STF condena ex-presidente Fernando Collor a 8 anos e 10 meses de prisão
O ex-presidente é condenado pelos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro
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Foto: Reprodução | Agência Brasil
- O Supremo Tribunal Federal (STF) condenou, nesta quarta-feira (31), o ex-presidente Fernando Collor de Mello à pena de oito anos e dez meses de prisão, assim como pagamento de 90 dias-multa, pelos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro. Collor já havia sido condenado pela Suprema Corte na última quinta-feira (25), por 8 votos a 2, durante a sétima análise da ação penal contra o ex-senador. No entanto, antes de aplicar a pena, os ministros ainda precisavam decidir se o ex-presidente seria enquadrado em um terceiro crime, o de associação criminosa, que foi extinta em razão de prescrição. Além do ex-presidente, outros dois envolvidos no caso foram condenados pelo STF: o administrador de empresas de Collor, Luis Pereira Duarte de Amorim, e o operador particular do ex-parlamentar, Pedro Paulo Bergamaschi de Leoni Ramos. Relembre o caso - Collor foi acusado de ter recebeido R$ 29,9 milhões em propinas de negócios da BR Distribuidora, subsidiária da Petrobras. Além da condenação pelos crimes, a Procuradoria Geral da República (PGR) pediu que uma multa de R$ 59,9 milhões fosse aplicada - R$ 29,9 milhões em razão de danos materiais e outros R$ 29,9 milhões por danos morais.
MDB diz que prisão de Temer é 'despropósito'
Por: Juliana Rodrigues
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Foto: Amanda Perobelli | Reuters
O Movimento Democrático Brasileiro (MDB), partido de Michel Temer, se pronunciou, por meio de nota, sobre a nova prisão do ex-presidente. Para a legenda, a detenção de Temer, ‘sob argumento de que ele representa um perigo à ordem pública’, é um ‘despropósito’. No texto, o MDB ainda diz que ‘continua acreditando na justiça brasileira e espera que os excessos sejam contidos e que a verdade prevaleça no andamento das investigações’. Temer já presidiu o MDB em três ocasiões. Na primeira, entre setembro de 2001 e março de 2009; e na segunda, entre janeiro e junho de 2010, ele era deputado. Já na terceira, entre janeiro de 2014 e abril de 2016, ele era vice-presidente da República. Atualmente, a legenda é comandada pelo ex-senador Romero Jucá.























