Eduardo Hagge diz que ACM Neto "não tem nada a oferecer" durante comício com Jerônimo
Hagge consolidou a mudança de grupo político após deixar a base de ACM Neto.
Por: Redação Sudoeste Bahia
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)Resumo
- O prefeito de Itapetinga, Eduardo Hagge (MDB), atacou o candidato ao governo da Bahia, ACM Neto (União Brasil), em comício na sexta‑feira (4), ao lado do governador Jerônimo Rodrigues (PT) e dos candidatos ao Senado Rui Costa e Jaques Wagner (PT). Hagge afirmou que ACM “não tem nada a oferecer” e que votar em Jerônimo será fácil, criticando a falta de ações na região sudoeste quando Neto era deputado.
- O discurso marca a ruptura de Hagge com a oposição, já que em 2022 apoiou ACM Neto e Jair Bolsonaro, mas após as eleições municipais de 2024 passou a apoiar o governo petista. A mudança gerou atrito familiar, afastando-o do sobrinho Rodrigo Hagge, ex‑prefeito aliado de ACM Neto.
Foto: Reprodução
O prefeito de Itapetinga, Eduardo Hagge (MDB), fez duras críticas ao candidato ao Governo da Bahia, ACM Neto (União Brasil), durante um comício realizado na noite de sexta-feira (4). Ao lado do governador e candidato à reeleição Jerônimo Rodrigues (PT), além dos candidatos ao Senado Rui Costa (PT) e Jaques Wagner (PT), o emedebista afirmou que o ex-prefeito de Salvador "não tem nada a oferecer" e declarou que, desta vez, votar em Jerônimo "será fácil". No discurso, Hagge destacou que, quando ACM Neto era deputado, a região sudoeste não recebeu ações relevantes e elogiou a atuação do atual governador. "Agora temos um governador que é um verdadeiro amigo do sudoeste baiano", afirmou. As declarações reforçam a mudança de posicionamento político do prefeito, que nas eleições de 2022 apoiou ACM Neto e o ex-presidente Jair Bolsonaro. A aproximação com o governo petista ocorreu após as eleições municipais de 2024 e marcou o rompimento com o grupo de oposição. A decisão também provocou o afastamento político entre Eduardo Hagge e o sobrinho, o ex-prefeito Rodrigo Hagge, que permaneceu aliado de ACM Neto e rejeitou integrar a base do governo estadual.
Jaques Wagner minimiza pesquisas e diz que resultado das urnas será a ‘pesquisa verdadeira’
Senador afirmou que ele, Rui Costa e Jerônimo Rodrigues já foram eleitos apesar de pesquisas desfavoráveis.
Por: Redação Sudoeste Bahia
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)Resumo
- O senador Jaques Wagner (PT), candidato à reeleição ao Senado pela Bahia, minimizou a importância das pesquisas eleitorais, afirmando que o verdadeiro resultado será decidido nas urnas. Em entrevista à Rádio Jaraguar FM, Wagner destacou que, se dependesse de pesquisas, ele, Rui Costa e Jerônimo Rodrigues não teriam sido eleitos, e reforçou sua estratégia de percorrer o interior do estado e apoiar a candidatura do presidente Lula e demais candidatos aliados.
- A pesquisa AtlasIntel divulgada recentemente mostra Rui Costa com 31,6% e Wagner com 26,5% das intenções de voto. Apesar dos números, Wagner mantém cautela, promete continuar trabalhando com humildade e buscar ampliar a base parlamentar para defender pautas trabalhistas.
Foto: Marcos Oliveira | Sudoeste Bahia
O senador Jaques Wagner (PT), candidato à reeleição, minimizou nesta quinta-feira (3) a importância das pesquisas eleitorais e afirmou que o resultado das urnas será a “pesquisa verdadeira”. A declaração foi dada em entrevista à Rádio Jaraguar FM, de Jacobina. “Se dependêssemos de pesquisa, eu, Rui [Costa] e Jerônimo [Rodrigues] nunca teríamos sido eleitos”, disse. A fala ocorreu após a divulgação de uma pesquisa AtlasIntel que aponta Rui Costa (PT) com 31,6% dos votos válidos e Wagner com 26,5% na disputa pelas duas vagas ao Senado pela Bahia. Apesar do resultado, o senador afirmou que prefere manter cautela e continuar trabalhando. “Vou calçar as sandálias da humildade e seguir trabalhando”, declarou. Wagner disse ainda que continuará percorrendo o interior do estado durante o fim de semana. O petista afirmou que pretende pedir votos para o presidente Lula (PT), o governador Jerônimo Rodrigues (PT), Rui Costa e candidatos aliados à Câmara dos Deputados e à Assembleia Legislativa da Bahia. Segundo ele, o objetivo é ampliar a base parlamentar para defender pautas voltadas aos trabalhadores.
Tadeu Prates já estava desfiliado do União Brasil durante ato com Jerônimo em Ibiassucê
Documento enviado ao partido confirma pedido de saída antes da agenda de campanha realizada no sábado (29).
Por: Redação Sudoeste Bahia
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)Resumo
- O prefeito de Ibiassucê, Tadeu Prates, deixou o quadro do União Brasil antes de participar da campanha do governador Jerônimo Rodrigues (PT) no sábado (29). O pedido de desfiliação foi formalizado dois dias antes do evento, com um ofício que cancelou sua filiação e renunciou à presidência do diretório municipal.
- Durante a visita de Jerônimo, Prates recebeu o governador, participou da carreata e exibiu adesivo da campanha petista, enquanto outros políticos, como Rui Costa (PT), Jaques Wagner (PT), Alba (PSD) e Ivana Bastos (PSD), também estiveram presentes. A saída de Prates marca a perda de uma liderança importante do União Brasil em Ibiassucê, que antes mantinha alinhamento político com o deputado Paulo Azi, presidente estadual da legenda.
Foto: Reprodução
O prefeito de Ibiassucê, Tadeu Prates, já não integrava os quadros do União Brasil quando participou, no sábado (29), da agenda de campanha do governador e candidato à reeleição Jerônimo Rodrigues (PT) no município. A informação foi confirmada pelo diretório estadual da legenda, que informou ter recebido o pedido de desfiliação do gestor dois dias antes do evento. Segundo o partido, Tadeu encaminhou um ofício comunicando sua saída do União Brasil em caráter "irrevogável e irretratável" e solicitando o cancelamento imediato de sua filiação. No mesmo documento, o prefeito também renunciou à presidência do Diretório Municipal do União Brasil em Ibiassucê e aos demais cargos e funções que exercia na estrutura partidária.
Foto: reprodução
Carreata de Jerônimo Rodrigues reúne lideranças políticas em Caetité
Carreata de Jerônimo Rodrigues reúne lideranças políticas em Caetité
Prefeito Valtécio Aguiar, Rui Costa, Jaques Wagner, Félix Mendonça Júnior e Ivana Bastos participaram da mobilização.
Por: Redação Sudoeste Bahia
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)Resumo
- Jerônimo Rodrigues, governador e candidato à reeleição, participou de uma carreata em Caetité, no sudoeste da Bahia, destacando investimentos em saúde, especialmente a implantação do Hospital Estadual de Oncologia Alto Sertão, que ampliou o acesso ao tratamento oncológico para 23 municípios da região.
- Durante o evento, o governador ressaltou a parceria entre os governos estadual e federal, enquanto o deputado federal Félix Mendonça Júnior agradeceu o apoio do prefeito Valtécio Aguiar e enfatizou as ações de saúde realizadas em Caetité. A comitiva também visitou Rio do Antônio, Caculé e Ibiassucê, encerrando a agenda de campanha com um comício em Guanambi.
Foto: Reprodução
O governador e candidato à reeleição Jerônimo Rodrigues (PT) participou, no fim da tarde de sábado (29), de uma carreata em Caetité, no sudoeste da Bahia. A agenda de campanha reuniu o deputado federal Félix Mendonça Júnior (PDT), os candidatos ao Senado Rui Costa (PT) e Jaques Wagner (PT), o prefeito Valtécio Aguiar (PDT), a presidente da Assembleia Legislativa da Bahia (Alba), Ivana Bastos (PSD), além de prefeitos, vereadores e outras lideranças políticas. Durante o evento, Jerônimo destacou investimentos do Governo do Estado na área da saúde, com ênfase na implantação do Hospital Estadual de Oncologia Alto Sertão, instalado em Caetité. Segundo o governador, a unidade ampliou o acesso ao tratamento oncológico para moradores de 23 municípios da região, reduzindo a necessidade de deslocamentos para outras cidades. Ao discursar, Jerônimo afirmou que a estrutura representa um avanço na oferta de serviços de alta complexidade no interior da Bahia e ressaltou a parceria entre os governos estadual e federal para viabilizar o atendimento. O deputado federal Félix Mendonça Júnior também discursou durante o ato e agradeceu o apoio do prefeito Valtécio Aguiar ao projeto político liderado por Jerônimo Rodrigues. Em sua fala, afirmou acreditar na vitória do governador e destacou ações realizadas na área da saúde em Caetité. A passagem por Caetité integrou a agenda de campanha de Jerônimo no sudoeste baiano. Antes, a comitiva percorreu os municípios de Rio do Antônio, Caculé e Ibiassucê. O roteiro foi encerrado na noite de sábado com um comício em Guanambi.
Pesquisa Quaest: ACM Neto tem 39% e Jerônimo Rodrigues 37% na disputa pelo Governo da Bahia
Levantamento mostra diferença de dois pontos entre os principais candidatos, dentro da margem de erro de três pontos percentuais.
Por: Redação Sudoeste Bahia
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)Resumo
- O ex-prefeito de Salvador, ACM Neto, lidera a pesquisa de intenções de voto para o Governo da Bahia com 39%, seguido de perto pelo governador Jerônimo Rodrigues, que registra 37%. A diferença de apenas dois pontos percentuais, dentro da margem de erro de três pontos, coloca ambos tecnicamente empatados, enquanto outros candidatos aparecem com 1% cada e 12% dos entrevistados permanecem indecisos.
- Em cenário de segundo turno, ACM Neto mantém a vantagem com 44% das intenções de voto contra 41% de Jerônimo, novamente dentro da margem de erro. No Senado, o ex-governador Rui Costa lidera com 23%, seguido por Jaques Wagner (17%) e candidatos da oposição com percentuais menores, enquanto 22% dos eleitores permanecem indecisos.
Foto: Reprodução
O ex-prefeito de Salvador, ACM Neto (União Brasil), aparece com 39% das intenções de voto para o Governo da Bahia, seguido pelo governador Jerônimo Rodrigues (PT), que registra 37%, segundo pesquisa Quaest divulgada nesta quinta-feira (27). Como a diferença é de dois pontos percentuais e a margem de erro é de três pontos para mais ou para menos, os dois estão tecnicamente empatados. Na sequência, Ronaldo Mansur (PSOL), Ariel Capistrano (DC), Aroldo Felix (UP) e Maria Bona (PCO) aparecem com 1% cada. Os votos em branco, nulos e eleitores que afirmaram não votar somam 8%, enquanto 12% disseram estar indecisos. O levantamento foi encomendado pela TV Bahia, registrado na Justiça Eleitoral sob o número BA-06206/2026 e realizado entre os dias 23 e 26 de agosto. Ao todo, foram entrevistados 900 eleitores com 16 anos ou mais. O nível de confiança é de 95%. Em um cenário de segundo turno, a disputa permanece equilibrada. ACM Neto tem 44% das intenções de voto, contra 41% de Jerônimo Rodrigues, resultado que também configura empate técnico dentro da margem de erro. Outros 9% dos entrevistados se declararam indecisos e 6% disseram que pretendem votar em branco ou anular o voto. Na comparação com a pesquisa anterior, divulgada em julho, ACM Neto oscilou de 43% para 44% no segundo turno, enquanto Jerônimo passou de 39% para 41%. Na disputa pelo Senado, o ex-governador Rui Costa (PT) lidera com 23% das intenções de voto. O senador Jaques Wagner (PT) aparece em seguida, com 17%. Entre os candidatos da oposição, João Roma (PL) registra 7% e Angelo Coronel (Republicanos), 5%. Delliana Ricelli (PSOL) soma 2% das intenções de voto. Carlos Sodré (Mobiliza), Marcelo Carvalho (Rede), Marcelo Millet (PCO) e Marcelo Santtana (DC) têm 1% cada, enquanto Gregorio Gould (UP) não pontuou. O levantamento também mostra que 22% dos eleitores ainda estão indecisos na escolha para o Senado, enquanto 20% afirmaram que pretendem votar em branco, anular o voto ou não comparecer às urnas.
Jerônimo, Rui Costa e Jaques Wagner participam de agenda de campanha em Caetité e Guanambi
Carreata em Caetité e comício em Guanambi integram agenda do governador e candidato à reeleição, acompanhado por Rui Costa e Jaques Wagner.
Por: Redação Sudoeste Bahia
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)Resumo
- O governador da Bahia e candidato à reeleição, Jerônimo Rodrigues (PT), cumpre uma intensa agenda de campanha no sudoeste baiano neste sábado (29), com paradas em Caetité e Guanambi. A programação conta com a presença de importantes lideranças políticas, como o ministro da Casa Civil, Rui Costa (PT), e o senador Jaques Wagner (PT), reforçando o apoio à sua candidatura. Em Caetité, está prevista uma carreata, e em Guanambi, um comício, ambos eventos cruciais para o alinhamento político local.
- A caravana de Jerônimo Rodrigues também passará por Rio do Antônio, Caculé e Ibiassucê antes de chegar ao sudoeste. No domingo (30), a campanha se estende para a Chapada Diamantina e o Piemonte do Paraguaçu, com atividades programadas em Itatim, Milagres, Iaçu e um comício em Itaberaba. Essas ações fazem parte da estratégia eleitoral do governador para mobilizar apoiadores, prefeitos, vereadores e candidatos aliados em diversas regiões do interior da Bahia.
Foto: Feijão Almeida | GOVBA
O governador da Bahia e candidato à reeleição, Jerônimo Rodrigues (PT), cumpre agenda de campanha no sudoeste baiano neste sábado (29), com passagem por Caetité e Guanambi. A programação contará com a participação do ministro da Casa Civil, Rui Costa (PT), e do senador Jaques Wagner (PT), além de outras lideranças políticas da base governista. Em Caetité, a agenda prevê uma carreata, com concentração marcada para as 15h. Em seguida, a comitiva segue para Guanambi, onde participa de um comício, com concentração prevista para as 18h. Antes de chegar ao sudoeste, Jerônimo e a comitiva cumprem agenda em outros municípios da região. O roteiro começa em Rio do Antônio, com carreata às 8h, segue para Caculé, às 10h, e depois para Ibiassucê, onde haverá outra carreata com concentração às 13h. No domingo (30), a programação continua em municípios da Chapada Diamantina e do Piemonte do Paraguaçu. Estão previstas uma caminhada em Itatim, às 8h30, carreatas em Milagres, às 10h, e Iaçu, às 14h30, além de um comício em Itaberaba, com concentração às 17h. As atividades integram a agenda de campanha de Jerônimo Rodrigues no interior da Bahia durante o período eleitoral e reúnem lideranças políticas, candidatos aliados, prefeitos, vereadores e apoiadores.
Lula confirma presença em ato de campanha de Jerônimo em Salvador na sexta-feira
Lula confirma presença em ato de campanha de Jerônimo em Salvador na sexta-feira
Jerônimo também convocou militantes, lideranças políticas e apoiadores para participarem da mobilização.
Por: Redação Sudoeste Bahia
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)Resumo
- O governador Jerônimo Rodrigues (PT) confirmou que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) participará de um ato da campanha governista em Salvador na próxima sexta-feira (28). Em entrevista ao programa Balanço Geral, da Record Bahia, Jerônimo destacou a parceria com Lula e a intenção de continuar governando em alinhamento com o Palácio do Planalto, convocando militantes e lideranças para a mobilização.
- A visita de Lula a Salvador, segunda em agosto, reforça a estratégia da campanha governista de manter o presidente como principal cabo eleitoral da chapa na Bahia, junto a senadores Rui Costa e Jaques Wagner e ao vice-governador Otto Alencar, em meio à reeleição de Jerônimo e à candidatura de Geraldo Júnior ao vice-governador.
Foto: Reprodução
O governador Jerônimo Rodrigues (PT) anunciou nesta terça-feira (25) que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) participará de um ato da campanha governista em Salvador na próxima sexta-feira (28). A confirmação, segundo Jerônimo, ocorreu durante uma conversa entre os dois nesta terça. Em entrevista ao programa Balanço Geral, da Record Bahia, o governador destacou a parceria com o presidente e afirmou que pretende continuar governando em alinhamento com o Palácio do Planalto. "Eu vou continuar governando ao lado do presidente Lula. Vamos ter dois senadores, Rui Costa e Jaques Wagner, além de Otto Alencar, que já está lá. Quero aproveitar e dar a notícia em primeira mão: Lula acabou de falar comigo e confirmou a vinda nesta sexta-feira para Salvador", afirmou. Jerônimo também convocou militantes, lideranças políticas e apoiadores para participarem da mobilização. De acordo com a coordenação da campanha, a programação completa do evento será divulgada nos próximos dias. Esta será a segunda visita de Lula a Salvador neste mês. No início de agosto, o presidente participou da convenção que oficializou as candidaturas de Jerônimo Rodrigues à reeleição, de Geraldo Júnior (MDB) à vice-governadoria e de Rui Costa (PT) e Jaques Wagner (PT) ao Senado. A nova agenda reforça a estratégia da campanha governista de manter Lula como principal cabo eleitoral da chapa na Bahia durante o período eleitoral.
Patrimônio de Jaques Wagner cresce mais de 600% em oito anos, aponta declaração ao TSE
Senador informa R$ 24,5 milhões em bens; aumento envolve venda de terreno ao Bahia e negociação de imóvel de luxo em Salvador
Por: Redação Sudoeste Bahia
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)Resumo
- O patrimônio declarado pelo senador Jaques Wagner (PT-BA) ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para a eleição deste ano apresentou um crescimento de 631% em comparação com o informado há oito anos. Em 2018, o parlamentar registrou R$ 3,3 milhões em bens, enquanto agora a soma chega a R$ 24,5 milhões.
- A maior parte do patrimônio informado vem da venda de um terreno à Sociedade Anônima de Futebol (SAF) do Bahia e à Lagoons Empreendimentos, no valor de R$ 13,8 milhões. Além disso, Wagner é investigado pela Polícia Federal por suspeita de recebimento de propina do Banco Master, com a apuração de possíveis crimes financeiros atribuídos ao banco. Outros bens, como um apartamento no Corredor da Vitória em Salvador e uma área de terras em Vila de Abrantes, também integram o patrimônio do senador, que apresentou um aumento significativo em aplicações financeiras e veículos.
Foto: Marcos Oliveira | Sudoeste Bahia
O patrimônio declarado pelo senador Jaques Wagner (PT‑BA) ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para a eleição deste ano cresceu 631% em comparação com o informado há oito anos. Em 2018, o parlamentar registrou R$ 3,3 milhões em bens. Agora, a soma chega a R$ 24,5 milhões, segundo dados apresentados à Justiça Eleitoral. O valor pode ser ainda maior. Um apartamento de quatro quartos no Corredor da Vitória, em Salvador, declarado por Wagner como bem de R$ 1,6 milhão, foi vendido por R$ 10 milhões ao prefeito de Conceição do Coité, Marcelo Passos de Araújo. O montante já foi integralmente quitado. Venda de terreno ao Bahia e bloqueio judicial - A maior parte do patrimônio informado pelo senador vem da venda de um terreno à Sociedade Anônima de Futebol (SAF) do Bahia e à Lagoons Empreendimentos, no valor de R$ 13,8 milhões. O local fica em Vila de Abrantes, em Camaçari, mesma região onde o clube planeja construir seu centro de treinamento. A reportagem do Estadão Conteúdo aponta que Wagner tentou vender outro terreno, avaliado em R$ 15 milhões, um dia após ser alvo de operação da Polícia Federal. A transferência, porém, foi barrada pelo cartório após ordem de bloqueio de bens assinada pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), André Mendonça. Na declaração ao TSE, Wagner informou R$ 13,8 milhões em crédito decorrente da venda do imóvel. Segundo a apuração, o senador teria solicitado R$ 2 milhões à vista, já pagos, e o restante em lotes de 5.510 m² do empreendimento imobiliário que será construído no local. Bens que deixaram de constar e novos investimentos - Em 2018, Wagner declarou ser dono de um lote de terras em Vila de Abrantes avaliado em R$ 28 mil — área que hoje integra o projeto adquirido pelo Bahia. Também não aparece mais na lista um apartamento no Rio de Janeiro, recebido como herança e avaliado em R$ 25 mil. O senador informou possuir apenas mais um imóvel: 50% de um sítio em Andaraí, na Chapada Diamantina, avaliado em R$ 204,4 mil. O percentual é menor do que o declarado em 2018, quando dizia ter 76% da propriedade. O valor em aplicações financeiras também cresceu. Há oito anos, Wagner declarou R$ 1,2 milhão em investimentos. Em 2026, o montante informado subiu para R$ 8,3 milhões, distribuídos em diferentes modalidades. O número de veículos também aumentou: de quatro carros avaliados em R$ 174 mil para seis automóveis que somam R$ 575 mil. Investigação da Polícia Federal - Wagner é investigado pela Polícia Federal por suspeita de recebimento de propina do Banco Master. A PF apura se o senador teria solicitado ao então sócio do banco, Augusto Lima, a compra de um apartamento de luxo de R$ 2,5 milhões em Salvador, supostamente destinado à filha do parlamentar. Segundo a investigação, o imóvel foi adquirido por uma empresa em nome de laranja, com recursos enviados pela corretora Reag, suspeita de atuar em conjunto nos crimes financeiros atribuídos ao Banco Master. A PF também apreendeu US$ 65.795 e 39 mil euros em endereços ligados ao senador durante operação realizada em junho deste ano. Os valores não aparecem na declaração enviada ao TSE. Wagner foi procurado pela reportagem, mas ainda não se manifestou.
Lula grava com Jerônimo, Rui e Wagner antes do início da campanha
Lula grava com Jerônimo, Rui e Wagner antes do início da campanha
Governador afirmou que a aliança seguirá unida na disputa eleitoral na Bahia.
Por: Redação Sudoeste Bahia
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)Resumo
- O presidente Luiz Inácio Lula da Silva recebeu o governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues, e os candidatos ao Senado Jaques Wagner e Rui Costa em Brasília para gravação de programas oficiais da campanha eleitoral. A reunião alinhou a estratégia política antes do início oficial da agenda de campanha. Após as gravações, o grupo anunciou que a mobilização da militância começa neste domingo.
- A chapa reforçou o início da agenda política, com a expectativa de intensificar as agendas pelo interior e pela capital baiana ao longo das próximas semanas. Jaques Wagner declarou que é pé na estrada e sandália da humildade calçada para ganhar a eleição, enquanto Rui Costa afirmou que domingo começa a nossa caminhada em prol da Bahia.
Foto: Reprodução
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) recebeu nesta quinta-feira (13), em Brasília, o governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues, e os candidatos ao Senado Jaques Wagner e Rui Costa para a gravação dos programas oficiais da campanha eleitoral. O encontro também serviu para alinhar os últimos detalhes da estratégia política antes do início oficial da agenda de campanha. Ao lado de Lula, Jerônimo destacou a importância da reunião e reforçou a parceria com o presidente. "Estamos aqui no dia 13, para nos reunirmos com o presidente Lula e gravarmos para o nosso programa de governo. Vamos continuar mudando a nossa Bahia e o Brasil juntos", afirmou. Após as gravações, o grupo anunciou que a mobilização da militância começa neste domingo, com o início das atividades de campanha em todo o estado. Jaques Wagner convocou os apoiadores para o início da caminhada eleitoral. "Muita energia positiva. Vamos para cima. A partir de domingo, é pé na estrada e sandália da humildade calçada para ganhar a eleição", declarou. Rui Costa também reforçou o início da agenda política. "Domingo começa a nossa caminhada em prol da Bahia", disse o ex-ministro. Com a gravação das peças de campanha concluída, a expectativa da chapa é intensificar as agendas pelo interior e pela capital baiana ao longo das próximas semanas
Pesquisa Paraná: Rui Costa e Jaques Wagner lideram disputa pelo Senado na Bahia
Pesquisa Paraná: Rui Costa e Jaques Wagner lideram disputa pelo Senado na Bahia
Levantamento aponta ex-governador e atual senador à frente das intenções de voto para as duas vagas em disputa nas eleições de 2026.
Por: Redação Sudoeste Bahia
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)Resumo
- O ex-governador Rui Costa e o senador Jaques Wagner lideram a disputa pelas vagas da Bahia no Senado Federal, de acordo com uma pesquisa divulgada pelo Instituto Paraná Pesquisas.
- A pesquisa registrou Rui Costa na primeira colocação, com 44,6% das intenções de voto, seguido por Jaques Wagner, com 35,1%.
Foto: Reprodução
O ex-governador da Bahia Rui Costa e o senador Jaques Wagner lideram a disputa pelas duas vagas da Bahia no Senado Federal, segundo pesquisa divulgada nesta segunda-feira (3) pelo Instituto Paraná Pesquisas em parceria com o Bahia Notícias. Como a eleição de 2026 renovará dois terços das cadeiras da Casa, os entrevistados puderam indicar dois candidatos no levantamento. Rui Costa aparece na primeira colocação, com 44,6% das intenções de voto. Em seguida está Jaques Wagner, citado por 35,1% dos eleitores. Na sequência, figuram o ex-ministro João Roma, com 24,1%, e o senador Angelo Coronel, que registra 21,9%. Entre os demais nomes apresentados na pesquisa, a Professora Delliana (PSOL) alcançou 6,4% das intenções de voto. Marcelo Santtana (DC) aparece com 2,1%, enquanto Marcelo Carvalho (Rede Sustentabilidade) soma 1,8%. Gregório Gould (UP) foi citado por 1,6% dos entrevistados. O levantamento também aponta que 13,4% dos eleitores disseram que pretendem votar em branco, nulo ou em nenhum dos candidatos apresentados. Outros 6,9% afirmaram que ainda não sabem em quem votar ou preferiram não responder. A pesquisa foi realizada entre os dias 31 de julho e 2 de agosto, com 1.400 eleitores entrevistados presencialmente em 60 municípios da Bahia. O levantamento tem margem de erro de 2,7 pontos percentuais, nível de confiança de 95% e está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BA-03043/2026.
PF investiga voos de Jaques Wagner em aeronaves ligadas ao Banco Master
PF investiga voos de Jaques Wagner em aeronaves ligadas ao Banco Master
Senador e esposa viajaram em helicóptero de empresário
Por: Redação Sudoeste Bahia
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)Resumo
- A Polícia Federal (PF) identificou viagens realizadas pelo senador Jaques Wagner (PT-BA) e por pessoas próximas a ele, como sua esposa Maria de Fátima Mendonça, em aeronaves controladas por empresários ligados ao Banco Master. Os registros de voos, ocorridos entre 2023 e 2024, indicam proximidade do político baiano com os banqueiros Augusto Ferreira Lima e Daniel Vorcaro, incluindo um episódio em que se solicitou discrição para ocultar o pouso de uma das aeronaves.
- O inquérito da PF apura se os deslocamentos aéreos, que não possuem registros de pagamento, configuram contrapartidas recíprocas por uma suposta atuação política de Wagner em benefício de pautas de interesse do banco. A investigação, que tramita no Supremo Tribunal Federal (STF), ganhou repercussão pública após o ministro André Mendonça retirar o sigilo dos autos do processo.
Foto: Valter Campanato | Agência Brasil
A Polícia Federal identificou viagens do senador Jaques Wagner (PT-BA) e de pessoas próximas em aeronaves controladas por empresários ligados ao Banco Master. Os registros, feitos em 2023 e 2024, apontam proximidade entre Wagner e os banqueiros Augusto Ferreira Lima e Daniel Vorcaro. Em outubro de 2023, a esposa do senador, Maria de Fátima Mendonça, foi levada de helicóptero até a Ilha da Paixão, propriedade de Lima, em Candeias (BA). Mensagens mostram agradecimentos da primeira-dama baiana pelo passeio. Já em setembro de 2024, Vorcaro demonstrou preocupação com a discrição de outro voo envolvendo Wagner. Conversas revelam que o empresário pediu que a aeronave fosse escondida em hangar reservado após pouso na Bahia. Segundo relatório da PF, os deslocamentos não tiveram registro de pagamento e podem estar ligados a suposta atuação política de Wagner em pautas de interesse do Banco Master. O inquérito apura se houve “contrapartidas recíprocas”. A investigação ganhou repercussão após o ministro André Mendonça, do STF, retirar o sigilo do processo.
PF marca depoimento de Jaques Wagner para 7 de agosto em investigação sobre o Master
Senador baiano será ouvido sobre suspeitas de recebimento de vantagens indevidas; parlamentar nega irregularidades
Por: Redação Sudoeste Bahia
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)Resumo
- O senador Jaques Wagner (PT-BA) foi intimado pela Polícia Federal (PF) para prestar depoimento sobre supostas vantagens indevidas ligadas ao Banco Master. A PF investiga um esquema de corrupção, lavagem de dinheiro e fraudes financeiras envolvendo o banco e seu controlador, Daniel Vorcaro.
- A investigação indica que Wagner pode ter recebido benefícios por intermédio de familiares, pessoas de confiança e empresas ligadas ao grupo econômico investigado. O senador nega qualquer irregularidade e afirma que pretendia presentear a filha com um apartamento de R$ 2,45 milhões, que teria sido custeado pelo empresário Augusto Ferreira Lima.
Foto: Marcos Oliveira | Sudoeste Bahia
A Polícia Federal (PF) intimou o senador Jaques Wagner (PT-BA) para prestar depoimento no próximo 7 de agosto no inquérito que investiga o suposto recebimento de vantagens indevidas ligadas ao Banco Master. O parlamentar nega qualquer irregularidade. O depoimento faz parte da investigação conduzida pela PF sobre um possível esquema de corrupção, lavagem de dinheiro e fraudes financeiras envolvendo o banco e seu controlador, Daniel Vorcaro. Segundo os investigadores, há indícios de que Wagner teria recebido benefícios por intermédio de familiares, pessoas de confiança e empresas ligadas ao grupo econômico investigado. No dia 18 de junho, o senador foi alvo de mandados de busca e apreensão durante uma fase da Operação Compliance Zero, autorizada pelo ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF). Além das buscas, a decisão impôs uma restrição às atividades econômicas do parlamentar. A PF apura um possível vínculo entre o entorno familiar de Jaques Wagner e empresas relacionadas ao Banco Master. De acordo com a investigação, o empresário Augusto Ferreira Lima, ex-sócio do banco, seria responsável por operacionalizar benefícios destinados ao senador. Entre os fatos investigados está a negociação de um apartamento de R$ 2,45 milhões, em Salvador. Segundo a PF, Wagner encaminhou a Augusto o contato do gerente da construtora, informando a unidade e o valor do imóvel: "A unidade é a 1702 e o preço é 2,45 mi". Os investigadores suspeitam que a compra tenha sido custeada pelo empresário. Em entrevista à BandNews, Jaques Wagner afirmou que pretendia presentear a filha com o apartamento e explicou que, como não tinha recursos suficientes no momento, faria posteriormente a recompra do imóvel enquanto ele ainda estava em construção. Além da negociação do apartamento, a Polícia Federal aponta pagamentos a uma empresa pertencente à nora do senador e a compra de ingressos para um show no exterior como possíveis contrapartidas pelos supostos favorecimentos ao grupo econômico investigado. Na decisão que autorizou a operação, André Mendonça afirmou que a PF identificou elementos que indicam o "recebimento de vantagens econômicas indevidas pelo parlamentar, direta ou indiretamente", por meio de familiares, pessoas de confiança e estruturas societárias vinculadas ao Banco Master. Após a deflagração da operação, o petista deixou a liderança do governo Lula no Senado. Segundo aliados, a decisão teve como objetivo permitir que o parlamentar concentrasse esforços em sua defesa e evitar desgaste político ao Palácio do Planalto durante o período pré-eleitoral.
Justiça bloqueia venda de imóveis de Jaques Wagner após operação da Polícia Federal
Decisão do ministro André Mendonça impediu o registro de duas transações imobiliárias após a deflagração da Operação Compliance Zero. A defesa do senador nega irregularidades.
Por: Redação Sudoeste Bahia
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)Resumo
- A Justiça determinou o bloqueio da transferência de dois imóveis do senador Jaques Wagner (PT-BA) avaliados em R$ 25,8 milhões, no âmbito da Operação Compliance Zero da Polícia Federal. A decisão do ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), ocorreu logo após a realização de buscas e apreensões contra o parlamentar, impedindo a conclusão da venda de um terreno de R$ 15,8 milhões em Camaçari e de um apartamento de R$ 10 milhões em Salvador, este último negociado com o prefeito Marcelo Passos.
- Em resposta, a defesa do senador negou qualquer irregularidade e declarou que as negociações ocorreram dentro da legalidade. O prefeito Marcelo Passos, por sua vez, solicitou a liberação das transações à Suprema Corte, alegando ter adquirido os imóveis de boa-fé antes da deflagração da operação policial, que investiga supostos pagamentos ilícitos relacionados ao Banco Master.
Foto: Marcos Oliveira | Sudoeste Bahia
O senador Jaques Wagner (PT-BA) teve bloqueadas pela Justiça as tentativas de transferência de dois imóveis avaliados em R$ 25,8 milhões, segundo reportagem publicada pelo jornal O Estado de S. Paulo. As restrições ocorreram no âmbito da Operação Compliance Zero, da Polícia Federal, que apura suspeitas de pagamento de vantagens indevidas relacionadas ao Banco Master. De acordo com a publicação, um dia após cumprir mandados de busca e apreensão contra o senador, a Polícia Federal viu a Justiça determinar a indisponibilidade de seus bens por decisão do ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF). A medida impediu o registro da venda de um terreno de 51 mil metros quadrados, em Camaçari, na Região Metropolitana de Salvador, negociado por R$ 15,8 milhões. Ainda conforme o jornal, outra negociação alcançada pela decisão judicial envolve um apartamento localizado no bairro Corredor da Vitória, em Salvador, vendido ao prefeito de Conceição do Coité, Marcelo Passos (União Brasil), por R$ 10 milhões. A escritura também não pôde ser concluída em razão do bloqueio. Segundo a reportagem, as duas negociações somam R$ 25,8 milhões. O prefeito Marcelo Passos afirmou ao STF que adquiriu os imóveis de boa-fé e sustentou que os pagamentos foram realizados antes da deflagração da operação policial. Ele pediu a liberação das transações, alegando que os negócios foram formalizados dentro da legalidade. A defesa de Jaques Wagner negou qualquer irregularidade. Em nota citada pela reportagem, o advogado Pablo Domingues afirmou que não há ilegalidade nas negociações e declarou que o senador não se manifestará sobre fatos relacionados à investigação além do que já consta nos autos. A Operação Compliance Zero investiga supostos pagamentos ilícitos envolvendo o Banco Master. Até o momento, não há decisão judicial definitiva sobre o caso, que segue em tramitação no Supremo Tribunal Federal.
AtlasIntel mede opinião sobre investigação de Jaques Wagner
AtlasIntel mede opinião sobre investigação de Jaques Wagner
Levantamento AtlasIntel/Bloomberg ouviu 4.999 eleitores e também mediu os reflexos políticos da investigação envolvendo o senador baiano e o Banco Master.
Por: Redação Sudoeste Bahia
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)Resumo
- Uma pesquisa realizada pelo instituto AtlasIntel, em parceria com a Bloomberg, aponta que 74,3% dos brasileiros acreditam que o senador Jaques Wagner recebeu vantagens econômicas indevidas ligadas ao Banco Master. O levantamento reflete o impacto de uma investigação da Polícia Federal que apura transações financeiras suspeitas envolvendo familiares e pessoas próximas ao parlamentar, que nega as acusações e aponta erros no inquérito.
- Como desdobramento político, Wagner deixou a liderança do governo no Senado a pedido do presidente Luiz Inácio Lula da Silva para focar em sua defesa. A pesquisa revela ainda a divisão da opinião pública sobre as consequências do caso, em que 37,8% dos entrevistados veem o episódio como um problema pessoal do senador, enquanto 35,6% consideram que ele atinge diretamente o presidente Lula.
Foto: Valter Campanato | Agência Brasil
Uma pesquisa divulgada pelo instituto AtlasIntel, em parceria com a Bloomberg, aponta que 74,3% dos brasileiros acreditam que o senador Jaques Wagner recebeu vantagens econômicas indevidas relacionadas ao Banco Master. O levantamento foi realizado entre os dias 26 e 30 de junho, com 4.999 entrevistados em todo o país. Segundo a pesquisa, 9,4% dos participantes afirmaram não acreditar no envolvimento do parlamentar com a instituição financeira, enquanto 16,4% disseram não ter opinião formada sobre o assunto. O nome de Jaques Wagner passou a integrar o questionário após a Polícia Federal instaurar investigação para apurar possíveis vínculos financeiros entre familiares do senador, empresas ligadas ao seu entorno e pessoas relacionadas ao Banco Master. De acordo com a investigação, há indícios de que o parlamentar possa ter recebido vantagens econômicas de forma direta ou indireta por meio de familiares, pessoas de confiança e estruturas societárias. As apurações seguem em andamento e ainda não há decisão judicial sobre o caso. Após a deflagração da operação, Jaques Wagner deixou a liderança do governo no Senado, atendendo a um pedido do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Em nota, o senador afirmou que sua prioridade é comprovar a própria inocência e continuar trabalhando pela reeleição de Lula, do governador Jerônimo Rodrigues e pela sua permanência no Senado. A defesa do parlamentar contestou as acusações e afirmou que existem "erros graves" na investigação. Os advogados sustentam que Jaques Wagner jamais atuou no Congresso Nacional para beneficiar o Banco Master. O levantamento também mediu os impactos políticos do caso. Para 37,8% dos entrevistados, a investigação representa um problema exclusivamente pessoal do senador. Outros 35,6% entendem que o episódio afeta diretamente o presidente Lula, enquanto 23,5% avaliam que há impacto parcial sobre o governo federal. A margem de erro da pesquisa é de um ponto percentual, com nível de confiança de 95%.
Alcolumbre sai em defesa de Jaques Wagner após ação da PF
Alcolumbre sai em defesa de Jaques Wagner após ação da PF
Davi Alcolumbre diz que operação da PF afetou o exercício do mandato de Jaques Wagner e reforça a presunção de inocência do parlamentar.
Por: Redação Sudoeste Bahia
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)Resumo
- O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), anunciou que a Advocacia da Casa pedirá ao Supremo Tribunal Federal (STF) para atuar na defesa das prerrogativas do senador Jaques Wagner (PT-BA). A medida visa garantir o pleno exercício do mandato de Wagner, que foi alvo de uma operação da Polícia Federal autorizada pela Corte, e combater o que Alcolumbre chamou de "criminalização da política" e condenação antecipada na opinião pública.
- Jaques Wagner foi alvo de buscas em investigação que apura suspeitas de recebimento de benefícios de antigos controladores do Banco Master, incluindo ingressos para shows, uso de aeronaves e um apartamento avaliado em R$ 2,5 milhões. Após a operação, o senador deixou a liderança do governo no Senado, negando irregularidades e afirmando não ser réu nem ter atuado em favor do Banco Master. A defesa de Wagner também solicitou ao STF a anulação das buscas. Alcolumbre garantiu apoio ao colega, defendendo a presunção de inocência, apesar de restrições citadas por ele não aparecerem na decisão que autorizou a operação.
Foto: Valter Campanato | Agência Brasil
O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), anunciou nesta terça-feira (30) que a Advocacia da Casa vai pedir ao Supremo Tribunal Federal (STF) para atuar na defesa das prerrogativas do senador Jaques Wagner (PT-BA), alvo de uma operação da Polícia Federal autorizada pela Corte. Durante discurso no plenário, Alcolumbre afirmou que a medida busca garantir o pleno exercício do mandato de Wagner. Segundo ele, operações desse tipo acabam provocando uma condenação antecipada na opinião pública e contribuem para a "criminalização da política". Jaques Wagner foi alvo de buscas no último dia 19 em investigação que apura suspeitas de recebimento de benefícios de antigos controladores do Banco Master, como ingressos para shows, uso de aeronaves e um apartamento avaliado em R$ 2,5 milhões. Após a operação, o senador deixou a liderança do governo no Senado. O petista nega irregularidades. Em nota, afirmou que não é réu, não foi denunciado e que não atuou em favor do Banco Master no Congresso. A defesa também pediu ao STF a anulação das buscas realizadas em seus imóveis. Alcolumbre citou a necessidade de preservar direitos ligados ao mandato, como o uso de verbas indenizatórias para despesas de gabinete. No entanto, essas restrições não aparecem na decisão do ministro André Mendonça que autorizou a operação. O presidente do Senado disse ainda que conversou com Wagner após a ação da PF e garantiu apoio ao colega, defendendo que a presunção de inocência seja respeitada durante as investigações.
Wagner afirma que investigação tem motivação política
Wagner afirma que investigação tem motivação política
Senador relacionou investigação ao cenário político de 2026.
Por: Redação Sudoeste Bahia
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)Resumo
- Senator Jaques Wagner (PT) é investigado pela Polícia Federal em Santa Maria da Vitória, na Bahia, sobre participação em um evento do Programa de Governo Participativo. Wagner nega qualquer irregularidade e promete esclarecer todas as suspeitas. Ele acredita que a investigação é política e está relacionada à disputa eleitoral de 2026, pois a Bahia é um estado crucial para a reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
- Wagner é investigado na nona fase da Operação Compliance Zero e afirma que irá comprovar sua inocência apresentando esclarecimentos necessários. A investigação segue em andamento sem uma decisão judicial sobre o mérito das suspeitas.
Foto: Reprodução
O senador Jaques Wagner (PT) voltou a comentar, nesta semana, a investigação conduzida pela Polícia Federal durante participação em um evento do Programa de Governo Participativo (PGP), em Santa Maria da Vitória, no oeste da Bahia. Em discurso para apoiadores, o parlamentar afirmou que está tranquilo diante das apurações e voltou a negar qualquer irregularidade. Ao falar sobre o caso, Wagner disse que pretende esclarecer todas as suspeitas levantadas pelos investigadores e reafirmou confiança no resultado das investigações. "Fiquem em paz porque eu estou em paz. Minha cabeça está tranquila, meu coração não carrega ódio, e a mentira que estão tentando montar eu vou desmontar, como fiz em 2018. Podem ter a tranquilidade de que a minha cabeça está leve", declarou. Durante o discurso, o senador também associou o avanço das investigações ao cenário político e à disputa eleitoral de 2026. Segundo ele, a Bahia tem papel estratégico para o projeto de reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). "Eu sei por que estão me batendo: porque a Bahia é muito importante para a eleição do presidente Lula no Brasil. É por isso que querem derrubar o nosso time aqui na Bahia", afirmou. Jaques Wagner é investigado no âmbito da nona fase da Operação Compliance Zero, da Polícia Federal. Desde o início da apuração, o senador nega qualquer envolvimento em irregularidades e afirma que apresentará os esclarecimentos necessários para comprovar sua inocência. A investigação segue em andamento, e até o momento não há decisão judicial sobre o mérito das suspeitas.
Jerônimo sai em defesa de Jaques Wagner em Barreiras
Jerônimo sai em defesa de Jaques Wagner em Barreiras
Jerônimo elogiou a trajetória política de Jaques Wagner.
Por: Redação Sudoeste Bahia
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)Resumo
- O governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues (PT), defendeu o senador Jaques Wagner (PT) durante uma agenda em Barreiras, no oeste do estado, neste sábado (27). Jerônimo associou a emoção de Wagner em um evento anterior à entrega de serviço de radioterapia no Hospital do Oeste, destacando que foi o primeiro ato público do senador após críticas recentes. O governador argumentou que os ataques a Wagner fazem parte de uma estratégia para atingir o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), enfatizando que Wagner é um "patrimônio" do grupo político e que nunca teve sua honestidade questionada em duas décadas.
- Jerônimo Rodrigues expressou confiança na defesa de Jaques Wagner e ressaltou a importância do senador para a continuidade do governo no Brasil e na Bahia. Em resposta às críticas da oposição, o governador afirmou que o governo estadual responderá com ações e obras, como melhorias em estradas, hospitais, escolas de tempo integral e ampliação de serviços de saúde. Ele também mencionou o diálogo institucional com prefeitos de diferentes partidos como um diferencial da gestão atual.
Foto: Reprodução
O governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues (PT), saiu em defesa do senador Jaques Wagner (PT) durante agenda realizada neste sábado (27), em Barreiras, no oeste do estado. A declaração foi feita antes da plenária do Programa de Governo Participativo (PGP), em entrevista à imprensa. Jerônimo afirmou que a emoção demonstrada durante a entrega do serviço de radioterapia no Hospital do Oeste esteve relacionada ao momento vivido por Jaques Wagner, alvo de críticas recentes. "Depois do que aconteceu nesses últimos tempos com o senador Jaques Wagner, é o primeiro ato público que ele vem com a gente. Foi emoção naquela hora", declarou. O governador disse ainda que os ataques ao senador fazem parte de uma estratégia para atingir o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). "Na verdade, querem pegar Lula primeiro. Usam a gente o tempo inteiro para bater no Lula. Depois, pegam uma pessoa que é um patrimônio nosso", afirmou. Em seguida, defendeu a trajetória de Wagner: "Você nunca ouviu em 20 anos dizer que ele era desonesto". Jerônimo também demonstrou confiança na defesa do senador e destacou sua importância para o grupo político. "A gente quer que Wagner continue firme e forte, faça sua defesa e possa ajudar a gente a continuar governando o Brasil e a Bahia", disse. Ao comentar as críticas da oposição, o governador afirmou que pretende responder com ações da administração estadual. Segundo ele, obras em estradas, hospitais, escolas de tempo integral e a ampliação dos serviços de saúde serão a principal resposta do governo. Por fim, Jerônimo destacou o diálogo institucional com prefeitos de diferentes partidos e afirmou que esse modelo de gestão representa uma mudança em relação ao passado político do estado.
Ex-apoiador de Bolsonaro, prefeito declara apoio a Jerônimo em Santa Maria
Ex-apoiador de Bolsonaro, prefeito declara apoio a Jerônimo em Santa Maria
Prefeito de Santana também declarou apoio a Jaques Wagner e Lula.
Por: Redação Sudoeste Bahia
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)Resumo
- O prefeito de Santana, Zé Raul (MDB), anunciou publicamente seu apoio ao grupo político do governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues (PT). A declaração foi feita durante a plenária do Programa de Governo Participativo (PGP) em Santa Maria da Vitória neste domingo (28), marcando um realinhamento político significativo na região oeste da Bahia.
- Anteriormente um apoiador de Jair Bolsonaro (PL), Zé Raul elogiou a determinação e a atuação de Jerônimo Rodrigues, além de agradecer pelos investimentos recebidos por Santana. O prefeito estendeu seu apoio também ao senador Jaques Wagner (PT) e ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), solidificando sua nova posição dentro da base governista estadual e federal.
Foto: Reprodução
O prefeito de Santana, no oeste da Bahia, Zé Raul (MDB), declarou apoio ao grupo político do governador Jerônimo Rodrigues (PT). O anúncio foi feito neste domingo (28), durante a plenária do Programa de Governo Participativo (PGP), realizada em Santa Maria da Vitória. Ex-apoiador do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), o prefeito elogiou a atuação de Jerônimo e destacou a disposição do governador durante a agenda na região. "Quero dizer, governador, que o senhor pode ter certeza que eu não conheço outro homem mais determinado do que vossa excelência. Eu vi o senhor às 10h da manhã fazendo entrega no Parque de Exposição. Às 22h o senhor me recebeu com o mesmo sorriso e a mesma determinação. O senhor é um orgulho para a Bahia. O senhor me representa", afirmou. Durante o discurso, Zé Raul também agradeceu pelos investimentos destinados ao município de Santana e estendeu o apoio ao senador Jaques Wagner (PT) e ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). "O senhor Jaques Wagner é amado. Eu te amo", disse o prefeito. Em seguida, acrescentou: "Quero dizer ao senhor e ao presidente Lula que nós estamos juntos." A manifestação pública marca o alinhamento político do prefeito com o grupo liderado pelo governador Jerônimo Rodrigues, após ter apoiado Jair Bolsonaro em eleições anteriores.
Wagner pede licença do cargo de líder do governo no Senado após ser alvo de operação da PF
Wagner afirmou em uma publicação nas redes sociais que decidiu se afastar da liderança no Senado
Por: Redação Sudoeste Bahia
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)Resumo
- O senador Jaques Wagner (PT-BA) anunciou seu afastamento da liderança do governo no Senado Federal. A decisão ocorre poucos dias após o parlamentar ter sido incluído como alvo na 9ª fase da operação Compliance Zero, que investiga um esquema bilionário de fraudes financeiras envolvendo o Banco Master, impactando sua posição política.
- A medida foi comunicada por Wagner em suas redes sociais, afirmando que o afastamento foi um acordo mútuo com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, após uma reunião no Palácio da Alvorada. O senador petista declarou que sua prioridade imediata é comprovar sua inocência e dedicar-se às campanhas de reeleição do presidente Lula, do governador Jerônimo Rodrigues, e à sua própria reeleição ao Senado.
Foto: Marcos Oliveira | Sudoeste Bahia
O senador Jaques Wagner (PT-BA) decidiu se afastar da liderança do governo no Senado poucos dias após passar a integrar a lista de alvos da 9ª fase da operação Compliance Zero, que investiga um esquema bilionário de fraudes financeiras envolvendo o Banco Master. Depois da reunião, Wagner afirmou em publicação nas redes sociais que a decisão de se afastar do cargo foi tomada em comum acordo com o presidente da República. "Acabei de ter uma ótima reunião com o Presidente @LulaOficial, uma conversa entre amigos, e decidimos, em comum acordo, que me afastarei da liderança do Governo no Senado Federal". "Neste momento, minha prioridade absoluta é provar minha inocência e me dedicar à reeleição do presidente Lula e do governador Jerônimo Rodrigues, além da minha reeleição junto com Rui Costa para o Senado", escreveu Wagner. Nesta quarta-feira (24), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) se reuniu com o senador, que ocupa a função de líder do governo, no Palácio da Alvorada. O encontro durou cerca de duas horas.
Jaques Wagner recorre ao STF e pede anulação de operação da PF
Jaques Wagner recorre ao STF e pede anulação de operação da PF
Defesa do senador fala em "erros graves" que comprometeram a medida
Por: Redação Sudoeste Bahia
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)Resumo
- A defesa do senador Jaques Wagner (PT-BA) apresentou nesta segunda-feira (22) um recurso ao Supremo Tribunal Federal (STF) com o objetivo de reverter a decisão que autorizou a operação de busca e apreensão realizada contra o parlamentar na última semana. Líder do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva no Senado, Wagner foi alvo de uma ação da Polícia Federal no âmbito das investigações sobre o Banco Master.
- Segundo as informações divulgadas pela PF, o senador é apontado como o principal destinatário de benefícios econômicos supostamente concedidos por integrantes do grupo ligado ao banqueiro Daniel Vorcaro. A investigação ressalta a proximidade entre Wagner e Augusto Lima, ex-sócio de Vorcaro, levantando suspeitas sobre a possível atuação do parlamentar em pautas de interesse do banco.
Foto: Marcos Oliveira | Sudoeste Bahia
A defesa do senador Jaques Wagner (PT-BA) apresentou ao Supremo Tribunal Federal (STF), nesta segunda-feira (22), um recurso para tentar reverter a decisão que autorizou a operação de busca e apreensão realizada contra o parlamentar na última semana. Líder do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva no Senado, Wagner foi alvo de uma ação da Polícia Federal relacionada às investigações sobre o Banco Master. Segundo a PF, o senador teria sido o principal destinatário de benefícios econômicos supostamente concedidos por integrantes do grupo ligado ao banqueiro Daniel Vorcaro. Os investigadores destacam a proximidade entre Wagner e Augusto Lima, ex-sócio de Vorcaro, e levantam suspeitas sobre a atuação do parlamentar em pautas de interesse do banco.
Jaques Wagner resiste a deixar liderança do governo no Senado
Jaques Wagner resiste a deixar liderança do governo no Senado
Senador afirma que só deixará o cargo se houver pedido do presidente Lula; encontro entre os dois é esperado para esta semana.
Por: Redação Sudoeste Bahia
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)Resumo
- O líder do governo no Senado, Jaques Wagner (PT-BA), tem resistido à pressão de aliados e integrantes do governo para deixar seu cargo após ser alvo de uma operação da Polícia Federal relacionada às investigações sobre o Banco Master. O senador afirma que só se afastará da liderança se houver um pedido direto do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, com quem uma conversa é aguardada para quarta-feira, após seu retorno a Brasília.
- Nos bastidores, o governo discute a saída de Wagner para reduzir o desgaste político. Embora Lula tenha manifestado solidariedade, integrantes do governo alertam que isso não garante sua permanência. Uma solução negociada é cogitada, com Wagner deixando a liderança após a visita presidencial à Bahia, no início de julho, justificando a necessidade de se dedicar a articulações eleitorais no estado.
Foto: Alessandro Dantas | PT-SF
O líder do governo no Senado, o senador Jaques Wagner (PT-BA), tem resistido à pressão de aliados e integrantes do governo para deixar o cargo após ser alvo de uma operação da Polícia Federal relacionada às investigações sobre o Banco Master. Segundo interlocutores, Wagner tem afirmado que não pretende se afastar da liderança do governo, a menos que receba um pedido direto do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Uma conversa entre os dois é aguardada para quarta-feira (24), quando o senador deve retornar a Brasília. Nos bastidores, integrantes do governo avaliam que a saída de Wagner poderia reduzir o desgaste político provocado pela investigação e evitar que o tema continue impactando o Palácio do Planalto. A expectativa entre aliados é que Lula discuta o assunto diretamente com o senador nos próximos dias. Parte da base governista defende uma solução negociada, com Wagner deixando a liderança após a visita presidencial à Bahia, prevista para o dia 2 de julho. Nesse cenário, a justificativa pública seria a necessidade de o senador se dedicar às articulações políticas e eleitorais no estado. A permanência de Wagner também divide opiniões dentro do governo. Alguns aliados entendem que a continuidade no cargo mantém o senador sob maior exposição política e dificulta sua estratégia de defesa. Outros avaliam que uma saída imediata poderia ser interpretada como um pré-julgamento. Nos últimos dias, o presidente Lula conversou com Wagner por telefone e manifestou solidariedade ao aliado. Integrantes do governo, porém, afirmam que o gesto não representa necessariamente uma garantia de permanência na liderança. Enquanto as discussões continuam, o senador tem reiterado publicamente que permanece no cargo e que qualquer decisão sobre a liderança cabe ao presidente da República.
Camilo é cotado para vaga de Wagner no Senado
Camilo é cotado para vaga de Wagner no Senado
Ministro da Educação é apontado como principal nome para assumir a articulação do governo na Casa.
Por: Redação Sudoeste Bahia
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)Resumo
- O ministro da Educação, Camilo Santana, é apontado para assumir a liderança do governo no Senado em caso de saída do senador Jaques Wagner. A discussão ganhou força após operação que investiga supostas fraudes envolvendo o banco Master. Integrantes do governo avaliam que a permanência de Wagner na liderança tem gerado desgaste político.
- O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sinalizou apoio a Wagner, mas Camilo Santana é visto como alternativa para fortalecer a articulação política do governo no Senado.
Foto: MEC
O ministro da Educação, Camilo Santana, tem sido apontado nos bastidores do governo como o principal nome para assumir a liderança do governo no Senado caso o senador Jaques Wagner deixe o cargo. A discussão ganhou força após a repercussão da operação que investiga supostas fraudes envolvendo o banco Master. Integrantes do governo avaliam que a permanência de Wagner na liderança tem gerado desgaste político. Nesta sexta-feira (19), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva sinalizou apoio ao senador ao fazer um gesto positivo durante um evento em Belo Horizonte, ao ser questionado sobre a permanência do aliado no posto. Em entrevista, Jaques Wagner afirmou que continua na liderança e que só deixará a função caso receba um pedido direto de Lula. A declaração, no entanto, não foi bem recebida por alguns interlocutores do presidente, que consideram que o episódio aumentou a pressão sobre o Palácio do Planalto. Nos bastidores, Camilo Santana é visto como uma alternativa para fortalecer a articulação política do governo no Senado. Com mandato de senador até 2030, ele não precisaria disputar eleições em 2026, embora também seja citado como possível candidato ao governo do Ceará. A avaliação dentro do governo é que a liderança no Senado será estratégica nos próximos meses, especialmente diante das negociações com o presidente da Casa, Davi Alcolumbre.
Jerônimo declara apoio a Wagner após operação da PF: "Não soltaremos sua mão"
Jerônimo declara apoio a Wagner após operação da PF: "Não soltaremos sua mão"
Governador da Bahia publicou mensagem de solidariedade ao senador petista no mesmo dia em que ele foi alvo de mandado de busca e apreensão da Polícia Federal.
Por: Redação Sudoeste Bahia
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)Resumo
- O governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues (PT), manifestou publicamente seu apoio ao senador Jaques Wagner (PT) após a Polícia Federal cumprir um mandado de busca e apreensão contra o parlamentar, no âmbito da Operação Compliance Zero, ligada ao "Caso Master". Em redes sociais e em encontro pessoal, Jerônimo Rodrigues destacou a trajetória política e o legado de Wagner, reafirmando sua confiança no senador e sugerindo que ele é alvo de perseguições políticas, mas que a verdade prevalecerá.
- A declaração do governador ocorre em meio à intensa repercussão da operação, que investiga desdobramentos de um caso anterior, sem que haja, até o momento, qualquer acusação formal ou condenação contra Jaques Wagner. O senador é uma figura proeminente do PT na Bahia, tendo sido ex-governador e atualmente ocupando uma cadeira no Senado Federal, além de ser um importante aliado do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Aliados políticos do senador têm se unido em sua defesa, reforçando a presunção de inocência durante o curso das apurações federais.
Foto: Reprodução
O governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues (PT), manifestou apoio público ao senador Jaques Wagner (PT) nesta quarta-feira (18), por meio de uma publicação nas redes sociais. A declaração ocorreu no mesmo dia em que o parlamentar foi alvo de um mandado de busca e apreensão cumprido pela Polícia Federal no âmbito da Operação Compliance Zero, que apura desdobramentos do chamado "Caso Master". Na mensagem, Jerônimo destacou a trajetória política de Wagner e afirmou ter se encontrado com o senador para prestar solidariedade diante da situação. O governador também ressaltou a importância do petista para a política baiana e para o governo federal. "A Bahia conhece Wagner e sabe que sua história e legado são motivos de orgulho e inspiração. Reafirmo a confiança no senador que honra a Bahia e lidera com compromisso o governo do presidente Lula", escreveu o governador. Jerônimo ainda afirmou acreditar que o senador é alvo de perseguições políticas e demonstrou confiança de que os fatos serão esclarecidos ao longo das investigações. "Não é a primeira vez que o perseguem; a verdade há de vencer. E nós, seus verdadeiros companheiros, não soltaremos sua mão, Wagner!", declarou. A manifestação ocorre em meio à repercussão da operação da Polícia Federal, que cumpriu mandados relacionados às investigações do Caso Master. Até o momento, não há divulgação oficial de acusação formal ou condenação contra o senador. Jaques Wagner é uma das principais lideranças do Partido dos Trabalhadores na Bahia. Ex-governador do estado por dois mandatos, ele atualmente exerce mandato no Senado Federal e integra a base de apoio do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). O caso segue sob investigação das autoridades federais. Enquanto isso, aliados políticos do senador têm se manifestado publicamente em defesa de sua trajetória e da presunção de inocência durante o andamento das apurações.
Jaques Wagner nega ter recebido dinheiro do Banco Master
Jaques Wagner nega ter recebido dinheiro do Banco Master
Senador afirma que recursos localizados pela Polícia Federal têm origem em diárias de viagens oficiais e nega qualquer benefício do Banco Master.
Por: Redação Sudoeste Bahia
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)Resumo
- O senador Jaques Wagner (PT-BA), líder do governo Lula no Senado, negou nesta quinta-feira (18) ter recebido recursos do Banco Master ou do empresário Augusto Lima, alvos da Operação Compliance Zero da Polícia Federal. Wagner esclareceu a origem de US$ 49 mil encontrados, afirmando que são diárias de viagens internacionais, e defendeu a regularidade da negociação de um apartamento em Salvador, avaliado em R$ 2,5 milhões, que nunca foi transferido para seu patrimônio.
- A Operação Compliance Zero investiga supostos favorecimentos e vantagens indevidas envolvendo o Banco Master e agentes públicos. Apesar da investigação em andamento e dos mandados de busca e apreensão cumpridos pela PF, o senador Jaques Wagner não foi denunciado nem formalmente acusado até o momento. Ele sustenta que não cometeu irregularidades e se manifestou tranquilo para prestar todos os esclarecimentos às autoridades.
Foto: Marcos Oliveira | Sudoeste Bahia
O senador Jaques Wagner (PT-BA), líder do governo Lula no Senado, negou nesta quinta-feira (18) ter recebido recursos do Banco Master ou do empresário Augusto Lima, alvo das investigações da Operação Compliance Zero, deflagrada pela Polícia Federal. Em entrevista à TV Band, Wagner afirmou que os US$ 49 mil encontrados durante a operação têm origem em diárias recebidas ao longo de viagens internacionais realizadas no exercício de atividades parlamentares. "O dinheiro, várias vezes viajei pro exterior. Mandei até levantar: de diária eu recebi 70 mil dólares. Eu fui viajar e comprei via Banco do Brasil. Então não tenho nada para esconder desse dinheiro. Do ponto de vista do dinheiro, estou absolutamente tranquilo", declarou. O senador também se manifestou sobre as suspeitas envolvendo um apartamento avaliado em R$ 2,5 milhões, localizado no bairro Horto Florestal, em Salvador. Segundo Wagner, o imóvel nunca foi transferido para seu patrimônio e a negociação ocorreu de forma regular. "Nunca recebi dinheiro do Master ou de Augusto Lima. Sobre o apartamento, eu tinha interesse de dar à minha filha um apartamento desse. Falei com o Guga: você pode comprar e depois eu recomprar? Não tem nenhuma transferência de patrimônio para mim", afirmou. A Operação Compliance Zero investiga supostos favorecimentos ligados ao Banco Master e possíveis vantagens indevidas envolvendo agentes públicos e empresários. Na quinta fase da investigação, a Polícia Federal cumpriu mandados de busca e apreensão autorizados pela Justiça. Até o momento, Wagner não foi denunciado nem formalmente acusado. A investigação segue em andamento e busca esclarecer a origem de movimentações financeiras e negociações imobiliárias apontadas pelos investigadores. O senador sustenta que não cometeu irregularidades e afirma estar tranquilo para prestar todos os esclarecimentos às autoridades.
Senador já havia negado ligação com Vorcaro em discurso
Senador já havia negado ligação com Vorcaro em discurso
Líder do governo no Senado nega envolvimento em irregularidades e diz que conheceu Daniel Vorcaro apenas duas vezes.
Por: Redação Sudoeste Bahia
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)Resumo
- O senador Jaques Wagner (PT-BA) foi alvo de mandado de busca e apreensão da Polícia Federal durante a Operação Compliance Zero. Ele utilizou a tribuna do Senado para rebater suspeitas envolvendo seu nome nas investigações sobre supostas fraudes ligadas ao Banco Master.
- A investigação suspeita que Wagner recebeu um imóvel avaliado em R$ 2,5 milhões como contrapartida por supostas ações favoráveis aos interesses do Banco Master e do empresário Augusto Lima.
Foto: Reprodução
Dois dias antes de ser alvo de mandado de busca e apreensão da Operação Compliance Zero, da Polícia Federal, o senador Jaques Wagner (PT-BA) utilizou a tribuna do Senado para rebater suspeitas envolvendo seu nome nas investigações sobre supostas fraudes ligadas ao Banco Master. Na ocasião, Wagner classificou como "leviana" uma reportagem da revista Veja que citava seu nome em uma proposta de delação do banqueiro Daniel Vorcaro, controlador da instituição financeira. Segundo o senador, não existe qualquer investigação que tenha apontado irregularidades em sua atuação ou na do ministro da Casa Civil, Rui Costa. "A capa da Veja fala que revelará os negócios do PT da Bahia. Eu já desafiei vários a me mostrarem qual foi a investigação da Polícia Federal que encontrou algo sobre o meu comportamento e o comportamento do ex-governador Rui Costa", afirmou. O parlamentar também criticou o modelo de delações realizadas por investigados presos e disse não possuir qualquer relação comercial com Vorcaro. "Eu estou muito à vontade porque conheci esse senhor duas vezes, uma vez em Salvador e uma vez em São Paulo. Não tenho nenhuma relação com ele, não tenho nenhum negócio. Aliás, eu não tenho nem CNPJ, eu só tenho CPF", declarou. Apesar da defesa pública, a Polícia Federal investiga a suspeita de que Wagner tenha recebido um imóvel avaliado em R$ 2,5 milhões como contrapartida por supostas ações favoráveis aos interesses do Banco Master e do empresário Augusto Lima, ex-sócio da instituição. A operação também cumpriu mandados em imóveis e empresas ligadas a Augusto Lima na Bahia, em Brasília e em São Paulo. A defesa do empresário afirmou que ele está à disposição das autoridades e considerou as buscas desnecessárias. Jaques Wagner ainda não comentou oficialmente a operação após o cumprimento dos mandados.
Caso Master: PF mira Jaques Wagner e banqueiro em nova fase da operação Compliance Zero
Operação apura suspeitas de fraudes, corrupção e lavagem de dinheiro; são cumpridos 18 mandados de busca e apreensão em três estados
Por: Redação Sudoeste Bahia
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)Resumo
- A Polícia Federal deflagrou a 9ª fase da Operação Compliance Zero nesta quinta-feira (18), investigando um suposto esquema bilionário de fraudes, corrupção, lavagem de dinheiro e obstrução da Justiça ligado ao Banco Master. A operação apura a participação de agentes públicos em irregularidades envolvendo instituições financeiras, tendo como alvos o senador Jaques Wagner (PT-BA), líder do governo no Congresso, e o banqueiro Augusto Ferreira Lima, proprietário do Banco Pleno.
- As ações desta etapa incluem o cumprimento de 18 mandados de busca e apreensão em São Paulo, Bahia e no Distrito Federal, expedidos pelo ministro André Mendonça, relator do caso no Supremo Tribunal Federal. Além das buscas, foram determinadas medidas cautelares como a proibição de contato entre os investigados, suspensão de passaportes e monitoramento eletrônico, em apurações que podem configurar crimes de corrupção passiva e ativa, e lavagem de dinheiro.
Foto: Marcos Oliveira | Sudoeste Bahia
A Polícia Federal deflagrou, nesta quinta-feira (18), a 9ª fase da Operação Compliance Zero, que investiga a participação de agentes públicos em um suposto esquema de irregularidades envolvendo instituições financeiras. A investigação aponta para um esquema bilionário de fraudes, corrupção, lavagem de dinheiro e obstrução da Justiça ligado ao Banco Master. Entre os alvos desta etapa estão o senador Jaques Wagner (PT-BA), líder do governo no Congresso, e o banqueiro Augusto Ferreira Lima, dono do Banco Pleno. A operação também cumpre 18 mandados de busca e apreensão, expedidos pelo ministro André Mendonça, relator do caso no Supremo Tribunal Federal (STF). As ordens são executadas no Distrito Federal, em São Paulo e na Bahia. Além disso, foram determinadas medidas cautelares, como proibição de contato entre investigados, suspensão de passaportes e monitoramento eletrônico. Segundo a PF, os fatos sob apuração podem configurar crimes de corrupção passiva, corrupção ativa e lavagem de dinheiro. *Em atualização
Jaques Wagner anuncia processo contra revista Veja por reportagem que associa PT ao Master
Parlamentar afirmou que não existe investigação que o relacione a irregularidades e acusou a divulgação de informações sem comprovação.
Por: Redação Sudoeste Bahia
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)Resumo
- O senador Jaques Wagner (PT-BA) anunciou que irá processar a revista Veja em resposta a uma reportagem que aponta supostas relações entre integrantes do PT da Bahia e o empresário Daniel Vorcaro, ex-CEO do Banco Master. Durante discurso no Senado Federal e em suas redes sociais, Wagner classificou a matéria como irresponsável e negou veementemente qualquer investigação da Polícia Federal envolvendo seu nome ou o do ministro da Casa Civil, Rui Costa.
- O parlamentar também criticou a divulgação indevida de informações de uma suposta delação envolvendo Vorcaro, afirmando que o conteúdo não é público e serve para especulações, comparando a situação aos vazamentos da Operação Lava Jato. Wagner classificou o episódio como parte de uma "guerra de narrativas", denunciando a propagação de acusações sem comprovação e apelando pelo fim da leviandade na imprensa e nas instituições. Até o momento, a revista não se manifestou publicamente sobre as declarações do senador.
Foto: Valter Campanato | Agência Brasil
O senador Jaques Wagner (PT-BA) anunciou nesta terça-feira (16) que irá processar a revista Veja após a publicação de uma reportagem que aponta supostas relações entre integrantes do PT da Bahia e o empresário Daniel Vorcaro, ex-CEO do Banco Master. A reação ocorreu durante um discurso no Senado Federal e também foi compartilhada pelo parlamentar nas redes sociais. Wagner classificou a matéria como irresponsável e afirmou que não há qualquer investigação da Polícia Federal que envolva seu nome ou o do ministro da Casa Civil, Rui Costa. "Eu já desafiei vários a me mostrarem qual foi a investigação da Polícia Federal que encontrou algo sobre o meu comportamento e o comportamento do ex-governador Rui Costa. Antecipar que meu advogado já está preparando a peça para processar a revista", declarou. O senador também criticou o que chamou de divulgação indevida de informações relacionadas a uma suposta delação envolvendo Daniel Vorcaro. Segundo ele, o conteúdo divulgado não foi tornado público oficialmente e estaria sendo utilizado para alimentar especulações. "Nós estamos entre o absurdo e o super absurdo. O absurdo é de uma delação que ninguém sabe o que tem dentro dela, a não ser aqueles que inquiriram o senhor Daniel Vorcaro e que levianamente e ilegalmente vazam a matéria, como vazaram no tempo da Lava Jato", afirmou. Durante o pronunciamento, Wagner disse ainda que o episódio faz parte de uma disputa de versões no ambiente político e criticou a propagação de acusações sem comprovação. Segundo o petista, trata-se de uma "guerra de narrativas". "O instituto da leviandade ou nas instituições ou na imprensa ou nas redes brasileiras precisa ter um ponto final", declarou. Até o momento, a revista não havia se manifestado publicamente sobre as declarações do senador ou sobre a anunciada ação judicial. O caso deve ter novos desdobramentos nos próximos dias.
Senado aprova Salvador como capital do Brasil no 2 de Julho
Senado aprova Salvador como capital do Brasil no 2 de Julho
Medida ainda depende da sanção do presidente Lula e prevê a transferência simbólica da capital federal para Salvador em 2 de Julho de cada ano.
Por: Redação Sudoeste Bahia
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)Resumo
- O Senado Federal aprovou projeto que transfere simbolicamente a capital do Brasil para Salvador em 2 de julho para comemorar a Independência da Bahia. A data marca um momento crucial na história nacional, com a expulsão definitiva das tropas portuguesas da Bahia em 1823.A iniciativa busca reconhecer a importância histórica da Bahia na formação política brasileira. O projeto estabelece que anualmente, Salvador voltará a ocupar simbolicamente o posto de capital do país durante as celebrações do 2 de julho. A aprovação do projeto foi um marco importante na história nacional, com a valorização do papel dos baianos na consolidação da independência brasileira.
Foto: Prefeitura de Caetité
O Senado Federal aprovou nesta terça-feira (16) o projeto que transfere simbolicamente a capital do Brasil para Salvador no dia 2 de Julho, data que marca a Independência da Bahia. A proposta agora segue para sanção do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). A iniciativa busca reconhecer a importância histórica do movimento que culminou, em 1823, com a expulsão definitiva das tropas portuguesas da Bahia. O episódio é considerado por historiadores como um dos momentos decisivos para a consolidação da Independência do Brasil, proclamada por Dom Pedro I em 7 de setembro de 1822. De autoria do deputado federal Leo Prates (Republicanos-BA), o projeto estabelece que, anualmente, Salvador volte a ocupar simbolicamente o posto de capital do país durante as celebrações do 2 de Julho. Após a aprovação, Prates destacou o significado da medida para a história nacional. "É um marco pela importância histórica da Bahia para a soberania nacional", afirmou. O parlamentar também agradeceu o apoio de deputados e senadores que defenderam a proposta durante sua tramitação no Congresso. Antes de ser analisado pelo plenário, o texto recebeu parecer favorável na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado. Relator da matéria, o senador Jaques Wagner (PT-BA) afirmou que a iniciativa valoriza o papel dos baianos na consolidação da independência brasileira. "Salvador é a nossa primeira capital e berço histórico da formação política brasileira. Foi nela, no dia 2 de julho, que o nosso país deixou de ser apenas uma declaração às margens do Ipiranga para se tornar, de fato, uma nação independente", declarou. Caso seja sancionada, a lei transformará Salvador em capital simbólica do Brasil todos os anos durante as comemorações da data, considerada uma das mais importantes do calendário cívico baiano.
Jerônimo Rodrigues participa de PGP em Guanambi
Jerônimo Rodrigues participa de PGP em Guanambi
Encontro realizado em Guanambi reuniu representantes políticos e movimentos sociais para discutir demandas de 19 municípios do Sertão Produtivo.
Por: Redação Sudoeste Bahia
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)Resumo
- O governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues, participou neste domingo (24) da sétima edição do Programa de Governo Participativo (PGP) em Guanambi, no sudoeste do estado. O encontro reuniu diversas lideranças políticas, incluindo os senadores Jaques Wagner e Otto Alencar, além de deputados, prefeitos, representantes de movimentos sociais e moradores da região do Sertão Produtivo, que abrange 19 municípios baianos.
- A proposta do evento é coletar demandas e sugestões para o planejamento de futuras ações administrativas e políticas públicas, abordando temas como infraestrutura, saúde, educação e desenvolvimento regional. Jerônimo Rodrigues enfatizou que o PGP serve como um espaço de escuta popular para aproximar o governo das necessidades da população e orientar as prioridades da gestão estadual, destacando a importância da participação popular na definição de políticas públicas.
Foto: Reprodução
O governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues, participou neste domingo (24) da sétima edição do Programa de Governo Participativo (PGP), realizada em Guanambi, no sudoeste do estado. O encontro reuniu lideranças políticas, representantes de movimentos sociais e moradores da região do Sertão Produtivo, território formado por 19 municípios baianos. A proposta do evento, segundo o governo estadual, é ouvir demandas locais e reunir sugestões para o planejamento de futuras ações administrativas. Também participaram da atividade os senadores Jaques Wagner e Otto Alencar, além de deputados federais, estaduais, prefeitos e outras lideranças políticas da região. Durante o encontro, foram discutidos temas relacionados à infraestrutura, saúde, educação, desenvolvimento regional e fortalecimento de políticas públicas para os municípios do interior baiano. De acordo com o governo estadual, o Programa de Governo Participativo funciona como um espaço de escuta popular e construção coletiva de propostas, sem previsão de anúncios imediatos de obras ou investimentos durante esta etapa. Jerônimo Rodrigues afirmou que a iniciativa busca aproximar o governo das necessidades apresentadas pela população e orientar as prioridades da gestão estadual nos próximos anos. O governador também destacou a importância da participação popular na definição de políticas públicas e no planejamento das ações voltadas para o desenvolvimento regional. A edição realizada em Guanambi integra uma série de encontros promovidos pelo governo baiano em diferentes territórios do estado.
Senado aprova indicação e Bahia ganha nova ministra no TST
Foto: Ascom | TRT
A desembargadora Margareth Rodrigues Costa foi aprovada pelo plenário do Senado para o cargo de ministra do Tribunal Superior do Trabalho nesta quarta-feira (29), com 49 votos favoráveis e 22 contrários. A indicação, feita pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, recebeu parecer favorável do senador Jaques Wagner, que destacou a qualificação da magistrada. Antes da votação em plenário, Margareth passou por sabatina na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), onde obteve 17 votos favoráveis e 9 contrários. Ela integrou lista tríplice composta exclusivamente por mulheres, formada após a aposentadoria do ministro Aloysio Corrêa da Veiga. Natural de Salvador, Margareth Rodrigues Costa ingressou na magistratura em maio de 1990 e foi promovida a desembargadora do Tribunal Regional do Trabalho da 5ª Região em 2014, pelo critério de merecimento, consolidando trajetória com ampla experiência na Justiça do Trabalho.
























