Jornalista afirma que recebeu denúncia de que parentes do prefeito e da vice teriam furado a fila da vacina contra a Covid-19 em Livramento
Por: Tiago Rego | Sudoeste Bahia
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Foto: Reprodução | Redes Sociais
- O jornalista livramentense Raimundo Marinho, redator e dono do site Mandacaru da Serra, possui uma coluna no Jornal da 88 FM, que vai ao ar de segunda a sexta, com início às 12h, sendo transmitido pela Rádio 88 FM, de Livramento. Nesta segunda-feira (19), Raimundo disse ter recebido uma denúncia dando conta que parentes do prefeito Ricardinho Ribeiro (Rede) e da vice-prefeita Joanina Sampaio (PL), teriam furado a fila de vacinação contra a Covid-19 no município. Marinho não detalhou a informação, mas afirmou o seguinte: “me chegou recentemente uma denúncia grave, de que parentes do prefeito [Ricardinho] e da vice-prefeita [Joanina] foram vacinados fora da fila de prioridades. É preciso apurar para isso não manchar o bom trabalho dos nossos profissionais da saúde”, disse o jornalista. Conforme consta no quadro de vacinação da Secretaria de Saúde de Livramento (Sesau-Lvto), em atualização de hoje, foram recebidas para aplicação de primeira dose 6.897 imunizantes, sendo 100% aplicados. No caso da segunda dose, foram recebidas 3.638 vacinas, das quais 3.257 foram aplicadas.
Advogado afirma que Secretaria de Saúde de Caetité promoveu esquema para furar fila de vacinação contra Covid-19
A secretaria de saúde de Caetité, Verônica Barbosa, teria furado a fila da vacinação da Covid-19, aponta o advogado
Por: Tiago Rego | Sudoeste Bahia
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Foto: Marcos Oliveira | Sudoeste Bahia
- O advogado de Cynthia Lopes, ex-secretária de Saúde de Caetité, Marco Antonio Rochael, em réplica processual afirma que a Secretaria de Saúde Municipal promoveu vacinação de inúmeras pessoas que não se enquadravam nos critérios estabelecidos pelo Ministério da Saúde, ação esta conhecida popularmente como “fura-fila”. Entenda o caso: isso porque Cynthia entrou com uma ação contra a Prefeitura de Caetité, solicitando que fosse vacinada pelo município, por estar realizando um tratamento de câncer de pâncreas em São Paulo, dado o risco de contaminação pela Covid-19, no que tange às viagens de ônibus para o estado, além do ambiente hospitalar, foram umas das alegações da defesa da ex-secretária. Diante da peça jurídica, o juiz José Eduardo das Neves Brito determinou a vacinação imediata de Cynthia, em decisão do dia 12 de fevereiro deste ano. E, por conta da determinação judicial, Cynthia foi vacinada pelo município de Caetité, inclusive já fez uso de duas doses da CoronaVac. No entanto, o Ministério Público (MP) derrubou a liminar que permitiu que a paciente se vacinasse, mas quando o MP se manifestou, Lopes já havia se vacinado. E na referida réplica, Rochael faz inúmeras afirmações sobre pessoas que furaram a fila da vacina. O advogado relata que foi vítima de tratamento vexatório por parte de defensores da prefeitura, já que uma vez vacinada, não há possibilidade de reverter o ato. Além do mais, de acordo com Rochael, foi proposto à Cynthia, que ela fosse vacinada, mas que seu nome não era pra constar em uma lista de registro. “De tudo isso, o mais estarrecedor foi o ataque que o advogado subscritor sofrera quando da resposta, uma ofensa gratuita, desnecessária, pois sequer referiram-se à parte, mas foram diretamente à pessoa, chamando o profissional de tolo, de burro, ignorante, de louco, de irreal, ao taxarem seus argumentos de sandices”, diz um trecho da réplica. O advogado continua: "sandice é quem vacinou todo o hospital particular de Caetité, de “mamando a caducando”, da filha de Antônio Gomes, o diretor, que trabalha no escritório com o pai; das cozinheiras, dos médicos da ala separada, que quando vê um contaminado corre léguas e alguns tinham meses que não compareciam ao hospital com medo; de médicos que vieram de Guanambi e lá não foram vacinados por não fazer parte do combate à pandemia e não se enquadrarem no momento, mas aqui, foram vacinados, antes mesmo dos velhos do abrigo. Sandice é vacinar médicos aposentados que ainda não estavam na idade protocolar, inclusive filhos desses médicos. Sandice é esconder que a atual secretária de saúde e o marido foram vacinados, quando ela ainda não estava nomeada e o marido ocupava o cargo interinamente”, rechaçou. A Prefeitura de Caetité ainda não se manifestou sobre o caso.
Por furar fila de vacina contra a Covid-19, Secretário de Saúde de Igaporã é multado em R$ 50 mil
Além de multa, Márcio ficará impedido de tomar a segunda dose do imunizante
Por: Redação do Sudoeste Bahia
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Foto: Reprodução | Redes Sociais
- O Secretário de Saúde de Igaporã, Márcio Fagundes Fernandes, foi multado em R$ 50 mil por ter furado a fila de vacinação contra a Covid-19. O Ministério Público do Estado da Bahia (MP-BA) ajuizou uma ação de improbidade administrativa em desfavor de Márcio, pois ele não se enquadra nos critérios de vacinação estabelecidos pela Organização Mundial de Saúde (OMS) e, consequentemente, pelo Ministério da Saúde. Em sua defesa, Márcio argumentou que se vacinou porque tem frequentado ambientes de risco, por conta de atividades relacionadas à sua pasta. “Valendo-se da posição de Secretário Municipal de Saúde, inseriu-se, a si próprio, em subversão à ordem de prioridade posta nos planos nacional e estadual e à margem de critérios objetivos, como figura preferencial na campanha de vacinação e recebeu, de órgão local de saúde pública, dose do escasso lote de imunizante entregue pelo Governo Federal, em afronta à impessoalidade e à moralidade; que deve ser decretada a indisponibilidade sobre tantos bens quantos forem necessários para o ressarcimento integral do dano, para a perda do acréscimo patrimonial indevido; que diante dos indícios da prática de ato de improbidade pelo réu deve ser decretada a indisponibilidade de bens para garantir a satisfação do interesse público aqui tutelado, a decretação da indisponibilidade dos bens do requerido até o montante de R$ 50.000,00 (cinquenta mil reais), equivalente a 10 (dez) vezes a remuneração do gestor”, diz assim um trecho da decisão assinada pela juíza Adriana Silveira Bastos. Além de multa, Márcio ficará impedido de tomar a segunda dose do imunizante.
Justiça Federal bloqueia bens de prefeito de Candiba que furou a fila da vacina
Por: Tiago Rego | Sudoeste Bahia
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Foto: Reprodução | Redes Sociais
- Em decisão assinada na última quinta-feira (11), a Justiça Federal determinou o bloqueio de R$ 72 mil em bens do prefeito Reginaldo Martins (PSD), da cidade de Candiba, pelo fato dele ter furado a fila de vacinação contra a Covid-19. No episódio que ficou conhecido nacionalmente pela repercussão negativa, o prefeito foi o primeiro morador de Candiba a receber o imunizante. Conforme o Tribunal Regional Federal da 1ª região (TRF-1), no caso específico, o gestor tinha pleno conhecimento que não integrava os grupos prioritários com direito à vacina. “Ao ser o primeiro munícipe a receber dose de vacina contra a covid-19, o prefeito possuía pleno conhecimento de que não integrava os grupos prioritários de imunização definidos pelo Ministério da Saúde. Há, portanto, indícios fortes de ter o requerido (o prefeito), intencionalmente, ignorado o fato de a municipalidade ter recebido poucas doses de imunização”, esclareceu o TRF-1. Uma ação de improbidade administrativa foi ajuizada pelo Ministério Público da Bahia (MP-BA) e também pelo Ministério Público Federal (MPF) que pede, entre inúmeras sanções, que Reginaldo seja impedido de receber a segunda dose do imunizante, e que só possa recebê-la quando de fato chegar a sua vez pelos critérios estabelecidos pelo Ministério da Saúde (MS).
Por ‘furar fila’ da vacina, prefeito de Candiba será alvo de ação de improbidade administrativa
Por: Redação do Sudoeste Bahia
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Foto: Reprodução | Redes Sociais
- O Ministério Público da Bahia (MP-BA) e o Ministério Público Federal (MPF-BA) irão mover duas ações contra o prefeito de Candiba, Reginaldo Prado (PSD), por desrespeitar o protocolo de saúde e antecipar a sua vacinação. Reginaldo tem 60 anos e não é profissional de saúde atuante na linha de frente de combate ao coronavírus. Contra o prefeito, foi ajuizada uma ação civil pública e outra por improbidade administrativa. Conforme a ação dos órgãos de Justiça, Reginaldo feriu aos princípios da administração pública no que tange à impessoalidade e à moralidade. Com isso, tanto o MP-BA, quanto o MPF, esperam que seja aplicada uma multa em torno de R$ 145 mil. Além disso, as entidades pedem que o prefeito pague a quantia de R$ 50 mil por prejuízo ao bem da coletividade e que seja impedido de tomar a segunda dose, esperando assim, a sua respectiva fase. O episódio aconteceu na última terça-feira (19), quando o administrador furou a fila e foi vacinado com uma profissional de saúde da linha de frente. Como justificativa, Reginaldo disse que quis dar exemplo e demonstrar que o processo de vacinação é seguro.























