Audiência marca avanço no caso da morte de empresário em Caetité
Empresário foi morto ao tentar proteger filha de amigo vítima de violência doméstica; réu confessou o crime e está preso.
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Foto: Marcos Oliveira | Arquivo Sudoeste Bahia
Será realizada nesta quarta-feira (1º) a audiência de instrução do processo que investiga o assassinato do empresário Paulo Hebert Cardoso Fernandes, conhecido como Paulo de Quidin, morto em 2 de julho na zona rural de Caetité, no sudoeste da Bahia. De acordo com a Policia Militar, Paulo foi atacado ao tentar socorrer a filha de um amigo já falecido, que estava sendo ameaçada com uma faca pelo namorado. O empresário foi golpeado e não resistiu após ser levado para a UPA de Caetité. O suspeito, identificado como Cláudio Portella Bacelar, de 27 anos, foi preso horas depois em Guanambi, em uma ação da CETO do 17º BPM com apoio da inteligência do batalhão e da 94ª CIPM. Na audiência, serão ouvidas testemunhas de acusação, defesa e o réu. A partir dessas oitivas, o juiz decidirá se o caso seguirá para julgamento no Tribunal do Júri.
Desaparecido: Família oferece recompensa de R$ 5 mil para quem localizar Aramízio
Por: Willian Silva
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Foto | Arquivo da família
Um homem identificado como Aramízio Alves, de 46 anos, residente em Riacho de Santana, desapareceu durante os festejos do São Pedro em Igaporã entre a noite do último sábado (29) e a madrugada de domingo (30). Testemunhas afirmam ter visto o homem perguntando onde estava e que aparentava desorientação. Familiares informaram que Aramizio saiu de casa por volta da meia-noite, em Riacho de Santana, dizendo que visitaria uma amiga no Hospital Municipal Amália Coutinho. O fato foi confirmado por funcionários que o viram entrar na unidade de saúde. Posteriormente, populares disseram à família que ele foi visto em uma das praças da cidade e, durante a madrugada do domingo (1º), na festa em Igaporã, onde perguntou a amigos em que cidade estava aparentando desorientação. Ainda segundo familiares, Aramizio faz uso constante de bebidas e tem momentos de perda de memória, depressão e epilepsia. Ele trajava bermuda rosa e camisa polo vermelha.
Foto | Arquivo da família
Uma última informação da família foi que Aramízio foi visto nos festejos da Independência da Bahia em Caetité, no dia 2 de julho. Familiares utilizaram de um drone para auxiliar na localização. Também está sendo oferecida uma recompensa de R$ 5 mil para quem indique onde está o jovem, que está sendo buscado desesperadamente por sua família. Até o fechamento desta matéria, uma irmã de Aramízio informou não ter informações sobre o rapaz. O Sudoeste Bahia pede que evitem informações sem fundamento e trotes para a família, pois isso causa ainda mais dor e sofrimento para os familiares.
Independência da Bahia: Fundação Pedro Calmon realiza aula pública sobre o 2 de Julho em Caetité
Por: Willian Silva
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Foto | Willian Silva - Sudoeste Bahia
Durante dois dias, a Fundação Pedro Calmon (FPC) e o Centro de Memória da Bahia (CMB) em parceria com a Prefeitura de Caetité realizaram o projeto Rota da Independência com a Aula Pública feita ao ar livre. Esse ano quem ministrou a aula foi o historiador e doutorando, o professor Moisés Frutuoso. Ele explanou acerca da importante participação de Caetité no processo de independência da Bahia em 1823. Segundo o professor, durante sua aula, Caetité se manteve leal ao imperador Dom Pedro I, enviou soldados para lutar contra os portugueses bem como gado para serem transformados em alimento para as tropas. Frutuoso ainda lembrou do chamado movimento Mata-Maroto, que visava expulsar a qualquer custo os portugueses que tentavam manter a Bahia enlaçada a Portugal.
Foto: Willian Silva | Sudoeste Bahia
Com isso gerou, segundo o historiador, o sentimento anti – lusitano, ou seja, contra os portugueses, que chegava a violência extrema como, por exemplo, a execução de portugueses em praça pública, como aconteceu na então Vila de Rio de Contas. O professor Moisés ainda explanou sobre a origem do gentílico brasileiro. Segundo o professor, brasileiro designa mais uma profissão – que era o nome de quem extraia o pau-brasil – do que propriamente a nacionalidade. Ele ainda disse que, só se pode pensar em ser brasileiro a partir de 1822, quando o Brasil, de fato, se tronava independente de Portugal. A aula contou com a presença de diversos alunos de escolas públicas municipais e estaduais a exemplo do Colégio Tereza Borges e da Escola Manoel Teixeira Ladeia. A aula começou em frente ao Arquivo Público de Caetité, percorrendo algumas ruas da cidade, até chegar ao anfiteatro da Praça da Catedral.























