Flávio Bolsonaro defende fim do sigilo sobre investigação de ‘Dark Horse’: "para mim é muito positivo"
Em coletiva de imprensa em Manaus, o senador afirmou que não recebeu nenhum dinheiro e que o filme foi produzido com recursos privados
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Flávio Bolsonaro (PL) defendeu nesta sexta‑feira (11) a retirada do sigilo das investigações que apuram o financiamento do filme "Dark Horse", cinebiografia de seu pai, o ex‑presidente Jair Bolsonaro. Em entrevista coletiva em Manaus, o senador pediu transparência total, afirmando que a divulgação dos documentos comprovará que não houve irregularidades na produção.
- O caso está sob duas investigações no Supremo Tribunal Federal, incluindo uma conduzida pelo ministro André Mendonça, que analisa a origem e o destino de recursos enviados pelo ex‑banqueiro Daniel Vorcaro. Segundo o The Intercept Brasil, Flávio teria recebido R$ 61 milhões e negociado cerca de R$ 134 milhões para o longa, suscitando suspeitas de lavagem de dinheiro, corrupção e evasão de divisas, embora o senador negue qualquer irregularidade.
Foto: Diego Vara | Reuters
O candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) defendeu nesta sexta-feira (11) a retirada do sigilo das investigações que apuram o financiamento do filme "Dark Horse", cinebiografia sobre seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro. Em entrevista coletiva em Manaus, o senador afirmou que a divulgação dos documentos deve comprovar, segundo ele, que não houve irregularidades na produção. "Para mim é muito positivo, tirar sigilo de tudo, eu quero transparência em tudo, porque vou só confirmar o que eu sempre falei, que não tem justamente nada de errado com relação ao filme, diferente de relações de muita gente do atual governo que tentaram de alguma forma beneficiar o Banco Master", declarou. Investigação no STF - O financiamento de "Dark Horse" é alvo de duas investigações no Supremo Tribunal Federal. Uma delas é relatada pelo ministro André Mendonça e apura a origem e o destino de recursos enviados pelo ex-banqueiro Daniel Vorcaro. O caso também envolve mensagens trocadas entre Vorcaro e Flávio. Segundo material divulgado pelo The Intercept Brasil, Flávio teria recebido R$ 61 milhões de Vorcaro para a produção do filme e negociado cerca de R$ 134 milhões relacionados ao longa. Flávio é formalmente investigado desde julho, por determinação de Mendonça. A Polícia Federal apura se recursos destinados ao projeto podem estar relacionados a crimes como lavagem de dinheiro, corrupção e evasão de divisas. O senador nega irregularidades e afirma que os recursos utilizados na produção tiveram origem em investimentos privados.
Região: Operação prende dois vereadores e comerciante por suspeita de desvio de caixas d’água
Ação da Polícia Civil investiga suposto esquema de comercialização de caixas d'água doadas pela Codevasf; um dos parlamentares também foi autuado por posse ilegal de arma de fogo
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Dois vereadores de Manoel Vitorino e um comerciante foram presos nesta sexta‑feira (11) pela Polícia Civil durante a Operação Peculatus, que investiga o suposto desvio e a comercialização irregular de caixas d’água doadas pela Codevasf ao Sindicato dos Trabalhadores da Agricultura Familiar. A ação cumpriu mandados de prisão preventiva e de busca e apreensão na comarca de Poções, onde também foi encontrada uma arma de fogo vinculada a outro vereador do município.
- As investigações, iniciadas após denúncia anônima, revelaram que dezenas de caixas, avaliadas em cerca de R$ 120 mil, foram desviadas e vendidas, com indícios de adulteração e remoção de identificações. A Polícia Civil continua apurando o caso de peculato, buscando novos envolvidos e esclarecendo a destinação final dos bens públicos.
Foto: Divulgação | Policia Civil
Dois vereadores de Manoel Vitorino e um comerciante foram presos pela Polícia Civil na manhã desta sexta-feira (11) durante a Operação Peculatus, deflagrada para apurar o suposto desvio e a comercialização irregular de bens públicos no sudoeste da Bahia. A ação teve como alvo investigados apontados em um inquérito que investiga o desaparecimento de dezenas de caixas d'água doadas pela Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (Codevasf) ao Sindicato dos Trabalhadores e Trabalhadoras na Agricultura Familiar do município. A operação cumpriu dois mandados de prisão preventiva e três mandados de busca e apreensão expedidos pela Justiça da Comarca de Poções. Entre os presos estão um vereador e um comerciante, apontados pelas investigações como suspeitos de participação no esquema. Durante o cumprimento das medidas judiciais, os policiais também encontraram uma arma de fogo em um imóvel alvo das buscas. Segundo a Polícia Civil, o armamento pertence a outro vereador de Manoel Vitorino, que foi autuado em flagrante por posse ilegal de arma de fogo. As investigações começaram após uma denúncia anônima recebida pela Polícia Civil em janeiro deste ano. Na ocasião, equipes policiais localizaram 41 caixas d'água em Poções. Os equipamentos, avaliados em aproximadamente R$ 120 mil, haviam sido destinados a programas de interesse social e foram recuperados durante a apuração. Dois homens foram presos em flagrante por receptação qualificada após serem encontrados com parte do material. De acordo com a investigação, durante os depoimentos os suspeitos relataram que parte das caixas teria sido adquirida de um vereador do município. Ainda segundo a Polícia Civil, eles também informaram que receberam orientação para retirar as identificações dos equipamentos, incluindo referências à Codevasf. Parte do material recuperado apresentava sinais de adulteração.
Com o avanço das diligências, os investigadores reuniram elementos que, segundo a polícia, apontam para a participação dos alvos no suposto esquema de desvio e comercialização dos bens públicos. Com base no material colhido ao longo do inquérito, a autoridade policial solicitou as medidas cautelares que foram autorizadas pela Justiça e cumpridas nesta sexta-feira. A Polícia Civil informou que as investigações continuam para esclarecer completamente a destinação das caixas d'água, identificar possíveis novos envolvidos e aprofundar a apuração sobre o suposto crime de peculato, que consiste no desvio ou apropriação de bens públicos por agente que tenha acesso a eles em razão da função exercida. Os presos permanecem à disposição da Justiça enquanto o caso segue em investigação.
PF suspeita que R$ 750 mil usados em filme sobre Bolsonaro tenham origem em emendas parlamentares
Investigação autorizada pelo STF apura suposto desvio de recursos públicos; deputado Mário Frias é citado e Flávio Bolsonaro não é alvo deste inquérito.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A Polícia Federal abriu a Operação Make Up para investigar suspeita de desvio de R$ 750 mil destinados ao filme "Dark Horse", que retrata a trajetória do ex‑presidente Jair Bolsonaro, possivelmente provenientes de emendas parlamentares do deputado Mario Frias (PL‑SP). A apuração aponta movimentações entre o Instituto Conhecer Brasil, a produtora Go Up Entertainment e a NTT Brasil, além de pagamentos a hotel e empresa de alimentação durante as gravações.
- A PF indica a existência de uma organização criminosa que teria usado recursos públicos de forma irregular, cumprindo 49 mandados de busca em São Paulo, Rio de Janeiro, Ceará e Distrito Federal. A defesa de Frias não foi localizada, Karina Gama nega irregularidades e o senador Flávio Bolsonaro não é investigado neste caso.
Foto: Reprodução
A Polícia Federal (PF) investiga a suspeita de que R$ 750 mil destinados à produção do filme Dark Horse, sobre a trajetória do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), tenham origem em recursos públicos provenientes de emendas parlamentares do deputado federal Mário Frias (PL-SP). A apuração embasou a Operação Make Up, deflagrada nesta quinta-feira (10) por determinação do ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF). O objetivo é investigar um suposto esquema de desvio de verbas públicas repassadas por meio de emendas parlamentares a uma organização da sociedade civil. Segundo a PF, a investigação identificou movimentações financeiras envolvendo o Instituto Conhecer Brasil (ICB), presidido por Karina Gama, que também é proprietária da Go Up Entertainment, produtora responsável pelo filme. As apurações apontam que duas empresas receberam R$ 700 mil do ICB entre fevereiro e março de 2025. Posteriormente, entre novembro e dezembro do mesmo ano, a NTT Brasil, pertencente ao mesmo grupo empresarial, transferiu R$ 750 mil para a Go Up Entertainment. A Polícia Federal afirma que ainda não é possível concluir que os recursos tenham origem direta nas verbas públicas, mas destaca a coincidência entre os valores movimentados e o período das transferências. Durante a investigação, também foram identificados pagamentos de aproximadamente R$ 906,7 mil a um hotel e outros R$ 653 mil a uma empresa de alimentação durante as gravações do filme, realizadas entre outubro e dezembro de 2025. Outro ponto destacado pela PF é a transferência de R$ 645,4 mil feita por Mário Frias à Go Up Entertainment em menos de 60 dias. Conforme a corporação, o montante seria incompatível com os rendimentos mensais de um deputado federal, estimados em cerca de R$ 44 mil. A operação cumpriu 49 mandados de busca e apreensão nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Ceará e no Distrito Federal. Em nota, a Polícia Federal informou que as investigações apontam para a atuação de uma organização criminosa formada por agentes públicos e privados, suspeita de direcionar recursos de emendas parlamentares para empresas subcontratadas de forma irregular, sem comprovação da prestação dos serviços. Segundo a corporação, as tentativas de ocultar os desvios teriam ocorrido até julho deste ano. A defesa de Mário Frias não foi localizada até a publicação desta reportagem. Já Karina Gama negou irregularidades em declaração à coluna da jornalista Mônica Bergamo, afirmando que se sente ameaçada e que não tem informações a delatar caso venha a ser presa. O senador Flávio Bolsonaro (PL), filho do ex-presidente Jair Bolsonaro, não é investigado neste inquérito. Ele responde a uma investigação distinta relacionada ao filme, sob relatoria do ministro André Mendonça, e sempre afirmou que a produção não utilizou recursos públicos.
Lula chama caso Banco Master de "maior roubo da história do Brasil" e cobra investigação
Presidente também defende criação de um código de ética para o Judiciário.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O presidente Luiz Inácio Lula da Silva classificou o caso Banco Master como o "maior roubo da história do Brasil" e exigiu que as investigações avancem sem blindagem para nenhum suspeito, independentemente de cargo ou influência política. Em post nas redes sociais, Lula reforçou a necessidade de apurar todos os envolvidos, inclusive o ex‑banqueiro Daniel Vorcaro, e alertou contra "vazamentos seletivos" que possam comprometer a transparência.
- Além de cobrar respostas firmes do STF, do presidente da Corte Edson Fachin e do procurador‑geral Paulo Gonet, Lula apontou a crise como sinal da urgência de reformas no sistema político e judicial, defendendo a criação de um código de ética para magistrados e reforçando o direito da população de conhecer a verdade completa sobre o escândalo.
Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom | Agência Brasil
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) classificou, nesta quinta-feira (3), o caso Banco Master como o "maior roubo da história do Brasil" e defendeu que as investigações avancem sem qualquer tipo de proteção aos envolvidos. Em publicação nas redes sociais, Lula afirmou que a apuração deve alcançar todos os suspeitos, independentemente de cargo ou influência política. "É fundamental que se investigue todo mundo, sem blindagem de ninguém, doa a quem doer", declarou. O presidente também criticou o que chamou de "vazamentos seletivos" e disse que a população tem o direito de conhecer toda a verdade sobre o caso. Segundo ele, a crise evidencia a necessidade de reformas no sistema político e no Judiciário, incluindo a criação de um código de ética para magistrados. Lula afirmou ainda que o ex-banqueiro Daniel Vorcaro, apontado por ele como líder do esquema, mantinha relações com pessoas influentes e destacou que sua prisão e o fechamento do Banco Master ocorreram durante seu governo. Na primeira manifestação pública sobre a crise envolvendo o Supremo Tribunal Federal (STF), o presidente também cobrou uma atuação firme do presidente da Corte, Edson Fachin, e do procurador-geral da República, Paulo Gonet, para garantir a credibilidade das investigações.
Lula pede apuração rigorosa no caso Banco Master: "Sem blindagem de ninguém"
Lula pede apuração rigorosa no caso Banco Master: "Sem blindagem de ninguém"
Presidente afirmou que as investigações devem alcançar todos os envolvidos, independentemente de cargo ou influência.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Presidente Luiz Inácio Lula da Silva reforçou nesta quinta‑feira (3) a necessidade de avançar nas investigações do escândalo envolvendo o Banco Master, afirmando que ninguém deve receber blindagem e que a apuração deve alcançar todos os envolvidos, “doa a quem doer”. Lula destacou a gravidade do caso, classificando‑o como um dos maiores escândalos já registrados no país e criticou o vazamento seletivo de informações que abala a confiança da população nas instituições.
- Sem citar nomes do STF, o presidente defendeu a criação de um código de ética para o Judiciário e cobrou medidas do presidente da Corte, Edson Fachin, e do procurador‑geral da República, Paulo Gonet, para garantir a credibilidade das investigações. O tema segue em pauta no STF, com o ministro André Mendonça preparando discussão no plenário e a Procuradoria‑Geral questionando a legalidade dos procedimentos adotados.
Foto: Reprodução | Ricardo Stuckert
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) defendeu nesta quinta-feira (3) o avanço das investigações sobre o Banco Master sem qualquer tipo de proteção a autoridades ou pessoas influentes. Em pronunciamento divulgado pela Presidência da República, ele afirmou que a apuração deve alcançar todos os envolvidos. "É fundamental que se investigue todo mundo, sem blindagem de ninguém, doa a quem doer", declarou. Lula classificou o caso como um dos maiores escândalos já registrados no país e afirmou que a investigação envolve pessoas com influência política e econômica. O presidente também criticou o vazamento seletivo de informações e disse que esse tipo de prática compromete a confiança da população nas instituições. Sem citar nominalmente ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), Lula voltou a defender a criação de um código de ética para o Judiciário e afirmou que cabe ao presidente da Corte, Edson Fachin, e ao procurador-geral da República, Paulo Gonet, adotar medidas para garantir a credibilidade das investigações. O caso segue em análise no STF. Enquanto o ministro André Mendonça deve levar o tema ao plenário da Corte, a Procuradoria-Geral da República questionou a legalidade do procedimento adotado na investigação.
PF aponta tratamento diferente de André Mendonça em casos de ACM Neto e Lulinha
PF aponta tratamento diferente de André Mendonça em casos de ACM Neto e Lulinha
Documento citado por Alexandre de Moraes afirma que situações investigadas apresentam semelhanças.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Um relatório da Polícia Federal, citado pelo ministro Alexandre de Moraes no STF, aponta suposta diferença de tratamento nas investigações conduzidas pelo ministro André Mendonça envolvendo o ex‑prefeito de Salvador ACM Neto e Fábio Luís Lula da Silva (Lulinha), filho do presidente. Apesar de casos semelhantes, os inquéritos teriam recebido avaliações distintas, sugerindo critérios políticos.
- O documento destaca que Mendonça teria proposto separar as apurações de ACM Neto e Antonio Rueda, presidente do União Brasil, mesmo havendo possível conexão. A investigação de Lulinha está ligada à Operação Sem Desconto, enquanto ACM Neto figura na Operação Compliance Zero, ambas sob análise no STF.
Foto: Reprodução
Um relatório da Polícia Federal, citado em decisão do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), aponta uma suposta diferença de tratamento adotada pelo ministro André Mendonça na condução de investigações envolvendo o ex-prefeito de Salvador ACM Neto e Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Segundo o documento, as situações investigadas apresentam características semelhantes, mas teriam recebido avaliações diferentes durante a tramitação dos inquéritos. A PF afirma que essa atuação pode indicar a adoção de critérios distintos na análise dos casos, conforme o perfil político dos investigados. O relatório também destaca que André Mendonça teria sugerido a separação das apurações envolvendo ACM Neto e Antonio Rueda, presidente nacional do União Brasil, apesar da possível conexão entre os fatos. Para os investigadores, a medida representaria uma assimetria na condução das investigações. A investigação contra Lulinha teve origem na Operação Sem Desconto, que apura fraudes em descontos indevidos em benefícios de aposentados e pensionistas do INSS. Durante a apuração, a Polícia Federal passou a investigar uma suposta atuação do empresário em negociações envolvendo a Dataprev e o Ministério da Saúde, sob suspeita de tráfico de influência. Já ACM Neto é citado na Operação Compliance Zero, que investiga possíveis irregularidades relacionadas ao Banco Master. O caso envolve análises sobre movimentações financeiras e empresas ligadas ao ex-prefeito, além de discussões no STF sobre a condução e o desmembramento das investigações.
Áudio mostra Nikolas Ferreira pedindo ajuda a dono do Banco Master
Áudio mostra Nikolas Ferreira pedindo ajuda a dono do Banco Master
Deputado diz que mensagens são irrelevantes e afirma nunca ter recebido dinheiro do ex-banqueiro.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) teria solicitado ao empresário Daniel Vorcaro, do Banco Master, ajuda para seu ex‑assessor Thiago Faria e o advogado dele, segundo reportagem da jornalista Juliana Dal Piva (ICL Notícias). O pedido incluía a liberação de um ativo de mineração, e a defesa de Vorcaro ainda não se manifestou.
- Em vídeo divulgado nas redes, Nikolas nega qualquer proximidade com Vorcaro, rotulando as mensagens como “irrelevantes” e “cortina de fumaça”. Ele também pediu desculpas por criticar um evento financiado pelo Banco Master em Londres e afirmou que Vorcaro teria auxiliado nos custos de transporte durante a campanha de Jair Bolsonaro no Nordeste em 2022. As conversas fazem parte de uma série de áudios vazados que envolvem políticos, autoridades e membros do Judiciário.
Foto: Reprodução
O deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) pediu ajuda a Daniel Vorcaro, do Banco Master, para seu ex-assessor Thiago Faria e o advogado dele, segundo reportagem da jornalista Juliana Dal Piva, do ICL Notícias. O pedido envolveria a liberação de um ativo de mineração. Procurada nesta quinta-feira (3), a defesa de Vorcaro não respondeu. Faria também não foi localizado. Ao ICL, ele negou irregularidades. Em vídeo publicado nas redes sociais, Nikolas negou ter proximidade com Vorcaro. Ele chamou as mensagens de “irrelevantes” e afirmou que os áudios divulgados seriam uma “cortina de fumaça”. “Eu nunca recebi um tostão de Vorcaro e nunca encontrei com ele”, declarou. Um áudio obtido pelo ICL foi enviado por Nikolas a Vorcaro em março de 2025. Na conversa, o deputado chama o empresário de “Dani”, diz que gostaria de se aproximar dele e, depois, encaminha o contato de Thiago Faria. No dia seguinte, informa que o ex-assessor estaria disponível em Brasília. As mensagens não mostram se Vorcaro atendeu ao pedido. Nikolas também pediu desculpas por uma publicação em que havia criticado um evento financiado pelo Banco Master em Londres. Segundo o deputado, ele recebeu o contato de Vorcaro por meio do pastor André Valadão. Nikolas afirmou ainda que o empresário teria ajudado com gastos de transporte durante sua participação na campanha de Jair Bolsonaro no Nordeste, em 2022. O parlamentar disse não ter identificado irregularidades na ocasião. Em mensagens de 2024, Vorcaro também teria afirmado a um empresário que havia custeado voos de Nikolas, sem informar quantos ou em qual período. As conversas fazem parte de uma série de mensagens atribuídas a Vorcaro que vieram a público nos últimos dias e envolvem políticos, autoridades e integrantes do Judiciário.
Gonet pede anulação de relatório da PF sobre conversas entre Vorcaro e Moraes
Gonet pede anulação de relatório da PF sobre conversas entre Vorcaro e Moraes
Paulo Gonet afirma que ministro André Mendonça excedeu suas competências ao determinar análise do material apreendido no celular do ex-banqueiro
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O procurador‑geral da República, Paulo Gonet, solicitou a anulação do relatório da Polícia Federal que compilou conversas entre o ex‑banqueiro Daniel Vorcaro e um interlocutor identificado como o ministro Alexandre de Moraes, alegando que o ministro André Mendonça, relator do caso, extrapolou suas atribuições ao determinar que a PF analisasse especificamente o material. Gonet sustenta que um ministro do STF só pode ser investigado mediante autorização do próprio tribunal e que cabe ao juiz apenas decidir sobre processos, não conduzir investigações pré‑processuais.
- O relatório foi elaborado após Mendonça exigir que a PF examinasse, em 72 horas, diálogos extraídos do celular de Vorcaro. O procurador‑geral pede que o plenário do STF analise o pedido de anulação, enquanto Mendonça pretende que o processo seja incluído na pauta a partir da próxima semana, com a data do julgamento a ser definida pelo presidente da Corte, ministro Edson Fachin. Os defensores de Mendonça afirmam que a investigação não tem como alvo direto o ministro Moraes, mas busca mapear a rede de influência do ex‑banqueiro.
Foto: Edilson Rodrigues | Agência Senado
O procurador-geral da República, Paulo Gonet, pediu a anulação do relatório da Polícia Federal que reúne conversas entre o ex-banqueiro Daniel Vorcaro, do Banco Master, e um interlocutor apontado como o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). O pedido foi apresentado nesta terça-feira (1º). Gonet argumenta que o ministro André Mendonça, relator do caso, teria extrapolado suas atribuições ao determinar que a PF analisasse especificamente o material. Segundo o procurador-geral, um ministro do STF só pode ser investigado após autorização do próprio tribunal. “Ao juiz não cabe acusar, menos ainda ao juiz cabe realizar investigações pré-processuais”, afirmou. O relatório foi produzido após Mendonça determinar que a Polícia Federal analisasse, em 72 horas, diálogos encontrados no celular de Vorcaro. Para Gonet, a ordem para investigar pessoas específicas, sem solicitação do Ministério Público ou iniciativa da própria PF, deve ser considerada nula. Mendonça quer que o pedido da PGR seja analisado pelo plenário do STF e deve liberar o processo para pauta a partir da próxima semana. A definição da data do julgamento caberá ao presidente da Corte, ministro Edson Fachin. Interlocutores de Mendonça sustentam que Moraes não foi diretamente investigado e que a análise buscava identificar a rede de influência do ex-banqueiro.
Operação prende quatro suspeitos de fraude em registros e transferências de veículos na Bahia
Entre os presos estão um sargento da PM e dois servidores comissionados do Detran-BA; esquema usava documentos falsos para obter financiamentos
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Quatro pessoas foram detidas nesta terça‑feira (1º) durante a Operação Giratina, que investiga um esquema de fraude em registros e transferências de veículos na Bahia. Entre os presos estão um sargento da Polícia Militar cedido ao Detran‑BA e dois servidores comissionados que ocupavam cargos de chefia na unidade de Simões Filho; as prisões ocorreram em Madre de Deus e Simões Filho, e um dos detidos foi autuado em flagrante por porte de arma de fogo irregular. A operação também cumpriu dez mandados de busca e apreensão na Bahia e quatro no Ceará, apreendendo pistola, revólver, celulares e documentos.
- Segundo a investigação, veículos de empresas reais registrados em estados do Sul, Sudeste e Centro‑Oeste eram usados como base para criar registros falsos na Bahia, permitindo a inserção de informações fraudulentas no Renavam e a obtenção de financiamentos no Ceará. Os suspeitos são acusados de inserção de informações falsas em sistemas, falsidade ideológica, corrupção e associação criminosa, e a apuração continua para identificar outros envolvidos em diferentes estados.
Foto: Divulgação | SSP/BA
Quatro pessoas foram presas nesta terça-feira (1º) durante a Operação Giratina, que investiga um esquema de fraude em registros e transferências de veículos na Bahia. Entre os presos estão um sargento da Polícia Militar, que trabalhava cedido ao Detran-BA no período investigado, e dois servidores comissionados que ocupavam cargos de chefia na unidade do órgão em Simões Filho. Três prisões ocorreram em Madre de Deus e uma em Simões Filho. Durante o cumprimento de um mandado, policiais encontraram uma arma de fogo irregular na casa de um dos presos, que também foi autuado em flagrante. A operação cumpriu ainda dez mandados de busca e apreensão na Bahia e quatro no Ceará. Segundo a investigação, veículos de empresas reais registrados em estados das regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste eram usados como base para criar registros falsos na Bahia. Os suspeitos utilizavam documentos falsificados, realizavam ou validavam vistorias e inseriam informações no Renavam para dar aparência de regularidade aos veículos, que depois eram usados para obter financiamentos no Ceará. A polícia apreendeu uma pistola, um revólver, celulares e documentos. Os investigados são suspeitos de crimes como inserção de informações falsas em sistemas, falsidade ideológica, corrupção e associação criminosa. A apuração também busca identificar outros envolvidos e possíveis crimes cometidos em diferentes estados.
Contrato de R$ 3,3 milhões para eventos chama atenção em Riacho de Santana
Contrato de R$ 3,3 milhões para eventos chama atenção em Riacho de Santana
Prefeitura firmou acordo para organização de feiras, festas e programações oficiais; contrato foi prorrogado até junho de 2027
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Um contrato de R$ 3,3 milhões firmado entre a Prefeitura de Riacho de Santana e a SMC Serviços e Eventos Ltda, destinado à organização de eventos municipais, foi alvo de questionamentos após denúncia enviada à redação do Sudoeste Bahia. O documento, originalmente assinado em 2025 e prorrogado em 06/06/2026, prevê a realização de feiras, exposições e festas, com estrutura, equipamentos e mão de obra especializada, mas o valor global representa apenas o teto contratual, não o montante desembolsado.
- A denúncia destaca a necessidade de detalhamento dos valores efetivamente pagos para comparar com preços de mercado e identificar possíveis superfaturamentos. O caso ocorre em meio a investigações da Polícia Federal sob a Operação Overclean, que investiga fraudes em licitações, desvio de recursos e lavagem de dinheiro, envolvendo contratos ligados a emendas parlamentares e ao DNOCS. A prefeitura ainda não se pronunciou, enquanto a prorrogação do contrato até 06/06/2027 aumenta a pressão por transparência e esclarecimentos sobre serviços prestados e valores empenhados.
Foto: Reprodução | Redes Sociais
Um contrato de R$ 3.325.999,99 firmado pela Prefeitura de Riacho de Santana, no sudoeste da Bahia, com a empresa SMC Serviços e Eventos Ltda, para execução de serviços ligados à realização de eventos no município, passou a ser alvo de questionamentos após uma denúncia enviada à redação do Sudoeste Bahia na última sexta‑feira (28). O documento, originalmente firmado em 2025, foi prorrogado em 3 de junho de 2026, com nova vigência entre 06/06/2026 e 06/06/2027. O contrato, registrado como nº 048/2025, decorre do Pregão Eletrônico nº 008/2025 e prevê a organização de feiras, exposições, festas, conferências e eventos oficiais, além da disponibilização de estrutura, equipamentos e mão de obra especializada para programações promovidas pela Secretaria Municipal de Cultura, Esporte e Lazer e outras pastas. Valor global é teto contratual, não pagamento efetivo - O valor de R$ 3,3 milhões representa o limite máximo previsto, não significando que toda a quantia foi desembolsada. A execução financeira depende de empenhos, liquidações e pagamentos realizados ao longo da vigência — agora estendida até 2027. A denúncia recebida pela redação destaca que o detalhamento dos valores efetivamente pagos é fundamental para permitir uma comparação com preços praticados normalmente pelo mercado, especialmente em serviços de montagem de estruturas, sonorização, iluminação, palcos, tendas e contratação de mão de obra especializada. Essa comparação é considerada indispensável para esclarecer se há ou não superfaturamento, já que contratos de grande porte exigem compatibilidade entre valores empenhados e serviços entregues. Gestão municipal é alvo de investigações da Polícia Federal - A divulgação tardia do contrato ocorre em um contexto de desgaste político na administração municipal. O prefeito João Vítor Martins Laranjeira (PSD) foi afastado do cargo em outubro de 2025 durante a 7ª fase da Operação Overclean, deflagrada pela Polícia Federal com ordens expedidas pelo Supremo Tribunal Federal (STF). A operação investiga um esquema de fraudes em licitações, desvio de recursos públicos, corrupção e lavagem de dinheiro, com foco em contratos ligados a emendas parlamentares e ao Departamento Nacional de Obras Contra as Secas (DNOCS). João Vítor permaneceu afastado por cerca de 110 dias, período em que o município foi administrado pelo vice‑prefeito Tito Eugênio Cardoso de Castro (Podemos). O prefeito reassumiu o cargo em fevereiro de 2026, após decisão do STF que revogou as medidas cautelares. A investigação, porém, segue em andamento sob sigilo judicial. Transparência e esclarecimentos - Com a prorrogação do contrato até 2027, cresce a pressão por esclarecimentos sobre: quais serviços foram prestados, quais valores foram empenhados e pagos, se os preços cobrados são compatíveis com o mercado, se a prorrogação atende critérios legais de interesse público. Até o momento, a Prefeitura de Riacho de Santana e a SMC Serviços e Eventos Ltda não se pronunciaram sobre o caso. O espaço permanece aberto para manifestações, caso desejem apresentar documentos ou esclarecimentos sobre a execução e a prorrogação contratual.
Lula diz que filho terá direito de provar inocência em investigação da PF
Lula diz que filho terá direito de provar inocência em investigação da PF
Presidente afirmou que não interfere no trabalho da Polícia Federal e defendeu o direito à ampla defesa.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Lula afirmou que "todo mundo tem o direito de provar ser inocente" ao comentar a investigação da Polícia Federal que envolve seu filho mais velho, Fábio Luís Lula da Silva, por suspeitas de tráfico de influência e corrupção em favor de empresas junto ao governo federal. Ele destacou que não interfere no trabalho dos órgãos de investigação e defendeu a ampla defesa.
- O presidente também alertou para a cautela diante das informações divulgadas durante as investigações, ressaltando que a mesma lógica se aplica a qualquer pessoa, inclusive membros da família, e que ninguém está impune se cometer erro.
Foto: Reprodução
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou que "todo mundo tem o direito de provar ser inocente" ao comentar a investigação da Polícia Federal que envolve seu filho mais velho, Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como Lulinha, por suspeitas de tráfico de influência e corrupção em favor de empresas junto ao governo federal. A declaração foi dada em entrevista à Record, na noite deste domingo (23). Durante a conversa, Lula afirmou que não interfere no trabalho dos órgãos de investigação e defendeu que todos tenham direito à ampla defesa. "Eu não sou um presidente que tenta proibir investigação. Eu não ameaço mandar ministro embora, eu não ameaço delegado. Todo mundo tem o direito de provar ser inocente. Se isso acontecer, eles serão perdoados, mas se alguém cometeu erro, e esse erro for ser prejuízo aos quais todos essas pessoas terão que pagar", declarou. O presidente também disse que é preciso cautela diante das informações divulgadas durante as investigações e afirmou que o mesmo entendimento vale para qualquer pessoa, inclusive integrantes de sua família. "Olha, eu acho que há muita ilação e nós temos que tomar muito cuidado com isso. Quando começa a vazar [informações] você pode perder o equilíbrio. [...] Eu tenho dito para pessoas que são inocentes: 'provem, não tem coragem de ser investigado, de participar de inquérito'. Isso vale pro meu filho, vale pra qualquer pessoa. Ninguém está impune se cometeu erro", acrescentou.
Flávio Bolsonaro diz que Lula é seu único adversário e critica governo durante debate da Band
Candidato do PL não participou do debate da Band e divulgou vídeo nas redes sociais durante a transmissão.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL) publicou um vídeo nas redes sociais durante o primeiro debate presidencial de 2026, promovido pela TV Band, em que afirmou que os candidatos presentes no estúdio não são seus adversários e direcionou as críticas ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Flávio não participou do debate, assim como Lula, e o governador Romeu Zema (Novo) desistiu da participação pouco antes do início do programa.
- No vídeo, Flávio concentrou as críticas na economia e no aumento do custo de vida, citando a redução de produtos nas embalagens, o endividamento de famílias e empresas e a suposta elevação de impostos pelo governo federal. Ele também mencionou investigações da Polícia Federal envolvendo Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como Lulinha, por supostos crimes de tráfico de influência e corrupção.
Foto: Reprodução
O candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL) publicou um vídeo nas redes sociais durante o primeiro debate presidencial de 2026, promovido pela TV Band neste domingo (23). Na gravação, ele afirmou que os candidatos presentes no estúdio não são seus adversários e direcionou as críticas ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Flávio não participou do debate, assim como Lula (PT). O governador Romeu Zema (Novo), que também estava previsto para o encontro, desistiu da participação pouco antes do início do programa. No vídeo, o candidato declarou que Ronaldo Caiado (PSD), Renan Santos (Missão) e Augusto Cury (Avante) não representam seus principais adversários na disputa. "Os que vão debater hoje não são meus adversários. Eu respeito todos eles, mas eles definitivamente não são meus adversários. O meu adversário é quem tá no poder e tá destruindo o Brasil", afirmou. Ao longo da gravação, Flávio concentrou as críticas na economia e no aumento do custo de vida. Ele citou a redução da quantidade de produtos nas embalagens, o endividamento de famílias e empresas e afirmou que o governo federal estaria elevando impostos para ampliar a arrecadação. O presidenciável também mencionou investigações da Polícia Federal envolvendo Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como Lulinha, relacionadas a supostos crimes de tráfico de influência e corrupção.
Campanha de Datena distribui adesivo com cadeira e candidato manda recolher material
Material foi produzido pela equipe de marketing do PSB sem autorização do candidato.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A campanha do candidato a deputado federal José Luiz Datena (PSB-SP) suspendeu a distribuição de adesivos com a imagem de uma cadeira, após o apresentador afirmar que não autorizou a produção do material. A arte fazia referência ao episódio em que ele agrediu o influenciador Pablo Marçal (PRTB) durante a campanha para a Prefeitura de São Paulo, em 2024.
- Mil adesivos foram impressos pela equipe de marketing do PSB, mas Datena determinou a suspensão após tomar conhecimento da peça, declarando que não pretende explorar o episódio na campanha. Em fevereiro, Datena e Marçal firmaram acordo na Justiça para encerrar as ações judiciais, e o PSB reforçou que a candidatura será voltada à apresentação de propostas para o estado de São Paulo.
Foto: Reprodução
A campanha do candidato a deputado federal José Luiz Datena (PSB-SP) interrompeu a distribuição de adesivos com a imagem de uma cadeira, após o apresentador afirmar que não autorizou a produção do material. A arte fazia referência ao episódio em que ele agrediu o influenciador Pablo Marçal (PRTB) durante a campanha para a Prefeitura de São Paulo, em 2024. Segundo a coluna Painel, da Folha de S.Paulo, cerca de mil adesivos foram impressos pela equipe de marketing do PSB. O material trazia a imagem de uma cadeira, o bordão "É brincadeira" e o número de urna do candidato. A estratégia da campanha era utilizar a cadeira como símbolo de combate à corrupção e à criminalidade. No entanto, Datena determinou que a distribuição fosse suspensa ao tomar conhecimento da peça. O candidato já havia declarado anteriormente que não pretendia explorar o episódio na campanha. "Eu não tenho orgulho nenhum da cadeirada", afirmou. Em fevereiro deste ano, Datena e Pablo Marçal firmaram um acordo na Justiça para encerrar as ações judiciais movidas por ambos em decorrência do caso. Em nota, o diretório estadual do PSB informou que os adesivos foram distribuídos sem a validação de Datena e reforçou que a candidatura será voltada à apresentação de propostas para o estado de São Paulo.
Patrimônio de Jaques Wagner cresce mais de 600% em oito anos, aponta declaração ao TSE
Senador informa R$ 24,5 milhões em bens; aumento envolve venda de terreno ao Bahia e negociação de imóvel de luxo em Salvador
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O patrimônio declarado pelo senador Jaques Wagner (PT-BA) ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para a eleição deste ano apresentou um crescimento de 631% em comparação com o informado há oito anos. Em 2018, o parlamentar registrou R$ 3,3 milhões em bens, enquanto agora a soma chega a R$ 24,5 milhões.
- A maior parte do patrimônio informado vem da venda de um terreno à Sociedade Anônima de Futebol (SAF) do Bahia e à Lagoons Empreendimentos, no valor de R$ 13,8 milhões. Além disso, Wagner é investigado pela Polícia Federal por suspeita de recebimento de propina do Banco Master, com a apuração de possíveis crimes financeiros atribuídos ao banco. Outros bens, como um apartamento no Corredor da Vitória em Salvador e uma área de terras em Vila de Abrantes, também integram o patrimônio do senador, que apresentou um aumento significativo em aplicações financeiras e veículos.
Foto: Marcos Oliveira | Sudoeste Bahia
O patrimônio declarado pelo senador Jaques Wagner (PT‑BA) ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para a eleição deste ano cresceu 631% em comparação com o informado há oito anos. Em 2018, o parlamentar registrou R$ 3,3 milhões em bens. Agora, a soma chega a R$ 24,5 milhões, segundo dados apresentados à Justiça Eleitoral. O valor pode ser ainda maior. Um apartamento de quatro quartos no Corredor da Vitória, em Salvador, declarado por Wagner como bem de R$ 1,6 milhão, foi vendido por R$ 10 milhões ao prefeito de Conceição do Coité, Marcelo Passos de Araújo. O montante já foi integralmente quitado. Venda de terreno ao Bahia e bloqueio judicial - A maior parte do patrimônio informado pelo senador vem da venda de um terreno à Sociedade Anônima de Futebol (SAF) do Bahia e à Lagoons Empreendimentos, no valor de R$ 13,8 milhões. O local fica em Vila de Abrantes, em Camaçari, mesma região onde o clube planeja construir seu centro de treinamento. A reportagem do Estadão Conteúdo aponta que Wagner tentou vender outro terreno, avaliado em R$ 15 milhões, um dia após ser alvo de operação da Polícia Federal. A transferência, porém, foi barrada pelo cartório após ordem de bloqueio de bens assinada pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), André Mendonça. Na declaração ao TSE, Wagner informou R$ 13,8 milhões em crédito decorrente da venda do imóvel. Segundo a apuração, o senador teria solicitado R$ 2 milhões à vista, já pagos, e o restante em lotes de 5.510 m² do empreendimento imobiliário que será construído no local. Bens que deixaram de constar e novos investimentos - Em 2018, Wagner declarou ser dono de um lote de terras em Vila de Abrantes avaliado em R$ 28 mil — área que hoje integra o projeto adquirido pelo Bahia. Também não aparece mais na lista um apartamento no Rio de Janeiro, recebido como herança e avaliado em R$ 25 mil. O senador informou possuir apenas mais um imóvel: 50% de um sítio em Andaraí, na Chapada Diamantina, avaliado em R$ 204,4 mil. O percentual é menor do que o declarado em 2018, quando dizia ter 76% da propriedade. O valor em aplicações financeiras também cresceu. Há oito anos, Wagner declarou R$ 1,2 milhão em investimentos. Em 2026, o montante informado subiu para R$ 8,3 milhões, distribuídos em diferentes modalidades. O número de veículos também aumentou: de quatro carros avaliados em R$ 174 mil para seis automóveis que somam R$ 575 mil. Investigação da Polícia Federal - Wagner é investigado pela Polícia Federal por suspeita de recebimento de propina do Banco Master. A PF apura se o senador teria solicitado ao então sócio do banco, Augusto Lima, a compra de um apartamento de luxo de R$ 2,5 milhões em Salvador, supostamente destinado à filha do parlamentar. Segundo a investigação, o imóvel foi adquirido por uma empresa em nome de laranja, com recursos enviados pela corretora Reag, suspeita de atuar em conjunto nos crimes financeiros atribuídos ao Banco Master. A PF também apreendeu US$ 65.795 e 39 mil euros em endereços ligados ao senador durante operação realizada em junho deste ano. Os valores não aparecem na declaração enviada ao TSE. Wagner foi procurado pela reportagem, mas ainda não se manifestou.
PF deflagra operação contra esquema de corrupção e desvio de recursos públicos na Bahia
Ação cumpre 33 mandados de busca em oito cidades e investiga fraudes em contratos da prefeitura de Gongogi
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A Polícia Federal desencadeou a Operação Severus, uma nova fase da investigação que apura um esquema de corrupção e fraude em licitações no município de Gongogi, na Bahia. A operação é realizada em parceria com a Controladoria-Geral da União (CGU) e envolve a busca e apreensão de documentos, celulares e dinheiro.
- A investigação aponta a existência de uma organização criminosa estruturada dentro da administração municipal, envolvendo servidores públicos e pessoas de fora da prefeitura. A Polícia Federal e a CGU estão analisando a movimentação financeira dos valores desviados e podem adotar novas medidas à medida que as apurações avançam.
Foto: Divulgação | Policia Federal
A Polícia Federal desencadeou, nesta quinta‑feira (13), a Operação Severus, nova fase da investigação que apura um suposto esquema de corrupção, fraudes em licitações e desvio de recursos públicos no município de Gongogi, no sul da Bahia. A ação é realizada em parceria com a Controladoria‑Geral da União (CGU). Foram autorizados 33 mandados de busca e apreensão pelo Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1). As equipes cumprem as ordens em Gongogi, Itabuna, Ilhéus, Dário Meira, Ipiaú, Ibicaraí, Valença e Eunápolis, onde policiais federais e auditores da CGU atuam de forma conjunta. Segundo a PF, a investigação aponta a existência de uma organização criminosa estruturada dentro da administração municipal, envolvendo servidores públicos e pessoas de fora da prefeitura. O grupo é suspeito de manipular licitações, criar processos administrativos fictícios, usar documentos falsificados e autorizar pagamentos por serviços que não teriam sido executados ou foram entregues apenas parcialmente. A apuração também analisa a movimentação financeira dos valores desviados. De acordo com os investigadores, o dinheiro teria circulado por meio de empresas e intermediários usados para ocultar a origem dos recursos, caracterizando possível lavagem de dinheiro. A decisão judicial permite a apreensão de documentos, celulares, computadores, dinheiro em espécie, joias e veículos ligados aos investigados. Também foram determinadas medidas de bloqueio de bens e valores, incluindo imóveis e automóveis, até o limite de R$ 2 milhões. Todo o material recolhido será analisado pela Polícia Federal e pela CGU. A PF informou que a investigação continua e novas medidas podem ser adotadas conforme o avanço das apurações.
Polícia Federal faz nova fase da Operação Sem Desconto e mira familiares de senador
Familiares do senador Weverton Rocha e um advogado estão entre os alvos da nova etapa da investigação.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A Polícia Federal deflagrou uma nova fase da Operação Sem Desconto para investigar um esquema de fraudes envolvendo descontos associativos não autorizados em benefícios de aposentados e pensionistas do Instituto Nacional do Seguro Social. A investigação apura suspeitas de fraude, lavagem de dinheiro e movimentações financeiras consideradas irregulares.
- Alvos da nova etapa da operação incluem familiares do senador Weverton Rocha e o advogado Willer Tomaz. A PF também investiga a ligação do senador com pessoas investigadas no esquema e se ele teria dado apoio político a um dos principais investigados, conhecido como 'Careca do INSS'.
Foto: Divulgação | PF
A Polícia Federal deflagrou uma nova fase da Operação Sem Desconto, que investiga um suposto esquema de fraudes envolvendo descontos associativos não autorizados em benefícios de aposentados e pensionistas do Instituto Nacional do Seguro Social. Entre os alvos desta etapa estão familiares do senador Weverton Rocha e o advogado Willer Tomaz. Segundo a investigação, entidades associativas realizavam cobranças diretamente nos benefícios previdenciários sem autorização dos segurados. A Polícia Federal apura suspeitas de fraude, lavagem de dinheiro e movimentações financeiras consideradas irregulares. De acordo com os investigadores, Weverton Rocha já havia sido citado em fases anteriores da operação por suposta ligação com pessoas investigadas. A PF também apura se o parlamentar teria dado apoio político a Antônio Carlos Camilo Antunes, conhecido como "Careca do INSS", apontado como um dos principais investigados no esquema. O senador nega qualquer irregularidade. A Operação Sem Desconto é conduzida em parceria entre a Polícia Federal e a Controladoria-Geral da União e investiga suspeitas de desvios bilionários envolvendo descontos indevidos em aposentadorias e pensões entre 2019 e 2024. Nas fases anteriores, empresários, dirigentes de entidades associativas e ex-servidores do INSS também foram alvo das investigações. Agora, a PF analisa os materiais apreendidos para identificar o destino dos recursos, localizar possíveis beneficiários e aprofundar a apuração sobre a atuação dos envolvidos. As investigações seguem em andamento e, até o momento, não há decisão judicial definitiva sobre a responsabilidade dos investigados. Todos os citados têm direito à ampla defesa e ao contraditório durante o processo.
Flávio Dino autoriza abertura de terceiro inquérito envolvendo Lulinha
Flávio Dino autoriza abertura de terceiro inquérito envolvendo Lulinha
Filho do presidente já é alvo de outros dois inquéritos que investigam suspeitas de tráfico de influência, corrupção e possível favorecimento de interesses privados em órgãos federais
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), autorizou a abertura de um terceiro inquérito para investigar Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, filho do presidente Lula. A investigação, solicitada pela Polícia Federal (PF), visa apurar a suspeita de atuação de um grupo que realizava negócios ilícitos envolvendo setores do governo federal. Na mesma decisão, Dino também determinou a abertura de um quarto procedimento para apurar o vazamento de informações sigilosas relacionadas ao caso.
- Esta nova frente de investigação se soma a outros dois inquéritos autorizados recentemente pelo ministro André Mendonça, também no STF. As investigações anteriores de Mendonça buscam apurar supostos crimes de corrupção e tráfico de influência em contratos públicos envolvendo o Ministério da Saúde, a Dataprev e outras repartições federais, elevando para quatro o total de inquéritos abertos contra Lulinha em menos de uma semana.
Foto: Gustavo Moreno | STF
O ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), autorizou nesta terça-feira (4) a abertura de um terceiro inquérito envolvendo Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como Lulinha. A investigação foi solicitada pela Polícia Federal (PF) e tem como objetivo apurar a suspeita de atuação de um grupo que teria realizado negócios ilícitos envolvendo setores do governo federal. Lulinha já é investigado em outros dois procedimentos que tramitam no Supremo a partir de apurações conduzidas pela PF. Na mesma decisão, Dino também autorizou a abertura de um quarto inquérito, igualmente solicitado pela Polícia Federal, para investigar o suposto vazamento de informações sigilosas relacionadas ao caso. Esta é a terceira solicitação de investigação da PF contra Lulinha autorizada em menos de uma semana. Em 30 de julho, o ministro André Mendonça determinou a abertura de um inquérito para apurar suspeitas de tráfico de influência e corrupção em negociações envolvendo o Ministério da Saúde. De acordo com a Polícia Federal, o filho do presidente Lula teria atuado em benefício de interesses ligados ao lobista Antônio Carlos Camilo Antunes, conhecido como "Careca do INSS". No dia seguinte, Mendonça autorizou uma segunda investigação para apurar se Lulinha teria favorecido empresários interessados em contratos com a Empresa de Tecnologia e Informações da Previdência (Dataprev) e outros órgãos federais.
Justiça condena cinco por esquema de desvio de dinheiro na Câmara de Correntina após quase nove anos
Sentença reconhece esquema de rachadinha, uso irregular de combustível e desvio de dinheiro público na Câmara de Correntina.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A Justiça da Bahia condenou cinco pessoas, incluindo o ex-presidente da Câmara e três vereadores, por envolvimento em um esquema de desvio de recursos públicos na Câmara Municipal de Correntina, no oeste do estado. A decisão judicial ocorre quase nove anos após a deflagração da Operação Último Tango pelo Ministério Público da Bahia (MP-BA), que desmantelou crimes de organização criminosa e peculato na gestão do Legislativo local.
- Segundo as investigações, o grupo operava desvios por meio da devolução ilegal de gratificações de servidores, prática conhecida como 'rachadinha', além de utilizar cotas de combustível do órgão público para fins particulares. As penas aplicadas variam de cinco anos e 11 meses a seis anos e cinco meses de reclusão em regime inicial semiaberto, enquanto outros envolvidos tiveram os processos desmembrados ou extintos.
Foto: Leitor Sudoeste Bahia | Via WhatsApp
A Justiça da Bahia condenou cinco pessoas por participação em um esquema de desvio de recursos públicos na Câmara Municipal de Correntina, no oeste do estado. A sentença foi publicada nesta sexta-feira (31), quase nove anos após a Operação Último Tango, deflagrada pelo Ministério Público da Bahia (MP-BA), que investigou irregularidades na administração do Legislativo municipal. De acordo com a decisão, os condenados responderam por crimes relacionados à organização criminosa e peculato. As investigações apontaram que o grupo utilizava gratificações concedidas de forma irregular a servidores para promover um esquema de devolução de parte dos valores em dinheiro, prática conhecida como "rachadinha". Também foram identificados desvios envolvendo o uso de cotas de combustível da Câmara para fins particulares. Entre os condenados estão o ex-presidente da Câmara, Jean Carlos Pereira dos Santos, conhecido como "Jean da Guarda", e os vereadores Juvenil Araújo de Souza ("Babado Pimenta"), Adenilson Pereira de Souza ("Will") e Milton Rodrigues de Souza ("Miltão"). Erickson Linces Santos, conhecido como "Quinho", também foi condenado por participação no esquema. As penas variam entre cinco anos e 11 meses e seis anos e cinco meses de reclusão, todas em regime inicial semiaberto. Segundo a sentença, o grupo atuava de forma organizada, com divisão de funções para operacionalizar os desvios de recursos públicos. Outros quatro investigados não foram julgados nesta decisão. Em um dos casos, a punibilidade foi extinta por prescrição. Já os demais terão os processos analisados separadamente em ações desmembradas pela Justiça.
Escritório de Flávio Bolsonaro emite R$ 1,5 milhão em notas fiscais para empresas ligadas a Daniel Vorcaro
As empresas em questão são a Copenhagen Consultoria e Assessoria S.A. e a Contábil Correa
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O escritório de advocacia de Flávio Bolsonaro emitiu notas fiscais no valor de R$ 1,5 milhão para duas empresas ligadas ao caso Banco Master. As notas foram em nome da Copenhagen Consultoria e Assessoria S.A. e da Contábil Correa, ambas com o contador Rogério Lourenço Novo como diretor ou sócio.
- Flávio Bolsonaro nega qualquer ligação ao caso Master e explica que sua empresa prestou serviços à BR Global, que contratou a Contabil Correa, e que a consulta para prestar serviços à Copenhagen Assessoria não avançou.
Foto: Geraldo Magela | Agência Senado
O escritório de advocacia do pré-candidato a Presidência da República, Flávio Bolsonaro (PL), emitiu três notas fiscais no valor total de R$ 1,5 milhão em favor de duas empresas que foram apontadas como integrantes de estrutura empresarial ligada ao empresário Daniel Vorcaro, do caso Banco Master. Duas das notas fiscais, emitidas e canceladas em 7 de abril de 2025, foram em nome da Copenhagen Consultoria e Assessoria S.A.. Segundo o Metrópoles, a empresa está entre as 10 que mais receberam recursos do Banco Master, com um valor de R$ 58 milhões recebidos. A publicação indica que a companhia foi aberta em novembro de 2024, com capital social de R$ 40,00. No dia 9 de abril de 2025, dois dias depois das notas fiscais em nome da Copenhagen, o escritório também emitiu uma terceira nota para a Contábil Correa, mas sem registro de cancelamento. As três notas fiscais foram no valor de R$ 500 mil. A reportagem informa que o contador Rogério Lourenço Novo é um nome comum nas duas empresas. Aparece como diretor responsável pela Copenhagen e único sócio da Contábil Correa. Ele é integrante do conselho fiscal da Ambipar, que é uma empresa relacionada à estrutura empresarial ligada a Daniel Vorcaro. Flávio Bolsonaro emitiu uma nota em pronunciamento ao vínculo de seu nome aos caso Master. "Diante de tentativas de vincular falsamente meu nome ao Banco Master, esclareço o que segue: Firmei contrato de prestação de serviços de assessoria jurídica com a BR Global, nome fantasia da Contabil Correa Contabilidade e Auditoria Ltda., empresa de contabilidade e auditoria que atende mais de 200 empresas e clientes em São Paulo [...] Em determinada ocasião, fui consultado sobre a possibilidade de prestar serviços a uma cliente da BR Global, a Copenhagen Assessoria. Apesar da consulta, a contratação não avançou, não tendo o meu escritório recebido qualquer valor da Copenhagen Assessoria, razão pela qual as notas fiscais foram cancelas. Ou seja, estou sendo ‘acusado’ de NÃO receber alguma coisa".
TCM mantém rejeição das contas de 2023 de Bom Jesus da Lapa e reduz multa ao ex‑prefeito
Tribunal acolhe parte da defesa, mas aponta que irregularidades graves seguem comprometendo a prestação de contas do município
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O Tribunal de Contas dos Municípios da Bahia (TCM-BA) manteve a rejeição das contas de 2023 da Prefeitura de Bom Jesus da Lapa, apresentadas pelo ex-prefeito Fábio Nunes Dias. Embora a multa tenha sido reduzida de R$ 10 mil para R$ 8,5 mil, o tribunal destacou que persistem irregularidades em processos licitatórios e justificativas de quantitativos de bens e serviços.
- O ex-prefeito permanece sujeito às sanções previstas e ao registro da rejeição das contas, que pode impactar futuras análises de elegibilidade e ações de improbidade.
Foto: Divulgação
Os conselheiros do Tribunal de Contas dos Municípios da Bahia (TCM‑BA) decidiram, nesta terça‑feira (21), manter a rejeição das contas de 2023 da Prefeitura de Bom Jesus da Lapa, apresentadas pelo ex‑prefeito Fábio Nunes Dias. O colegiado deu provimento parcial ao recurso do gestor e reduziu a multa aplicada, que passou de R$ 10 mil para R$ 8,5 mil, após o esclarecimento de parte das falhas apontadas no relatório técnico. Apesar da redução da penalidade, o tribunal destacou que persistem irregularidades consideradas relevantes, especialmente em processos licitatórios, pesquisas de preços, planejamento de contratações e justificativas de quantitativos de bens e serviços. Também foram identificados descumprimentos de normas previstas em editais e ausência de documentação suficiente para afastar impropriedades já registradas na análise inicial. Segundo o relator do processo, conselheiro Paulo Rangel, os documentos apresentados pela defesa não foram suficientes para alterar o entendimento sobre os principais problemas que comprometeram o mérito da prestação de contas. Ele ressaltou que, embora alguns apontamentos tenham sido sanados, o conjunto das irregularidades mantém a gravidade da situação. Com a decisão, o ex‑prefeito permanece sujeito às sanções previstas e ao registro da rejeição das contas, que pode impactar futuras análises de elegibilidade e ações de improbidade. O processo segue para registro e arquivamento conforme os trâmites do TCM.
PF marca depoimento de Jaques Wagner para 7 de agosto em investigação sobre o Master
Senador baiano será ouvido sobre suspeitas de recebimento de vantagens indevidas; parlamentar nega irregularidades
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O senador Jaques Wagner (PT-BA) foi intimado pela Polícia Federal (PF) para prestar depoimento sobre supostas vantagens indevidas ligadas ao Banco Master. A PF investiga um esquema de corrupção, lavagem de dinheiro e fraudes financeiras envolvendo o banco e seu controlador, Daniel Vorcaro.
- A investigação indica que Wagner pode ter recebido benefícios por intermédio de familiares, pessoas de confiança e empresas ligadas ao grupo econômico investigado. O senador nega qualquer irregularidade e afirma que pretendia presentear a filha com um apartamento de R$ 2,45 milhões, que teria sido custeado pelo empresário Augusto Ferreira Lima.
Foto: Marcos Oliveira | Sudoeste Bahia
A Polícia Federal (PF) intimou o senador Jaques Wagner (PT-BA) para prestar depoimento no próximo 7 de agosto no inquérito que investiga o suposto recebimento de vantagens indevidas ligadas ao Banco Master. O parlamentar nega qualquer irregularidade. O depoimento faz parte da investigação conduzida pela PF sobre um possível esquema de corrupção, lavagem de dinheiro e fraudes financeiras envolvendo o banco e seu controlador, Daniel Vorcaro. Segundo os investigadores, há indícios de que Wagner teria recebido benefícios por intermédio de familiares, pessoas de confiança e empresas ligadas ao grupo econômico investigado. No dia 18 de junho, o senador foi alvo de mandados de busca e apreensão durante uma fase da Operação Compliance Zero, autorizada pelo ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF). Além das buscas, a decisão impôs uma restrição às atividades econômicas do parlamentar. A PF apura um possível vínculo entre o entorno familiar de Jaques Wagner e empresas relacionadas ao Banco Master. De acordo com a investigação, o empresário Augusto Ferreira Lima, ex-sócio do banco, seria responsável por operacionalizar benefícios destinados ao senador. Entre os fatos investigados está a negociação de um apartamento de R$ 2,45 milhões, em Salvador. Segundo a PF, Wagner encaminhou a Augusto o contato do gerente da construtora, informando a unidade e o valor do imóvel: "A unidade é a 1702 e o preço é 2,45 mi". Os investigadores suspeitam que a compra tenha sido custeada pelo empresário. Em entrevista à BandNews, Jaques Wagner afirmou que pretendia presentear a filha com o apartamento e explicou que, como não tinha recursos suficientes no momento, faria posteriormente a recompra do imóvel enquanto ele ainda estava em construção. Além da negociação do apartamento, a Polícia Federal aponta pagamentos a uma empresa pertencente à nora do senador e a compra de ingressos para um show no exterior como possíveis contrapartidas pelos supostos favorecimentos ao grupo econômico investigado. Na decisão que autorizou a operação, André Mendonça afirmou que a PF identificou elementos que indicam o "recebimento de vantagens econômicas indevidas pelo parlamentar, direta ou indiretamente", por meio de familiares, pessoas de confiança e estruturas societárias vinculadas ao Banco Master. Após a deflagração da operação, o petista deixou a liderança do governo Lula no Senado. Segundo aliados, a decisão teve como objetivo permitir que o parlamentar concentrasse esforços em sua defesa e evitar desgaste político ao Palácio do Planalto durante o período pré-eleitoral.
MPF investiga suspeitas de irregularidades no uso de recursos da merenda escolar na Bahia
Inquérito civil apura a aplicação de verbas federais do PNAE destinadas a uma associação de agricultores entre 2024 e 2025
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O Ministério Público Federal (MPF) instaurou um inquérito civil para investigar irregularidades na execução do Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE) em Santo Antônio de Jesus. A investigação visa apurar possíveis atos de improbidade administrativa ou prática criminosa envolvendo a destinação de recursos federais para a alimentação escolar.
- O procedimento foi aberto após o recebimento de uma notícia de fato que aponta possíveis irregularidades na utilização dos recursos do PNAE. O MPF solicitou documentos e informações à Prefeitura de Santo Antônio de Jesus e ao Conselho de Alimentação Escolar do município.
Foto: Jefferson Peixoto | Secom
O Ministério Público Federal (MPF) instaurou um inquérito civil para investigar possíveis irregularidades na execução do Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE) em Santo Antônio de Jesus, no Recôncavo baiano. A apuração tem como foco a aplicação de recursos federais repassados a uma associação de agricultores entre os anos de 2024 e 2025. A investigação foi formalizada pela procuradora da República Flávia Galvão Arruti, titular do 8º Ofício do Núcleo de Combate à Corrupção da Procuradoria da República na Bahia (PR/BA). A portaria foi publicada na última terça-feira (14). Segundo o MPF, o procedimento foi aberto após o recebimento de uma notícia de fato que aponta possíveis irregularidades na utilização dos recursos do PNAE. O objetivo é verificar se houve ato de improbidade administrativa ou eventual prática criminosa envolvendo a destinação das verbas federais para a alimentação escolar. Como uma das primeiras medidas, o órgão solicitou à Prefeitura de Santo Antônio de Jesus cópias dos procedimentos administrativos relacionados aos pagamentos feitos à associação com recursos do programa entre 2024 e 2025. Também foram requisitadas notas fiscais e documentos que comprovem a entrega dos produtos fornecidos. O Conselho de Alimentação Escolar (CAE) do município também deverá encaminhar pareceres, relatórios de fiscalização, atas de reuniões e demais documentos referentes ao acompanhamento da execução do PNAE no mesmo período. Além disso, o conselho foi solicitado a informar se identificou eventuais irregularidades nos repasses destinados à associação investigada. Outra frente da apuração será conduzida pela Assessoria de Pesquisa e Análise do MPF (ASSPAD), que fará um levantamento para identificar a composição da associação, verificar se uma servidora mencionada na denúncia integra o quadro da Prefeitura e apurar a existência de eventual vínculo entre agentes públicos municipais e dirigentes da entidade. O inquérito civil terá prazo inicial de um ano para conclusão, podendo ser prorrogado. Procurada, a Prefeitura de Santo Antônio de Jesus informou que ainda não se manifestou sobre o caso.
Ex-sargento da comitiva de Bolsonaro é condenado a prisão por tráfico
Ex-sargento da comitiva de Bolsonaro é condenado a prisão por tráfico
Ex-sargento transportou 37 quilos de cocaína em aeronave que apoiava a comitiva presidencial em 2019; outros dois militares também foram condenados.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A Justiça Militar condenou o ex-sargento Manoel da Silva Rodrigues a três anos de reclusão, por associação para o tráfico de drogas.
- O ex-militar, juntamente com outros dois, foram condenados por participar de uma organização criminosa que utilizava missões oficiais da Força Aérea Brasileira (FAB) para transportar drogas até a Europa. Os militares foram presos após a descoberta de 37 quilos de cocaína em uma aeronave durante uma missão oficial em 2019, em apoio à comitiva do então presidente Jair Bolsonaro em viagem ao Japão.
Foto: Reprodução
A Justiça Militar condenou o ex-sargento da Aeronáutica Manoel da Silva Rodrigues a três anos de reclusão, em regime fechado, por associação para o tráfico de drogas. A decisão é mais um desdobramento do caso envolvendo o transporte de 37 quilos de cocaína em uma aeronave da Força Aérea Brasileira (FAB), durante uma missão oficial que dava apoio à comitiva do então presidente Jair Bolsonaro em viagem ao Japão, em junho de 2019. O militar foi preso em flagrante durante uma escala da aeronave no aeroporto de Sevilha, na Espanha, após a droga ser localizada pelas autoridades locais. Em 2022, ele foi excluído da FAB e atualmente cumpre, na Espanha, uma pena de seis anos e um dia de prisão, em regime equivalente à liberdade condicional. Também há um pedido de extradição em tramitação. Manoel Rodrigues já havia sido condenado definitivamente, em 2024, a 17 anos e cinco dias de reclusão pelos crimes de tráfico internacional de drogas, com agravantes relacionadas ao uso de transporte oficial e à transnacionalidade do delito. Na nova decisão, a Justiça Militar entendeu que as investigações comprovaram a existência de uma organização criminosa voltada ao tráfico internacional de entorpecentes, que utilizava missões oficiais da FAB para transportar drogas até a Europa. Além do ex-sargento, outros dois militares foram condenados. Marcos Daniel Pena Borja Rodrigues Gama, apontado pelo Ministério Público Militar como líder do grupo, recebeu pena de 22 anos e oito meses de reclusão em regime fechado. Já o segundo-sargento da Aeronáutica Jorge Luiz da Cruz Silva foi condenado a 19 anos de prisão por, segundo a acusação, recrutar militares para integrar o esquema criminoso. A defesa de Manoel da Silva Rodrigues sustentou, durante o processo, que a denúncia se baseava em "meras ilações" e alegou ausência de justa causa. Até a publicação da decisão, os advogados dos condenados não haviam se manifestado sobre a sentença. O espaço permanece aberto para posicionamentos das defesas.
TCM multa ex-prefeito de Bom Jesus da Lapa por uso irregular do Fundeb
TCM multa ex-prefeito de Bom Jesus da Lapa por uso irregular do Fundeb
Tribunal determinou a devolução de R$ 277,5 mil ao Fundeb após identificar pagamento de abonos a servidores que não atuavam na educação básica.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A 2ª Câmara de Julgamentos do Tribunal de Contas dos Municípios da Bahia aplicou multa de R$ 4 mil ao ex-prefeito de Bom Jesus da Lapa, Fábio Nunes Dias, por irregularidades na utilização de recursos do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb) em 2021. O tribunal concluiu que os recursos foram utilizados para pagar abonos a servidores que não integravam o quadro de profissionais da educação básica.
- Além da multa, a atual administração municipal foi determinada a restituir R$ 277.574,71 à conta específica do Fundeb, utilizando recursos do Tesouro Municipal.
Foto: Reprodução
Os conselheiros da 2ª Câmara de Julgamentos do Tribunal de Contas dos Municípios da Bahia (TCM-BA) aplicaram multa de R$ 4 mil ao ex-prefeito de Bom Jesus da Lapa, Fábio Nunes Dias, por irregularidades na utilização de recursos do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb). A decisão foi tomada durante sessão realizada na quarta-feira (8), após a análise de um Termo de Ocorrência elaborado pela 25ª Inspetoria Regional de Controle Externo do TCM. O órgão concluiu que, em 2021, recursos do Fundeb foram utilizados para pagar abonos a servidores que não integravam o quadro de profissionais da educação básica. Além da multa, o tribunal determinou que a atual administração municipal restitua R$ 277.574,71 à conta específica do Fundeb, utilizando recursos do Tesouro Municipal. O valor corresponde às despesas consideradas irregulares pelo órgão de controle. Segundo o TCM, entre os beneficiários dos abonos estavam servidores que exerciam funções como motoristas, guardas municipais, garis, carpinteiro, auxiliar operacional da saúde e magarefe. De acordo com o tribunal, essas categorias não se enquadram entre os profissionais autorizados pela Lei Federal nº 14.113/2020 a receber recursos do Fundeb destinados à valorização da educação básica. Relator do processo, o conselheiro Plínio Carneiro Filho destacou que a legislação estabelece que os recursos do fundo devem ser aplicados exclusivamente nas finalidades previstas em lei. Para ele, a utilização da verba para pagamento de servidores sem vínculo com a educação caracteriza desvio de finalidade e exige a recomposição dos valores ao fundo. O Ministério Público de Contas também opinou pela procedência parcial da apuração, defendendo a aplicação de multa ao ex-gestor e a devolução dos recursos utilizados de forma irregular. A decisão do Tribunal de Contas dos Municípios ainda não é definitiva e pode ser contestada por meio de recurso.
STF envia ao STJ investigação sobre Rui Costa e respiradores
STF envia ao STJ investigação sobre Rui Costa e respiradores
Ministro do STF entendeu que as suspeitas apuradas até o momento se referem ao período em que Rui Costa era governador da Bahia.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O ministro do STF, Flávio Dino, determinou que inquérito sobre supostos desvios na compra de respiradores durante a pandemia da Covid-19 retorne ao STJ. A investigação envolve Rui Costa, ex-governador da Bahia e atual ministro da Casa Civil.
- O STJ permanecerá responsável pela investigação por enquanto, mas o STF pode retomá-la caso surjam novas provas indicando a prática de crimes durante o período em que Rui Costa exerceu o cargo de ministro da Casa Civil.
Foto: Marcos Oliveira | Sudoeste Bahia
O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Flávio Dino, determinou que o inquérito que investiga supostos desvios na compra de respiradores durante a pandemia da Covid-19 retorne ao Superior Tribunal de Justiça (STJ). A investigação envolve fatos ocorridos quando Rui Costa exercia o cargo de governador da Bahia. Na decisão, Dino entendeu que os elementos reunidos até o momento dizem respeito exclusivamente à gestão estadual de Rui Costa, encerrada em 2022, e que não há indícios de crimes praticados durante o período em que ele ocupou o cargo de ministro da Casa Civil do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Segundo o ministro, a competência do STF somente seria justificada caso existissem evidências de que as supostas irregularidades tivessem continuidade durante o exercício do cargo de ministro de Estado. O caso ganhou novos desdobramentos no mês passado, quando a Procuradoria-Geral da República (PGR) pediu que a investigação fosse enviada ao Supremo. O argumento era de que possíveis operações de ocultação e lavagem dos recursos desviados poderiam ter continuado enquanto Rui Costa integrava o governo federal. A investigação teve origem na contratação, em 2020, de uma empresa para fornecer respiradores pulmonares ao Consórcio Nordeste, então presidido por Rui Costa. O contrato, no valor de R$ 48 milhões, previa a compra dos equipamentos durante a fase mais crítica da pandemia da Covid-19. De acordo com as investigações, a empresa contratada recebeu o pagamento antecipado, mas os respiradores nunca foram entregues e os recursos públicos ainda não foram recuperados. A dona da empresa Hempcare firmou acordo de colaboração premiada e afirmou ter pago comissão a um lobista que se apresentava como próximo de Rui Costa. A defesa do ex-governador nega qualquer irregularidade e sustenta que foi o próprio Rui Costa quem determinou a abertura das investigações para apurar o caso e buscar a recuperação dos valores. Na decisão, Flávio Dino ressaltou que o inquérito poderá voltar ao STF caso surjam novas provas indicando a prática de crimes durante o período em que Rui Costa exerceu o cargo de ministro da Casa Civil. Até lá, a investigação permanecerá sob responsabilidade do Superior Tribunal de Justiça.
PF deflagra nova fase de operação contra fraude em benefícios do INSS na Bahia
PF deflagra nova fase de operação contra fraude em benefícios do INSS na Bahia
Prejuízo aos cofres públicos pode ultrapassar R$ 100 milhões, segundo a Polícia Federal.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Uma força-tarefa da Polícia Federal e da Controladoria-Geral da União cumpriu mandados judiciais contra um grupo investigado por fraudes na concessão de benefícios previdenciários do Instituto Nacional do Seguro Social. A ação faz parte da segunda fase da Operação Monã e ocorreu nos municípios de Eunápolis e Porto Seguro, no sul da Bahia.
- A investigação aponta que o grupo apresentava documentos falsificados para comprovar a pertencimento a comunidades indígenas e conseguia solicitar benefícios como aposentadorias rurais, salários-maternidade e outros auxílios pagos pela Previdência Social. A Justiça Federal determinou o afastamento de dois servidores públicos suspeitos e a Polícia Federal apura a existência de um esquema paralelo envolvendo a contratação de empréstimos consignados vinculados aos benefícios obtidos de maneira fraudulenta.
Foto: Reprodução | Agência Brasil
Uma força-tarefa da Polícia Federal (PF) e da Controladoria-Geral da União (CGU) cumpriu, na manhã desta quinta-feira (9), mandados judiciais contra um grupo investigado por fraudes na concessão de benefícios previdenciários do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). A ação faz parte da segunda fase da Operação Monã e ocorreu nos municípios de Eunápolis e Porto Seguro, no sul da Bahia. As investigações apontam que os suspeitos apresentavam documentos falsificados para comprovar, de forma fraudulenta, o pertencimento de requerentes a comunidades indígenas. Com essa documentação, o grupo conseguia solicitar benefícios como aposentadorias rurais, salários-maternidade e outros auxílios pagos pela Previdência Social. Segundo a Polícia Federal, o esquema pode ter provocado um rombo superior a R$ 100 milhões aos cofres públicos. Ao todo, foram cumpridos 11 mandados de busca e apreensão, além do bloqueio judicial de aproximadamente R$ 1,5 milhão em bens e valores ligados aos investigados. A Justiça Federal também determinou o afastamento de dois servidores públicos suspeitos de participação nas irregularidades. Os investigadores apuram ainda a existência de um esquema paralelo envolvendo a contratação de empréstimos consignados vinculados aos benefícios obtidos de maneira fraudulenta, o que teria ampliado os ganhos do grupo criminoso. Todo o material apreendido durante a operação será analisado para identificar outros envolvidos, esclarecer a estrutura da organização e calcular a extensão dos prejuízos causados à Previdência Social. A Operação Monã prossegue com o objetivo de responsabilizar todos os participantes do esquema e recuperar os recursos desviados.
Alvo de operações da Polícia Federal, prefeito de Riacho de Santana busca brecha para disputar nova eleição
João Vitor Laranjeira tenta viabilizar juridicamente candidatura apesar de investigações e impedimento por terceiro mandato consecutivo
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O prefeito de Riacho de Santana, João Vitor Martins Laranjeira, tenta uma saída jurídica para disputar novamente a eleição municipal, apesar de já ter sido alvo de operações da Polícia Federal e responder a investigações por irregularidades na administração pública. Ele viajou a Brasília para consultar advogados e avaliar possibilidades legais, após ter sido afastado do cargo pelo Supremo Tribunal Federal (STF) durante fases da Operação Overclean. A busca por brecha jurídica mexe com o tabuleiro eleitoral da região e abre nova disputa com a oposição, que acompanha de perto os desdobramentos das investigações e da tentativa de reeleição.
- O futuro político de Riacho de Santana agora depende da análise técnica da Justiça Eleitoral, que precisará interpretar o caso de um gestor que tenta contornar a regra que impede o terceiro mandato consecutivo. A oposição está de olho nos desdobramentos das investigações e da tentativa de reeleição do prefeito, que pode ter consequências importantes para o cenário político local.
Foto: Reprodução | Redes Sociais
O cenário político de Riacho de Santana, no sudoeste da Bahia, ganhou novo capítulo após o prefeito João Vitor Martins Laranjeira admitir que tenta uma saída jurídica para disputar novamente a eleição municipal. O gestor, que já foi alvo de operações da Polícia Federal e responde a investigações por irregularidades na administração pública, afirmou em entrevista à Rádio Cidade FM que viajou a Brasília para consultar advogados e avaliar possibilidades legais. João Vitor assumiu a prefeitura em abril de 2024, quando era vice, após a renúncia do então prefeito Tito Eugênio. Meses depois, concorreu ao cargo e venceu o pleito de outubro do mesmo ano. Agora, tenta disputar mais uma vez — o que, pela legislação eleitoral, configuraria terceiro mandato consecutivo, situação proibida pela Constituição. Operações e investigações em curso - O prefeito já foi afastado do cargo pelo Supremo Tribunal Federal (STF) durante fases da Operação Overclean, que apura irregularidades na gestão municipal. As investigações envolvem suspeitas de improbidade administrativa, terceirização ilícita de mão de obra e uso indevido de verbas federais do SUS, conforme inquéritos instaurados pelo Ministério Público Federal (MPF) . Entre os pontos investigados está a contratação da empresa JFS Serviços Combinados, realizada por meio de adesão a uma ata de registro de preços de um município do Maranhão. O MPF apura indícios de burla a concurso público, irregularidades no processo licitatório e possível crime de responsabilidade. Busca por brecha jurídica - Apesar do histórico de investigações e do impedimento legal, João Vitor afirmou que recebeu “grande esperança” após consultas com especialistas em direito eleitoral na capital federal. A defesa aposta em decisões recentes do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que beneficiaram vice‑prefeitos que assumiram o cargo perto das eleições e, mesmo assim, puderam concorrer. No entanto, até o momento, nenhuma consulta formal foi protocolada na Justiça Eleitoral. A possibilidade de candidatura depende de interpretação jurídica específica e validação dos magistrados. Impacto no cenário político - A movimentação do prefeito mexe com o tabuleiro eleitoral da região e abre nova disputa com a oposição, que acompanha de perto os desdobramentos das investigações e da tentativa de reeleição. O futuro político de Riacho de Santana agora depende da análise técnica da Justiça Eleitoral — e de como os tribunais vão interpretar o caso de um gestor que, além de já ter sido alvo de operações federais, tenta contornar a regra que impede o terceiro mandato consecutivo.
Wagner pede licença do cargo de líder do governo no Senado após ser alvo de operação da PF
Wagner afirmou em uma publicação nas redes sociais que decidiu se afastar da liderança no Senado
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O senador Jaques Wagner (PT-BA) anunciou seu afastamento da liderança do governo no Senado Federal. A decisão ocorre poucos dias após o parlamentar ter sido incluído como alvo na 9ª fase da operação Compliance Zero, que investiga um esquema bilionário de fraudes financeiras envolvendo o Banco Master, impactando sua posição política.
- A medida foi comunicada por Wagner em suas redes sociais, afirmando que o afastamento foi um acordo mútuo com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, após uma reunião no Palácio da Alvorada. O senador petista declarou que sua prioridade imediata é comprovar sua inocência e dedicar-se às campanhas de reeleição do presidente Lula, do governador Jerônimo Rodrigues, e à sua própria reeleição ao Senado.
Foto: Marcos Oliveira | Sudoeste Bahia
O senador Jaques Wagner (PT-BA) decidiu se afastar da liderança do governo no Senado poucos dias após passar a integrar a lista de alvos da 9ª fase da operação Compliance Zero, que investiga um esquema bilionário de fraudes financeiras envolvendo o Banco Master. Depois da reunião, Wagner afirmou em publicação nas redes sociais que a decisão de se afastar do cargo foi tomada em comum acordo com o presidente da República. "Acabei de ter uma ótima reunião com o Presidente @LulaOficial, uma conversa entre amigos, e decidimos, em comum acordo, que me afastarei da liderança do Governo no Senado Federal". "Neste momento, minha prioridade absoluta é provar minha inocência e me dedicar à reeleição do presidente Lula e do governador Jerônimo Rodrigues, além da minha reeleição junto com Rui Costa para o Senado", escreveu Wagner. Nesta quarta-feira (24), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) se reuniu com o senador, que ocupa a função de líder do governo, no Palácio da Alvorada. O encontro durou cerca de duas horas.
Neto afirma que visitou residência de Vorcaro, mas nega festas
Neto afirma que visitou residência de Vorcaro, mas nega festas
Pré-candidato ao Governo da Bahia afirma que esteve uma única vez na residência do banqueiro, mas nega participação em festas no local.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O ex-prefeito de Salvador, ACM Neto, admitiu ter visitado a residência do banqueiro Daniel Vorcaro em Trancoso, Bahia, mas negou participar de festas no local. Ele afirmou que esteve apenas uma vez em 2024 e não participou de eventos. A reportagem destaca investigações sobre uma empresa ligada ao ex-prefeito ter recebido R$ 3,6 milhões do banqueiro e descrições de festas e movimentação de seguranças e convidados na propriedade.
- O caso segue repercutindo no cenário político baiano em meio às investigações relacionadas ao banqueiro Daniel Vorcaro e ao Banco Master. ACM Neto nega participação em qualquer evento e sustenta que sua presença no local ocorreu apenas uma vez.
Foto: Divulgação
O ex-prefeito de Salvador e pré-candidato ao Governo da Bahia, ACM Neto (União Brasil), admitiu ter visitado a residência do banqueiro Daniel Vorcaro, em Trancoso, no sul da Bahia, mas negou ter participado de festas realizadas no local. A declaração foi encaminhada à revista Piauí, que publicou uma reportagem sobre a movimentação de autoridades e convidados na propriedade. Inicialmente, a assessoria de ACM Neto informou que ele nunca havia estado no imóvel. Posteriormente, enviou uma nova manifestação esclarecendo que o político esteve na residência apenas uma vez, em 2024. "Estive uma única vez na residência de Daniel Vorcaro no ano de 2024, mas nunca, jamais, participei de festa na casa dele", afirmou ACM Neto em nota enviada à publicação. A reportagem da revista também menciona investigações que apontam que uma empresa ligada ao ex-prefeito teria recebido R$ 3,6 milhões do banqueiro. O texto reúne ainda relatos de um ex-funcionário da propriedade, que descreve a realização de festas no local, além da presença de convidados e regras que proibiriam registros fotográficos durante os eventos. Segundo a publicação, um morador da região relatou que era frequente a movimentação de seguranças, mulheres jovens e homens mais velhos na área de acesso à praia situada em frente ao imóvel. Até o momento, ACM Neto nega participação em qualquer evento realizado na residência e sustenta que sua presença no local ocorreu apenas uma vez. O caso segue repercutindo no cenário político baiano em meio às investigações relacionadas ao banqueiro Daniel Vorcaro e ao Banco Master.
Jaques Wagner recorre ao STF e pede anulação de operação da PF
Jaques Wagner recorre ao STF e pede anulação de operação da PF
Defesa do senador fala em "erros graves" que comprometeram a medida
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A defesa do senador Jaques Wagner (PT-BA) apresentou nesta segunda-feira (22) um recurso ao Supremo Tribunal Federal (STF) com o objetivo de reverter a decisão que autorizou a operação de busca e apreensão realizada contra o parlamentar na última semana. Líder do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva no Senado, Wagner foi alvo de uma ação da Polícia Federal no âmbito das investigações sobre o Banco Master.
- Segundo as informações divulgadas pela PF, o senador é apontado como o principal destinatário de benefícios econômicos supostamente concedidos por integrantes do grupo ligado ao banqueiro Daniel Vorcaro. A investigação ressalta a proximidade entre Wagner e Augusto Lima, ex-sócio de Vorcaro, levantando suspeitas sobre a possível atuação do parlamentar em pautas de interesse do banco.
Foto: Marcos Oliveira | Sudoeste Bahia
A defesa do senador Jaques Wagner (PT-BA) apresentou ao Supremo Tribunal Federal (STF), nesta segunda-feira (22), um recurso para tentar reverter a decisão que autorizou a operação de busca e apreensão realizada contra o parlamentar na última semana. Líder do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva no Senado, Wagner foi alvo de uma ação da Polícia Federal relacionada às investigações sobre o Banco Master. Segundo a PF, o senador teria sido o principal destinatário de benefícios econômicos supostamente concedidos por integrantes do grupo ligado ao banqueiro Daniel Vorcaro. Os investigadores destacam a proximidade entre Wagner e Augusto Lima, ex-sócio de Vorcaro, e levantam suspeitas sobre a atuação do parlamentar em pautas de interesse do banco.
























