Homem perde R$ 300 mil após cair em golpe com nudes nas redes
Quadrilha simulou atuação de autoridades do Rio Grande do Sul para extorquir vítima na Bahia. Golpe envolveu ameaças, vídeo chamadas e terrorismo psicológico.
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Foto: Polícia Civil
Um morador da Bahia, que prefere não ter o nome revelado, foi vítima de uma quadrilha especializada em extorsão por meio de redes sociais. O grupo se passou por policiais civis e até por um suposto juiz do Rio Grande do Sul para aplicar o chamado “golpe do nude”, resultando em um prejuízo de R$ 300 mil. Conversa rápida, golpe certeiro: De acordo com a vítima, o contato começou de forma casual, por meio de mensagens em um aplicativo. Após clicar em um link que redirecionava para outro número, ele foi abordado por uma pessoa que enviou uma foto íntima. Em seguida, ele retribuiu com outra imagem. “Eu conferi os dados e as imagens. Não parecia ser um menor. Por isso, enviei a foto de volta”, relatou o homem.Ameaças e falsa autoridade: No dia seguinte, começaram as ameaças. Ele recebeu uma ligação de alguém que se apresentou como delegado da Polícia Civil do Rio Grande do Sul. O suposto agente afirmou que a pessoa com quem ele trocou mensagens seria menor de idade e que ele estava sendo acusado de pedofilia.“O delegado dizia que estava com a família do adolescente e que eu poderia ser preso. Foi um verdadeiro terrorismo psicológico”, contou a vítima. Simulação convincente: Os criminosos intensificaram a pressão. Fizeram videochamadas usando banners falsos da Polícia Civil, distintivos e até citaram dados pessoais da vítima, o que aumentou a sensação de veracidade do golpe. “Um segundo delegado me ligou por vídeo com todos os elementos visuais da polícia. Eles sabiam tudo sobre mim. Isso me fez acreditar”, disse.Extorsão e danos emocionais: Diante da pressão, o homem fez transferências bancárias que somaram R$ 300 mil. Segundo ele, o impacto emocional foi grave.“É uma situação que pode levar a pessoa ao limite. A pressão é tão intensa que muita gente poderia acabar tirando a própria vida”, afirmou. Investigação em andamento: O caso está sendo investigado pela Polícia Civil. A orientação para casos semelhantes é evitar envio de imagens íntimas, não clicar em links suspeitos e, diante de qualquer suspeita de extorsão, procurar imediatamente as autoridades.
Meta vai demitir 10 mil em nova rodada de cortes, diz jornal
"Isso vai ser difícil e não há como fugir", escreveu o CEO da Meta, Mark Zuckerberg; em novembro, 11 mil funcionários foram demitidos
Por: Fabio Matos
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Foto: Reprodução
- A Meta, dona do Facebook, deve demitir mais 10 mil funcionários em uma nova rodada de cortes, a segunda em menos de seis meses. As informações foram publicadas pelo The Wall Street Journal. Desde o mês passado, há rumores sobre um novo processo de demissões em massa na companha. Além do Facebook, a Meta é proprietária do WhatsApp e do Instagram. De acordo o jornal, o CEO da Meta, Mark Zuckerberg, teria decidido enxugar a equipe e cancelar alguns projetos de “menor prioridade” que estavam em andamento, em nome do que ele tem chamado de “o ano da eficiência” na empresa. As equipes de recrutamento devem ser as primeiras a entrar na lista de demissões. O setor de tecnologia deve ser reestruturado a partir de abril e, no mês seguinte, será a vez da equipe de negócios. “Isso vai ser difícil e não há como fugir”, escreveu Zuckerberg em e-mail obtido pelo jornal. “Minha esperança é fazer essas mudanças organizacionais o mais rápido possível neste ano, para que possamos superar esse período de incerteza e focar no trabalho crítico que temos pela frente.” Queda na receita de publicidade - Em novembro de 2022, em meio à crise das big techs, a Meta demitiu mais de 11 mil funcionários (13% de sua força de trabalho global, na época). No auge da pandemia de Covid-19, um período de bonança para as big techs, a companhia aumentou em 30% o quadro de funcionários, em 2020, e 23%, em 2021. Na rodada de cortes de novembro do ano passado, a Meta contava com 87 mil funcionários. Assim como outros gigantes do setor de tecnologia, a Meta sofreu uma drástica redução em sua receita de publicidade e registrou a primeira queda anual de vendas em 2022. Para 2023, a estimativa de despesas da dona do Facebook gira em torno de US$ 89 bilhões a US$ 95 bilhões (R$ 467 bilhões a R$ 499 bilhões).
Dona do Facebook, Meta trabalha para lançar concorrente do Twitter
As primeiras informações sobre essa nova rede social dão conta de que o app não só utilizaria tecnologia do Instagram, mas também utilizaria o nome da rede social
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Foto: Reprodução
- Se as coisas já não estavam boas no Twitter desde que Elon Musk assumiu a empresa, agora podem ficar pior ainda. Isso porque a Meta, dona do Facebook, deve criar uma rede sociais concorrente à rede do passarinho. Mark Zuckerberg, dono do Facebook e do Instagram, trabalha em uma rede social baseada em texto, assim como o Twitter. A diferença vai ser a descentralização, como o Mastodon -- que já é uma alternativa ao Twitter, embora não seja tão popular assim. As primeiras informações sobre essa nova rede social começaram a sair em dezembro e davam conta de que o app não só utilizaria tecnologia do Instagram, mas também utilizaria o nome da rede social que já foi de fotos. Para o portal Moneycontrol, a Meta confirmou que trabalha nessa nova rede social, mas não passou mais detalhes. "Estamos explorando uma rede social descentralizada autônoma para compartilhar atualizações de texto. Acreditamos que há uma oportunidade para um espaço separado onde criadores e figuras públicas podem compartilhar atualizações oportunas sobre cada interesse", disse a empresa.
Falha interna em atualização de configurações gerou queda, diz Facebook
Por: Cristiele França
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- Uma nota divulgada pelo Facebook no final da noite desta segunda-feira (4), informou que o apagão global de mais de seis horas que tirou do ar as redes sociais do grupo - que incluem o Whatsapp e o Instagram - foi causado por uma falha interna: um defeito durante alteração em suas configurações. A plataforma informou também que não houve um ataque hacker nem vazamento de dados de usuários. De acordo com o Facebook, a falha ocorreu durante uma mudança numa estrutura que coordena o tráfego entre seus centros de dados, por isso o efeito cascata que interrompeu a comunicação e fez com que outros centros fossem afetados. Na nota, a plataforma pediu desculpas aos usuários pelo apagão.“A todas as pessoas e empresas que dependem de nós, lamentamos o transtorno causado pela interrupção de nossas plataformas”. A empresa não especificou quem executou a alteração na configuração e se essa mudança estava planejada.
Tecnologia: Redes sociais e aplicativos de mensagem sofrem com instabilidade
Por: Willian Silva
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Foto | Google
O WhatsApp está com instabilidade e não baixa áudio desde a manhã desta quarta-feira (3). O aplicativo para Android e iPhone (iOS), além da versão web do mensageiro, também apresenta falha no download de mídias e imagens. Segundo relatos de usuários no Twitter, o app parou de funcionar por volta de 10h40 de hoje. O site DownDetector, que monitora o funcionamento de serviços online, mostra que o problema atinge principalmente o Brasil, Argentina, Alemanha e outros países da Europa. Ao tentar carregar uma foto no app, surge a mensagem: "não foi possível fazer o download da imagem. Tente novamente. Se o problema continuar a acontecer, tente se conectar a uma rede Wi-Fi". Ainda há reclamações sobre não conseguir fazer o download de mensagens de voz na plataforma. O Instagram e o Facebook também estão com bug no carregamento de mídias. Até o fechamento desta matéria, o Sudoeste Bahia verificou que, apenas o WhatsApp havia normalizado o serviço. O Instagram e o Facebook continuavam funcionando com dificuldades. Não há previsão para que os serviços normalizem suas atividades. Um site especializado em tecnologias entrou em contato com a assessoria do WhatsApp, porém não houve resposta até o momento. Com informações de Techtudo.























