Caneta para diabetes produzida no Brasil começa a ser vendida por R$ 452
Caneta para diabetes produzida no Brasil começa a ser vendida por R$ 452
Caneta injetável à base de semaglutida foi aprovada pela Anvisa e será distribuída em todo o país até julho.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A farmacêutica EMS iniciou a distribuição do Ozivy, um novo medicamento injetável à base de semaglutida, destinado ao tratamento de adultos com diabetes tipo 2. O produto, que estará disponível em todo o território nacional até julho, marca a primeira semaglutida produzida no Brasil por síntese química a receber aprovação da Anvisa, que o classificou como um produto novo, diferenciado de genéricos e similares.
- Disponível inicialmente em duas versões de caneta multidose – para início e manutenção do tratamento – o Ozivy terá uma terceira apresentação em julho, com preços sugeridos a partir de R$ 452. O lançamento do medicamento amplia a oferta de terapias com semaglutida no mercado brasileiro, substância reconhecida por sua eficácia no controle da glicemia e no manejo da diabetes tipo 2.
Foto: Reprodução
A farmacêutica EMS iniciou nesta segunda-feira (15) a distribuição do Ozivy, medicamento injetável à base de semaglutida indicado para o tratamento de adultos com diabetes tipo 2. O produto começa a chegar às principais redes de farmácias das capitais brasileiras e deve alcançar todo o território nacional até julho. Segundo a empresa, o Ozivy é a primeira semaglutida produzida no Brasil por meio de síntese química a receber aprovação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para comercialização. O órgão regulador classificou o medicamento como um produto novo, sem enquadramento nas categorias de genérico, similar ou biossimilar. Nesta fase inicial de lançamento, o medicamento está disponível em duas versões. A primeira é uma caneta multidose destinada ao início do tratamento. A segunda é uma caneta de manutenção com dose de 1 mg, voltada para pacientes que já avançaram nas etapas iniciais da terapia. A EMS informou ainda que uma terceira apresentação, contendo duas canetas de 1 mg, deverá ser disponibilizada ao mercado a partir do mês de julho. Os preços sugeridos ao consumidor começam em R$ 452 para a versão utilizada no início do tratamento. Já a caneta de manutenção com dose de 1 mg tem preço inicial de R$ 498. A chegada do Ozivy amplia a oferta de medicamentos à base de semaglutida no mercado brasileiro. A substância é utilizada no controle da diabetes tipo 2 e tem ganhado destaque nos últimos anos devido à sua eficácia no controle da glicemia e no acompanhamento de pacientes com a doença.
Mulher é presa por vender medicamentos ilegais em Ibicuí
Mulher é presa por vender medicamentos ilegais em Ibicuí
Segundo a Polícia Civil, investigada anunciava produtos para obesidade e diabetes sem autorização sanitária.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Uma mulher de 34 anos foi presa em flagrante em Ibicuí, Bahia, durante a Operação Agirtes, deflagrada pela Polícia Civil. Ela é suspeita de comercializar ilegalmente medicamentos e substâncias para tratamento de obesidade e diabetes tipo 2, utilizando redes sociais para divulgar os produtos sem autorização sanitária ou comprovação de origem. A prisão ocorreu após denúncia anônima e foi conduzida pela Delegacia Territorial de Ibicuí.
- Durante o cumprimento de mandado de busca e apreensão na residência da investigada, foram encontrados produtos sem registro sanitário, seringas e materiais de preparo. A mulher foi autuada pelo crime de falsificação, adulteração ou alteração de produto terapêutico ou medicinal, e permanece custodiada à disposição da Justiça. As investigações prosseguem para identificar fornecedores e a origem dos itens apreendidos.
Foto: Divulgação | Polícia Civil
Uma mulher de 34 anos foi presa em flagrante nesta quarta-feira (27), durante a Operação Agirtes, deflagrada pela Polícia Civil da Bahia no município de Ibicuí. De acordo com a investigação, a suspeita comercializava ilegalmente medicamentos e substâncias voltadas ao tratamento da obesidade e do diabetes tipo 2. Os produtos eram divulgados por meio das redes sociais, sem comprovação de origem ou autorização dos órgãos de vigilância sanitária. A operação foi conduzida por equipes da Delegacia Territorial de Ibicuí após denúncia anônima. Segundo a polícia, a mulher utilizava perfis na internet para promover os produtos e dar aparência de legalidade à atividade. Durante o cumprimento do mandado de busca e apreensão na residência da investigada, os policiais encontraram substâncias sem registro sanitário, seringas e materiais utilizados na preparação e armazenamento dos produtos. Alguns itens apreendidos tinham identificação nominal. Segundo o delegado Hiran Marcelo Viana Macedo, responsável pelo caso, a comercialização ocorria em desacordo com a legislação sanitária vigente. A mulher foi autuada pelo crime de falsificação, adulteração ou alteração de produto destinado a fins terapêuticos ou medicinais. A legislação prevê punição para quem mantém em depósito ou comercializa medicamentos sem registro no órgão competente. Após a prisão, a suspeita foi encaminhada para a sede da 21ª Coordenadoria Regional de Polícia do Interior, onde permanece custodiada à disposição da Justiça. A Polícia Civil informou que as investigações continuam para identificar possíveis fornecedores e a origem dos produtos apreendidos.























