Homem morre após ser atropelado por dois veículos na BA‑156, em Caetité
Vítima entrou repentinamente na pista, segundo informações iniciais27 Abr 2026 / 22h20

Por: Willian Silva
Foto | Willian Silva - Sudoeste Bahia
Durante dois dias, a Fundação Pedro Calmon (FPC) e o Centro de Memória da Bahia (CMB) em parceria com a Prefeitura de Caetité realizaram o projeto Rota da Independência com a Aula Pública feita ao ar livre. Esse ano quem ministrou a aula foi o historiador e doutorando, o professor Moisés Frutuoso. Ele explanou acerca da importante participação de Caetité no processo de independência da Bahia em 1823. Segundo o professor, durante sua aula, Caetité se manteve leal ao imperador Dom Pedro I, enviou soldados para lutar contra os portugueses bem como gado para serem transformados em alimento para as tropas. Frutuoso ainda lembrou do chamado movimento Mata-Maroto, que visava expulsar a qualquer custo os portugueses que tentavam manter a Bahia enlaçada a Portugal.
Foto: Willian Silva | Sudoeste Bahia
Com isso gerou, segundo o historiador, o sentimento anti – lusitano, ou seja, contra os portugueses, que chegava a violência extrema como, por exemplo, a execução de portugueses em praça pública, como aconteceu na então Vila de Rio de Contas. O professor Moisés ainda explanou sobre a origem do gentílico brasileiro. Segundo o professor, brasileiro designa mais uma profissão – que era o nome de quem extraia o pau-brasil – do que propriamente a nacionalidade. Ele ainda disse que, só se pode pensar em ser brasileiro a partir de 1822, quando o Brasil, de fato, se tronava independente de Portugal. A aula contou com a presença de diversos alunos de escolas públicas municipais e estaduais a exemplo do Colégio Tereza Borges e da Escola Manoel Teixeira Ladeia. A aula começou em frente ao Arquivo Público de Caetité, percorrendo algumas ruas da cidade, até chegar ao anfiteatro da Praça da Catedral.
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