PF abre inquérito sobre vazamento de foto de senador em piscina
PF abre inquérito sobre vazamento de foto de senador em piscina
Imagem gravada em celular apreendido pela PF mostrava parlamentar com políticos em mansão; abertura de investigação foi comunicada ao STF.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A Polícia Federal abriu um inquérito para apurar o vazamento de uma fotografia encontrada no celular do senador Weverton Rocha (PDT‑MA), que o mostra ao lado de políticos do Centrão na piscina da casa do advogado Willer Tomaz. A imagem foi extraída pelos peritos durante a análise do aparelho apreendido na operação que investiga supostos desvios no INSS e já foi divulgada pela revista Piauí.
- A apuração interna foi iniciada após representação do próprio parlamentar e comunicada ao STF, com a PF ressaltando que o material integra um inquérito sigiloso ainda não disponibilizado aos advogados. Entre as primeiras diligências está o depoimento do delegado responsável pelo caso.
Foto: Divulgação | Polícia Federal
A Polícia Federal abriu um inquérito para investigar o vazamento de uma fotografia encontrada no celular do senador Weverton Rocha (PDT-MA) ao lado de políticos do Centrão na piscina da casa do advogado Willer Tomaz. A imagem havia sido extraída pelos peritos durante a análise do aparelho apreendido na operação que apura suspeitas de desvios no Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) e foi divulgada em reportagem da revista Piauí. A apuração interna foi instaurada após uma representação apresentada pelo próprio parlamentar. Ao formalizar a abertura do procedimento, comunicado ao Supremo Tribunal Federal (STF), a corporação ressaltou que a foto integrava um inquérito mantido sob sigilo e que o documento ainda não havia sido disponibilizado aos advogados do processo. Uma das primeiras diligências previstas na investigação será o depoimento do delegado responsável pelo caso.
Inscrições para concurso da Polícia Civil da Bahia encerram neste domingo
Inscrições para concurso da Polícia Civil da Bahia encerram neste domingo
Seleção oferece 750 vagas para delegado, investigador e escrivão, com salários de até R$ 16,4 mil
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O prazo para inscrições no concurso público da Polícia Civil da Bahia se encerra neste domingo (13). São 750 vagas distribuídas entre delegado (100), investigador (500) e escrivão (150), com taxa de inscrição de R$ 220 para delegados e R$ 190 para os demais cargos. Todos exigem nível superior, sendo bacharelado em Direito obrigatório para delegado, e oferecem salários de até R$ 16,4 mil para delegados e R$ 6,4 mil para investigadores e escrivães.
- As provas objetivas e discursivas estão previstas para 6 de dezembro, em Salvador, e o certame inclui avaliação de títulos. O edital reserva 5% das vagas para pessoas com deficiência e 30% para candidatos negros, reforçando a política de inclusão. Inscrições podem ser feitas pelo site do Instituto AOCP, com pagamento da taxa até segunda‑feira (14).
Foto: Divulgação | Polícia Civil
Encerra neste domingo (13) o prazo de inscrição para o concurso público da Polícia Civil da Bahia. O certame oferece 750 vagas para os cargos de delegado, investigador e escrivão, com inscrições pelo site do Instituto AOCP. O pagamento da taxa poderá ser feito até segunda-feira (14). O valor é de R$ 220 para delegado e R$ 190 para investigador e escrivão. São 100 vagas para delegado, 150 para escrivão e 500 para investigador. Os salários chegam a R$ 16,4 mil para delegados e a R$ 6,4 mil para investigadores e escrivães. Todos os cargos exigem nível superior e jornada de 40 horas semanais. Para delegado, é necessário bacharelado em Direito. As provas objetivas e discursivas estão previstas para 6 de dezembro, em Salvador. O concurso também terá avaliação de títulos. O edital reserva 5% das vagas para pessoas com deficiência e 30% para candidatos negros.
Concurso da Polícia Civil da Bahia tem inscrições prorrogadas para 750 vagas
Concurso da Polícia Civil da Bahia tem inscrições prorrogadas para 750 vagas
Certame oferece oportunidades para delegado, investigador e escrivão, com salários de até R$ 16,4 mil.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Inscrições para o concurso público da Polícia Civil da Bahia foram prorrogadas até domingo (13), oferecendo 750 vagas para delegado, escrivão e investigador, com salários que podem chegar a R$ 16,4 mil. As candidaturas devem ser feitas pelo site do Instituto AOCP, com taxa de R$ 220 para delegado e R$ 190 para os demais cargos.
- Os cargos exigem ensino superior completo; delegados precisam de graduação em Direito, enquanto investigador e escrivão aceitam qualquer diploma reconhecido. As provas objetiva e discursiva ocorrerão em 6 de dezembro, em Salvador, e o edital reserva 5% das vagas para PCD e 30% para candidatos negros, com validade de dois anos.
Foto: Divulgação | Polícia Civil
Quem ainda não se inscreveu no concurso público da Polícia Civil da Bahia ganhou uma nova oportunidade. O prazo de inscrição, que terminaria na terça-feira (8), foi prorrogado até domingo (13). Ao todo, o certame oferece 750 vagas para os cargos de delegado, escrivão e investigador, com salários que podem chegar a R$ 16,4 mil. As inscrições devem ser feitas exclusivamente pelo site do Instituto AOCP, banca organizadora do concurso. O pagamento da taxa poderá ser realizado até segunda-feira (14). Das vagas disponíveis, são 100 para delegado, 150 para escrivão e 500 para investigador. Todos os cargos exigem ensino superior completo e jornada de 40 horas semanais. Para delegado, é obrigatório possuir diploma de bacharel em Direito. Já para investigador e escrivão, são aceitos diplomas de qualquer curso de graduação reconhecido pelo MEC. O processo seletivo será composto por prova objetiva, prova discursiva e avaliação de títulos. As provas objetiva e discursiva estão previstas para o dia 6 de dezembro, em Salvador. O edital também reserva 5% das vagas para pessoas com deficiência e 30% para candidatos negros (pretos e pardos), conforme a legislação vigente. O concurso terá validade de dois anos, podendo ser prorrogado uma única vez por igual período. A taxa de inscrição é de R$ 220 para o cargo de delegado e de R$ 190 para investigador e escrivão.
Inscrições para concurso da Polícia Civil da Bahia começam nesta sexta; veja como participar
Candidatos devem se inscrever pelo site do Instituto AOCP; certame oferece salários de até R$ 16,4 mil
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- As inscrições para o concurso da Polícia Civil da Bahia começaram nesta sexta-feira (7) e seguem abertas até o dia 8 de setembro. O concurso oferece 750 vagas para delegado, escrivão e investigador, com remunerações que podem chegar a R$ 16,4 mil para delegado.
- Interessados devem se inscrever pelo site do Instituto AOCP, preencher o formulário eletrônico e efetuar o pagamento da taxa de inscrição. Os requisitos para cada cargo são diferentes, incluindo jornada de 40 horas semanais, nível superior completo e especificações em áreas como Direito.
Foto: Divulgação | Polícia Civil
As inscrições para o concurso da Polícia Civil da Bahia começaram nesta sexta-feira (7) e seguem abertas até o dia 8 de setembro. Ao todo, são oferecidas 750 vagas, distribuídas entre os cargos de delegado (100), escrivão (150) e investigador (500). Os interessados devem se inscrever exclusivamente pelo site do Instituto AOCP, banca organizadora do certame, preenchendo o formulário eletrônico e efetuando o pagamento da taxa de inscrição. O edital traz os valores específicos para cada cargo e as regras para solicitação de isenção da taxa, destinada aos candidatos que se enquadram nos critérios previstos. A remuneração pode chegar a R$ 16,4 mil para delegado e a R$ 6,4 mil para investigador e escrivão. Todos os cargos exigem jornada de 40 horas semanais e nível superior completo. Para delegado, é necessário ser bacharel em Direito; já para investigador e escrivão, é aceito diploma de graduação em qualquer área. O processo seletivo será composto por prova objetiva, prova discursiva e avaliação.
Delegado nega coação de adolescente em Riacho de Santana
Delegado nega coação de adolescente em Riacho de Santana
Delegado diz que não teve contato com a adolescente
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Foto: Reprodução
O delegado de Riacho de Santana, Sudoeste da Bahia, Sandro Marco Nunes Gomes, negou as acusações de coação de uma adolescente de 14 anos e rejeitou qualquer suposto conluio com o juiz de direito Paulo Rodrigo Pantusa. Em nota enviada a imprensa nesta quarta-feira (4), ele classificou as denúncias como infundadas e motivadas por retaliação. Segundo o delegado, a acusação teria surgido após a abertura de um inquérito policial contra o advogado Aslon Victor Rodrigues Lima, investigado por calúnia qualificada e desacato contra a investigadora Amanda Santos Silva, em fevereiro de 2025. A reportagem revelou, com base em depoimentos manuscritos, que uma adolescente teria sido coagida a prestar falso testemunho por autoridades locais. Sandro Gomes afirma que o advogado tenta “causar desgaste à Polícia Civil e ao Poder Judiciário” após o acolhimento, pelo juiz da comarca, de denúncia apresentada pelo Ministério Público da Bahia (MP-BA). Na nota, o delegado relata que testemunhas confirmaram ofensas dirigidas à investigadora Amanda Santos Silva durante um episódio envolvendo o advogado. Ele afirma que outro profissional da advocacia teria presenciado os fatos e acolhido a policial após o ocorrido.Sobre o caso da adolescente, Sandro Gomes declarou que nunca teve contato com a menor e que não a conhece. Segundo ele, no período mencionado na denúncia, em julho de 2025, estava de férias no município de Guanambi. O delegado afirma ainda que, ao receber a escuta especializada da adolescente, adotou todas as providências legais cabíveis, com a instauração de inquéritos policiais e o envio dos autos ao Poder Judiciário.Por fim, Sandro Gomes sustenta que o advogado teria manipulado a adolescente para apresentar versões falsas, com o objetivo de comprometer a atuação da Polícia Civil e do Judiciário local. As investigações seguem sob análise dos órgãos competentes. O titular da Polícia Civil finaliza alegando que as ações do advogado seriam motivadas por “uma mente doentia que quer a todo custo manipular pessoas, sobretudo aquelas que já foram presas, com o escopo de querer remover as duas autoridades do Município”, conclui.
Justiça condena delegado da Bahia a 29 anos de prisão por participar de organização criminosa
O delegado era o principal investigado pela "Operação Casmurro", uma ação conjunta entre a Corregedoria-Geral da Secretaria da Segurança Pública e o Ministério Público da Bahia
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- O Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA) condenou a 29 anos de prisão, nesta segunda-feira (10), um delegado da Polícia Civil do estado, por associação à organização criminosa e ao tráfico, envolvimento com tráfico de drogas, obstrução de Justiça, peculato e concussão. O nome do delegado foi apontado como um dos envolvidos em um esquema de propina com um empresário, descoberto após uma investigação de plantio de maconha no povoado de Baixio da Aguada, em Seabra. Por causa disso, o delegado, que não teve sua identidade divulgada, se tornou o principal investigado em 2021 pela "Operação Casmurro", deflagrada pela Corregedoria-Geral da Secretaria da Segurança Pública (SSP) e pelo Ministério Público da Bahia (MP). Além dele, outros três criminosos foram condenados a 11 e 14 anos de prisão. Eles eram investigadores da 13ª Coordenadoria Regional de Polícia do Interior (Coorpin) de Seabra.
























