleitoral.
Justiça bloqueia venda de imóveis de Jaques Wagner após operação da Polícia Federal
Decisão do ministro André Mendonça impediu o registro de duas transações imobiliárias após a deflagração da Operação Compliance Zero. A defesa do senador nega irregularidades.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A Justiça determinou o bloqueio da transferência de dois imóveis do senador Jaques Wagner (PT-BA) avaliados em R$ 25,8 milhões, no âmbito da Operação Compliance Zero da Polícia Federal. A decisão do ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), ocorreu logo após a realização de buscas e apreensões contra o parlamentar, impedindo a conclusão da venda de um terreno de R$ 15,8 milhões em Camaçari e de um apartamento de R$ 10 milhões em Salvador, este último negociado com o prefeito Marcelo Passos.
- Em resposta, a defesa do senador negou qualquer irregularidade e declarou que as negociações ocorreram dentro da legalidade. O prefeito Marcelo Passos, por sua vez, solicitou a liberação das transações à Suprema Corte, alegando ter adquirido os imóveis de boa-fé antes da deflagração da operação policial, que investiga supostos pagamentos ilícitos relacionados ao Banco Master.
Foto: Marcos Oliveira | Sudoeste Bahia
O senador Jaques Wagner (PT-BA) teve bloqueadas pela Justiça as tentativas de transferência de dois imóveis avaliados em R$ 25,8 milhões, segundo reportagem publicada pelo jornal O Estado de S. Paulo. As restrições ocorreram no âmbito da Operação Compliance Zero, da Polícia Federal, que apura suspeitas de pagamento de vantagens indevidas relacionadas ao Banco Master. De acordo com a publicação, um dia após cumprir mandados de busca e apreensão contra o senador, a Polícia Federal viu a Justiça determinar a indisponibilidade de seus bens por decisão do ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF). A medida impediu o registro da venda de um terreno de 51 mil metros quadrados, em Camaçari, na Região Metropolitana de Salvador, negociado por R$ 15,8 milhões. Ainda conforme o jornal, outra negociação alcançada pela decisão judicial envolve um apartamento localizado no bairro Corredor da Vitória, em Salvador, vendido ao prefeito de Conceição do Coité, Marcelo Passos (União Brasil), por R$ 10 milhões. A escritura também não pôde ser concluída em razão do bloqueio. Segundo a reportagem, as duas negociações somam R$ 25,8 milhões. O prefeito Marcelo Passos afirmou ao STF que adquiriu os imóveis de boa-fé e sustentou que os pagamentos foram realizados antes da deflagração da operação policial. Ele pediu a liberação das transações, alegando que os negócios foram formalizados dentro da legalidade. A defesa de Jaques Wagner negou qualquer irregularidade. Em nota citada pela reportagem, o advogado Pablo Domingues afirmou que não há ilegalidade nas negociações e declarou que o senador não se manifestará sobre fatos relacionados à investigação além do que já consta nos autos. A Operação Compliance Zero investiga supostos pagamentos ilícitos envolvendo o Banco Master. Até o momento, não há decisão judicial definitiva sobre o caso, que segue em tramitação no Supremo Tribunal Federal.
AtlasIntel mede opinião sobre investigação de Jaques Wagner
AtlasIntel mede opinião sobre investigação de Jaques Wagner
Levantamento AtlasIntel/Bloomberg ouviu 4.999 eleitores e também mediu os reflexos políticos da investigação envolvendo o senador baiano e o Banco Master.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Uma pesquisa realizada pelo instituto AtlasIntel, em parceria com a Bloomberg, aponta que 74,3% dos brasileiros acreditam que o senador Jaques Wagner recebeu vantagens econômicas indevidas ligadas ao Banco Master. O levantamento reflete o impacto de uma investigação da Polícia Federal que apura transações financeiras suspeitas envolvendo familiares e pessoas próximas ao parlamentar, que nega as acusações e aponta erros no inquérito.
- Como desdobramento político, Wagner deixou a liderança do governo no Senado a pedido do presidente Luiz Inácio Lula da Silva para focar em sua defesa. A pesquisa revela ainda a divisão da opinião pública sobre as consequências do caso, em que 37,8% dos entrevistados veem o episódio como um problema pessoal do senador, enquanto 35,6% consideram que ele atinge diretamente o presidente Lula.
Foto: Valter Campanato | Agência Brasil
Uma pesquisa divulgada pelo instituto AtlasIntel, em parceria com a Bloomberg, aponta que 74,3% dos brasileiros acreditam que o senador Jaques Wagner recebeu vantagens econômicas indevidas relacionadas ao Banco Master. O levantamento foi realizado entre os dias 26 e 30 de junho, com 4.999 entrevistados em todo o país. Segundo a pesquisa, 9,4% dos participantes afirmaram não acreditar no envolvimento do parlamentar com a instituição financeira, enquanto 16,4% disseram não ter opinião formada sobre o assunto. O nome de Jaques Wagner passou a integrar o questionário após a Polícia Federal instaurar investigação para apurar possíveis vínculos financeiros entre familiares do senador, empresas ligadas ao seu entorno e pessoas relacionadas ao Banco Master. De acordo com a investigação, há indícios de que o parlamentar possa ter recebido vantagens econômicas de forma direta ou indireta por meio de familiares, pessoas de confiança e estruturas societárias. As apurações seguem em andamento e ainda não há decisão judicial sobre o caso. Após a deflagração da operação, Jaques Wagner deixou a liderança do governo no Senado, atendendo a um pedido do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Em nota, o senador afirmou que sua prioridade é comprovar a própria inocência e continuar trabalhando pela reeleição de Lula, do governador Jerônimo Rodrigues e pela sua permanência no Senado. A defesa do parlamentar contestou as acusações e afirmou que existem "erros graves" na investigação. Os advogados sustentam que Jaques Wagner jamais atuou no Congresso Nacional para beneficiar o Banco Master. O levantamento também mediu os impactos políticos do caso. Para 37,8% dos entrevistados, a investigação representa um problema exclusivamente pessoal do senador. Outros 35,6% entendem que o episódio afeta diretamente o presidente Lula, enquanto 23,5% avaliam que há impacto parcial sobre o governo federal. A margem de erro da pesquisa é de um ponto percentual, com nível de confiança de 95%.
Alcolumbre sai em defesa de Jaques Wagner após ação da PF
Alcolumbre sai em defesa de Jaques Wagner após ação da PF
Davi Alcolumbre diz que operação da PF afetou o exercício do mandato de Jaques Wagner e reforça a presunção de inocência do parlamentar.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), anunciou que a Advocacia da Casa pedirá ao Supremo Tribunal Federal (STF) para atuar na defesa das prerrogativas do senador Jaques Wagner (PT-BA). A medida visa garantir o pleno exercício do mandato de Wagner, que foi alvo de uma operação da Polícia Federal autorizada pela Corte, e combater o que Alcolumbre chamou de "criminalização da política" e condenação antecipada na opinião pública.
- Jaques Wagner foi alvo de buscas em investigação que apura suspeitas de recebimento de benefícios de antigos controladores do Banco Master, incluindo ingressos para shows, uso de aeronaves e um apartamento avaliado em R$ 2,5 milhões. Após a operação, o senador deixou a liderança do governo no Senado, negando irregularidades e afirmando não ser réu nem ter atuado em favor do Banco Master. A defesa de Wagner também solicitou ao STF a anulação das buscas. Alcolumbre garantiu apoio ao colega, defendendo a presunção de inocência, apesar de restrições citadas por ele não aparecerem na decisão que autorizou a operação.
Foto: Valter Campanato | Agência Brasil
O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), anunciou nesta terça-feira (30) que a Advocacia da Casa vai pedir ao Supremo Tribunal Federal (STF) para atuar na defesa das prerrogativas do senador Jaques Wagner (PT-BA), alvo de uma operação da Polícia Federal autorizada pela Corte. Durante discurso no plenário, Alcolumbre afirmou que a medida busca garantir o pleno exercício do mandato de Wagner. Segundo ele, operações desse tipo acabam provocando uma condenação antecipada na opinião pública e contribuem para a "criminalização da política". Jaques Wagner foi alvo de buscas no último dia 19 em investigação que apura suspeitas de recebimento de benefícios de antigos controladores do Banco Master, como ingressos para shows, uso de aeronaves e um apartamento avaliado em R$ 2,5 milhões. Após a operação, o senador deixou a liderança do governo no Senado. O petista nega irregularidades. Em nota, afirmou que não é réu, não foi denunciado e que não atuou em favor do Banco Master no Congresso. A defesa também pediu ao STF a anulação das buscas realizadas em seus imóveis. Alcolumbre citou a necessidade de preservar direitos ligados ao mandato, como o uso de verbas indenizatórias para despesas de gabinete. No entanto, essas restrições não aparecem na decisão do ministro André Mendonça que autorizou a operação. O presidente do Senado disse ainda que conversou com Wagner após a ação da PF e garantiu apoio ao colega, defendendo que a presunção de inocência seja respeitada durante as investigações.
Wagner afirma que investigação tem motivação política
Wagner afirma que investigação tem motivação política
Senador relacionou investigação ao cenário político de 2026.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Senator Jaques Wagner (PT) é investigado pela Polícia Federal em Santa Maria da Vitória, na Bahia, sobre participação em um evento do Programa de Governo Participativo. Wagner nega qualquer irregularidade e promete esclarecer todas as suspeitas. Ele acredita que a investigação é política e está relacionada à disputa eleitoral de 2026, pois a Bahia é um estado crucial para a reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
- Wagner é investigado na nona fase da Operação Compliance Zero e afirma que irá comprovar sua inocência apresentando esclarecimentos necessários. A investigação segue em andamento sem uma decisão judicial sobre o mérito das suspeitas.
Foto: Reprodução
O senador Jaques Wagner (PT) voltou a comentar, nesta semana, a investigação conduzida pela Polícia Federal durante participação em um evento do Programa de Governo Participativo (PGP), em Santa Maria da Vitória, no oeste da Bahia. Em discurso para apoiadores, o parlamentar afirmou que está tranquilo diante das apurações e voltou a negar qualquer irregularidade. Ao falar sobre o caso, Wagner disse que pretende esclarecer todas as suspeitas levantadas pelos investigadores e reafirmou confiança no resultado das investigações. "Fiquem em paz porque eu estou em paz. Minha cabeça está tranquila, meu coração não carrega ódio, e a mentira que estão tentando montar eu vou desmontar, como fiz em 2018. Podem ter a tranquilidade de que a minha cabeça está leve", declarou. Durante o discurso, o senador também associou o avanço das investigações ao cenário político e à disputa eleitoral de 2026. Segundo ele, a Bahia tem papel estratégico para o projeto de reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). "Eu sei por que estão me batendo: porque a Bahia é muito importante para a eleição do presidente Lula no Brasil. É por isso que querem derrubar o nosso time aqui na Bahia", afirmou. Jaques Wagner é investigado no âmbito da nona fase da Operação Compliance Zero, da Polícia Federal. Desde o início da apuração, o senador nega qualquer envolvimento em irregularidades e afirma que apresentará os esclarecimentos necessários para comprovar sua inocência. A investigação segue em andamento, e até o momento não há decisão judicial sobre o mérito das suspeitas.
Jerônimo sai em defesa de Jaques Wagner em Barreiras
Jerônimo sai em defesa de Jaques Wagner em Barreiras
Jerônimo elogiou a trajetória política de Jaques Wagner.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues (PT), defendeu o senador Jaques Wagner (PT) durante uma agenda em Barreiras, no oeste do estado, neste sábado (27). Jerônimo associou a emoção de Wagner em um evento anterior à entrega de serviço de radioterapia no Hospital do Oeste, destacando que foi o primeiro ato público do senador após críticas recentes. O governador argumentou que os ataques a Wagner fazem parte de uma estratégia para atingir o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), enfatizando que Wagner é um "patrimônio" do grupo político e que nunca teve sua honestidade questionada em duas décadas.
- Jerônimo Rodrigues expressou confiança na defesa de Jaques Wagner e ressaltou a importância do senador para a continuidade do governo no Brasil e na Bahia. Em resposta às críticas da oposição, o governador afirmou que o governo estadual responderá com ações e obras, como melhorias em estradas, hospitais, escolas de tempo integral e ampliação de serviços de saúde. Ele também mencionou o diálogo institucional com prefeitos de diferentes partidos como um diferencial da gestão atual.
Foto: Reprodução
O governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues (PT), saiu em defesa do senador Jaques Wagner (PT) durante agenda realizada neste sábado (27), em Barreiras, no oeste do estado. A declaração foi feita antes da plenária do Programa de Governo Participativo (PGP), em entrevista à imprensa. Jerônimo afirmou que a emoção demonstrada durante a entrega do serviço de radioterapia no Hospital do Oeste esteve relacionada ao momento vivido por Jaques Wagner, alvo de críticas recentes. "Depois do que aconteceu nesses últimos tempos com o senador Jaques Wagner, é o primeiro ato público que ele vem com a gente. Foi emoção naquela hora", declarou. O governador disse ainda que os ataques ao senador fazem parte de uma estratégia para atingir o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). "Na verdade, querem pegar Lula primeiro. Usam a gente o tempo inteiro para bater no Lula. Depois, pegam uma pessoa que é um patrimônio nosso", afirmou. Em seguida, defendeu a trajetória de Wagner: "Você nunca ouviu em 20 anos dizer que ele era desonesto". Jerônimo também demonstrou confiança na defesa do senador e destacou sua importância para o grupo político. "A gente quer que Wagner continue firme e forte, faça sua defesa e possa ajudar a gente a continuar governando o Brasil e a Bahia", disse. Ao comentar as críticas da oposição, o governador afirmou que pretende responder com ações da administração estadual. Segundo ele, obras em estradas, hospitais, escolas de tempo integral e a ampliação dos serviços de saúde serão a principal resposta do governo. Por fim, Jerônimo destacou o diálogo institucional com prefeitos de diferentes partidos e afirmou que esse modelo de gestão representa uma mudança em relação ao passado político do estado.
Ex-apoiador de Bolsonaro, prefeito declara apoio a Jerônimo em Santa Maria
Ex-apoiador de Bolsonaro, prefeito declara apoio a Jerônimo em Santa Maria
Prefeito de Santana também declarou apoio a Jaques Wagner e Lula.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O prefeito de Santana, Zé Raul (MDB), anunciou publicamente seu apoio ao grupo político do governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues (PT). A declaração foi feita durante a plenária do Programa de Governo Participativo (PGP) em Santa Maria da Vitória neste domingo (28), marcando um realinhamento político significativo na região oeste da Bahia.
- Anteriormente um apoiador de Jair Bolsonaro (PL), Zé Raul elogiou a determinação e a atuação de Jerônimo Rodrigues, além de agradecer pelos investimentos recebidos por Santana. O prefeito estendeu seu apoio também ao senador Jaques Wagner (PT) e ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), solidificando sua nova posição dentro da base governista estadual e federal.
Foto: Reprodução
O prefeito de Santana, no oeste da Bahia, Zé Raul (MDB), declarou apoio ao grupo político do governador Jerônimo Rodrigues (PT). O anúncio foi feito neste domingo (28), durante a plenária do Programa de Governo Participativo (PGP), realizada em Santa Maria da Vitória. Ex-apoiador do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), o prefeito elogiou a atuação de Jerônimo e destacou a disposição do governador durante a agenda na região. "Quero dizer, governador, que o senhor pode ter certeza que eu não conheço outro homem mais determinado do que vossa excelência. Eu vi o senhor às 10h da manhã fazendo entrega no Parque de Exposição. Às 22h o senhor me recebeu com o mesmo sorriso e a mesma determinação. O senhor é um orgulho para a Bahia. O senhor me representa", afirmou. Durante o discurso, Zé Raul também agradeceu pelos investimentos destinados ao município de Santana e estendeu o apoio ao senador Jaques Wagner (PT) e ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). "O senhor Jaques Wagner é amado. Eu te amo", disse o prefeito. Em seguida, acrescentou: "Quero dizer ao senhor e ao presidente Lula que nós estamos juntos." A manifestação pública marca o alinhamento político do prefeito com o grupo liderado pelo governador Jerônimo Rodrigues, após ter apoiado Jair Bolsonaro em eleições anteriores.
Wagner pede licença do cargo de líder do governo no Senado após ser alvo de operação da PF
Wagner afirmou em uma publicação nas redes sociais que decidiu se afastar da liderança no Senado
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O senador Jaques Wagner (PT-BA) anunciou seu afastamento da liderança do governo no Senado Federal. A decisão ocorre poucos dias após o parlamentar ter sido incluído como alvo na 9ª fase da operação Compliance Zero, que investiga um esquema bilionário de fraudes financeiras envolvendo o Banco Master, impactando sua posição política.
- A medida foi comunicada por Wagner em suas redes sociais, afirmando que o afastamento foi um acordo mútuo com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, após uma reunião no Palácio da Alvorada. O senador petista declarou que sua prioridade imediata é comprovar sua inocência e dedicar-se às campanhas de reeleição do presidente Lula, do governador Jerônimo Rodrigues, e à sua própria reeleição ao Senado.
Foto: Marcos Oliveira | Sudoeste Bahia
O senador Jaques Wagner (PT-BA) decidiu se afastar da liderança do governo no Senado poucos dias após passar a integrar a lista de alvos da 9ª fase da operação Compliance Zero, que investiga um esquema bilionário de fraudes financeiras envolvendo o Banco Master. Depois da reunião, Wagner afirmou em publicação nas redes sociais que a decisão de se afastar do cargo foi tomada em comum acordo com o presidente da República. "Acabei de ter uma ótima reunião com o Presidente @LulaOficial, uma conversa entre amigos, e decidimos, em comum acordo, que me afastarei da liderança do Governo no Senado Federal". "Neste momento, minha prioridade absoluta é provar minha inocência e me dedicar à reeleição do presidente Lula e do governador Jerônimo Rodrigues, além da minha reeleição junto com Rui Costa para o Senado", escreveu Wagner. Nesta quarta-feira (24), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) se reuniu com o senador, que ocupa a função de líder do governo, no Palácio da Alvorada. O encontro durou cerca de duas horas.
Jaques Wagner recorre ao STF e pede anulação de operação da PF
Jaques Wagner recorre ao STF e pede anulação de operação da PF
Defesa do senador fala em "erros graves" que comprometeram a medida
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A defesa do senador Jaques Wagner (PT-BA) apresentou nesta segunda-feira (22) um recurso ao Supremo Tribunal Federal (STF) com o objetivo de reverter a decisão que autorizou a operação de busca e apreensão realizada contra o parlamentar na última semana. Líder do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva no Senado, Wagner foi alvo de uma ação da Polícia Federal no âmbito das investigações sobre o Banco Master.
- Segundo as informações divulgadas pela PF, o senador é apontado como o principal destinatário de benefícios econômicos supostamente concedidos por integrantes do grupo ligado ao banqueiro Daniel Vorcaro. A investigação ressalta a proximidade entre Wagner e Augusto Lima, ex-sócio de Vorcaro, levantando suspeitas sobre a possível atuação do parlamentar em pautas de interesse do banco.
Foto: Marcos Oliveira | Sudoeste Bahia
A defesa do senador Jaques Wagner (PT-BA) apresentou ao Supremo Tribunal Federal (STF), nesta segunda-feira (22), um recurso para tentar reverter a decisão que autorizou a operação de busca e apreensão realizada contra o parlamentar na última semana. Líder do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva no Senado, Wagner foi alvo de uma ação da Polícia Federal relacionada às investigações sobre o Banco Master. Segundo a PF, o senador teria sido o principal destinatário de benefícios econômicos supostamente concedidos por integrantes do grupo ligado ao banqueiro Daniel Vorcaro. Os investigadores destacam a proximidade entre Wagner e Augusto Lima, ex-sócio de Vorcaro, e levantam suspeitas sobre a atuação do parlamentar em pautas de interesse do banco.
Jaques Wagner resiste a deixar liderança do governo no Senado
Jaques Wagner resiste a deixar liderança do governo no Senado
Senador afirma que só deixará o cargo se houver pedido do presidente Lula; encontro entre os dois é esperado para esta semana.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O líder do governo no Senado, Jaques Wagner (PT-BA), tem resistido à pressão de aliados e integrantes do governo para deixar seu cargo após ser alvo de uma operação da Polícia Federal relacionada às investigações sobre o Banco Master. O senador afirma que só se afastará da liderança se houver um pedido direto do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, com quem uma conversa é aguardada para quarta-feira, após seu retorno a Brasília.
- Nos bastidores, o governo discute a saída de Wagner para reduzir o desgaste político. Embora Lula tenha manifestado solidariedade, integrantes do governo alertam que isso não garante sua permanência. Uma solução negociada é cogitada, com Wagner deixando a liderança após a visita presidencial à Bahia, no início de julho, justificando a necessidade de se dedicar a articulações eleitorais no estado.
Foto: Alessandro Dantas | PT-SF
O líder do governo no Senado, o senador Jaques Wagner (PT-BA), tem resistido à pressão de aliados e integrantes do governo para deixar o cargo após ser alvo de uma operação da Polícia Federal relacionada às investigações sobre o Banco Master. Segundo interlocutores, Wagner tem afirmado que não pretende se afastar da liderança do governo, a menos que receba um pedido direto do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Uma conversa entre os dois é aguardada para quarta-feira (24), quando o senador deve retornar a Brasília. Nos bastidores, integrantes do governo avaliam que a saída de Wagner poderia reduzir o desgaste político provocado pela investigação e evitar que o tema continue impactando o Palácio do Planalto. A expectativa entre aliados é que Lula discuta o assunto diretamente com o senador nos próximos dias. Parte da base governista defende uma solução negociada, com Wagner deixando a liderança após a visita presidencial à Bahia, prevista para o dia 2 de julho. Nesse cenário, a justificativa pública seria a necessidade de o senador se dedicar às articulações políticas e eleitorais no estado. A permanência de Wagner também divide opiniões dentro do governo. Alguns aliados entendem que a continuidade no cargo mantém o senador sob maior exposição política e dificulta sua estratégia de defesa. Outros avaliam que uma saída imediata poderia ser interpretada como um pré-julgamento. Nos últimos dias, o presidente Lula conversou com Wagner por telefone e manifestou solidariedade ao aliado. Integrantes do governo, porém, afirmam que o gesto não representa necessariamente uma garantia de permanência na liderança. Enquanto as discussões continuam, o senador tem reiterado publicamente que permanece no cargo e que qualquer decisão sobre a liderança cabe ao presidente da República.
Camilo é cotado para vaga de Wagner no Senado
Camilo é cotado para vaga de Wagner no Senado
Ministro da Educação é apontado como principal nome para assumir a articulação do governo na Casa.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O ministro da Educação, Camilo Santana, é apontado para assumir a liderança do governo no Senado em caso de saída do senador Jaques Wagner. A discussão ganhou força após operação que investiga supostas fraudes envolvendo o banco Master. Integrantes do governo avaliam que a permanência de Wagner na liderança tem gerado desgaste político.
- O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sinalizou apoio a Wagner, mas Camilo Santana é visto como alternativa para fortalecer a articulação política do governo no Senado.
Foto: MEC
O ministro da Educação, Camilo Santana, tem sido apontado nos bastidores do governo como o principal nome para assumir a liderança do governo no Senado caso o senador Jaques Wagner deixe o cargo. A discussão ganhou força após a repercussão da operação que investiga supostas fraudes envolvendo o banco Master. Integrantes do governo avaliam que a permanência de Wagner na liderança tem gerado desgaste político. Nesta sexta-feira (19), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva sinalizou apoio ao senador ao fazer um gesto positivo durante um evento em Belo Horizonte, ao ser questionado sobre a permanência do aliado no posto. Em entrevista, Jaques Wagner afirmou que continua na liderança e que só deixará a função caso receba um pedido direto de Lula. A declaração, no entanto, não foi bem recebida por alguns interlocutores do presidente, que consideram que o episódio aumentou a pressão sobre o Palácio do Planalto. Nos bastidores, Camilo Santana é visto como uma alternativa para fortalecer a articulação política do governo no Senado. Com mandato de senador até 2030, ele não precisaria disputar eleições em 2026, embora também seja citado como possível candidato ao governo do Ceará. A avaliação dentro do governo é que a liderança no Senado será estratégica nos próximos meses, especialmente diante das negociações com o presidente da Casa, Davi Alcolumbre.
Jerônimo declara apoio a Wagner após operação da PF: "Não soltaremos sua mão"
Jerônimo declara apoio a Wagner após operação da PF: "Não soltaremos sua mão"
Governador da Bahia publicou mensagem de solidariedade ao senador petista no mesmo dia em que ele foi alvo de mandado de busca e apreensão da Polícia Federal.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues (PT), manifestou publicamente seu apoio ao senador Jaques Wagner (PT) após a Polícia Federal cumprir um mandado de busca e apreensão contra o parlamentar, no âmbito da Operação Compliance Zero, ligada ao "Caso Master". Em redes sociais e em encontro pessoal, Jerônimo Rodrigues destacou a trajetória política e o legado de Wagner, reafirmando sua confiança no senador e sugerindo que ele é alvo de perseguições políticas, mas que a verdade prevalecerá.
- A declaração do governador ocorre em meio à intensa repercussão da operação, que investiga desdobramentos de um caso anterior, sem que haja, até o momento, qualquer acusação formal ou condenação contra Jaques Wagner. O senador é uma figura proeminente do PT na Bahia, tendo sido ex-governador e atualmente ocupando uma cadeira no Senado Federal, além de ser um importante aliado do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Aliados políticos do senador têm se unido em sua defesa, reforçando a presunção de inocência durante o curso das apurações federais.
Foto: Reprodução
O governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues (PT), manifestou apoio público ao senador Jaques Wagner (PT) nesta quarta-feira (18), por meio de uma publicação nas redes sociais. A declaração ocorreu no mesmo dia em que o parlamentar foi alvo de um mandado de busca e apreensão cumprido pela Polícia Federal no âmbito da Operação Compliance Zero, que apura desdobramentos do chamado "Caso Master". Na mensagem, Jerônimo destacou a trajetória política de Wagner e afirmou ter se encontrado com o senador para prestar solidariedade diante da situação. O governador também ressaltou a importância do petista para a política baiana e para o governo federal. "A Bahia conhece Wagner e sabe que sua história e legado são motivos de orgulho e inspiração. Reafirmo a confiança no senador que honra a Bahia e lidera com compromisso o governo do presidente Lula", escreveu o governador. Jerônimo ainda afirmou acreditar que o senador é alvo de perseguições políticas e demonstrou confiança de que os fatos serão esclarecidos ao longo das investigações. "Não é a primeira vez que o perseguem; a verdade há de vencer. E nós, seus verdadeiros companheiros, não soltaremos sua mão, Wagner!", declarou. A manifestação ocorre em meio à repercussão da operação da Polícia Federal, que cumpriu mandados relacionados às investigações do Caso Master. Até o momento, não há divulgação oficial de acusação formal ou condenação contra o senador. Jaques Wagner é uma das principais lideranças do Partido dos Trabalhadores na Bahia. Ex-governador do estado por dois mandatos, ele atualmente exerce mandato no Senado Federal e integra a base de apoio do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). O caso segue sob investigação das autoridades federais. Enquanto isso, aliados políticos do senador têm se manifestado publicamente em defesa de sua trajetória e da presunção de inocência durante o andamento das apurações.
Jaques Wagner nega ter recebido dinheiro do Banco Master
Jaques Wagner nega ter recebido dinheiro do Banco Master
Senador afirma que recursos localizados pela Polícia Federal têm origem em diárias de viagens oficiais e nega qualquer benefício do Banco Master.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O senador Jaques Wagner (PT-BA), líder do governo Lula no Senado, negou nesta quinta-feira (18) ter recebido recursos do Banco Master ou do empresário Augusto Lima, alvos da Operação Compliance Zero da Polícia Federal. Wagner esclareceu a origem de US$ 49 mil encontrados, afirmando que são diárias de viagens internacionais, e defendeu a regularidade da negociação de um apartamento em Salvador, avaliado em R$ 2,5 milhões, que nunca foi transferido para seu patrimônio.
- A Operação Compliance Zero investiga supostos favorecimentos e vantagens indevidas envolvendo o Banco Master e agentes públicos. Apesar da investigação em andamento e dos mandados de busca e apreensão cumpridos pela PF, o senador Jaques Wagner não foi denunciado nem formalmente acusado até o momento. Ele sustenta que não cometeu irregularidades e se manifestou tranquilo para prestar todos os esclarecimentos às autoridades.
Foto: Marcos Oliveira | Sudoeste Bahia
O senador Jaques Wagner (PT-BA), líder do governo Lula no Senado, negou nesta quinta-feira (18) ter recebido recursos do Banco Master ou do empresário Augusto Lima, alvo das investigações da Operação Compliance Zero, deflagrada pela Polícia Federal. Em entrevista à TV Band, Wagner afirmou que os US$ 49 mil encontrados durante a operação têm origem em diárias recebidas ao longo de viagens internacionais realizadas no exercício de atividades parlamentares. "O dinheiro, várias vezes viajei pro exterior. Mandei até levantar: de diária eu recebi 70 mil dólares. Eu fui viajar e comprei via Banco do Brasil. Então não tenho nada para esconder desse dinheiro. Do ponto de vista do dinheiro, estou absolutamente tranquilo", declarou. O senador também se manifestou sobre as suspeitas envolvendo um apartamento avaliado em R$ 2,5 milhões, localizado no bairro Horto Florestal, em Salvador. Segundo Wagner, o imóvel nunca foi transferido para seu patrimônio e a negociação ocorreu de forma regular. "Nunca recebi dinheiro do Master ou de Augusto Lima. Sobre o apartamento, eu tinha interesse de dar à minha filha um apartamento desse. Falei com o Guga: você pode comprar e depois eu recomprar? Não tem nenhuma transferência de patrimônio para mim", afirmou. A Operação Compliance Zero investiga supostos favorecimentos ligados ao Banco Master e possíveis vantagens indevidas envolvendo agentes públicos e empresários. Na quinta fase da investigação, a Polícia Federal cumpriu mandados de busca e apreensão autorizados pela Justiça. Até o momento, Wagner não foi denunciado nem formalmente acusado. A investigação segue em andamento e busca esclarecer a origem de movimentações financeiras e negociações imobiliárias apontadas pelos investigadores. O senador sustenta que não cometeu irregularidades e afirma estar tranquilo para prestar todos os esclarecimentos às autoridades.
Senador já havia negado ligação com Vorcaro em discurso
Senador já havia negado ligação com Vorcaro em discurso
Líder do governo no Senado nega envolvimento em irregularidades e diz que conheceu Daniel Vorcaro apenas duas vezes.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O senador Jaques Wagner (PT-BA) foi alvo de mandado de busca e apreensão da Polícia Federal durante a Operação Compliance Zero. Ele utilizou a tribuna do Senado para rebater suspeitas envolvendo seu nome nas investigações sobre supostas fraudes ligadas ao Banco Master.
- A investigação suspeita que Wagner recebeu um imóvel avaliado em R$ 2,5 milhões como contrapartida por supostas ações favoráveis aos interesses do Banco Master e do empresário Augusto Lima.
Foto: Reprodução
Dois dias antes de ser alvo de mandado de busca e apreensão da Operação Compliance Zero, da Polícia Federal, o senador Jaques Wagner (PT-BA) utilizou a tribuna do Senado para rebater suspeitas envolvendo seu nome nas investigações sobre supostas fraudes ligadas ao Banco Master. Na ocasião, Wagner classificou como "leviana" uma reportagem da revista Veja que citava seu nome em uma proposta de delação do banqueiro Daniel Vorcaro, controlador da instituição financeira. Segundo o senador, não existe qualquer investigação que tenha apontado irregularidades em sua atuação ou na do ministro da Casa Civil, Rui Costa. "A capa da Veja fala que revelará os negócios do PT da Bahia. Eu já desafiei vários a me mostrarem qual foi a investigação da Polícia Federal que encontrou algo sobre o meu comportamento e o comportamento do ex-governador Rui Costa", afirmou. O parlamentar também criticou o modelo de delações realizadas por investigados presos e disse não possuir qualquer relação comercial com Vorcaro. "Eu estou muito à vontade porque conheci esse senhor duas vezes, uma vez em Salvador e uma vez em São Paulo. Não tenho nenhuma relação com ele, não tenho nenhum negócio. Aliás, eu não tenho nem CNPJ, eu só tenho CPF", declarou. Apesar da defesa pública, a Polícia Federal investiga a suspeita de que Wagner tenha recebido um imóvel avaliado em R$ 2,5 milhões como contrapartida por supostas ações favoráveis aos interesses do Banco Master e do empresário Augusto Lima, ex-sócio da instituição. A operação também cumpriu mandados em imóveis e empresas ligadas a Augusto Lima na Bahia, em Brasília e em São Paulo. A defesa do empresário afirmou que ele está à disposição das autoridades e considerou as buscas desnecessárias. Jaques Wagner ainda não comentou oficialmente a operação após o cumprimento dos mandados.
Caso Master: PF mira Jaques Wagner e banqueiro em nova fase da operação Compliance Zero
Operação apura suspeitas de fraudes, corrupção e lavagem de dinheiro; são cumpridos 18 mandados de busca e apreensão em três estados
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A Polícia Federal deflagrou a 9ª fase da Operação Compliance Zero nesta quinta-feira (18), investigando um suposto esquema bilionário de fraudes, corrupção, lavagem de dinheiro e obstrução da Justiça ligado ao Banco Master. A operação apura a participação de agentes públicos em irregularidades envolvendo instituições financeiras, tendo como alvos o senador Jaques Wagner (PT-BA), líder do governo no Congresso, e o banqueiro Augusto Ferreira Lima, proprietário do Banco Pleno.
- As ações desta etapa incluem o cumprimento de 18 mandados de busca e apreensão em São Paulo, Bahia e no Distrito Federal, expedidos pelo ministro André Mendonça, relator do caso no Supremo Tribunal Federal. Além das buscas, foram determinadas medidas cautelares como a proibição de contato entre os investigados, suspensão de passaportes e monitoramento eletrônico, em apurações que podem configurar crimes de corrupção passiva e ativa, e lavagem de dinheiro.
Foto: Marcos Oliveira | Sudoeste Bahia
A Polícia Federal deflagrou, nesta quinta-feira (18), a 9ª fase da Operação Compliance Zero, que investiga a participação de agentes públicos em um suposto esquema de irregularidades envolvendo instituições financeiras. A investigação aponta para um esquema bilionário de fraudes, corrupção, lavagem de dinheiro e obstrução da Justiça ligado ao Banco Master. Entre os alvos desta etapa estão o senador Jaques Wagner (PT-BA), líder do governo no Congresso, e o banqueiro Augusto Ferreira Lima, dono do Banco Pleno. A operação também cumpre 18 mandados de busca e apreensão, expedidos pelo ministro André Mendonça, relator do caso no Supremo Tribunal Federal (STF). As ordens são executadas no Distrito Federal, em São Paulo e na Bahia. Além disso, foram determinadas medidas cautelares, como proibição de contato entre investigados, suspensão de passaportes e monitoramento eletrônico. Segundo a PF, os fatos sob apuração podem configurar crimes de corrupção passiva, corrupção ativa e lavagem de dinheiro. *Em atualização
Jaques Wagner anuncia processo contra revista Veja por reportagem que associa PT ao Master
Parlamentar afirmou que não existe investigação que o relacione a irregularidades e acusou a divulgação de informações sem comprovação.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O senador Jaques Wagner (PT-BA) anunciou que irá processar a revista Veja em resposta a uma reportagem que aponta supostas relações entre integrantes do PT da Bahia e o empresário Daniel Vorcaro, ex-CEO do Banco Master. Durante discurso no Senado Federal e em suas redes sociais, Wagner classificou a matéria como irresponsável e negou veementemente qualquer investigação da Polícia Federal envolvendo seu nome ou o do ministro da Casa Civil, Rui Costa.
- O parlamentar também criticou a divulgação indevida de informações de uma suposta delação envolvendo Vorcaro, afirmando que o conteúdo não é público e serve para especulações, comparando a situação aos vazamentos da Operação Lava Jato. Wagner classificou o episódio como parte de uma "guerra de narrativas", denunciando a propagação de acusações sem comprovação e apelando pelo fim da leviandade na imprensa e nas instituições. Até o momento, a revista não se manifestou publicamente sobre as declarações do senador.
Foto: Valter Campanato | Agência Brasil
O senador Jaques Wagner (PT-BA) anunciou nesta terça-feira (16) que irá processar a revista Veja após a publicação de uma reportagem que aponta supostas relações entre integrantes do PT da Bahia e o empresário Daniel Vorcaro, ex-CEO do Banco Master. A reação ocorreu durante um discurso no Senado Federal e também foi compartilhada pelo parlamentar nas redes sociais. Wagner classificou a matéria como irresponsável e afirmou que não há qualquer investigação da Polícia Federal que envolva seu nome ou o do ministro da Casa Civil, Rui Costa. "Eu já desafiei vários a me mostrarem qual foi a investigação da Polícia Federal que encontrou algo sobre o meu comportamento e o comportamento do ex-governador Rui Costa. Antecipar que meu advogado já está preparando a peça para processar a revista", declarou. O senador também criticou o que chamou de divulgação indevida de informações relacionadas a uma suposta delação envolvendo Daniel Vorcaro. Segundo ele, o conteúdo divulgado não foi tornado público oficialmente e estaria sendo utilizado para alimentar especulações. "Nós estamos entre o absurdo e o super absurdo. O absurdo é de uma delação que ninguém sabe o que tem dentro dela, a não ser aqueles que inquiriram o senhor Daniel Vorcaro e que levianamente e ilegalmente vazam a matéria, como vazaram no tempo da Lava Jato", afirmou. Durante o pronunciamento, Wagner disse ainda que o episódio faz parte de uma disputa de versões no ambiente político e criticou a propagação de acusações sem comprovação. Segundo o petista, trata-se de uma "guerra de narrativas". "O instituto da leviandade ou nas instituições ou na imprensa ou nas redes brasileiras precisa ter um ponto final", declarou. Até o momento, a revista não havia se manifestado publicamente sobre as declarações do senador ou sobre a anunciada ação judicial. O caso deve ter novos desdobramentos nos próximos dias.
Senado aprova Salvador como capital do Brasil no 2 de Julho
Senado aprova Salvador como capital do Brasil no 2 de Julho
Medida ainda depende da sanção do presidente Lula e prevê a transferência simbólica da capital federal para Salvador em 2 de Julho de cada ano.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O Senado Federal aprovou projeto que transfere simbolicamente a capital do Brasil para Salvador em 2 de julho para comemorar a Independência da Bahia. A data marca um momento crucial na história nacional, com a expulsão definitiva das tropas portuguesas da Bahia em 1823.A iniciativa busca reconhecer a importância histórica da Bahia na formação política brasileira. O projeto estabelece que anualmente, Salvador voltará a ocupar simbolicamente o posto de capital do país durante as celebrações do 2 de julho. A aprovação do projeto foi um marco importante na história nacional, com a valorização do papel dos baianos na consolidação da independência brasileira.
Foto: Prefeitura de Caetité
O Senado Federal aprovou nesta terça-feira (16) o projeto que transfere simbolicamente a capital do Brasil para Salvador no dia 2 de Julho, data que marca a Independência da Bahia. A proposta agora segue para sanção do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). A iniciativa busca reconhecer a importância histórica do movimento que culminou, em 1823, com a expulsão definitiva das tropas portuguesas da Bahia. O episódio é considerado por historiadores como um dos momentos decisivos para a consolidação da Independência do Brasil, proclamada por Dom Pedro I em 7 de setembro de 1822. De autoria do deputado federal Leo Prates (Republicanos-BA), o projeto estabelece que, anualmente, Salvador volte a ocupar simbolicamente o posto de capital do país durante as celebrações do 2 de Julho. Após a aprovação, Prates destacou o significado da medida para a história nacional. "É um marco pela importância histórica da Bahia para a soberania nacional", afirmou. O parlamentar também agradeceu o apoio de deputados e senadores que defenderam a proposta durante sua tramitação no Congresso. Antes de ser analisado pelo plenário, o texto recebeu parecer favorável na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado. Relator da matéria, o senador Jaques Wagner (PT-BA) afirmou que a iniciativa valoriza o papel dos baianos na consolidação da independência brasileira. "Salvador é a nossa primeira capital e berço histórico da formação política brasileira. Foi nela, no dia 2 de julho, que o nosso país deixou de ser apenas uma declaração às margens do Ipiranga para se tornar, de fato, uma nação independente", declarou. Caso seja sancionada, a lei transformará Salvador em capital simbólica do Brasil todos os anos durante as comemorações da data, considerada uma das mais importantes do calendário cívico baiano.
Jerônimo Rodrigues participa de PGP em Guanambi
Jerônimo Rodrigues participa de PGP em Guanambi
Encontro realizado em Guanambi reuniu representantes políticos e movimentos sociais para discutir demandas de 19 municípios do Sertão Produtivo.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues, participou neste domingo (24) da sétima edição do Programa de Governo Participativo (PGP) em Guanambi, no sudoeste do estado. O encontro reuniu diversas lideranças políticas, incluindo os senadores Jaques Wagner e Otto Alencar, além de deputados, prefeitos, representantes de movimentos sociais e moradores da região do Sertão Produtivo, que abrange 19 municípios baianos.
- A proposta do evento é coletar demandas e sugestões para o planejamento de futuras ações administrativas e políticas públicas, abordando temas como infraestrutura, saúde, educação e desenvolvimento regional. Jerônimo Rodrigues enfatizou que o PGP serve como um espaço de escuta popular para aproximar o governo das necessidades da população e orientar as prioridades da gestão estadual, destacando a importância da participação popular na definição de políticas públicas.
Foto: Reprodução
O governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues, participou neste domingo (24) da sétima edição do Programa de Governo Participativo (PGP), realizada em Guanambi, no sudoeste do estado. O encontro reuniu lideranças políticas, representantes de movimentos sociais e moradores da região do Sertão Produtivo, território formado por 19 municípios baianos. A proposta do evento, segundo o governo estadual, é ouvir demandas locais e reunir sugestões para o planejamento de futuras ações administrativas. Também participaram da atividade os senadores Jaques Wagner e Otto Alencar, além de deputados federais, estaduais, prefeitos e outras lideranças políticas da região. Durante o encontro, foram discutidos temas relacionados à infraestrutura, saúde, educação, desenvolvimento regional e fortalecimento de políticas públicas para os municípios do interior baiano. De acordo com o governo estadual, o Programa de Governo Participativo funciona como um espaço de escuta popular e construção coletiva de propostas, sem previsão de anúncios imediatos de obras ou investimentos durante esta etapa. Jerônimo Rodrigues afirmou que a iniciativa busca aproximar o governo das necessidades apresentadas pela população e orientar as prioridades da gestão estadual nos próximos anos. O governador também destacou a importância da participação popular na definição de políticas públicas e no planejamento das ações voltadas para o desenvolvimento regional. A edição realizada em Guanambi integra uma série de encontros promovidos pelo governo baiano em diferentes territórios do estado.
Senado aprova indicação e Bahia ganha nova ministra no TST
Foto: Ascom | TRT
A desembargadora Margareth Rodrigues Costa foi aprovada pelo plenário do Senado para o cargo de ministra do Tribunal Superior do Trabalho nesta quarta-feira (29), com 49 votos favoráveis e 22 contrários. A indicação, feita pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, recebeu parecer favorável do senador Jaques Wagner, que destacou a qualificação da magistrada. Antes da votação em plenário, Margareth passou por sabatina na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), onde obteve 17 votos favoráveis e 9 contrários. Ela integrou lista tríplice composta exclusivamente por mulheres, formada após a aposentadoria do ministro Aloysio Corrêa da Veiga. Natural de Salvador, Margareth Rodrigues Costa ingressou na magistratura em maio de 1990 e foi promovida a desembargadora do Tribunal Regional do Trabalho da 5ª Região em 2014, pelo critério de merecimento, consolidando trajetória com ampla experiência na Justiça do Trabalho.
Quaest: Rui Costa e Jaques Wagner lideram disputa ao Senado na Bahia
Quaest: Rui Costa e Jaques Wagner lideram disputa ao Senado na Bahia
Levantamento ouviu 1.200 pessoas entre 23 e 27 de abril
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A pesquisa Genial/Quaest divulgada nesta quarta-feira (29) mostra Rui Costa e Jaques Wagner à frente nas intenções de voto para o Senado na Bahia. De acordo com o levantamento, Rui Costa aparece com 31% como primeira opção e 16% como segunda, somando 47% no total combinado, e Jaques Wagner registra 20% como primeira escolha e 24% como segunda, chegando a 44% no total, enquanto 47% preferem nomes alinhados ao presidente Lula.
Foto: Reprodução
A pesquisa Genial/Quaest, divulgada nesta quarta-feira (29), mostra Rui Costa e Jaques Wagner à frente nas intenções de voto para o Senado na Bahia. O estado elegerá dois senadores nas eleições de outubro. Segundo o levantamento, Rui Costa aparece com 31% como primeira opção e 16% como segunda, somando 24% no total combinado. Jaques Wagner registra 20% como primeira escolha e 24% como segunda, chegando a 22% no total. Na sequência aparecem João Roma, com 9%, Angelo Coronel, com 6%, e Deliana Ricelli, com 1%. Marcelo Santtana não pontuou. Brancos, nulos e eleitores que não pretendem votar somam 22%, e os indecisos representam 16%. A pesquisa também aponta que 55% dos entrevistados ainda podem mudar o voto, enquanto 43% dizem estar decididos. Sobre o perfil desejado para o Senado, 47% preferem nomes alinhados ao presidente Lula, 33% optam por independentes e 15% citam aliados do ex-presidente Jair Bolsonaro. O levantamento ouviu 1.200 pessoas entre os dias 23 e 27 de abril, tem margem de erro de 3 pontos percentuais e nível de confiança de 95%.
Wagner, Rui Costa e ministro usaram jatinho de empresa ligada a investigado
Wagner, Rui Costa e ministro usaram jatinho de empresa ligada a investigado
Empresário é citado em investigação sobre suposta grilagem; defesa nega irregularidades
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O senador Jaques Wagner (PT), o ex-ministro da Casa Civil Rui Costa (PT) e o ministro Sidônio Palmeira utilizaram um jatinho pertencente a uma empresa ligada a familiares de um empresário citado em investigação do Ministério Público da Bahia (MP-BA). A informação foi publicada pelo site UOL no sábado (4). Segundo a reportagem, os três embarcaram em um voo particular na noite de 18 de junho de 2025, com destino a Salvador, acompanhados de auxiliares. A aeronave pertence à empresa DH Agropecuária Ltda, controlada por filhos do empresário Nestor Hermes.De acordo com o MP-BA, Hermes é citado em apuração sobre um suposto esquema de grilagem de terras no oeste da Bahia. Ele não estava no voo, assim como os proprietários formais da empresa. Procurado, o ministro Sidônio Palmeira afirmou que não sabia a quem pertencia o avião e que aceitou uma carona após perder um voo comercial. Jaques Wagner confirmou que já utilizou a aeronave, mas disse desconhecer fatos que desabonem o empresário. Rui Costa não respondeu aos questionamentos.A defesa de Nestor Hermes afirmou que ele e seus filhos não respondem a processos criminais nem são réus, e classificou as acusações como infundadas. Segundo o advogado, as viagens ocorreram de forma regular. O caso envolve investigação em andamento e não há, até o momento, denúncia formal apresentada contra o empresário citado.
Jerônimo nega atrito com Wagner na questão do vice
Jerônimo nega atrito com Wagner na questão do vice
Governador afirma que definição da vaga de vice ocorrerá até março e nega desentendimento com Jaques Wagner.
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O governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues (PT), afirmou nesta quinta-feira (26) que a chapa majoritária do grupo governista para a disputa estadual ainda não está fechada. Segundo ele, o nome do atual vice-governador, Geraldo Júnior (MDB), não está confirmado. Em entrevista, o governador disse que a composição segue “em construção” e que a definição da vaga de vice — único posto ainda indefinido — deve ocorrer até março.A declaração foi interpretada nos bastidores como resposta ao senador Jaques Wagner (PT), que, durante viagem à Índia com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, confirmou publicamente o nome de Geraldo Júnior na chapa. “Ainda estamos em construção. Não precisamos nos adiantar. Estamos dialogando. Não vou dizer que haverá mudanças, mas temos até março para decidir”, afirmou Jerônimo.Questionado sobre possível desentendimento com Wagner, o governador negou atrito. Disse que o senador, assim como Otto Alencar (PSD), é “cuidador do grupo” e minimizou a repercussão do episódio. Jerônimo informou que pretende se reunir com o Conselho Político neste fim de semana para retomar as negociações e avançar na definição da chapa.
Trio Wagner, Rui e Jerônimo vence trio de ACM Neto nas redes sociais durante o Carnaval
O Carnaval brasileiro, como nos lembra Roberto DaMatta, não é apenas festa: é um ritual de inversão que expõe o “fundo da sociedade”, vira a roupa social do avesso
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Foto: Yuri Almeida | Arquivo pessoal
O Carnaval brasileiro, como nos lembra Roberto DaMatta, não é apenas festa: é um ritual de inversão que expõe o “fundo da sociedade”, vira a roupa social do avesso e dramatiza, em poucos dias, hierarquias, conflitos e sonhos de igualdade que marcam o Brasil ao longo do ano. À luz dessa chave antropológica, os dados do estudo do LabCaos sobre o desempenho do Trio Puro G (Wagner, Rui e Jerônimo), do trio de ACM Neto (Neto, Roma e Coronel) e do engajamento do presidente Lula, no Instagram, durante o Carnaval de 2026 deixam de ser mera estatística de campanha e se tornam um capítulo a mais da disputa por sentidos e pertencimentos na democracia brasileira. DaMatta descreve o Carnaval como um “ritual de inversão”: em uma sociedade hierárquica, autoritária e patronal, por alguns dias “se pode fazer tudo”, como se a ordem fosse virada “de cabeça para baixo” e o “fundo do poço viesse para cima”. Esse movimento não é puro descontrole, mas um drama social estruturado em que a rua deixa de ser apenas espaço de estranhos e se torna uma espécie de casa ampliada, onde desconhecidos se tratam com intimidade e as distâncias de classe, raça e poder são momentaneamente relativizadas.
Wagner lança vídeo com IA nas redes e relembra momentos da sua trajetória política
No conteúdo, animado a partir de fotos antigas de arquivo, Wagner surge em cenas que conectam diversos momentos que marcam a sua caminhada e que fazem parte da história da Bahia.
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Foto: Divulgação
Com vídeo de IA publicado nas redes sociais na manhã desta quinta-feira (13), o senador Jaques Wagner (PT-BA) relembra alguns dos principais momentos da sua trajetória política. No conteúdo, animado a partir de fotos antigas de arquivo, Wagner surge em cenas que conectam diversos momentos que marcam a sua caminhada e que fazem parte da história da Bahia. O material começa com uma foto do senador ainda criança e faz uma transição para a sua atuação como sindicalista, passando por momentos da sua trajetória como ministro do primeiro governo Lula, como governador da Bahia, ministro da Defesa na gestão da presidenta Dilma, entre outros momentos, até chegar aos dias atuais como líder do Governo no Senado Federal. A peça também destaca programas estaduais lançados na época da sua gestão como governador do estado, como o TOPA - Todos pela Alfabetização e o Água Para Todos, e programas federais como o Minha Casa, Minha Vida. A inauguração do Metrô em Salvador e a chegada de novas universidades federais na Bahia, que aconteceram no seu período como governador, também são destaques no conteúdo postado pelo senador. Confira o resultado no instagram de Jaques Wagner.
Para o senador Jaques Wagner, Jerônimo deverá adotar neutralidade nas eleições em Livramento
Em Livramento, o PT tenta viabilizar-se politicamente com a candidatura de Valdirando Silva
Por: Tiago Rego | Jornalista
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Foto: Marcos Oliveira | Sudoeste Bahia
- O mandato do prefeito de Livramento de Nossa Senhora, Ricardo Ribeiro (REDE), o Ricardinho, esteve alinhado tanto ao ex-governador e hoje chefe da Casa Civil, Rui Costa (PT), alinhamento este que culminou no apoio à eleição de Jerônimo Rodrigues (PT) em 2022. Portanto, por uma tendência quase que natural, o PT apoiaria as pretensões de Ricardinho em conduzir a vice-prefeita, Joanina Sampaio, à Prefeitura Municipal. No entanto, não é o que acredita o ex-governador e senador Jaques Wagner (PT). Em entrevista ao site Achei Sudoeste, Wagner acredita que o governador deverá manter a neutralidade no pleito da “Capital da Manga”. Segundo Wagner, essa neutralidade deverá acontecer em razão da reciprocidade do governador para com aqueles que o apoiaram em 2022. Porém, em Livramento, existe um atenuante, já que o PT tem pretensões de se viabilizar como terceira via este ano, com o lançamento da pré-candidatura do médico Valdirando Silva (PT). Ainda de acordo com o ex-governador, a atitude de Jerônimo deverá ser pela neutralidade também em Guanambi, com a justificativa preservar a harmonia e manter a unidade da base de apoio do PT baiano.
PT adia reunião da Executiva que definiria chapa
PT adia reunião da Executiva que definiria chapa
A reunião deve selar o nome do senador Otto Alencar (PSD) como cabeça de chapa e o de Rui Costa (PT) na vaga para o Senado
Por: Chayenne Guerreiro
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Foto: Reprodução | GOV/BA
- O PT adiou a reunião da Executiva que estava marcada para essa sexta-feira (4). A reunião deve acontecer agora no sábado (5). A reunião deve selar o nome do senador Otto Alencar (PSD) como cabeça de chapa e o de Rui Costa (PT) na vaga para o Senado. A base governista, no entanto, ainda precisa definir o nome para vice de Otto. Enquanto uma parte do grupo defende que o PT ocupe a vaga, outra ala cobra que a vaga seja de um nome do PP do vice-governador João Leão.
Otto Alencar será o candidato do grupo situacionista ao governo da Bahia, diz site
O governador Rui Costa irá disputar uma vaga para o Senado Federal
Por: Tiago Rego | Sudoeste Bahia
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Foto: Manu Dias | GOV/BA
- Ficou decidido. O senador Otto Alencar (PSD) será o cabeça de chapa pelo grupo governista, na disputa pelo governo da Bahia, nas eleições de 2022. A informação é do site Bahia Notícias, obtida de uma fonte ligada ao grupo situacionista, na condição de anonimato. Desta forma, o atual governador, Rui Costa (PT), vai se lançar ao senado, enquanto o também senador Jaques Wagner (PT), que seria o candidato natural do PT, irá coordenar a campanha de Lula (PT) pela presidência da República. Ainda de acordo com o Bahia Notícias, o anúncio deverá ser formalizado nos próximos dias.
Wagner confirma saída de Marcelo Nilo da base petista
Wagner confirma saída de Marcelo Nilo da base petista
Wagner se referiu a Nilo como um cristal quebrado e disse que o parlamentar confessou que não tinha mais condição de seguir com o grupo
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Foto: Reprodução
- O senador Jaques Wagner (PT) confirmou nessa sexta-feira (4) a saída de Marcelo Nilo da base governista. Conforme noticiado pelo Metro1, Nilo deve ser candidato ao senado na chapa de ACM Neto pelo Republicanos. Wagner se referiu a Nilo como um cristal quebrado e disse que o parlamentar confessou que não tinha mais condição de seguir com o grupo. O senador revelou ainda que a ultima palavra teria sido de Nilo.
Wagner se reuniu com ministros do STF antes de julgamento de Lula, diz jornal
Wagner se reuniu com ministros do STF antes de julgamento de Lula, diz jornal
Por: Matheus Simoni
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Foto: Marcos Oliveira | Sudoeste Bahia
O ex-ministro e secretário estadual de Desenvolvimento Econômico da Bahia, Jaques Wagner, se reuniu com ministros do Supremo Tribunal Federal antes do julgamento do habeas corpus pedido pela defesa de Luiz Inácio Lula da Silva para evitar a prisão do ex-presidente. A informação foi divulgada pelo jornal Valor Econômico. Segundo a publicação, o petista integrou uma força tarefa da legenda que foi reclamar da suposta politização do processo. Dos seis ministros que votaram na última quinta-feira a favor da liminar pedida pela defesa do ex-presidente Lula, que proíbe a prisão do petista até o dia 4 de abril, Dias Toffoli, Ricardo Lewandowski e Gilmar Mendes estiveram reunidos com o grupo. Além de Wagner, também se encontraram com os membros do STF os ex-ministros Luiz Marinho e Gilberto Carvalho. Os debates duraram cerca de meia hora. Ministros que votaram contra o pedido de liminar, como Edson Fachin e Luís Roberto Barroso, também estiveram com os interlocutores do ex-presidente. Ainda segundo o Valor Econômico, Wagner foi procurado para comentar os encontros, mas negou à reportagem ter conversado com os ministros. Marinho e Carvalho, no entanto, relataram que o ex-ministro falou com Gilmar Mendes.























