Vorcaro cita Flávio Bolsonaro e filme "Dark Horse" em nova proposta de delação premiada
Empresário relatou aos investigadores ter recebido pedidos para o repasse de recursos destinados à produção do filme "Dark Horse"
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O empresário e dono do Banco Master, Daniel Vorcaro, apresentou uma nova proposta de delação premiada à Polícia Federal (PF) e à Procuradoria-Geral da República (PGR), citando o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) em uma suposta cobrança de recursos para a produção do filme 'Dark Horse', uma cinebiografia sobre o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). De acordo com a apuração da CNN, Vorcaro detalhou movimentações relacionadas ao patrocínio milionário do longa-metragem e mencionou nominalmente o filho do ex-presidente durante os relatos prestados aos investigadores.
- Vorcaro relata ter recebido pedidos para o repasse de cerca de R$ 60 milhões para a produção do filme, o que foi revelado por um áudio divulgado pelo site The Intercept Brasil. Embora o senador Flávio Bolsonaro negue irregularidades, a proposta de delação de Vorcaro pode trazer novas revelações sobre as investigações envolvendo o ex-presidente e seu filho.
Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, citou o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) em uma nova proposta de delação premiada apresentada nesta semana à Polícia Federal (PF) e à Procuradoria-Geral da República (PGR). O empresário relatou aos investigadores ter recebido pedidos para o repasse de recursos destinados à produção do filme "Dark Horse", obra inspirada na trajetória política do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). De acordo com a apuração da CNN, Vorcaro incluiu o episódio em uma nova versão do acordo de delação entregue às autoridades na segunda-feira (1º). O banqueiro teria detalhado movimentações relacionadas ao patrocínio milionário do longa-metragem e mencionado nominalmente o filho do ex-presidente durante os relatos prestados aos investigadores. Vorcaro teria narrado as cobranças e as transferências de cerca de R$ 60 milhões para a produção da cinebiografia sobre o ex-presidente. Em 13 de maio, o site The Intercept Brasil revelou áudio em que o senador e pré-candidato à presidência, Flávio Bolsonaro (PL), pede a Vorcaro um repasse milionário para execução do filme Dark Horse. O parlamentar afirma que não há irregularidades e ressalta tratar-se de um contrato privado. Preso na Superintendência da Polícia Federal, em Brasília, Vorcaro teve uma proposta anterior de delação rejeitada. Na avaliação dos investigadores, o material apresentado continha omissões e deixava de esclarecer fatos considerados relevantes para as apurações.
Ex-servidor da Assistência Social de Guanambi é condenado a mais de 9 anos por desviar R$ 1,2 milhão
Justiça determinou perda do cargo público e fixou valor mínimo para ressarcimento ao município
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O ex-chefe da Secretaria Municipal de Assistência Social de Guanambi, Thiago Francisco de Souza Castro, foi condenado a nove anos, oito meses e 20 dias de prisão pelo crime de peculato-apropriação. Ele desviou R$ 1.220.495,93 dos cofres públicos entre agosto de 2021 e setembro de 2025.
- A Justiça também determinou a perda do cargo público e proibiu Thiago de exercer qualquer função pública ou mandato eletivo no futuro. Além disso, foi fixado o valor mínimo de R$ 1.286.986,65 para reparação dos danos causados ao erário municipal.
O ex-chefe do Departamento de Contabilidade e Tesouraria da Secretaria Municipal de Assistência Social de Guanambi, Thiago Francisco de Souza Castro, foi condenado a nove anos, oito meses e 20 dias de prisão pelo crime de peculato-apropriação. A sentença foi proferida pelo juiz Edson Nascimento Campos, da Vara Criminal do município. Segundo a decisão, Thiago desviou R$ 1.220.495,93 dos cofres públicos entre agosto de 2021 e setembro de 2025. As irregularidades vieram à tona após denúncia da própria secretária de Assistência Social ao Ministério Público e à Polícia Civil, o que deu início às investigações. O ex-servidor foi preso em 23 de setembro de 2025, em Foz do Iguaçu, onde estava após a descoberta do esquema. Além da pena de prisão, o magistrado determinou a perda do cargo público e proibiu Thiago de exercer qualquer função pública ou mandato eletivo no futuro. A Justiça também fixou o valor mínimo de R$ 1.286.986,65 para reparação dos danos causados ao erário municipal. Como funcionava o esquema - De acordo com o processo, Thiago tinha controle direto das contas bancárias da Secretaria de Assistência Social e acesso exclusivo ao computador utilizado para realizar pagamentos. Testemunhas confirmaram que ele era o único responsável pela execução financeira do setor. A investigação apontou ainda que o ex-servidor utilizou senhas pessoais e abriu processos fictícios vinculados ao próprio CPF para operacionalizar os desvios. Para a Justiça, esses elementos comprovam que ele atuou sozinho como mentor e executor do esquema. Durante o processo, Thiago confessou integralmente os crimes. Em depoimento, alegou que desviou o dinheiro por compulsão por jogos de azar e dívidas acumuladas com apostas. Próximos passos - A pena deverá ser cumprida inicialmente em regime fechado. A defesa pode recorrer da decisão. Enquanto isso, o município aguarda o andamento das medidas de ressarcimento determinadas pela Justiça.
Ex-vice-diretor é condenado por crimes contra adolescentes em Riacho de Santana
Ex-vice-diretor é condenado por crimes contra adolescentes em Riacho de Santana
Professor perdeu o cargo público e recebeu pena superior a seis anos
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Um ex-vice-diretor escolar foi condenado pela Justiça da Bahia por crimes envolvendo adolescentes em Riacho de Santana. A pena foi fixada em 6 anos, 1 mês e 22 dias de prisão em regime semiaberto.
- A decisão também condenou outra pessoa, que induzia adolescentes a encontros com homens em troca de bebidas alcoólicas e drogas. Outro acusado foi absolvido de exploração sexual, mas condenado por fornecer bebida alcoólica a menores.
Foto: Reprodução
Um ex-vice-diretor escolar foi condenado pela Justiça da Bahia por crimes envolvendo adolescentes em Riacho de Santana, no sudoeste do estado. A sentença determinou a perda do cargo público e fixou pena de 6 anos, 1 mês e 22 dias de prisão em regime semiaberto. Segundo a decisão, o réu F. de A. P. usou a função que exercia na escola para se aproximar de uma adolescente, o que agravou a pena. Após o trânsito em julgado, a Secretaria de Educação deverá ser comunicada para formalizar a exoneração do servidor, que atuava como professor no Estado e no município. No mesmo processo, F. N. R. N., que utiliza o nome social H., também foi condenada. A Justiça concluiu que ela induzia adolescentes a encontros com homens em troca de bebidas alcoólicas e drogas. A pena aplicada foi de 11 anos, 11 meses e 15 dias de reclusão. Outro acusado, J. D. O., proprietário de um bar, foi absolvido da acusação de exploração sexual, mas condenado por fornecer bebida alcoólica a menores. Ele recebeu pena de 2 anos e 8 meses, substituída por medidas restritivas de direitos. As defesas alegaram perseguição e irregularidades na investigação, mas as teses foram rejeitadas pelo Judiciário, que considerou suficientes os depoimentos e provas reunidas no processo. Os autos seguem agora para a fase de execução penal.
Manifestantes ocupam Câmara e cobram investigação em Conquista
Manifestantes ocupam Câmara e cobram investigação em Conquista
Grupo levou faixa com referência à prática ilegal e pediu rapidez nas apurações contra o vereador Dinho dos Campinhos, denunciado por um ex-assessor.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Manifestantes ocuparam o plenário da Câmara Municipal de Vitória da Conquista nesta quarta-feira (13) para exigir celeridade nas investigações de uma suposta "rachadinha" envolvendo o vereador Gilvan Nunes Pereira, conhecido como Dinho dos Campinhos (Republicanos). O grupo, com faixas e cartazes, protestou contra o alegado esquema de devolução de salários de assessores parlamentares, um caso que ganhou grande repercussão após denúncia ao Ministério Público da Bahia.
- A denúncia, feita por um ex-assessor, detalha que o vereador exigia a devolução de parte dos vencimentos via transferências bancárias e Pix, com valores que podem chegar a R$ 60 mil. Documentos anexados à representação incluem extratos e áudios que comprovariam o esquema. Como consequência, Dinho dos Campinhos perdeu o cargo na Mesa Diretora da Câmara e pode enfrentar um processo de cassação de mandato.
Foto: Reprodução
Manifestantes ocuparam o plenário da Câmara Municipal de Vitória da Conquista, no sudoeste da Bahia, nesta quarta-feira (13), durante sessão legislativa, para cobrar celeridade nas investigações sobre uma suposta prática de “rachadinha” envolvendo o vereador Gilvan Nunes Pereira, conhecido como Dinho dos Campinhos (Republicanos). Com faixas e cartazes, o grupo protestou contra o suposto esquema de devolução de salários de assessores parlamentares ao vereador. Uma das faixas exibidas no plenário trazia a imagem de um rato carregando uma mala de dinheiro, em referência à denúncia que ganhou repercussão nos últimos dias no município. O caso veio à tona após um ex-assessor encaminhar denúncia ao Ministério Público da Bahia (MP-BA) e à Corregedoria da Câmara. Segundo o relato, o vereador exigia a devolução de parte dos vencimentos pagos ao servidor durante o período em que ele atuou no gabinete parlamentar. De acordo com a denúncia, os repasses eram feitos por transferências bancárias e Pix. Em um dos áudios atribuídos ao vereador, o suposto acordo previa que o assessor permanecesse com cerca de R$ 700 do salário e transferisse o restante. Documentos anexados à representação incluem extratos bancários e comprovantes de movimentações financeiras que apontariam devoluções frequentes, algumas superiores a R$ 3,5 mil. Conforme o material apresentado, em determinados momentos a conta do ex-assessor chegou a ficar negativa após as transferências. A estimativa é de que os valores devolvidos ao longo do período investigado variem entre R$ 45 mil e R$ 60 mil. Após a repercussão do caso, Dinho dos Campinhos perdeu o cargo na Mesa Diretora da Câmara e poderá responder a um processo de cassação do mandato. Até o momento, a defesa do vereador não havia se pronunciado publicamente sobre as acusações.
Para reforçar acusação de corrupção, campanha de Flávio vai chamar presidente de 'pai do Lulinha'
A ideia é usar temas sensíveis que atingem diretamente o eleitor, como as fraudes do INSS e a pauta anti-corrupção
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A equipe de campanha do senador Flávio Bolsonaro definiu chamar o presidente Lula de 'pai do Lulinha' como uma estratégia para atingir os eleitores. A ideia é usar temas sensíveis como fraudes do INSS e anti-corrupção. O filho do presidente, Fábio Luís Lula da Silva, foi citado em investigações sobre desvio de recursos de aposentadorias e pensões.
- Lulinha foi também citado em uma operação da Lava Jato em 2019. Sua defesa confirma a relação com um operador do esquema, mas afirma que a relação é de prospecção de negócios legítimos.
Foto: Reprodução
A equipe de campanha do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) definiu como uma das estratégias a serem lançadas nos próximos dias chamar o presidente Lula de "pai do Lulinha". A equipe de campanha do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) definiu como uma das estratégias a serem lançadas nos próximos dias chamar o presidente Lula de "pai do Lulinha". A ideia é usar temas sensíveis que atingem diretamente o eleitor, como as fraudes do INSS e a pauta anti-corrupção. Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como Lulinha, foi citado nas investigações que apuram o desvio de recursos de aposentadorias e pensões como um possível elo com Antonio Carlos Camilo Antunes, conhecido como Careca do INSS, apontado como principal operador do esquema. A defesa do filho do presidente confirma a relação com Antunes, mas diz que ela se refere à prospecção de negócios comerciais legítimos. As acusações contra Lulinha não se limitam ao INSS. O filho do presidente já foi citado em uma operação no âmbito da Lava Jato, em 2019.
STF condena ex-presidente Fernando Collor a 8 anos e 10 meses de prisão
STF condena ex-presidente Fernando Collor a 8 anos e 10 meses de prisão
O ex-presidente é condenado pelos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro
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Foto: Reprodução | Agência Brasil
- O Supremo Tribunal Federal (STF) condenou, nesta quarta-feira (31), o ex-presidente Fernando Collor de Mello à pena de oito anos e dez meses de prisão, assim como pagamento de 90 dias-multa, pelos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro. Collor já havia sido condenado pela Suprema Corte na última quinta-feira (25), por 8 votos a 2, durante a sétima análise da ação penal contra o ex-senador. No entanto, antes de aplicar a pena, os ministros ainda precisavam decidir se o ex-presidente seria enquadrado em um terceiro crime, o de associação criminosa, que foi extinta em razão de prescrição. Além do ex-presidente, outros dois envolvidos no caso foram condenados pelo STF: o administrador de empresas de Collor, Luis Pereira Duarte de Amorim, e o operador particular do ex-parlamentar, Pedro Paulo Bergamaschi de Leoni Ramos. Relembre o caso - Collor foi acusado de ter recebeido R$ 29,9 milhões em propinas de negócios da BR Distribuidora, subsidiária da Petrobras. Além da condenação pelos crimes, a Procuradoria Geral da República (PGR) pediu que uma multa de R$ 59,9 milhões fosse aplicada - R$ 29,9 milhões em razão de danos materiais e outros R$ 29,9 milhões por danos morais.
MDB diz que prisão de Temer é 'despropósito'
MDB diz que prisão de Temer é 'despropósito'
Por: Juliana Rodrigues
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Foto: Amanda Perobelli | Reuters
O Movimento Democrático Brasileiro (MDB), partido de Michel Temer, se pronunciou, por meio de nota, sobre a nova prisão do ex-presidente. Para a legenda, a detenção de Temer, ‘sob argumento de que ele representa um perigo à ordem pública’, é um ‘despropósito’. No texto, o MDB ainda diz que ‘continua acreditando na justiça brasileira e espera que os excessos sejam contidos e que a verdade prevaleça no andamento das investigações’. Temer já presidiu o MDB em três ocasiões. Na primeira, entre setembro de 2001 e março de 2009; e na segunda, entre janeiro e junho de 2010, ele era deputado. Já na terceira, entre janeiro de 2014 e abril de 2016, ele era vice-presidente da República. Atualmente, a legenda é comandada pelo ex-senador Romero Jucá.























