Polícia prende suspeito de estelionato na Operação Dupla Identidade em Jequié
Polícia prende suspeito de estelionato na Operação Dupla Identidade em Jequié
Segundo a Polícia Civil, investigado utilizava documento falso para emitir certificados digitais, abrir empresas fictícias e obter empréstimos de forma fraudulenta.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Um homem de 46 anos foi preso pela Polícia Civil em Jequié, no sudoeste da Bahia, durante a Operação Dupla Identidade. O suspeito é investigado por utilizar um documento de identificação falsificado em nome de terceiros para emitir certificados digitais, abrir empresas fictícias e aplicar golpes financeiros, focados principalmente na obtenção fraudulenta de empréstimos bancários.
- A prisão preventiva foi efetuada por equipes da Delegacia de Repressão a Furtos e Roubos (DRFR). As investigações continuam com o objetivo de identificar outros integrantes do grupo criminoso, mapear a participação de comparsas na falsificação de documentos e localizar novas vítimas lesadas pelo esquema.
Foto: Polícia Civil
Um homem de 46 anos, investigado por uma série de crimes de estelionato em Jequié, no sudoeste da Bahia, foi preso na quinta-feira (2) durante a Operação Dupla Identidade, deflagrada pela Polícia Civil. Contra ele havia um mandado de prisão preventiva expedido pela Vara Criminal da Comarca de Jequié. De acordo com as investigações, o suspeito utilizava um documento de identificação falsificado em nome de outro homem, de 45 anos, para emitir certificados digitais. A partir desse procedimento, ele conseguia abrir empresas fictícias e utilizá-las para aplicar golpes financeiros. Segundo a Polícia Civil, o esquema era voltado principalmente para a obtenção fraudulenta de empréstimos junto a instituições financeiras, além da prática de outros crimes de estelionato. As investigações indicam que a fraude causou prejuízos a vítimas e segue sendo apurada pelas autoridades. O investigado foi localizado durante diligências realizadas por equipes da Delegacia de Repressão a Furtos e Roubos (DRFR) de Jequié. Após o cumprimento do mandado judicial, ele foi conduzido para a unidade policial, onde foram adotadas as medidas legais. Em seguida, o suspeito permaneceu custodiado e está à disposição da Justiça. A identidade dele não foi divulgada pela Polícia Civil. A Operação Dupla Identidade também busca identificar outros integrantes do grupo criminoso e esclarecer a participação de cada envolvido no esquema. Os investigadores apuram se outras pessoas contribuíram para a falsificação de documentos, emissão dos certificados digitais e abertura das empresas utilizadas nas fraudes. A ação foi realizada por policiais da Delegacia de Repressão a Furtos e Roubos (DRFR/Jequié), unidade vinculada ao Departamento Especializado de Investigações Criminais (DEIC), com apoio da Delegacia Territorial de Jequié e da 9ª Coordenadoria Regional de Polícia do Interior (Coorpin). As investigações continuam para identificar novas vítimas e reunir elementos que possam ampliar a responsabilização dos envolvidos no esquema criminoso.
PF decide não validar proposta de delação premiada de Daniel Vorcaro
PF decide não validar proposta de delação premiada de Daniel Vorcaro
Investigação apura supostas fraudes contra o Sistema Financeiro Nacional envolvendo o Banco Master
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A Polícia Federal recusou a proposta de colaboração premiada do banqueiro Daniel Vorcaro, proprietário do Banco Master, devido a inconsistências nas informações fornecidas. A decisão foi comunicada ao ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal, que é o responsável pelo inquérito. A investigação, iniciada em 2024, apura a emissão de títulos financeiros sem cobertura adequada, um esquema que teria gerado prejuízos bilionários ao Sistema Financeiro Nacional.
- Apesar da recusa inicial, a PF não descarta a possibilidade de novas negociações caso Vorcaro apresente dados mais relevantes, enquanto a Procuradoria-Geral da República segue avaliando a proposta de delação. Vorcaro foi preso preventivamente em novembro de 2025 durante a Operação Compliance Zero e novamente em março deste ano. O Banco Central decretou a liquidação extrajudicial do Banco Master em 2025, e a homologação ou rejeição do acordo de delação caberá, em última instância, ao ministro André Mendonça.
Foto: Divulgação | Banco Master
A Polícia Federal decidiu não validar a proposta de colaboração premiada negociada com o banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master. Segundo informações da investigação, os agentes responsáveis consideraram inconsistentes as informações apresentadas pelo empresário durante as negociações do acordo. A apuração foi iniciada em 2024, após solicitação do Ministério Público Federal, e investiga a emissão de títulos financeiros sem cobertura adequada, em um esquema que pode ter causado prejuízos bilionários ao Sistema Financeiro Nacional. De acordo com fontes ligadas ao caso, a decisão da PF já foi comunicada ao ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal, responsável pelo inquérito. Apesar da recusa, a polícia não descarta novas negociações caso Vorcaro apresente informações consideradas relevantes. A Procuradoria-Geral da República segue analisando a proposta de delação apresentada pela defesa do banqueiro. Vorcaro foi preso preventivamente durante a primeira fase da Operação Compliance Zero, em novembro de 2025. Ele chegou a ser liberado por decisão do Tribunal Regional Federal da 1ª Região, mas voltou a ser preso em março deste ano, durante a terceira fase da operação. Segundo a investigação, o Banco Central decretou a liquidação extrajudicial do Banco Master em 2025. A decisão final sobre um eventual acordo de delação caberá ao ministro André Mendonça, responsável por homologar ou rejeitar a colaboração premiada.























