Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)
Foto: Divulgação | PRF
- A Polícia Rodoviária Federal (PRF) apreendeu 50 Kg de maconha e 1 quilo de skunk com um homem que viajava em um ônibus de linha, nesta segunda-feira (20), em Vitória da Conquista, na região Sudoeste da Bahia. Durante uma fiscalização com o apoio dos cães de faro, os policiais abordaram um ônibus que vinha de São Paulo com destino a Natal. Os K9 Kaleu e Friedell indicaram a possibilidade de presença de droga em duas malas de cor preta. Dentro delas, os policiais encontraram vários tabletes de maconha e uma certa quantidade de skunk. A maconha e o skunk estavam envoltos por uma embalagem com pó de café para tentar disfarçar seu cheiro. O passageiro de 44 anos disse que recebeu as malas na rodoviária do Tietê, em São Paulo. Informou também que ganharia R$ 1 mil para entregar as drogas em Maceió (AL). Configurado o crime de tráfico de drogas, o homem foi preso e encaminhado para a Delegacia de Polícia Civil.
Cães estão sendo espancados e envenenados na comunidade da Barrinha, em Livramento
A pena para este tipo de crime, além de multa, varia de dois a cinco anos de reclusão
Por: Tiago Rego | Sudoeste Bahia
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)
Foto: Redes Sociais
- Quem passa pelas ruas de Livramento tem percebido um aumento assustador da população de animais de rua. De um lado do problema, a Associação de Proteção dos Animais (APA), que conta com poucos recursos, mas com a boa vontade de voluntários, que heroicamente promovem castração dos animais e feiras de adoção. No entanto, a APA não consegue dar conta, já que Livramento não possui qualquer espécie de política pública voltada para os animais de rua. Desprotegidos, cães e gatos são vítimas da fúria e da falta de sensibilidade de alguns moradores da cidade, que além de agredirem os animais com pauladas, pedradas e outras formas de violência, também têm praticado o envenenamento dos bichos. Recentemente, a jovem Talyta Soares, por meio de uma rede social, denunciou mais uma morte por envenenamento de um cachorro na comunidade da Barrinha, que de acordo com Talyta, a cena tem sido cada vez mais comum. “Pela milésima vez imploro às autoridades, que pelo amor de Deus, façam alguma coisa aqui na Barrinha, estão espancando, envenenando, entre outras coisas piores. Esse cachorro acabou de falecer aqui na praça”, pediu Talyta que marcou o prefeito da cidade, Ricardinho Ribeiro, na publicação. A pena por esse tipo de crime vai desde multa de um a 40 salários mínimos por animal, até a prisão em casos extremos. Na esfera penal, o crime é previsto pelo artigo 32 da lei nº 9.605, com alteração da lei nº 14.064/2020, prevendo pena de reclusão de 2 a 5 anos, multa e proibição da guarda.
Cães são encontrados mortos em Livramento, e ONG suspeita de envenenamento
Por: Redação do Sudoeste Bahia
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)
Foto: Reprodução | Livramento Hoje
- Quatro cães em situação de rua foram encontrados mortos nesta terça-feira (01), na cidade de Livramento de Nossa Senhora. Segundo nota informativa da Organização Não Governamental (ONG) - Associação Protetora dos Animais (APA), os animais foram supostamente envenenados. “Os cães foram supostamente envenenados na Avenida Presidente Vargas, mais especificamente na Praça Zezinho Tanajura, conhecida como Praça do João. A APA, vem publicamente manifestar sua indignação, repúdio e tristeza pelo crime praticado. Cumpre esclarecer que, nos termos do art. 32 da Lei Federal nº 9.605/98, a prática de maus tratos contra animais constitui crime, com pena de detenção de três meses a um ano e multa, sendo agravada em caso de morte”, diz trecho. A APA ainda pede que qualquer informação acerca da autor do crime seja repassada nas redes sociais da organização, na garantia que o sigilo do informante será preservado.
Entenda por que fogos de artifício assustam cachorros e gatos
Confira dicas para amenizar o sofrimento do seu bichinho de estimação
Por: Marcelo Brandão
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)
Foto: Reprodução
- Toda virada de ano a história se repete: donos de cães e gatos divulgam, em cartazes nas ruas ou postagens nas redes sociais, a fuga de seus bichinhos de estimação, que sumiram assustados durante a queima de fogos no réveillon. O problema é tão grave que motivou a proibição de fogos de artifício com som alto em cidades como São Paulo, Cuiabá, Campo Grande, Curitiba e Rio de Janeiro, além do Distrito Federal. A medida beneficia não só animais, mas também idosos, autistas, bebês e enfermos. Os cães têm a capacidade auditiva maior que a dos humanos e, para eles, barulhos acima de 60 decibéis, que equivale a uma conversa em tom alto, podem causar estresse físico e psicológico, segundo o Conselho Federal de Medicina Veterinária (CFMV). O ouvido canino é capaz de perceber uma frequência maior de sons, se comparado a humanos, e podem detectar sons quatro vezes mais distantes. Por esse motivo, a queima de fogos com barulho, em comemorações como o réveillon, torna-se um momento de desespero para os animais, silvestres e domésticos. “Esse é um problema seríssimo”, diz o médico-veterinário Daniel Prates, proprietário de uma clínica no Distrito Federal. “Já atendi um cão que atravessou uma vidraça [durante a queima de fogos]. Chegou aqui cheio de cacos de vidro enfiados na região de rosto, peito e pescoço. Por sorte não cortou a jugular ou entrou vidro nos olhos. Também atendi o caso de um cão que morreu de infarto”, conta. Além disso, Prates adverte sobre os riscos de fuga do animal e de acidentes. “Já recebemos um cachorro que saiu pelo portão assustado, atravessou a rua e o carro pegou”. Ele recomenda aos donos de animais muito sensíveis uma atenção especial na hora da queima de fogos. “Aconselho deixá-los à vontade perto dos donos, que é onde eles se sentem mais seguros. Se forem presos sozinhos ou deixados do lado de fora da casa pode ocorrer acidentes horríveis”. Segundo a médica-veterinária Kellen Oliveira, presidente da Comissão de Bem-Estar Animal do CFMV, muitos filhotes acabam sofrendo um “erro de sociabilização”, que precisa ocorrer no período entre 21 a 90 dias de vida dos cães e gatos, e desenvolvem fobias, sobretudo a sons altos como fogos de artifício e trovoadas. “Para isso, alguns animais devem passar por um processo de dessensibilização ou contracondicionamento. E muitos que infelizmente não passam por esse processo podem vir a óbito por vários motivos. Aos tutores que sabem que seus animais têm fobia a ruídos a gente pede uma atenção especial agora no final do ano”, orienta. Dicas - Mesmo com leis municipais proibindo fogos com estampido (sons de tiro), eles ainda podem ser ouvidos em grandes comemorações ou dias de final de campeonato de futebol. Por isso, é importante que as pessoas tomem algumas providências para atenuar o impacto do barulho excessivo nos seus bichinhos de estimação. “Nesse momento não dá para fazer uma dessensibilização, mas a gente tem outras técnicas que podem ser utilizadas que amenizam o sofrimento dos animais”, lembra Kellen Oliveira. O CNMV oferece algumas dicas importantes. Primeiro, é importante manter o animal identificado, com plaquinha na coleira contendo número de telefone e e-mail. Em caso de fuga do bichinho, a chance de recuperá-lo é maior. Outra dica está na preparação de um ambiente acolhedor para o animal. “Prepare o ambiente e acostume seu animal a um espaço fechado, que abafe o som dos fogos. Pode ser um quarto, a lavanderia ou a garagem. Não deixe seu pet em sacadas, perto de piscinas ou em correntes”, aconselha a entidade. Vale lembrar que os pássaros criados em gaiolas também devem ser protegidos. Esse espaço deve conter “tocas”, como espaços debaixo da cama ou caixas de transporte. Essas tocas devem ter objetos com o cheiro do dono, principalmente se os donos forem passar a virada do ano longe de seus animais. Os gatos, por sua vez, gostam de se esconder em lugares altos, como no alto de armários ou prateleiras. Outra dica do CNMV é não deixar comida à vontade para seu animalzinho. Se você alimenta seu cão duas vezes por dia, o alimente pela manhã normalmente e prepare brinquedos recheáveis com as comidas preferidas dele para fornecer próximo da hora de maior intensidade dos fogos. Ossos naturais bem grandes, para evitar engasgamentos, podem ser opções. O objetivo é ele estar motivado a se entreter com os brinquedos e ficar menos preocupado com o barulho. Caso seu animalzinho fique muito estressado, desesperado e tenha convulsões ou tente fugir por portas e janelas, uma alternativa é usar medicamentos calmantes. Converse com um veterinário a respeito. O importante é chegar em 2022 com seus bichinhos de estimação seguros e acolhidos.
46 cachorros que estavam em condições de maus-tratos são resgatados em Vitória da Conquista
Por: Redação do Sudoeste Bahia
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)
Foto: Divulgação | Polícia Civil
- 46 cachorros de diversas raças, que estavam sendo submetidos a condições de maus-tratos, na cidade de Vitória da Conquista, foram resgatados durante uma ação policial, ocorrida na última terça-feira (02), no bairro Bem Querer, em Vitória da Conquista, que resultou na prisão da dona do imóvel, que tem 53 anos de idade. Conforme informações da Polícia Civil (PC), vizinhos da infratora procuraram o Distrito Integrado de Segurança Pública (Disep) e fizeram a denúncia. Uma equipe de policiais se dirigiu até o endereço informado pelos denunciantes e puderam constatar a veracidade dos fatos, em que os animais estavam confinados em diversas partes do imóveis, sem condições de higiene e sem iluminação natural. Além do mais, a mulher não apresentou licença para que o local funcionasse como um canil. Diante dos fatos, foi dada a voz de prisão a mulher, que revidou e precisou ser contida pela polícia. Os animais foram encaminhados para diversas clínicas veterinárias para receberem tratamento médico, pois vários dos animais estavam com febre e diarreia. Por ora, os cães receberão acolhimento provisório até posterior deliberação.























