Comitiva da Presidência da República visita unidade de urânio em Caetité
Visita técnica do Governo Federal discutiu produção de combustível nuclear e expansão da cadeia no país
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Foto: Reprodução
O Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República integrou, na ultima quinta-feira (26), uma comitiva que visitou a Unidade de Concentração de Urânio das Indústrias Nucleares do Brasil, em Caetité, única instalação de mineração de urânio em operação no país. A delegação foi chefiada pelo ministro Marcos Amaro e contou com representantes da ENBPar, do BNDES e da Amazul. O grupo foi recebido pelo presidente da INB, Tomás Albuquerque.A agenda teve como foco o acompanhamento das etapas iniciais do ciclo do combustível nuclear, incluindo a extração e o beneficiamento do urânio, além da avaliação de desafios e oportunidades para o avanço do setor no Brasil. Durante a visita, a comitiva percorreu a mina do Engenho, em operação, o mirante da mina Cachoeira — primeira a produzir urânio no município — e a usina de beneficiamento químico da unidade.O ministro destacou a importância estratégica do domínio completo do ciclo nuclear para o país, especialmente diante da demanda crescente por energia elétrica. Segundo ele, o fortalecimento do setor integra as diretrizes do Programa Nuclear Brasileiro, coordenado pelo GSI. Representantes das instituições presentes também sinalizaram a intenção de ampliar a cadeia produtiva, com avanço em etapas como conversão e enriquecimento de urânio, visando atender tanto o mercado interno quanto o internacional.A unidade de Caetité é considerada peça-chave para a autossuficiência do Brasil na produção de combustível nuclear e para a expansão do programa energético nacional.
INB avança para novo concurso público com vagas para Caetité
Fundação Getulio Vargas foi contratada para organizar a seleção
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As Indústrias Nucleares do Brasil (INB) deu mais um passo para realizar um novo concurso público e contratou a Fundação Getulio Vargas (FGV) para organizar o processo seletivo. A informação foi confirmada nesta terça-feira (24). Com a banca definida, a expectativa é de que o edital seja divulgado nas próximas semanas. Segundo o contrato, a seleção deve formar cadastro de reserva para atender demandas operacionais da estatal. As vagas serão distribuídas entre unidades da INB em Resende (RJ), Rio de Janeiro, Caldas (MG) e Caetité (BA). Os salários iniciais ainda não foram informados. Em Caetité, estão previstas oportunidades para níveis médio/técnico e superior, com cargos como advogado, assistente social, engenheiros de várias áreas, físico, geólogo, médico do trabalho, químico e técnicos em mineração, mecânica, eletrotécnica, instrumentação, logística, radioproteção e segurança do trabalho. O concurso deve contar com provas objetivas, aplicadas nas cidades onde há unidades da INB. Para nível médio e técnico, serão 46 questões; para nível superior, 56 questões, incluindo Língua Portuguesa, Normas e Conhecimentos Específicos. Para cargos de nível superior, haverá também questões de Língua Inglesa. As provas devem ocorrer no mesmo dia, em turnos diferentes conforme o nível de escolaridade. Para o cargo de inspetor de guarda, está prevista uma etapa prática. O edital será publicado após a conclusão dos trâmites com a banca organizadora.
Justiça condena INB por falhas graves em unidade de Caetité
Decisão da Vara do Trabalho de Guanambi destina valor ao FAT e reconhece falhas graves na saúde e segurança dos trabalhadores.
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Foto: Reprodução | INB
A Vara do Trabalho de Guanambi, no sudoeste da Bahia, condenou a Indústrias Nucleares do Brasil (INB) ao pagamento de R$ 15 milhões por danos extrapatrimoniais coletivos. O montante será destinado ao Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT). A sentença decorre de ação movida pelo Ministério Público do Trabalho (MPT), em parceria com o Sindicato dos Mineradores de Brumado e Microrregião, após a constatação de irregularidades na unidade da empresa situada em Caetité.Segundo o MPT, inspeções técnicas realizadas no complexo industrial, com apoio de outros órgãos fiscalizadores, revelaram um quadro considerado crítico. Entre as falhas encontradas estão vazamentos de material radioativo, ausência ou inadequação de equipamentos de proteção individual e exposição contínua dos empregados a agentes químicos perigosos. As condições colocariam em risco a saúde física e psicológica dos trabalhadores.Na ação, além da indenização coletiva, foram solicitadas medidas de reparação direta às vítimas. Os pedidos incluíram o custeio integral de tratamentos médicos e psicológicos, fornecimento de medicamentos, pagamento de indenizações individuais por danos morais e materiais e a concessão de pensões mensais a dependentes de empregados que morreram em decorrência da exposição ocupacional.Ao julgar o processo, a juíza Nara Duarte Barroso Chaves acolheu os argumentos apresentados e determinou que a INB promova exames médicos em ex-empregados e trabalhadores terceirizados que atuaram na planta de Caetité. A magistrada também estabeleceu que a empresa deverá indenizar e arcar com despesas e pensões de funcionários que comprovarem doenças relacionadas à atividade exercida.Na sentença, a juíza destacou que a INB descumpriu normas básicas de segurança do trabalho e expôs seus empregados a riscos elevados, afirmando que cabe à empresa garantir um ambiente laboral regular, seguro e compatível com a legislação vigente.A decisão ainda é passível de recurso ao Tribunal Regional do Trabalho da 5ª Região (TRT-5).
Sindicato denuncia falta de transparência da INB após acidente em Caetité
Trabalhador teria tido contato com resíduos radioativos e produtos químicos
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Foto: Reprodução | INB
O Sindicato dos Mineradores da Bahia (Sindmine) divulgou, nesta terça-feira (7), uma nota pública cobrando transparência da Indústrias Nucleares do Brasil (INB) após um acidente registrado no dia 1º de outubro na Unidade de Concentração de Urânio (URA), em Caetité, no sudoeste da Bahia. Segundo o sindicato, um funcionário caiu em uma célula do setor de extração e teve contato direto com solventes, resíduos radioativos de urânio, cloreto e ácido sulfúrico. A exposição atingiu braços e quadril do trabalhador. A entidade afirma que a versão interna divulgada pela INB classificou o caso apenas como “pequenas escoriações”, o que contraria a gravidade relatada. A nota também critica a ausência de um comunicado público oficial sobre o acidente, restringindo-se a circulares internas. O Sindmine aponta ainda que a atividade era realizada sem Licença de Trabalho (LT) e sem avaliação de risco para a área crítica. Outro ponto destacado é que a Brigada de Emergência da empresa não foi acionada, sob a justificativa de que “não se tratava de uma emergência”. Até a última atualização, a INB não havia se manifestado publicamente sobre o caso. A ocorrência será acompanhada por órgãos de fiscalização e pela Polícia Civil.
Caetité: Funcionário da INB sofre acidente durante atividade operacional
Empresa informou que adotou medidas previstas nos procedimentos internos e notificou autoridades competentes.
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Foto: reprodução
Um funcionário da Indústrias Nucleares do Brasil (INB) sofreu uma queda durante atividade operacional na Unidade de Concentração de Urânio (URA), em Caetité, no sudoeste da Bahia. O acidente aconteceu no dia 1º de outubro. De acordo com a empresa, o trabalhador utilizava os equipamentos de proteção individual (EPI) exigidos para a função e recebeu atendimento imediato, incluindo monitoração radiológica e cuidados médicos previstos nos protocolos internos de saúde e segurança. O empregado está sob acompanhamento das áreas de Saúde Ocupacional, Segurança do Trabalho, Radioproteção e Serviço Social da INB e apresenta bom estado de saúde.A empresa informou ainda que foi registrada a Comunicação de Acidente de Trabalho e que uma investigação interna foi aberta para apurar as circunstâncias do caso. Os órgãos de controle competentes também foram notificados.
Superintendente da INB é acusado de usar carros da estatal para transporte de material de construção para erguer a própria casa
Por: Redação do Sudoeste Bahia
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Foto: Reprodução | INB
- O Sindicato dos Mineradores de Brumado e Microrregião (Sindmine) denunciou Carlos José Passos Sapucaia, superintendente das Indústrias Nucleares do Brasil (INB), por fazer uso de carros e também de motoristas da estatal, para transportar materiais de construção, que foram usados em uma obra particular. As informações são do jornal O Estado de São Paulo (Estadão). O caso foi apresentado ao Ministério Público Federal em Guanambi. De acordo com informações do Estadão, o Sindmine afirma que os motoristas chegaram a desviar da rota em até 400 Km, para poderem transportar material de construção (pisos), para uma construção de uma casa do superintendente. A reportagem do jornal paulista ainda detalha que Sapucaia solicitava os veículos, em geral, às quintas-feiras, sempre com o tanque cheio, e só entregava na segunda-feira, com o combustível na reserva. “Algumas atividades da empresa foram temporariamente suspensas porque os veículos estavam sob a posse do superintendente”, afirma o sindicato. O Sindmine relata que os carros eram entregues cheios de poeira e quase sem combustível. Em uma viagem, Carlos incumbiu um funcionário da INB que buscasse um gerador de energia e o levasse para sua obra, na cidade de Riacho de Santana. Outro fato narrado pela denúncia diz respeito sobre uma viagem que seguia o percurso entre Caetité (BA), Poços de Caldas (MG), Ribeirão Preto (SP) e Resende (RJ) (cidades que INB possui algumas de suas bases) teve que passar por Piracicaba (SP), o que resultou em um desvio de mais de 400 Km, para poder pegar material de construção. O sindicato também incluiu na denúncia Rogério Mendes Carvalho, por ter sido alertado sobre as irregularidades praticadas por Carlos Sapucaia, mas Rogério não procurou tomar nenhuma providência.
Novo Diretor de Recursos Minerais da INB é empossado
Por: Willian Silva
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Novo Diretor de Recursos MInerais da INB (de paletó preto)
Tomou posse, na manhã desta sexta-feira (28) o novo Diretor de Recursos Minerais (DRM) das Indústrias Nucleares do Brasil (INB), Rogério Mendes Carvalho. Ele substitui Adauto Seixas, que atuou na empresa com os últimos dois presidentes da INB. Rogério Mendes tem um vasto currículo. Ele é graduado em Engenharia de Minas (com honras); Rogério Carvalho é graduado em Engenharia de Minas pela Universidade Federal de Minas Gerais; Possui pós-graduação pelo Centre de Géostatistique de Fontainebleau (MINES Paristech) (Hons) e Doutorado (D.Sc.). Ele é Fellow (FAusIMM) do Instituto Australiano de Mineração e Metalurgia (AusIMM) e tem a experiência e qualificações apropriadas para ser Competent Person (CP) sob o Código JORC ou Qualified Person (QP) sob NI 43-101. Rogério Carvalho possui mais de 34 anos de experiência em exploração geológica, geoestatística, avaliação de recursos, avaliação de reservas, planejamento e projeto, economia mineral, planejamento estratégico, planejamento e gestão, desenvolvimento de negócios, Finanças, Opções Reais, trabalhando para grandes empresas como engenheiro de planejamento e projeto, geoestatístico, gerente de serviços técnicos, gerente de desenvolvimento de negócios, gerente geral. Tem larga experiência em um número significativo de commodities incluindo minério de ferro, manganês, materiais refratários, magnesita, argila, cromita, grafita, ouro, platina, níquel, diamante, carvão. Foi responsável por projetos desde prospecção e exploração até estudo de viabilidade e desenvolvimento e também auditorias técnicas em vários países. O novo DRM da INB terá como missão, junto também ao recém-empossado presidente da mineradora uranífera brasileira, o militar Carlos Freire, em tirar a empresa de uma crise que se arrasta por um bom tempo. A crise atinge, inclusive, empresas terceirizadas que prestam serviços a INB no município de Caetité. As terceirizadas já demitiram cerca de 25% dos funcionários. A INB alega falta de recursos por parte do governo federal que também reduziu os recursos destinados à INB.
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Foto: Willian Silva | Sudoeste Bahia
“O futuro do Brasil na questão nuclear está em Caetité”. Com essa frase, o presidente das Indústrias Nucleares do Brasil (INB), Reinaldo Gonzaga, completou a sua manifestação aos funcionários da INB na manhã desta quarta-feira (12). O evento marca a nova fase da empresa com o funcionamento da planta da INB que estava parada há quatro anos. “Hoje a nossa comemoração deve-se ao esforço de todos vocês, funcionários da INB. A empresa será grata a todos vocês pelo empenho para que esse dia chegasse”, pontuou Gonzaga. O presidente ainda disse que, a volta da produção da INB, deve-se ao fato de ter sido a base de muito trabalho. Gonzaga disse que “se fosse preciso, para fazer a INB de Caetité voltar a produzir, eu pintaria meio fio” e que “só existiam duas alternativas: deixar a empresa do jeito que estava ou arregaçar as mangas e trabalhar. E eu escolhi trabalhar por aquilo que eu acredito e que a recompensa pelo meu trabalho e o trabalho de vocês chegou hoje”. Segundo ele, mesmo com a empresa sem produzir, treinamentos foram oferecidos aos funcionários, sempre visando a excelência do serviço prestado pela INB.
Foto: Willian Silva | Sudoeste Bahia
Outro ponto citado por ele foi, quando assumiu a presidência, a dependência da INB de recursos do Tesouro Nacional era de 38%. Ao findar 2018, a empresa conseguiu, mediante parcerias, reduzir a sua dependência para 29%. Isso porque, pela Constituição Federal, o governo federal tem que subsidiar esses 29% para que a INB funcione. No uso da palavra, o Diretor de Recursos Minerais da INB, Adauto Seixas disse que o momento se deve as orações de todos e agradeceu à Deus pelo momento. “Nas reuniões que tive, sempre pedi orações para que pudéssemos voltar a produzir. Tenho certeza que Deus ouve a oração do justo. E Deus ouviu as orações de vocês”, enfatizou Seixas. Logo depois dos discursos, um vídeo do funcionamento da planta de britagem e da esteira foi exibido, onde houve efusivas palmas e algumas pessoas emocionadas pelo momento do retorno da produção. Em entrevista ao Sudoeste Bahia, o presidente Reinaldo Gonzaga disse que tem boas expectativas para novo governo que será empossado em 2019. Ouça a entrevista.
Caetité: INB obtém autorização da CNEN para voltar a produzir
Por: Willian Silva
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Reinaldo Gonzaga - Foto: Marcos Oliveira | Sudoeste Bahia
A empresa em Caetité tem capacidade para produzir cerca de 400 toneladas de urânio por ano
Através de uma mensagem encaminhada em grupos de Whatsapp, uma pessoa não identificada informou que a Comissão Nacional de Energia Nuclear (CNEN) havia autorizado as Indústrias Nucleares do Brasil (INB) em Caetité retomar a mineração de urânio em solo caetiteense, que estava parada a cerca de quatro anos. A notícia trouxe grande repercussão e euforia nos grupos onde a mensagem foi encaminhada, haja vista que, a retomada da produção foi muito aguardada pela população. A volta da produção de urânio significa geração de emprego e renda, além de um volume considerável de dividendos entrando no município. Assim que foi recebida a mensagem, a reportagem do Sudoeste Bahia entrou em contato com a Assessoria de Comunicação da INB. Segundo a Assessoria, houve uma reunião na manhã desta quarta-feira (14) com os funcionários da empresa para informar sobre a autorização. De acordo com a Ascom, houve comemoração quando do anúncio da volta da exploração de urânio, que foi feita pelo presidente Reinaldo Gonzaga, o diretor de Recursos Minerais da INB, Adauto Seixas, o gerente de produção da INB, Paulo Assis e o Superintendente da INB/Caetité Carlos José Passos Sapucaia. A notícia também foi repassada, em reunião, ao prefeito Aldo Gondim, que comemorou a notícia.
Caetité: INB realiza oficina de construção de terrário
Por: Willian Silva
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Foto: Willian Silva | Sudoeste Bahia
As Indústrias Nucleares do Brasil (INB) reforçando a sua presença junto à comunidade caetiteense, realizou na última quinta-feira (21) a Oficina de Terrário. Quem ministrou a oficina foi a artesã Norma Lima, que presenteou aos oficineiros técnicas e manejos de como fazer um simples terrário que traz alegria e tranquilidade ao ambiente que o receberá. A oficina – a primeira do gênero realizada na cidade e a segunda feita pela INB – foi realizada no Espaço INB de Ciência, Tecnologia e Cultura em Caetité, contemplou 21 inscritos e ensinou, além de como produzir o terrário, o cuidado com este e manutenção. A oficina também foi estendida para os funcionários da Unidade de Concentrado e Urânio (URA) e foi realizada na manhã desta quinta-feira (28) também ministrada por Norma e contou com a participação de uma boa parcela dos funcionários da unidade. No mês de Abril, a INB realizou a primeira Oficina de Fotografia para Celular e, em poucos dias, teve as suas vagas praticamente esgotadas.
Foto: Willian Silva | Sudoeste Bahia
Na oportunidade quem ministrou a oficina foi o premiado fotógrafo caetiteense, Paulo Guanais. Como resultado, as fotografias feitas durante os dois dias de oficina, serão transformadas em exposição que está sendo preparada para o Espaço INB. Mas, o que é um terrário? O terrário, segundo a Wikipédia, é um recipiente onde se reproduzem as condições ambientais necessárias para diferentes seres vivos que vivem na terra. Os terrários podem ter tamanhos variados e serem feitos de diversos materiais, não apenas vidro; são comuns os terrários de madeira, rede metálica, Acrílico, PVC, etc. Possui sempre pelo menos uma de suas paredes feita de algum material transparente, geralmente vidro ou acrílico, para facilitar a visão do interior e para a entrada de luz, para ser realizada a fotossíntese, e normalmente contém pedras, carvão, terra e plantas que permitem observar o comportamento dos seres vivos no mundo natural.























