Estricnina é encontrada em fazenda após morte de cães em Santa Rita de Cássia
Estricnina é encontrada em fazenda após morte de cães em Santa Rita de Cássia
Polícia encontrou mortadela e um recipiente com estricnina próximo aos animais; caso é investigado como possível crime de maus-tratos.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A Polícia Civil está investigando a morte de pelo menos três cães em uma fazenda na Bahia, suspeita de envenenamento. Os animais foram encontrados agonizando na propriedade e equipes policiais localizaram matéria-prima e substâncias tóxicas que serão analisadas em perícia.
- A investigação busca esclarecer a causa das mortes e identificar os responsáveis, com a possibilidade de pena de dois a cinco anos de prisão e multa para quem praticar maus-tratos a animais.
Foto: Reprodução
A Polícia Civil investiga a morte de pelo menos três cães por suspeita de envenenamento em uma fazenda localizada na zona rural de Santa Rita de Cássia, no oeste da Bahia. Os animais foram encontrados agonizando na propriedade no último dia 30 de junho. Segundo informações da Polícia Militar, dois homens procuraram a Delegacia Territorial da cidade para denunciar o caso. Após o registro da ocorrência, equipes policiais seguiram até a fazenda, onde localizaram os cães e iniciaram os primeiros levantamentos. Durante a inspeção no local, os policiais encontraram um pedaço de mortadela e um recipiente contendo estricnina, substância altamente tóxica cuja comercialização é proibida no Brasil. Os materiais foram apreendidos e encaminhados para perícia, que deverá confirmar a causa das mortes e auxiliar na identificação dos responsáveis. De acordo com as investigações, uma das linhas apuradas é a possível participação de funcionários da propriedade no envenenamento dos animais. A polícia também busca esclarecer se outros cães da fazenda podem ter sido vítimas da mesma ação. O caso é investigado pela Delegacia Territorial de Santa Rita de Cássia. Até a última atualização da ocorrência, ninguém havia sido preso. Matar ou maltratar cães e gatos é crime previsto na Lei de Crimes Ambientais. Desde 2020, a legislação brasileira prevê pena de dois a cinco anos de prisão, além de multa e da proibição da guarda do animal para quem praticar abuso, maus-tratos, ferir ou matar cães e gatos. Se a violência resultar na morte do animal, a punição pode ser aumentada. A Polícia Civil aguarda a conclusão dos laudos periciais para esclarecer as circunstâncias do caso e definir a responsabilização criminal dos envolvidos.
Chumbinho e obsessão: a ‘irmã da igreja’ que matou mãe e filhas para ficar com pescador na Bahia
Três mortes em sequência revelaram envenenamento e motivação ligada a paixão doentia; ré será julgada oito anos após o crime
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Caso de envenenamento chumbinho em Nagé, Bahia, volta ao debate público com o julgamento de Elisângela Almeida de Oliveira, apontada como responsável pelas mortes da marisqueira Adriane Ribeiro Santos e suas filhas. A investigação revelou que Elisângela teria desenvolvido uma obsessão amorosa pelo marido de Adriane e que elogiava o uso de chumbinho em sua roça.A polícia encontrou laudos toxicológicos que confirmaram a presença de Terbufós, um inseticida extremamente tóxico, nos corpos das vítimas. O Ministério Público denunciou Elisângela por três homicídios qualificados, com uso de veneno, motivo torpe e impossibilidade de defesa das vítimas. O júri está marcado para 7 de outubro de 2026.
- O caso de envenenamento chumbinho em Nagé é considerado um dos mais marcantes e perturbadores da história policial da Bahia. Quase oito anos após as mortes, familiares e moradores da região aguardam o desfecho do julgamento de Elisângela Almeida de Oliveira.
Foto: Reprodução
O caso que chocou o distrito de Nagé, em Maragogipe, voltou ao debate público com a proximidade do julgamento de Elisângela Almeida de Oliveira, apontada pela polícia como responsável pela morte da marisqueira Adriane Ribeiro Santos, 23 anos, e das filhas Gleysse Kelly, 5, e Ruteh, 2. As três morreram em um intervalo de três semanas, entre julho e agosto de 2018, sempre com sintomas semelhantes. O que parecia uma tragédia familiar se transformou em uma investigação que revelou envenenamento com chumbinho e uma motivação perturbadora: obsessão amorosa. As mortes ocorreram sempre às segundas‑feiras. Primeiro, Gleysse passou mal e morreu horas depois. Uma semana depois, foi a vez de Ruteh. Na terceira semana, Adriane apresentou os mesmos sintomas — salivação intensa, suor excessivo e mal‑estar súbito — e também não resistiu. Até o cachorro da família havia morrido dias antes. A repetição dos quadros levantou suspeitas entre médicos e policiais. A investigação ganhou força quando familiares informaram que nenhuma das vítimas era diabética, apesar de medicamentos para a doença terem sido encontrados na casa. A polícia passou a considerar envenenamento e pediu exumações para novos exames. Os laudos toxicológicos confirmaram a presença de Terbufós, inseticida extremamente tóxico usado em produtos conhecidos como chumbinho. Durante as oitivas, o nome de Elisângela — conhecida na comunidade como “irmã da igreja” — passou a aparecer com frequência. Ela e o marido haviam se aproximado da família por meio da igreja e, segundo testemunhas, mantinham convivência intensa com Adriane e o marido, o pescador Jefferson Brandão. Depoimentos apontaram que alimentos entregues por Elisângela foram consumidos pelas vítimas antes de cada episódio. Um relato decisivo indicou que Adriane tomou um copo de chocolate oferecido pela suspeita horas antes de morrer. O inquérito concluiu que Elisângela teria desenvolvido uma relação possessiva por Jefferson. Ele relatou que a suspeita pagou despesas do seu casamento, insistia em tratá‑lo como filho e pedia para ser chamada de mãe. Para a polícia, ela queria ocupar o lugar de Adriane e afastar a família do pescador. Com base nos laudos e depoimentos, o Ministério Público denunciou Elisângela por três homicídios qualificados, com uso de veneno, motivo torpe e impossibilidade de defesa das vítimas. Ela foi pronunciada para julgamento pelo Tribunal do Júri, mas o processo enfrentou sucessivos adiamentos por alegações de problemas de saúde da ré. O júri está marcado para 7 de outubro de 2026. Quase oito anos após as mortes que abalaram o Recôncavo, familiares e moradores de Nagé aguardam o desfecho de um dos casos mais marcantes e perturbadores da história policial da Bahia.
Mulher que enviou ovo envenenado é condenada a 66 anos no MA
Mulher que enviou ovo envenenado é condenada a 66 anos no MA
Duas crianças morreram após consumir chocolate com veneno; mãe sobreviveu após dias internada em UTI.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A Justiça do Maranhão condenou Jordélia Pereira Barbosa a 66 anos de prisão em regime fechado pelo envenenamento de um ovo de Páscoa que resultou na morte de duas crianças, Luiz Fernando (7) e Evillyn Fernanda (13), e deixou a mãe, Mírian Lira Rocha, gravemente ferida em Imperatriz. O crime, ocorrido em abril de 2025, foi motivado por ciúmes e vingança contra Mírian, ex-companheira do então namorado da vítima, que enviou o chocolate contaminado com chumbinho.
- Durante o julgamento, o Conselho de Sentença reconheceu duplo homicídio qualificado contra as crianças e tentativa de homicídio qualificado contra Mírian, com qualificadoras como motivo torpe, uso de veneno e dissimulação. Além da pena de prisão, a condenada foi sentenciada a pagar indenização por danos morais às vítimas, e sua prisão preventiva foi mantida, sem direito a recorrer em liberdade.
Foto: Reprodução
A Justiça do Maranhão condenou, na madrugada desta terça-feira (23), Jordélia Pereira Barbosa a 66 anos de prisão em regime fechado pelo envenenamento de um ovo de Páscoa que causou a morte de duas crianças e deixou uma mulher gravemente ferida em Imperatriz, no sudoeste do estado. As vítimas fatais foram Luiz Fernando Rocha Silva, de 7 anos, e Evillyn Fernanda Rocha Silva, de 13. A mãe das crianças, Mírian Lira Rocha, também consumiu o chocolate contaminado, ficou internada por vários dias em uma Unidade de Terapia Intensiva (UTI), mas sobreviveu. Segundo o Ministério Público do Maranhão (MPMA), o crime ocorreu em abril de 2025 e foi motivado por ciúmes e vingança. Jordélia era ex-companheira do então namorado de Mírian e, de acordo com as investigações, enviou à residência da vítima um ovo de Páscoa contaminado com chumbinho, substância utilizada ilegalmente como veneno para ratos. As apurações apontaram que a acusada viajou de Santa Inês para Imperatriz, hospedou-se em um hotel utilizando nome falso e contratou um mototaxista para realizar a entrega do presente. O chocolate foi acompanhado por um bilhete com a mensagem: “Com amor para Mirian Lira. Feliz Páscoa!!!”. Durante o julgamento, o Conselho de Sentença reconheceu que Jordélia cometeu duplo homicídio qualificado contra as duas crianças, com as qualificadoras de motivo torpe, uso de veneno, dissimulação e pelo fato de as vítimas serem menores de 14 anos. Os jurados também consideraram que houve tentativa de homicídio qualificado contra Mírian, pelos mesmos motivos. Conforme a decisão judicial, a morte da mulher só não ocorreu devido ao rápido atendimento médico recebido. Além da pena de 66 anos de prisão, a Justiça determinou o pagamento de indenização por danos morais equivalente a 100 salários mínimos para Mírian e 400 salários mínimos para os pais das crianças. O juiz manteve a prisão preventiva da condenada e negou o direito de recorrer em liberdade. Durante as investigações, Jordélia admitiu ter comprado e enviado o ovo de Páscoa, mas negou ter colocado veneno no alimento. A versão foi rejeitada pela acusação e considerada inconsistente pela Justiça diante das provas reunidas ao longo do processo.
Hungria é hospitalizado com sintomas de envenenamento
Hungria é hospitalizado com sintomas de envenenamento
O rapper Gustavo da Hungria foi internado nesta quinta-feira com sinais compatíveis com intoxicação por metanol; shows foram adiados por precaução.
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Foto: Metrópole
O cantor Gustavo da Hungria Neves — artisticamente conhecido como Hungria Hip Hop — foi internado na manhã desta quinta-feira (2) no Hospital DF Star, em Brasília, com suspeita de intoxicação por metanol. De acordo com boletim médico divulgado pela unidade de saúde, o artista apresenta sintomas que incluem cefaleia intensa, náuseas, vômitos, visão turva e acidose metabólica. O hospital informa que o caso está sob investigação e que o tratamento especializado foi iniciado imediatamente.A assessoria do cantor comentou que a hipótese predominante é a ingestão de bebida alcoólica adulterada, semelhante aos casos recentemente identificados em São Paulo. Segundo o comunicado, Hungria está “fora de risco iminente”, mas segue em observação. Por orientação médica, todos os shows da agenda do artista para os próximos dias foram cancelados ou remarcados.Este episódio ocorre no contexto de recente alerta sobre casos de intoxicação por metanol no Brasil, especialmente associados ao consumo de bebidas alcoólicas adulteradas. À medida que as investigações prosseguem, aguarda-se o detalhamento das causas e possíveis responsabilidades. O que diz a assessoria do Hungria: "O cantor Hungria encontra-se sob cuidados médicos após a suspeita de ter ingerido bebida adulterada, em situação que remete aos casos recentemente noticiados em São Paulo. Ele está sendo acompanhado pelo Dr. Leandro Machado, no Hospital DF Star, em Brasília. Por orientação médica e com o objetivo de preservar sua saúde, os shows previstos para este final de semana serão remarcados. O artista permanece em acompanhamento e já está fora de risco iminente. Agradecemos a compreensão dos fãs, da imprensa e de todos os parceiros neste momento."
Imagens de envenenamento de animais causam indignação na população de Rio de Contas
A suspeita é de que a ação tenha sido orquestrada, e relatos indicam que a região já possui histórico de intolerância e crueldade com animais de rua
Por: redação do Sudoeste Bahia
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Foto: Reprodução | Em Pauta
- Nesta quarta-feira (05), no dia em que o mundo celebra os animais de rua, cães e gatos foram cruelmente envenenados na região de Marcolino Moura, em Rio de Contas. Os vídeos divulgados na internet mostram os animais agonizando em decorrência do veneno líquido, que foi colocado em um sacos de frango. A suspeita é de que a ação tenha sido orquestrada, e relatos indicam que a região já possui histórico de intolerância e crueldade com animais de rua, incluindo um caso de agressão com pauladas em um cachorro em 2022. As imagens causaram revolta na população riocontense e em cidades circunvizinhas. Diante do crime, o comandante da Cippa/Lençóis, Major Porto, garante que sua equipe irá investigar e levar o autor à responsabilização. “Como profissionais e defensores dos direitos dos animais, não podemos permitir que este tipo de violência passe impune. Vamos lutar pela justiça e conscientizar a população sobre a importância de respeitar e cuidar dos animais, que também merecem um lar e uma vida digna”, disse Porto ao programa ‘Em Pauta’. Conforme consta em lei, este tipo de crime será punido com 2 a 5 anos de reclusão, multa e proibição da guarda. Caso o crime resulte na morte do animal, a pena pode ser aumentada em até um terço.
Cães estão sendo espancados e envenenados na comunidade da Barrinha, em Livramento
A pena para este tipo de crime, além de multa, varia de dois a cinco anos de reclusão
Por: Tiago Rego | Sudoeste Bahia
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Foto: Redes Sociais
- Quem passa pelas ruas de Livramento tem percebido um aumento assustador da população de animais de rua. De um lado do problema, a Associação de Proteção dos Animais (APA), que conta com poucos recursos, mas com a boa vontade de voluntários, que heroicamente promovem castração dos animais e feiras de adoção. No entanto, a APA não consegue dar conta, já que Livramento não possui qualquer espécie de política pública voltada para os animais de rua. Desprotegidos, cães e gatos são vítimas da fúria e da falta de sensibilidade de alguns moradores da cidade, que além de agredirem os animais com pauladas, pedradas e outras formas de violência, também têm praticado o envenenamento dos bichos. Recentemente, a jovem Talyta Soares, por meio de uma rede social, denunciou mais uma morte por envenenamento de um cachorro na comunidade da Barrinha, que de acordo com Talyta, a cena tem sido cada vez mais comum. “Pela milésima vez imploro às autoridades, que pelo amor de Deus, façam alguma coisa aqui na Barrinha, estão espancando, envenenando, entre outras coisas piores. Esse cachorro acabou de falecer aqui na praça”, pediu Talyta que marcou o prefeito da cidade, Ricardinho Ribeiro, na publicação. A pena por esse tipo de crime vai desde multa de um a 40 salários mínimos por animal, até a prisão em casos extremos. Na esfera penal, o crime é previsto pelo artigo 32 da lei nº 9.605, com alteração da lei nº 14.064/2020, prevendo pena de reclusão de 2 a 5 anos, multa e proibição da guarda.
Cães são encontrados mortos em Livramento, e ONG suspeita de envenenamento
Cães são encontrados mortos em Livramento, e ONG suspeita de envenenamento
Por: Redação do Sudoeste Bahia
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Foto: Reprodução | Livramento Hoje
- Quatro cães em situação de rua foram encontrados mortos nesta terça-feira (01), na cidade de Livramento de Nossa Senhora. Segundo nota informativa da Organização Não Governamental (ONG) - Associação Protetora dos Animais (APA), os animais foram supostamente envenenados. “Os cães foram supostamente envenenados na Avenida Presidente Vargas, mais especificamente na Praça Zezinho Tanajura, conhecida como Praça do João. A APA, vem publicamente manifestar sua indignação, repúdio e tristeza pelo crime praticado. Cumpre esclarecer que, nos termos do art. 32 da Lei Federal nº 9.605/98, a prática de maus tratos contra animais constitui crime, com pena de detenção de três meses a um ano e multa, sendo agravada em caso de morte”, diz trecho. A APA ainda pede que qualquer informação acerca da autor do crime seja repassada nas redes sociais da organização, na garantia que o sigilo do informante será preservado.
























