SUS poderá oferecer canetas emagrecedoras para pacientes com obesidade
SUS poderá oferecer canetas emagrecedoras para pacientes com obesidade
Ministério da Saúde avalia oferta de medicamentos como a semaglutida após resultados iniciais de estudo com pacientes da rede pública
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O Sistema Único de Saúde (SUS) está avaliando a inclusão de canetas emagrecedoras, como a semaglutida, para pacientes com obesidade grave. A proposta, anunciada pelo Ministério da Saúde, será baseada em evidências científicas e seguirá um protocolo clínico rigoroso para garantir segurança e acompanhamento médico.
- Um estudo conduzido pelo Grupo Hospitalar Conceição, em Porto Alegre, acompanha 250 pacientes desde junho, apresentando resultados iniciais positivos. O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, destaca a intenção de ampliar o acesso de forma responsável, enquanto a decisão final dependerá da análise dos dados e da definição de diretrizes, em um contexto de redução de preços desses medicamentos no mercado brasileiro.
Foto: Reprodução
O Sistema Único de Saúde (SUS) poderá passar a oferecer medicamentos conhecidos como canetas emagrecedoras para o tratamento de pacientes com obesidade. Segundo o Ministério da Saúde, a eventual oferta será definida com base em evidências científicas e deverá seguir um protocolo clínico específico para garantir segurança e acompanhamento médico. A avaliação está relacionada a um estudo conduzido pelo Grupo Hospitalar Conceição, da rede pública de Porto Alegre, que desde junho acompanha pacientes com obesidade tratados com semaglutida, princípio ativo utilizado em medicamentos da classe. De acordo com o Ministério da Saúde, os resultados iniciais são considerados positivos, mas a pesquisa ainda busca avaliar a segurança, os efeitos do tratamento e os critérios necessários para o acompanhamento dos pacientes. Ao todo, 250 pessoas atendidas pelo SUS com obesidade grave ou associada a outras doenças serão acompanhadas por médicos especialistas. O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, afirmou que o objetivo é ampliar o acesso ao tratamento de forma responsável e transformar a medicação em uma opção oferecida pelo SUS. A declaração ocorre em meio à ampliação da oferta de medicamentos para obesidade no mercado brasileiro, que, segundo o ministério, também contribuiu para a redução dos preços nas farmácias. A inclusão desses medicamentos na rede pública ainda depende da avaliação dos resultados do estudo e da definição das diretrizes para utilização no SUS.
Operação apreende 200 canetas emagrecedoras avaliadas em R$ 164 mil no oeste da Bahia
Polícia Civil investiga esquema de comercialização clandestina de medicamentos usados no tratamento da obesidade e diabetes em Barreiras
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A Polícia Civil da Bahia apreendeu 200 canetas emagrecedoras avaliadas em cerca de R$ 164 mil durante a Operação Narciso, deflagrada em Barreiras. A ação investiga a venda clandestina de medicamentos injetáveis para tratamento de obesidade e diabetes. As investigações estão em andamento para identificar responsáveis e desarticular o comércio ilegal de medicamentos.
- A operação também visou apurar a possível prática de outros crimes relacionados ao esquema. A Polícia Civil identificou indícios de que os medicamentos eram vendidos por valores elevados e possuíam origem desconhecida, riscos à saúde dos consumidores.
Foto: Divulgação | Polícia Civil
A Polícia Civil da Bahia apreendeu 200 canetas emagrecedoras avaliadas em cerca de R$ 164 mil durante a Operação Narciso, deflagrada na manhã desta quinta-feira (16), em Barreiras, no oeste do estado. A ação investiga a venda clandestina de medicamentos injetáveis indicados para o tratamento da obesidade e do diabetes. Ao todo, foram cumpridos 11 mandados de busca e apreensão. Além dos medicamentos, os policiais recolheram documentos, aparelhos eletrônicos e outros materiais que podem auxiliar nas investigações. Todo o material será submetido à perícia. Segundo a Polícia Civil, a investigação teve início após denúncias anônimas sobre a comercialização irregular dos produtos por meio de redes sociais, aplicativos de mensagens e contatos pessoais, sem prescrição médica e em desacordo com a legislação sanitária. Durante as diligências, os investigadores identificaram indícios de que os medicamentos eram vendidos por valores elevados e possuíam origem, procedência e condições de armazenamento desconhecidas, o que, segundo a polícia, pode representar riscos à saúde dos consumidores. A Operação Narciso tem como objetivo desarticular o comércio ilegal de medicamentos, identificar os responsáveis pela distribuição dos produtos e responsabilizar criminalmente os envolvidos. A Polícia Civil também apura a possível prática de outros crimes relacionados ao esquema. A ação foi realizada por equipes da 11ª Coordenadoria Regional de Polícia do Interior (Coorpin/Barreiras). As investigações seguem em andamento para identificar outros integrantes da rede de comercialização clandestina.
Anvisa quer endurecer regras para manipulação de medicamentos de GLP-1
Anvisa quer endurecer regras para manipulação de medicamentos de GLP-1
Medida prevê regras técnicas para produção e controle de qualidade; agência também intensifica combate ao mercado ilegal
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A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) deve analisar, no próximo dia 29, uma proposta de instrução normativa que estabelece regras para a manipulação de medicamentos da classe dos agonistas do receptor GLP-1, conhecidos como canetas emagrecedoras. A medida integra um plano de ação anunciado pela agência neste mês, que reúne iniciativas regulatórias e de fiscalização voltadas ao controle desse tipo de produto.A proposta prevê a definição de critérios técnicos para importação, qualificação de fornecedores e realização de testes de controle de qualidade, além de regras para armazenamento e transporte de insumos farmacêuticos ativos. Medicamentos como os que utilizam semaglutida, tirzepatida e liraglutida ganharam popularidade recente, o que, segundo a agência, ampliou o mercado ilegal. Atualmente, a venda desses produtos exige receita médica retida. Anvisa afirma que tem intensificado ações para coibir a comercialização irregular, incluindo versões manipuladas sem autorização. FISCALIZAÇÃO E MEDIDAs: Nesta semana, a agência instituiu dois grupos de trabalho para apoiar o controle sanitário e ampliar a segurança no uso desses medicamentos. Um dos grupos reúne representantes do Conselho Federal de Farmácia, Conselho Federal de Medicina e Conselho Federal de Odontologia.O outro será responsável por acompanhar a execução das ações e propor ajustes regulatórios. Também foi firmada uma carta de intenção entre a Anvisa e os conselhos profissionais para promover o uso racional e seguro dos medicamentos.PRODUTOS IRREGULARES: Na quarta-feira (15), a Anvisa determinou a apreensão dos produtos Gluconex e Tirzedral, comercializados como canetas emagrecedoras sem registro no país.Segundo o órgão, os itens não possuem autorização e não há garantia de qualidade ou composição, o que representa risco à saúde. CONTRABANDO: Na segunda-feira (13), uma ação da Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro interceptou, em Duque de Caxias, um ônibus vindo do Paraguai com medicamentos ilegais. Dois suspeitos foram presos em flagrante com anabolizantes e cerca de mil frascos de canetas emagrecedoras contendo tirzepatida.
Polícia da Bahia desmonta esquema de remédios para diabetes e obesidade vendidos ilegalmente
Ação cumpriu 57 mandados de busca, interditou quatro clínicas de estética e apreendeu medicamentos sem registro e produtos vencidos.
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Foto: Polícia Civil da Bahia
A Polícia Civil da Bahia prendeu 13 pessoas durante a Operação Peptídeos, deflagrada nesta quarta-feira (11) para combater a comercialização irregular de medicamentos usados no tratamento de diabetes tipo 2 e obesidade. Segundo a corporação, quatro pessoas foram presas em flagrante e outras nove por determinação judicial. A investigação é conduzida pelo Departamento Especializado de Investigações Criminais (Deic), por meio da Delegacia de Defesa do Consumidor (Decon). Foram cumpridos 57 mandados de busca e apreensão nas cidades de Salvador, Lauro de Freitas, Camaçari e Feira de Santana, além da capital paulista, São Paulo. Durante as diligências, quatro clínicas de estética foram interditadas.
Foto: Polícia Civil da Bahia
Nas fiscalizações, os agentes encontraram medicamentos vencidos, produtos sem registro na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e substâncias sem autorização para comercialização no Brasil. Também foram identificadas práticas consideradas irregulares, como a manipulação de medicamentos em larga escala e em doses não individualizadas — atividade permitida apenas em ambiente industrial autorizado.Entre os itens apreendidos estão canetas emagrecedoras, ampolas com diferentes substâncias, medicamentos controlados e produtos utilizados em procedimentos estéticos. As equipes também recolheram celulares, computadores, máquinas de cartão, documentos, materiais descartáveis e um veículo. Todo o material será analisado pelo Departamento de Polícia Técnica (DPT).Os investigados podem responder por crimes como falsificação ou adulteração de produtos destinados a fins terapêuticos, além de comercialização de medicamentos sem registro ou sem origem comprovada.Mais de 200 policiais civis participaram da operação, com apoio de diversas unidades especializadas e de órgãos como a Polícia Militar da Bahia, a Secretaria de Administração Penitenciária e Ressocialização da Bahia (Seap) e a vigilância sanitária municipal. As investigações seguem em andamento e aguardam a conclusão dos laudos periciais, que poderão apontar novos desdobramentos e a identificação de outros envolvidos no esquema.
























