Homem que se diz “imperador das Forças Armadas” tenta entrar no STF
Homem que se diz “imperador das Forças Armadas” tenta entrar no STF
Segundo o STF, ele não foi preso e foi conduzido para a área externa do tribunal.
Por: Redação Sudoeste Bahia
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)Resumo
- Um homem foi contido nesta quinta‑feira (8) pela equipe de segurança do Supremo Tribunal Federal (STF) em Brasília, após se aproximar da marquise do prédio e proferir frases desconexas, identificando‑se como “imperador das Forças Armadas do Brasil”. O indivíduo não foi preso e foi conduzido para a área externa do edifício.
- O episódio ocorre uma semana após outra tentativa de invasão à sede do STF, quando um homem tentou pular as grades, foi detido pela Polícia Judiciária e lançou uma mochila em uma parada de ônibus, mobilizando o esquadrão antibomba da Polícia Militar do Distrito Federal, que descartou a presença de explosivos.
Foto: Sergio Lima | Poder 360
Um homem foi contido nesta quinta-feira (8) pela equipe de segurança do Supremo Tribunal Federal (STF) após tentar entrar no edifício-sede da Corte, em Brasília. Segundo o STF, o homem se aproximou da marquise do prédio e passou a proferir frases desconexas. Durante o episódio, ele se identificou como “imperador das Forças Armadas do Brasil”. Ainda de acordo com o tribunal, o homem não foi preso e foi conduzido para a área externa do edifício. O caso ocorreu uma semana após outra tentativa de invasão à sede do STF. Na ocasião, um homem foi preso pela Polícia Judiciária, responsável pela segurança interna da Corte, após tentar pular as grades de proteção do prédio. Durante aquela ocorrência, ele também jogou uma mochila em uma parada de ônibus em frente ao Supremo, o que levou à mobilização do esquadrão antibomba da Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF). Após a varredura, os policiais descartaram a presença de explosivos.
ACM Neto atribui derrota a ataques e critica campanha de Jerônimo
ACM Neto atribui derrota a ataques e critica campanha de Jerônimo
Candidato derrotado no primeiro turno afirmou que campanha de Jerônimo teve ataques pessoais e anunciou reunião com lideranças do União Brasil em Brasília.
Por: Redação Sudoeste Bahia
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)Resumo
- ACM Neto (União Brasil) agradeceu aos eleitores baianos após ser derrotado no primeiro turno da eleição para governador da Bahia e criticou a campanha de Jerônimo Rodrigues (PT), acusando-a de ataques pessoais e mentiras. Em entrevista coletiva, Neto destacou que a vitória da sua sigla será restabelecida e anunciou viagem a Brasília para alinhar a posição do União Brasil no segundo turno da eleição presidencial.
- Ele informou que a reunião em Brasília, marcada para segunda‑feira (5), reunirá lideranças nacionais do partido para definir estratégias entre os candidatos Flávio Bolsonaro (PL) e Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nas urnas de 25 de outubro.
Foto: Divulgação
Após ser derrotado no primeiro turno da eleição para o governo da Bahia, ACM Neto (União Brasil) agradeceu aos eleitores e aliados políticos durante pronunciamento neste domingo (4) e criticou a campanha do governador reeleito, Jerônimo Rodrigues (PT). “Quero agradecer primeiro aos baianos pela expressiva votação que nós tivemos, pela campanha linda que aconteceu neste ano. O resultado reflete uma campanha de baixo nível feita no final dessa eleição pelo atual governador, que foi para a baixaria, foi para os ataques pessoais, para as mentiras”, afirmou. Na sequência, Neto declarou: “Tudo isso será restabelecido porque nós vamos o Brasil. Vamos mudar o Brasil para certamente depois mudar a Bahia”. Durante a entrevista coletiva, ACM Neto também anunciou que iria a Brasília nesta segunda-feira (5) para se reunir com lideranças nacionais do União Brasil e discutir o posicionamento da sigla no segundo turno da eleição presidencial, marcado para 25 de outubro, entre Flávio Bolsonaro (PL) e Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
PRF reforça operação nas rodovias para as eleições deste domingo
PRF reforça operação nas rodovias para as eleições deste domingo
Restrição para veículos de grandes dimensões será aplicada das 7h às 18h nos dias 4 e 25 de outubro.
Por: Redação Sudoeste Bahia
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)Resumo
- A Polícia Rodoviária Federal (PRF) intensificará a presença nas rodovias federais neste domingo (4), primeiro turno das eleições, garantindo segurança e facilitando o deslocamento dos eleitores. Em parceria com o TSE, os Tribunais Regionais Eleitorais e demais forças de segurança, o Centro Integrado de Comando e Controle Nacional monitorará em tempo real as ocorrências em todo o país.
- A PRF recomenda que os eleitores verifiquem rotas, condições climáticas e horários de pico, além de sair com antecedência. Nos dias 4 e 25 de outubro, das 7h às 18h, haverá restrição de tráfego para veículos acima dos limites de peso e dimensões, visando reduzir congestionamentos. O atendimento da PRF funciona 24 h pelo telefone 191 e nas unidades operacionais em todo o país.
Foto: Divulgação | PRF
A Polícia Rodoviária Federal (PRF) reforçará a atuação nas rodovias federais neste domingo (4), durante o primeiro turno das eleições, para garantir a segurança e facilitar o deslocamento dos eleitores até os locais de votação. O planejamento envolve integração com o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Tribunais Regionais Eleitorais e demais forças de segurança. Em Brasília, o Centro Integrado de Comando e Controle Nacional acompanhará, em tempo real, as ocorrências de trânsito e segurança nos estados e no Distrito Federal. A PRF também orienta os eleitores a verificar o trajeto, as condições meteorológicas e os horários de maior movimento, além de sair de casa com antecedência. Nos dias 4 e 25 de outubro, das 7h às 18h, haverá restrição de tráfego para veículos ou combinações de veículos que ultrapassem os limites estabelecidos de peso e dimensões. A medida busca reduzir congestionamentos e priorizar a circulação dos eleitores. O atendimento da PRF funcionará ininterruptamente pelo telefone 191 e nas unidades operacionais em todo o país.
Homem é detido após deixar mochila suspeita perto do STF, em Brasília
Homem é detido após deixar mochila suspeita perto do STF, em Brasília
Esquadrão antibomba foi acionado, e duas faixas da Esplanada dos Ministérios foram interditadas durante a perícia
Por: Redação Sudoeste Bahia
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)Resumo
- Um homem foi detido pela Polícia Militar do Distrito Federal após deixar uma mochila suspeita nas proximidades do Supremo Tribunal Federal, em Brasília. O esquadrão antibomba isolou a área, interditou duas faixas da Esplanada dos Ministérios e iniciou a operação Petardo, protocolo para suspeita de artefatos explosivos. Até o momento, o conteúdo da mochila e a motivação do suspeito não foram divulgados.
Foto: Sergio Lima | Poder 360
Um homem foi detido pela Polícia Militar do Distrito Federal (PM-DF) na noite desta quinta-feira (1º), após deixar uma mochila suspeita nas proximidades do Supremo Tribunal Federal (STF), em Brasília. Diante da ocorrência, o esquadrão antibomba foi acionado para analisar o objeto. Os policiais isolaram a área e estabeleceram um perímetro de segurança enquanto aguardavam a equipe especializada. Duas faixas da Esplanada dos Ministérios foram interditadas durante a perícia. A operação, denominada Petardo, é um protocolo adotado em situações que envolvem suspeita de bombas, artefatos explosivos ou objetos abandonados em locais públicos que possam representar risco à população. Até o momento, não há informações sobre o conteúdo da mochila ou a motivação do suspeito.
Homem é espancado após tentar defender companheira em Guanambi
Homem é espancado após tentar defender companheira em Guanambi
Vítima correu para uma residência, mas agressores teriam invadido o quintal e continuado as agressões.
Por: Redação Sudoeste Bahia
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)Resumo
- Um homem de 41 anos foi agredido na tarde de domingo (13) em Guanambi, no sudoeste da Bahia, ao tentar intervir quando indivíduos supostamente importunavam sua companheira. Após ser atacado na divisa dos bairros Brasília e Alto Caiçara, ele fugiu para uma casa próxima, mas os agressores invadiram o quintal e continuaram a espancá‑lo até ser interrompida a violência pela proprietária do imóvel.
- A Polícia Militar, acionada pelo CICOM, prestou apoio ao SAMU na Rua 07, garantindo a segurança dos profissionais de saúde enquanto atendiam a vítima. Os agressores deixaram o local e não foram localizados pelas equipes policiais.
Foto: Divulgação | Polícia Militar - 17ºBPM
Um homem de 41 anos foi agredido na tarde de domingo (13), em Guanambi, no sudoeste da Bahia, após tentar intervir em uma situação envolvendo indivíduos que, segundo seu relato à Polícia Militar, estariam importunando sua companheira. De acordo com o 17º Batalhão da Polícia Militar (17º BPM), uma guarnição foi acionada pelo CICOM para prestar apoio ao SAMU na Rua 07, no bairro Alto Caiçara, onde havia uma pessoa ferida. Aos policiais, a vítima contou que questionou alguns indivíduos na divisa entre os bairros Brasília e Alto Caiçara e, em seguida, foi atacada pelo grupo. Para escapar, correu e entrou em uma residência próxima, mas os agressores teriam invadido o quintal e continuado a espancá-lo. A violência teria sido interrompida após a intervenção da proprietária do imóvel. Os envolvidos deixaram o local e não foram encontrados pelas equipes policiais. A PM permaneceu na área para garantir a segurança dos profissionais do SAMU durante o atendimento à vítima.
STF julga nesta terça-feira (15) se abre investigação contra Alexandre de Moraes
STF julga nesta terça-feira (15) se abre investigação contra Alexandre de Moraes
Ministros vão analisar relatório da Polícia Federal sobre mensagens atribuídas ao ministro e ao ex-banqueiro Daniel Vorcaro.
Por: Redação Sudoeste Bahia
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)Resumo
- O Supremo Tribunal Federal (STF) realizará, nesta terça‑feira (15), uma sessão extraordinária para decidir se abre investigação contra o ministro Alexandre de Moraes, com base em relatório da Polícia Federal que traz mensagens trocadas entre o ministro e o ex‑banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master. A sessão será conduzida pelo presidente da Corte, ministro Edson Fachin, que também será relator do caso, e contará com a participação da Procuradoria‑Geral da República e da defesa antes da votação.
- A audiência acontecerá sob rígido esquema de segurança em Brasília, com apoio da Polícia Militar, monitoramento por drones, controle de acesso ao Plenário e restrições de circulação. A imprensa acompanhará a sessão em estrutura montada na marquise do edifício‑sede, com transmissão ao vivo pela TV Justiça, Rádio Justiça e canal oficial do STF no YouTube.
Foto: Divulgação
O Supremo Tribunal Federal (STF) realiza nesta terça-feira (15), a partir das 10h, uma sessão extraordinária para analisar se será aberta uma investigação contra o ministro Alexandre de Moraes. O julgamento tem como base um relatório da Polícia Federal que reúne mensagens atribuídas a Moraes e ao ex-banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master. A sessão será conduzida pelo presidente da Corte, ministro Edson Fachin, que também assumiu a relatoria do caso. Após a abertura dos trabalhos, Fachin fará a leitura do relatório e delimitará os pontos em análise. A Procuradoria-Geral da República poderá se manifestar, assim como a defesa, antes da apresentação dos votos. A decisão desta terça-feira será sobre a eventual abertura de investigação, e não sobre culpa ou condenação do ministro. Moraes nega irregularidades e contestou o relatório da PF. O julgamento ocorre sob esquema especial de segurança em Brasília. A Polícia Militar do Distrito Federal e equipes do STF atuarão de forma integrada, com compartilhamento de informações de inteligência, reforço do policiamento, monitoramento por câmeras e drones, além de restrições ao espaço aéreo. A Praça dos Três Poderes terá controle de acesso e bloqueios; também haverá restrições para estacionamento e circulação de veículos nas proximidades. No Supremo, somente pessoas previamente credenciadas poderão entrar no plenário, e todos passarão por detectores de metais e equipamentos de raio-X. Os celulares deverão permanecer desligados e guardados em sacolas lacradas durante a sessão; o rompimento do lacre poderá resultar na retirada do local. A imprensa acompanhará os trabalhos de uma estrutura montada na marquise do edifício-sede, com telões. A sessão será transmitida pela TV Justiça, pela Rádio Justiça e pelo canal oficial do STF no YouTube.
Polícia Federal apreende R$ 510 mil em espécie com advogada em Congonhas
Polícia Federal apreende R$ 510 mil em espécie com advogada em Congonhas
Polícia Federal apura a procedência dos recursos e não descarta investigar lavagem de dinheiro.
Por: Redação Sudoeste Bahia
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)Resumo
- A Polícia Federal (PF) investigou a origem de R$510 mil encontrados na bagagem da advogada Valéria Rodrigues Linhares, ex-candidata a deputada distrital pelo PSD, durante uma fiscalização no Aeroporto de Congonhas, em São Paulo. A passageira havia declarado transportar R$400 mil, mas os agentes descobriram R$510 mil em espécie, sem documentação que comprovasse a origem dos recursos, resultando na apreensão do dinheiro e na sua detenção para esclarecimentos.
- O inquérito, aberto pela PF, visa apurar a procedência da quantia e pode incluir crimes como evasão de divisas e lavagem de dinheiro, caso sejam identificados indícios. Valéria afirmou que os valores estão declarados no Imposto de Renda e se comprometeu a apresentar a documentação comprobatória em até 48 horas. Ela foi candidata a deputada distrital pelo PSD nas eleições de 2018, recebendo 1.904 votos, e permanece filiada ao partido.
Foto: Polícia Federal
A Polícia Federal (PF) investiga a origem de R$ 510 mil em dinheiro apreendidos na bagagem da advogada Valéria Rodrigues Linhares, ex-candidata a deputada distrital pelo PSD no Distrito Federal. A apreensão ocorreu na última terça-feira (25), durante uma fiscalização no Aeroporto de Congonhas, em São Paulo. Segundo a PF, Valéria embarcaria para Brasília e informou inicialmente que transportava R$ 400 mil. Durante a conferência da bagagem, os agentes encontraram R$ 510 mil em espécie. Como a passageira não apresentou documentação que comprovasse a origem dos recursos no momento da abordagem, o dinheiro foi apreendido e ela foi levada para prestar esclarecimentos. A Polícia Federal instaurou um inquérito para apurar a procedência da quantia e informou que também poderá investigar a existência de crimes como evasão de divisas e lavagem de dinheiro, caso sejam identificados indícios. Durante o depoimento, a advogada afirmou que os valores estão declarados no Imposto de Renda e se comprometeu a apresentar a documentação comprobatória no prazo de 48 horas. Valéria Rodrigues Linhares foi candidata a deputada distrital pelo PSD nas eleições de 2018, quando recebeu 1.904 votos, e permanece filiada ao partido.
Lula grava com Jerônimo, Rui e Wagner antes do início da campanha
Lula grava com Jerônimo, Rui e Wagner antes do início da campanha
Governador afirmou que a aliança seguirá unida na disputa eleitoral na Bahia.
Por: Redação Sudoeste Bahia
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)Resumo
- O presidente Luiz Inácio Lula da Silva recebeu o governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues, e os candidatos ao Senado Jaques Wagner e Rui Costa em Brasília para gravação de programas oficiais da campanha eleitoral. A reunião alinhou a estratégia política antes do início oficial da agenda de campanha. Após as gravações, o grupo anunciou que a mobilização da militância começa neste domingo.
- A chapa reforçou o início da agenda política, com a expectativa de intensificar as agendas pelo interior e pela capital baiana ao longo das próximas semanas. Jaques Wagner declarou que é pé na estrada e sandália da humildade calçada para ganhar a eleição, enquanto Rui Costa afirmou que domingo começa a nossa caminhada em prol da Bahia.
Foto: Reprodução
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) recebeu nesta quinta-feira (13), em Brasília, o governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues, e os candidatos ao Senado Jaques Wagner e Rui Costa para a gravação dos programas oficiais da campanha eleitoral. O encontro também serviu para alinhar os últimos detalhes da estratégia política antes do início oficial da agenda de campanha. Ao lado de Lula, Jerônimo destacou a importância da reunião e reforçou a parceria com o presidente. "Estamos aqui no dia 13, para nos reunirmos com o presidente Lula e gravarmos para o nosso programa de governo. Vamos continuar mudando a nossa Bahia e o Brasil juntos", afirmou. Após as gravações, o grupo anunciou que a mobilização da militância começa neste domingo, com o início das atividades de campanha em todo o estado. Jaques Wagner convocou os apoiadores para o início da caminhada eleitoral. "Muita energia positiva. Vamos para cima. A partir de domingo, é pé na estrada e sandália da humildade calçada para ganhar a eleição", declarou. Rui Costa também reforçou o início da agenda política. "Domingo começa a nossa caminhada em prol da Bahia", disse o ex-ministro. Com a gravação das peças de campanha concluída, a expectativa da chapa é intensificar as agendas pelo interior e pela capital baiana ao longo das próximas semanas
Caso Banco Master: PGR discordou da apreensão de dinheiro e bens de Jaques Wagner
Paulo Gonet apoiou buscas contra o senador, mas considerou prematura a apreensão de bens e valores em espécie.
Por: Redação Sudoeste Bahia
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)Resumo
- O procurador-geral da República, Paulo Gonet, manifestou-se favoravelmente a uma operação de busca e apreensão contra o senador Jaques Wagner, mas se opôs à apreensão de dinheiro em espécie e de bens de alto valor. Em documentos públicos, Gonet avaliou que a apreensão desses itens era uma medida prematura e excessivamente invasiva.
- A investigação faz parte do caso Banco Master e apura suspeitas envolvendo Jaques Wagner e o banqueiro Daniel Vorcaro. Foram apreendidos 13 relógios de luxo e cerca de R$ 479 mil em espécie, e o senador nega qualquer irregularidade, confiante de que conseguirá comprovar sua inocência durante o andamento do processo.
Foto: Reprodução
O procurador-geral da República, Paulo Gonet, manifestou-se favoravelmente à operação de busca e apreensão realizada contra o senador Jaques Wagner, mas foi contrário à apreensão de dinheiro em espécie e de bens de alto valor encontrados durante a ação. A informação consta em documentos tornados públicos pelo ministro do Supremo Tribunal Federal, André Mendonça. Nos documentos, Paulo Gonet avaliou que a apreensão dos valores e dos objetos era uma medida prematura e excessivamente invasiva. Segundo o procurador-geral, a simples posse de dinheiro em espécie ou de bens de luxo não caracteriza, por si só, a prática de crime. Apesar da manifestação da Procuradoria-Geral da República, André Mendonça acolheu o pedido da Polícia Federal e autorizou a apreensão dos itens. Durante a operação, foram recolhidos 13 relógios de luxo e cerca de R$ 479 mil em espécie, entre reais, dólares e euros, localizados em um hotel de Brasília e em um apartamento do senador, em Salvador. A investigação faz parte do chamado caso Banco Master e apura suspeitas envolvendo Jaques Wagner e o banqueiro Daniel Vorcaro. Entre os fatos investigados também está a negociação de um apartamento de luxo avaliado em R$ 2,5 milhões. Por meio da defesa, o senador nega qualquer irregularidade. Os advogados afirmam que parte dos relógios apreendidos são réplicas e sustentam que Jaques Wagner está tranquilo em relação às investigações, confiante de que conseguirá comprovar sua inocência durante o andamento do processo.
Lula recebe apoio do PDT em convenção nacional para disputa à reeleição
Lula recebe apoio do PDT em convenção nacional para disputa à reeleição
Convenção nacional do partido confirmou apoio ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Durante o evento, Lula defendeu o diálogo político e aliados destacaram a importância da aliança para as eleições de 2026.
Por: Redação Sudoeste Bahia
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)Resumo
- O PDT oficializou o apoio à reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) durante convenção nacional do partido na capital federal. Lula defendeu a retomada do diálogo e do respeito na política brasileira e reafirmou a importância da reeleição.
- O senador Weverton Rocha (PDT-MA) classificou o apoio ao presidente como uma decisão política e estratégica, mas ressaltou que o partido continuará defendendo um projeto próprio para o futuro.
Foto: Reprodução
O PDT oficializou nesta segunda-feira (20) o apoio à candidatura à reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) durante convenção nacional do partido, realizada em Brasília. O evento foi conduzido pelo presidente nacional da sigla, Carlos Lupi, e contou com a presença de Lula e do presidente do PT, Edinho Silva. Em seu discurso, Lula relembrou a relação política com Leonel Brizola, principal líder histórico do PDT, e defendeu a retomada do diálogo e do respeito na política brasileira. "O Brasil sente saudade do tempo em que a política era feita com mais decência e respeitabilidade", afirmou. O senador Weverton Rocha (PDT-MA) classificou o apoio ao presidente como uma decisão "política e estratégica", mas ressaltou que o partido continuará defendendo um projeto próprio para o futuro. Segundo ele, o PDT pretende manter protagonismo no cenário nacional. Durante a convenção, Edinho Silva afirmou que as eleições de 2026 serão decisivas para o país. O dirigente do PT também declarou que a democracia enfrenta desafios em diversos países e defendeu a reeleição de Lula como forma de fortalecer o campo democrático. Além do PDT, outros partidos aliados, como PSB, PSOL, Rede, PCdoB e PV, também devem formalizar apoio à candidatura do presidente nas convenções partidárias das próximas semanas.
Lula diz que SUS é exemplo para os EUA e alfineta governo Trump
Lula diz que SUS é exemplo para os EUA e alfineta governo Trump
Presidente destacou atendimento gratuito no Brasil durante último evento de entregas antes do início do período de restrições eleitorais.
Por: Redação Sudoeste Bahia
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)Resumo
- O presidente Luiz Inácio Lula da Silva destacou que o Sistema Único de Saúde (SUS) é referência mundial, citando os Estados Unidos como exemplo de país sem atendimento público universal similar ao brasileiro e fez crítica indireta ao presidente americano Donald Trump. Ele contou o caso de um filho de jornalista norte‑americano que recebeu atendimento gratuito após acidente no Brasil e questionou se a mesma prática aconteceria nos EUA.
- Durante a cerimônia no Palácio do Planalto, o governo inaugurou dez novos campi de institutos federais de educação, anunciou R$ 464,8 milhões em investimentos para fortalecer o SUS e entregou 1.619 moradias do programa Minha Casa, Minha Vida, beneficiando 6.476 pessoas. Também foi lembrado que a partir de sábado (4) entra em vigor o defeso eleitoral, limitando a participação de candidatos em inaugurações e eventos institucionais.
Foto: Ricardo Stuckert / PR
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou nesta sexta-feira (3) que o Sistema Único de Saúde (SUS) é uma referência mundial e citou os Estados Unidos como exemplo de um país que, segundo ele, não oferece atendimento público universal semelhante ao brasileiro. Durante o discurso, Lula também fez uma crítica indireta ao presidente americano Donald Trump. Ao defender o sistema público de saúde, o presidente relatou o caso do filho de um jornalista norte-americano que teria sido atendido gratuitamente após sofrer um acidente no Brasil. Em seguida, questionou se a mesma situação ocorreria nos Estados Unidos. “Nenhum país do mundo tem um programa como o SUS. Vá nos Estados Unidos ver se você pega ambulância de graça”, afirmou. As declarações foram feitas durante cerimônia realizada no Palácio do Planalto, em Brasília. No evento, o governo federal inaugurou simultaneamente dez novos campi de institutos federais de educação, anunciou investimentos de R$ 464,8 milhões destinados ao fortalecimento do SUS e entregou 1.619 moradias do programa Minha Casa, Minha Vida em seis estados. Segundo o governo, as unidades habitacionais beneficiarão 6.476 pessoas. A solenidade marcou a última agenda oficial de inaugurações e anúncios de obras do governo federal antes do início das restrições previstas pela legislação eleitoral. A partir deste sábado (4), entra em vigor o período conhecido como defeso eleitoral. Durante esse intervalo, candidatos à Presidência da República ficam impedidos de participar da inauguração de obras públicas e de eventos institucionais que possam caracterizar promoção eleitoral, conforme as regras estabelecidas pela Justiça Eleitoral. Com isso, Lula deverá suspender a participação em cerimônias de inauguração até o fim do período eleitoral, mantendo apenas agendas permitidas pela legislação.
Moraes arquiva inquéritos de deputados investigados pelo 8 de janeiro
Moraes arquiva inquéritos de deputados investigados pelo 8 de janeiro
Decisão atendeu a pedidos apresentados pela PGR.
Por: Redação Sudoeste Bahia
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)Resumo
- O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou o arquivamento dos inquéritos que investigavam a ex-deputada federal Sílvia Waiãpi (PL-AP) e o deputado federal André Fernandes (PL-CE) por suposta incitação aos atos de 8 de janeiro de 2023. A decisão, tomada nesta segunda-feira (29), acolheu os pedidos da Procuradoria-Geral da República (PGR), que concluiu não haver elementos suficientes para dar prosseguimento às investigações contra os parlamentares.
- As apurações haviam sido instauradas em 2023 para verificar se os deputados teriam incentivado ou convocado apoiadores aos ataques às sedes dos Três Poderes. No caso de Waiãpi, a PGR considerou que a publicação analisada ocorreu quando os atos já estavam em andamento, sem relação comprovada com os crimes, e não encontrou mensagens anteriores. Para Fernandes, apesar de publicações antes e durante os atos, a Procuradoria entendeu que não foi possível comprovar influência direta das mensagens nos ataques. Os inquéritos faziam parte do conjunto de investigações sobre a invasão e depredação das sedes do Congresso Nacional, do Palácio do Planalto e do STF em Brasília.
Foto: Reprodução
O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, determinou o arquivamento dos inquéritos que investigavam a ex-deputada federal Sílvia Waiãpi (PL-AP) e o deputado federal André Fernandes (PL-CE) por suposta incitação aos atos de 8 de janeiro de 2023, em Brasília. A decisão foi tomada nesta segunda-feira (29) e atendeu a pedidos apresentados pela Procuradoria-Geral da República (PGR), que concluiu não haver elementos suficientes para dar continuidade às investigações. Os inquéritos foram instaurados em 2023 para apurar se os parlamentares teriam incentivado ou convocado apoiadores a participarem dos ataques às sedes dos Três Poderes. No caso de Sílvia Waiãpi, a investigação analisou uma publicação compartilhada pela então deputada no dia dos ataques. Para a PGR, a postagem ocorreu quando os atos já estavam em andamento, não sendo possível estabelecer relação entre a publicação e os crimes cometidos. O órgão também informou que não encontrou mensagens anteriores ao dia 8 de janeiro que demonstrassem incentivo aos ataques. Já em relação a André Fernandes, a Polícia Federal apontou publicações feitas pelo deputado antes e durante os atos. No entanto, a Procuradoria entendeu que não foi possível comprovar que as mensagens tiveram influência direta na ocorrência dos ataques ou na participação dos envolvidos. Ao acolher os pareceres da PGR, Alexandre de Moraes determinou o encerramento das investigações contra os dois parlamentares. As apurações faziam parte do conjunto de investigações abertas após os ataques ocorridos em Brasília, quando manifestantes invadiram e depredaram as sedes do Congresso Nacional, do Palácio do Planalto e do Supremo Tribunal Federal.
Jaques Wagner resiste a deixar liderança do governo no Senado
Jaques Wagner resiste a deixar liderança do governo no Senado
Senador afirma que só deixará o cargo se houver pedido do presidente Lula; encontro entre os dois é esperado para esta semana.
Por: Redação Sudoeste Bahia
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)Resumo
- O líder do governo no Senado, Jaques Wagner (PT-BA), tem resistido à pressão de aliados e integrantes do governo para deixar seu cargo após ser alvo de uma operação da Polícia Federal relacionada às investigações sobre o Banco Master. O senador afirma que só se afastará da liderança se houver um pedido direto do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, com quem uma conversa é aguardada para quarta-feira, após seu retorno a Brasília.
- Nos bastidores, o governo discute a saída de Wagner para reduzir o desgaste político. Embora Lula tenha manifestado solidariedade, integrantes do governo alertam que isso não garante sua permanência. Uma solução negociada é cogitada, com Wagner deixando a liderança após a visita presidencial à Bahia, no início de julho, justificando a necessidade de se dedicar a articulações eleitorais no estado.
Foto: Alessandro Dantas | PT-SF
O líder do governo no Senado, o senador Jaques Wagner (PT-BA), tem resistido à pressão de aliados e integrantes do governo para deixar o cargo após ser alvo de uma operação da Polícia Federal relacionada às investigações sobre o Banco Master. Segundo interlocutores, Wagner tem afirmado que não pretende se afastar da liderança do governo, a menos que receba um pedido direto do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Uma conversa entre os dois é aguardada para quarta-feira (24), quando o senador deve retornar a Brasília. Nos bastidores, integrantes do governo avaliam que a saída de Wagner poderia reduzir o desgaste político provocado pela investigação e evitar que o tema continue impactando o Palácio do Planalto. A expectativa entre aliados é que Lula discuta o assunto diretamente com o senador nos próximos dias. Parte da base governista defende uma solução negociada, com Wagner deixando a liderança após a visita presidencial à Bahia, prevista para o dia 2 de julho. Nesse cenário, a justificativa pública seria a necessidade de o senador se dedicar às articulações políticas e eleitorais no estado. A permanência de Wagner também divide opiniões dentro do governo. Alguns aliados entendem que a continuidade no cargo mantém o senador sob maior exposição política e dificulta sua estratégia de defesa. Outros avaliam que uma saída imediata poderia ser interpretada como um pré-julgamento. Nos últimos dias, o presidente Lula conversou com Wagner por telefone e manifestou solidariedade ao aliado. Integrantes do governo, porém, afirmam que o gesto não representa necessariamente uma garantia de permanência na liderança. Enquanto as discussões continuam, o senador tem reiterado publicamente que permanece no cargo e que qualquer decisão sobre a liderança cabe ao presidente da República.
Michelle condiciona atuação política à recuperação de Bolsonaro
Michelle condiciona atuação política à recuperação de Bolsonaro
Ex-primeira-dama afirmou que a defesa buscará ampliar a medida concedida por Alexandre de Moraes e disse que poderá participar da campanha presidencial de Flávio Bolsonaro.
Por: Redação Sudoeste Bahia
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)Resumo
- A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro anunciou a intenção de solicitar a prorrogação da prisão domiciliar humanitária concedida ao ex-presidente Jair Bolsonaro, que se encerra no fim deste mês. A medida foi autorizada pelo ministro do STF Alexandre de Moraes em março, com prazo de 90 dias. Michelle justificou o pedido com a necessidade de acompanhamento médico contínuo de seu marido, afirmando que ele ainda enfrenta problemas de saúde e precisa de cuidados constantes. A solicitação será conduzida pela equipe jurídica do ex-presidente, sem previsão de reunião com o ministro.
- Em relação aos seus planos políticos, Michelle Bolsonaro afirmou que sua prioridade é a recuperação de Jair Bolsonaro, apesar de ter seu nome cotado para as eleições de 2026. Ela enfatizou que seu foco principal é o bem-estar do marido, declarando que ficará em casa cuidando dele se for preciso. A ex-primeira-dama também comentou sobre uma possível colaboração em futuras campanhas, como a de Flávio Bolsonaro à Presidência, mas ressaltou que o momento atual exige dedicação exclusiva à saúde do ex-presidente, uma preocupação que ela voltou a destacar durante um evento político em Brasília.
Foto: Reprodução
A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro afirmou que pretende solicitar a prorrogação da prisão domiciliar humanitária concedida ao ex-presidente Jair Bolsonaro. A declaração foi feita durante evento político realizado em Brasília, nesta quarta-feira (10). A medida que permite ao ex-presidente cumprir prisão em casa foi autorizada pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, em março deste ano, com prazo de 90 dias. O período está previsto para terminar no fim deste mês. Segundo Michelle, o estado de saúde do marido justifica a manutenção da medida. Ela relatou que Bolsonaro continua enfrentando problemas de saúde e necessita de acompanhamento constante. “Espero que ele continue em casa. Ele precisa de todos os cuidados”, declarou aos jornalistas. A ex-primeira-dama informou que a solicitação de prorrogação será conduzida pela equipe jurídica do ex-presidente. De acordo com ela, não há previsão de reunião com o ministro Alexandre de Moraes para tratar do assunto. Michelle também comentou sobre seus planos políticos para as eleições de 2026. Apesar de ter o nome cogitado para disputar uma vaga no Senado, afirmou que, neste momento, sua prioridade é acompanhar a recuperação do marido. “A prioridade é a minha casa e o meu marido. Se eu tiver que ficar em casa cuidando dele, eu vou ficar”, afirmou. Questionada sobre uma possível participação na campanha presidencial do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), apontado como pré-candidato à Presidência da República, Michelle disse que pretende colaborar futuramente, mas ressaltou que o foco atual permanece na saúde do ex-presidente. “Quando chegar o momento certo, com certeza vou ajudar. Agora quem está precisando de cuidados é o meu marido”, declarou. Michelle participou do lançamento da pré-candidatura do deputado distrital Thiago Manzoni (PL) à Câmara dos Deputados. Durante o evento, voltou a destacar a necessidade de acompanhamento médico contínuo de Jair Bolsonaro e afirmou que a recuperação dele continua sendo a principal preocupação da família.
Fiesp articula pressão sobre Senado contra fim da escala 6x1
Fiesp articula pressão sobre Senado contra fim da escala 6x1
Representantes do setor devem se reunir com Davi Alcolumbre para tentar retardar a transição da jornada semanal de 44 para 40 horas.
Por: Redação Sudoeste Bahia
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)Resumo
- Representantes de setores produtivos do país começaram uma articulação para tentar barrar ou retardar a proposta que prevê o fim da escala 6x1 e a redução da jornada de trabalho de 44 para 40 horas. O objetivo é desacelerar a tramitação da proposta, que tem o apoio do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e do presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta.Entre os principais pontos da proposta está a redução da jornada semanal de trabalho em duas etapas, com a primeira mudança começando 60 dias após a promulgação da PEC e a segunda redução sendo aplicada nos 12 meses seguintes. O texto ainda precisa ser levado ao plenário da Câmara dos Deputados, o que pode ampliar o embate entre representantes dos trabalhadores e setores empresariais.
Foto: Marcos Oliveira | Agência Senado
Representantes de diversos setores produtivos do país iniciaram uma articulação em Brasília para tentar barrar ou retardar o avanço da proposta que prevê o fim da escala 6x1 e a redução da jornada semanal de trabalho de 44 para 40 horas. O grupo empresarial, liderado por Paulo Skaf, presidente da Fiesp, deve se reunir nesta terça-feira (26) com o presidente do Senado, Davi Alcolumbre. O objetivo do encontro é tentar desacelerar a tramitação da proposta que altera a jornada de trabalho no país. Desde o início das discussões, empresários vêm demonstrando preocupação com possíveis impactos econômicos e aumento de custos operacionais caso a medida seja aprovada. Nos bastidores políticos, a proposta ganhou força após acordo entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), para implantação gradual das mudanças no prazo de 14 meses. O relator da PEC que trata do fim da escala 6x1, o deputado federal baiano Leo Prates (Republicanos-BA), apresentou nesta segunda-feira (25) o relatório prevendo uma transição escalonada da carga horária. Pela proposta, a redução será feita em duas etapas de duas horas cada. A primeira mudança começaria 60 dias após a promulgação da PEC. Já a segunda redução seria aplicada nos 12 meses seguintes. A expectativa em Brasília é de que o texto seja levado ao plenário da Câmara dos Deputados ainda nesta semana, ampliando o embate entre representantes dos trabalhadores e setores empresariais.
Pastor Sargento Isidório vai à sessão vestido de operário na Câmara
Pastor Sargento Isidório vai à sessão vestido de operário na Câmara
Deputado federal baiano participou de reunião da comissão especial da Câmara usando capacete e colete de construção civil para defender mudanças na jornada de trabalho.
Por: Redação Sudoeste Bahia
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)Resumo
- O deputado federal Pastor Sargento Isidório (Avante-BA) chamou a atenção na Câmara dos Deputados, nesta segunda-feira (25), ao se manifestar em defesa da jornada de trabalho 5x2. Durante sessão da comissão especial que discute o fim da escala 6x1 em Brasília, o parlamentar compareceu vestido com capacete e colete laranja de operário da construção civil, carregando uma placa com sua reivindicação.
- A manifestação de Isidório ocorreu no âmbito dos debates sobre uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que visa alterar o modelo atual de carga horária semanal no país, buscando encerrar a jornada 6x1, que ele categoriza como "escravocrata" em redes sociais. Não é a primeira vez que o deputado utiliza tal figurino para o tema, e a proposta tem gerado amplos debates entre parlamentares, trabalhadores e empresários, com a relatoria a cargo do deputado baiano Leo Prates (Republicanos-BA).
Foto: Reprodução
O deputado federal Pastor Sargento Isidório (Avante-BA) chamou atenção durante a sessão da comissão especial da Câmara dos Deputados que discute o fim da escala 6x1, nesta segunda-feira (25), em Brasília. Vestido com capacete e colete laranja de operário da construção civil, o parlamentar participou da reunião carregando uma placa em defesa da jornada de trabalho 5x2. A manifestação ocorreu durante os debates sobre a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que pretende alterar o modelo atual de carga horária semanal no país. Antes da sessão, Isidório publicou um vídeo nas redes sociais afirmando que viajaria à capital federal para “garantir a 5x2, dando fim à escala escravocrata de 6x1”. Não é a primeira vez que o deputado utiliza o figurino durante discussões sobre o tema. Em 10 de maio, ele já havia comparecido a outra reunião da comissão vestido da mesma forma. A proposta em análise na Câmara tem provocado debates entre parlamentares, representantes de trabalhadores e setores empresariais. O texto prevê mudanças na jornada semanal de trabalho e será analisado pela comissão especial antes de seguir para votação. A relatoria da proposta está sob responsabilidade do deputado baiano Leo Prates (Republicanos-BA).
Lula inicia radioterapia preventiva após retirada de lesão no couro cabeludo
Lula inicia radioterapia preventiva após retirada de lesão no couro cabeludo
Tratamento preventivo começou nesta segunda-feira (25) no Hospital Sírio-Libanês, em Brasília, após retirada de carcinoma basocelular no mês passado.
Por: Redação Sudoeste Bahia
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)Resumo
- O presidente Luiz Inácio Lula da Silva iniciou nesta segunda-feira (25) um tratamento preventivo de radioterapia no couro cabeludo, no Hospital Sírio-Libanês em Brasília. O procedimento, que deve durar cerca de três semanas e é composto por 15 sessões de dois minutos cada, visa complementar a retirada de uma lesão cancerígena em abril. Durante o período, Lula seguirá normalmente suas atividades presidenciais, sem restrições ou necessidade de afastamento.
- A radioterapia foi indicada após a cirurgia de abril, em São Paulo, que removeu um carcinoma basocelular, o tipo mais comum de câncer de pele. Especialistas destacam que este câncer tem crescimento lento e alta taxa de cura quando detectado precocemente. O boletim médico foi assinado por Rafael Gadia e Volney Vilela, do Sírio-Libanês, e o acompanhamento de saúde do presidente também é feito por equipes lideradas por Roberto Kalil Filho e Ana Helena Germoglio.
Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom | Agência Brasil
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva iniciou nesta segunda-feira (25) um tratamento preventivo de radioterapia no couro cabeludo, após a retirada de uma lesão cancerígena em abril deste ano. O procedimento está sendo realizado no Hospital Sírio-Libanês, em Brasília, e deve durar cerca de três semanas. Segundo informações divulgadas pela equipe médica, o tratamento será composto por 15 sessões de radioterapia, com duração aproximada de dois minutos cada. De acordo com o hospital, Lula seguirá desempenhando normalmente suas atividades na Presidência da República durante o período de tratamento, sem necessidade de afastamento ou restrições médicas. Ainda nesta segunda-feira, o presidente manteve compromissos oficiais no Palácio do Planalto, incluindo reuniões com representantes de países africanos. A radioterapia foi indicada após cirurgia realizada em abril, em São Paulo, para retirada de um carcinoma basocelular localizado no couro cabeludo. Na ocasião, a equipe médica informou que o procedimento ocorreu sem complicações e que o presidente recebeu alta no mesmo dia. O carcinoma basocelular é considerado o tipo mais comum de câncer de pele e está frequentemente associado à exposição prolongada ao sol. Segundo especialistas, a doença costuma apresentar crescimento lento e altas taxas de cura quando identificada precocemente. O boletim médico divulgado nesta segunda-feira foi assinado pelos médicos Rafael Gadia, diretor de Governança Clínica do Sírio-Libanês, e Volney Vilela, diretor clínico da instituição. O acompanhamento da saúde do presidente também é realizado pelas equipes lideradas pelo cardiologista Roberto Kalil Filho e pela médica Ana Helena Germoglio.
Maioria rejeita redução de penas de Bolsonaro no 8 de janeiro
Maioria rejeita redução de penas de Bolsonaro no 8 de janeiro
Pesquisa Genial/Quaest mostra aumento da rejeição à diminuição das penas aplicadas aos condenados pela invasão da Praça dos Três Poderes.
Por: Redação Sudoeste Bahia
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)Resumo
- Um levantamento recente realizado pela Genial/Quaest mostrou que a maioria dos brasileiros é contrária à redução das penas aplicadas aos condenados pelos atos de 8 de janeiro de 2023, quando as sedes dos Três Poderes foram invadidas em Brasília.
- A pesquisa, que ouviu 2.004 pessoas entre os dias 8 e 11 de maio, revelou que 52% dos entrevistados rejeitam a diminuição das punições impostas aos envolvidos nos ataques, o que representa uma queda em relação ao percentual de dezembro do ano passado, que era de 46%. Além disso, a pesquisa também mostrou queda no apoio à redução das penas entre eleitores identificados com a direita e entre apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro.
Foto: Ton Molina | STF
Levantamento divulgado neste sábado (17) pela Genial/Quaest aponta que a maioria dos brasileiros é contrária à redução das penas aplicadas aos condenados pelos atos de 8 de janeiro de 2023, quando as sedes dos Três Poderes foram invadidas em Brasília. Segundo a pesquisa, 52% dos entrevistados rejeitam a diminuição das punições impostas aos envolvidos nos ataques. Em dezembro do ano passado, esse percentual era de 46%. O levantamento também mostrou queda no apoio às penas mais leves. Atualmente, 39% defendem a redução das condenações, enquanto anteriormente o cenário indicava maior equilíbrio entre opiniões favoráveis e contrárias. No recorte político, a pesquisa identificou redução no apoio à flexibilização das penas entre eleitores identificados com a direita e entre apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro. Entre os eleitores de direita, o índice favorável à redução caiu de 78% para 67%. Já entre os bolsonaristas, o percentual passou de 87% para 73%, segundo os dados divulgados. A pesquisa ouviu 2.004 pessoas com 16 anos ou mais entre os dias 8 e 11 de maio. A margem de erro é de dois pontos percentuais, com nível de confiança de 95%. Os atos de 8 de janeiro são investigados pelo Supremo Tribunal Federal (STF), responsável pelo julgamento dos envolvidos nas invasões e depredações registradas nas sedes dos poderes Executivo, Legislativo e Judiciário.
Posse de Kassio reúne Lula, Michelle e Flávio Bolsonaro no TSE
Posse de Kassio reúne Lula, Michelle e Flávio Bolsonaro no TSE
Ministro do STF comandará a Justiça Eleitoral nas eleições de 2026 e terá André Mendonça como vice-presidente da corte.
Por: Redação Sudoeste Bahia
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)Resumo
- O ministro Kassio Nunes Marques tomou posse como presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) nesta terça-feira, assumindo a responsabilidade de comandar a Justiça Eleitoral nas eleições de 2026. A cerimônia, realizada em Brasília, reuniu figuras de destaque dos Três Poderes, incluindo o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e aliados do ex-presidente Jair Bolsonaro, como o senador Flávio Bolsonaro e a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro, além de presidentes do Senado e da Câmara e outros ministros do STF.
- A nomeação de Kassio, indicado ao STF por Bolsonaro em 2020, para a presidência do TSE, em substituição a Cármen Lúcia, gera expectativas políticas para o pleito de 2026. Aliados do ex-presidente acompanham a movimentação de perto, especialmente após aproximações do ministro com o governo Lula, e almejam uma gestão distinta da conduzida por Alexandre de Moraes em 2022. Kassio, natural de Teresina e com 53 anos, possui uma longa trajetória jurídica, incluindo passagens pelo TRE do Piauí e TRF da 1ª Região.
Foto: Reprodução
O ministro Kassio Nunes Marques tomou posse nesta terça-feira como presidente do Tribunal Superior Eleitoral e comandará a Justiça Eleitoral durante as eleições de 2026. O vice-presidente da corte será o ministro André Mendonça. A cerimônia, realizada em Brasília, reuniu autoridades dos Três Poderes e aproximou, no mesmo ambiente, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e aliados do ex-presidente Jair Bolsonaro, como o senador Flávio Bolsonaro e a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro. Também participaram da solenidade os presidentes do Senado e da Câmara, Davi Alcolumbre e Hugo Motta, além do ex-presidente José Sarney e ministros do Supremo Tribunal Federal. Indicado ao STF por Bolsonaro em 2020, Kassio assume a presidência do TSE em meio a um cenário de expectativa política para as eleições presidenciais de 2026. O ministro substituirá Cármen Lúcia no comando da corte eleitoral. Aliados do ex-presidente acompanham de perto a chegada de Kassio ao posto após recentes movimentos de aproximação do ministro com o governo Lula. Nos bastidores, integrantes da direita esperam uma atuação diferente da adotada pelo ministro Alexandre de Moraes durante as eleições de 2022. Naquele pleito, Moraes esteve à frente do TSE e foi alvo de críticas de bolsonaristas após decisões envolvendo remoção de conteúdos considerados falsos e medidas relacionadas à defesa do sistema eleitoral. Após a posse, Kassio participa de um jantar organizado pela Associação dos Juízes Federais do Brasil em Brasília. Antes do evento, o novo presidente do TSE receberá cerca de 1.500 convidados na sede do tribunal. Natural de Teresina, Kassio Nunes Marques tem 53 anos, foi advogado por 15 anos, atuou no Tribunal Regional Eleitoral do Piauí e integrou o Tribunal Regional Federal da 1ª Região antes de chegar ao Supremo.
Motorista de aplicativo mata ex-companheira após discussão durante trajeto
Motorista de aplicativo mata ex-companheira após discussão durante trajeto
Crime ocorreu após vítima aceitar carona do ex-marido; suspeito confessou o assassinato e foi preso em flagrante.
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)
Foto: Reprodução
Uma mulher de 41 anos foi morta a facadas pelo ex-marido dentro de um carro na manhã desta segunda-feira (9), na DF-128, na região de Planaltina. A vítima foi identificada como a manicure Luana Moreira. O principal suspeito do crime é o motorista de aplicativo Wellington de Rezende Silva, de 43 anos, que confessou o assassinato.De acordo com a investigação da Polícia Civil do Distrito Federal, o homem teria planejado o ataque antes de buscar a ex-companheira. Segundo o delegado Richard Valeriano, da 16ª Delegacia de Polícia, o suspeito escondeu uma faca de açougueiro debaixo do tapete do carro. Luana morava no bairro Jardim Ruiz e, segundo a polícia, uma amiga chegou a alertá-la para que não aceitasse a carona do ex-marido. Ainda assim, ela entrou no veículo sem suspeitar da emboscada. Discussão e ataque: Durante o trajeto, os dois começaram a discutir. Segundo a investigação, Wellington teria insistido para reatar o relacionamento, mas a vítima recusou. Nesse momento, ele sacou a faca e atacou Luana. A mulher chegou a soltar o cinto de segurança e tentou escapar, mas foi contida.De acordo com a polícia, o suspeito começou a estrangulá-la e, depois que ela desmaiou, passou a golpeá-la com a faca.A perícia identificou pelo menos três perfurações no corpo da vítima, atingindo pescoço, costelas e orelha. Também foram encontradas marcas de defesa nas mãos, indicando tentativa de reação.Ligação após o crime: Após o assassinato, o homem pegou o celular da vítima e fez uma ligação para um homem que acreditava ser o novo namorado dela.Durante a chamada, afirmou: “Fiz uma besteira, matei minha mulher por sua causa”.Em seguida, ainda segundo a investigação, ele fez uma chamada de vídeo para a esposa desse homem e mostrou o corpo da vítima dentro do carro.Prisão: Depois do crime, Wellington dirigiu até a 16ª Delegacia de Polícia levando o corpo da ex-mulher no banco do passageiro. Ele foi preso em flagrante e a faca usada no crime foi apreendida.Familiares relataram à polícia que o suspeito tinha comportamento ciumento e controlador. O casal manteve um relacionamento por cerca de 20 anos e teve três filhos. O caso segue sob investigação da Polícia Civil do Distrito Federal.
Motocicleta roubada em Brasília é recuperada pela PM em Caculé
Motocicleta roubada em Brasília é recuperada pela PM em Caculé
Motocicleta tinha sinais de adulteração no chassi e restrição de furto registrada em Brasília desde 2024.
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)
Foto: Polícia Militar da Bahia | 94ª CIPM | Pelotão de Caculé
Uma motocicleta foi recuperada pela Polícia MIlitar, na manhã desta terça-feira (25), com restrição de furto/roubo no município de Caculé, no sudoeste do estado.De acordo com a corporação, a ação foi realizada por uma guarnição da 94ª CIPM durante patrulhamento na Rua Joaquim Antônio da Silva, no bairro Senhor do Bonfim. Os policiais identificaram uma Honda CB Twister, de cor prata, que levantou suspeitas.Na abordagem, os militares constataram indícios de adulteração na numeração do motor e do chassi, em desacordo com o documento apresentado pelo condutor.Após consulta aos sistemas policiais, foi verificado que a motocicleta possuía restrição de furto/roubo registrada em Brasília, com data de 7 de fevereiro de 2024.O condutor e o veículo foram encaminhados à delegacia da Polícia Civil da Bahia para adoção das medidas cabíveis.
Hugo Motta condiciona apoio a Lula a “gestos” políticos
Hugo Motta condiciona apoio a Lula a “gestos” políticos
Presidente da Câmara afirma que decisão depende de contrapartidas políticas e de projetos voltados à Paraíba.
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)
Presidente da Câmara afirma que decisão depende de contrapartidas políticas e de projetos voltados à Paraíba.
O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), afirmou nesta segunda-feira (12) que vai aguardar “gestos” do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) antes de definir se apoiará a reeleição do petista. Segundo ele, qualquer posicionamento passa pela lógica da reciprocidade política e pela construção de um projeto que contemple os interesses da Paraíba. A declaração foi dada durante evento em João Pessoa, no qual o ministro do Turismo, Gustavo Feliciano, aliado do parlamentar, anunciou o apoio do governo federal ao pré-carnaval da capital paraibana.“A política se constrói com reciprocidade. Precisamos entender quais serão os apoios e os gestos para decidir quem vamos apoiar. Isso deve ser feito de maneira tranquila e respeitosa com a população do nosso estado”, afirmou Motta. O deputado ressaltou que a decisão não depende apenas do presidente da República, mas também do Partido dos Trabalhadores e das articulações locais envolvendo o Republicanos.“Isso depende do presidente, do partido do presidente e também do diálogo que temos mantido no Republicanos, além da aliança com o governador João Azevêdo e com o vice-governador Lucas Ribeiro. Nosso objetivo é construir um projeto que represente de fato aquilo que a Paraíba precisa”, declarou. Sobre o veto do presidente Lula ao chamado PL da Dosimetria, que tratava da redução de penas para condenados pelos atos golpistas de 8 de janeiro, Motta disse encarar o tema com serenidade e lembrou que cabe agora ao Congresso analisar a decisão.“Vejo isso com tranquilidade. Foi um assunto que dividiu o país ao longo de 2025. A proposta aprovada na Câmara foi amplamente debatida e teve quase 300 votos. O presidente exerceu sua prerrogativa de vetar, e agora o Congresso também exercerá a sua ao analisar esse veto”, disse. Para a derrubada de um veto presidencial, são necessários ao menos 257 votos na Câmara dos Deputados e 41 votos no Senado Federal.
Câmara aprova reajuste de 24% para servidores do Judiciário da União
Câmara aprova reajuste de 24% para servidores do Judiciário da União
Proposta prevê aumento de 24% nos salários de servidores efetivos e comissionados, dividido em três etapas até 2028; medida ainda precisa ser aprovada pelo Senado.
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)
Foto: Antonio Cruz | Agência Brasil
A Câmara dos Deputados aprovou, nesta terça-feira (4), o projeto de lei do Supremo Tribunal Federal (STF) que concede reajuste de 24% aos salários dos servidores do Poder Judiciário da União. A proposta não inclui juízes nem ministros e seguirá agora para análise do Senado Federal. O texto recebeu 299 votos favoráveis, 119 contrários e quatro abstenções. O aumento será implementado de forma escalonada: 8% em julho de 2026, 8% em julho de 2027 e 8% em julho de 2028.Os partidos PL e Novo votaram contra o projeto. As legendas afirmaram que o reajuste pode pressionar as contas públicas e deveria ser mais amplamente debatido. “Votar aumento salarial requer, no mínimo, uma discussão mais profunda”, declarou o deputado Domingos Sávio (PL-MG), durante a sessão.Deputados favoráveis, no entanto, argumentaram que a medida representa reposição inflacionária, e não aumento real de salários. Segundo o relator Rafael Prudente (MDB-DF), a perda de poder aquisitivo dos servidores do Judiciário desde 2019 é de 24,21% até julho de 2025, podendo chegar a 31,36% até junho de 2026.O relator afirmou ainda que o impacto financeiro será absorvido pelo próprio orçamento dos tribunais, respeitando os limites do arcabouço fiscal. “O Poder Judiciário da União possui capacidade orçamentária para implementar a proposta nos exercícios de 2026, 2027 e 2028”, disse Prudente em seu parecer.Durante a votação, a deputada Erika Kokay (PT-DF) defendeu o reajuste, alegando que ele “nem sequer repõe a inflação” e que busca “reparar uma injustiça com os servidores”.O governo federal também orientou voto favorável. O líder do governo na Câmara, Alencar Santa (PT-SP), destacou que “não há aumento de despesas, pois o orçamento está a cargo do próprio Judiciário”.
Operação "Falso Profeta": PCDF prende homem por estupro dos filho em Brasília
Operação "Falso Profeta": PCDF prende homem por estupro dos filho em Brasília
Investigação aponta que o réu usava a posição religiosa para coagir as vítimas ao silêncio após os atos. Crimes ocorreram reiteradamente entre 2010 e 2018.
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)
Foto: Divulgação
A Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF), efetuou a prisão de um ex-pastor nesta terça-feira (28), por volta das 15h30, durante a Operação Falso Profeta. O indivíduo é acusado de estupro de vulnerável e tortura contra os próprios filhos e enteados, menores de idade. Consagrado como líder religioso em Santo Antônio do Descoberto (GO), o réu é suspeito de cometer os crimes na residência familiar, no Recanto das Emas, de 2010 a 2018. À época dos fatos, as vítimas tinham entre 6 e 7 anos. Segundo Alexandre Godinho, delegado-chefe da 27ª DP, a prisão "quebra um ciclo de violência", no qual o autor "explorava a fé e se aproveitava do laço de sangue para cometer os estupros e tentar ficar impune". Quatro menores denunciaram os abusos, que só vieram à tona neste ano, após uma das vítimas ser abordada pelo Conselho Tutelar. O silêncio era motivado pelo medo de represálias e pela coação de familiares paternos. Os relatos indicam que os atos eram praticados sob efeito de drogas e álcool, ou mesmo sóbrio. O ex-pastor forçava as filhas a assistirem aos estupros umas das outras. Ele também obrigava as crianças a se ajoelharem sobre grãos de milho e tampas de alumínio, além de as submeter a assistir a filmes pornográficos. Para justificar as ações, o agressor impunha que as vítimas colocassem a mão na Bíblia e fizessem orações após os abusos. Ao tomar conhecimento da iminente detenção, o réu tentou suicídio no local de trabalho, sendo socorrido por colegas e encaminhado à UPA de São Sebastião, onde foi capturado.
Pressionados por protestos e críticas, deputados recuam após apoio à PEC da Blindagem
Deputados de diferentes espectros políticos afirmam ter sido enganados, pressionados ou desatentos durante a votação.
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)
Foto: Uol
Enquanto milhares de pessoas se reuniam na orla de Salvador neste domingo (21), em protesto contra a Proposta de Emenda à Constituição conhecida como PEC da Blindagem, o deputado federal Mário Negromonte Júnior (PP) discursava em um evento na cidade de Pedro Alexandre, no sertão da Bahia. Ao lado do governador Jerônimo Rodrigues (PT), o parlamentar tentou justificar o voto favorável à proposta, alegando ter sido induzido ao erro. Mais tarde, em vídeo divulgado nas redes sociais, Negromonte afirmou sentir-se vítima de um golpe. “Essa PEC da Bandidagem não me representa, não condiz com a minha trajetória. Fui enganado”, declarou o deputado, que é aliado político do relator da PEC, Cláudio Cajado (PP).Assim como ele, ao menos outros oito deputados federais voltaram atrás publicamente, alegando arrependimento. As justificativas variam entre erro de interpretação, desatenção, pressão de líderes partidários e até covardia.A votação gerou forte reação popular. Manifestações contra a PEC e contra a proposta de anistia aos condenados pelos atos de 8 de janeiro ocorreram em todas as 27 capitais do país. Parlamentares que apoiaram a medida passaram a ser alvo de críticas intensas nas redes sociais e, em muitos casos, optaram por bloquear comentários em suas postagens.Entre os 12 deputados do PT que votaram a favor, pelo menos dois se pronunciaram em tom de retratação. O mineiro Paulo Guedes (PT-MG), internado em um hospital no momento da votação, afirmou em live que foi orientado por telefone a apoiar a proposta. “Minha cabeça não estava focada. Se estivesse no plenário, jamais teria votado a favor. Peço desculpas aos meus eleitores”, disse.Já o deputado Merlong Solano (PT-PI) divulgou uma nota de desculpas à população do Piauí, afirmando ter cometido um grave equívoco.O deputado Rafael Brito (MDB-AL), próximo ao ministro dos Transportes, Renan Filho, apoiou a PEC no primeiro turno, mas se ausentou na segunda votação. Posteriormente, classificou o voto como um erro.Outro aliado do governo baiano, Gabriel Nunes (PSD-BA), também admitiu equívoco ao apoiar a proposta. No campo conservador, a deputada Silvye Alves (União Brasil-GO) votou contra a PEC no primeiro turno, mas mudou de posição no segundo. Em vídeo, afirmou que foi pressionada por influentes do Congresso e cedeu por medo de retaliações.“Fui covarde. Não tive força para fazer o que era certo. Peço perdão”, declarou emocionada.O deputado Thiago de Joaldo (PP-SE), ligado ao bolsonarismo e cotado para disputar o governo de Sergipe, também voltou atrás:“Vergonha é persistir no erro. Coragem é reconhecer e lutar para consertar”, afirmou.PEC segue para o Senado sob forte rejeiç. A proposta ainda será apreciada no Senado Federal. O relator designado, senador Alessandro Vieira (MDB-SE), já adiantou que apresentará parecer contrário à matéria.“Essa PEC joga a imagem do Congresso no lixo. Ela será derrubada”, declarou o senador. O parecer deve ser apresentado na próxima quarta-feira (24).
Declaração polêmica de Rui Costa sobre Brasília causa mal-estar entre políticos
Declaração polêmica de Rui Costa sobre Brasília causa mal-estar entre políticos
Fala do ministro feita no interior da Bahia gerou desconforto tanto entre aliados quanto em adversários políticos
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)
Foto: Reprodução
- Ao chamar Brasília de "ilha da fantasia", o ministro da Casa Civil, Rui Costa (PT), gerou desconforto tanto entre aliados quanto em adversários políticos. Em visita a Itaberaba, no interior baiano, na última sexta-feira (5), o ex-governador da Bahia disse que na capital do país “é difícil porque fazer o certo, para muitos, está errado e fazer o errado, para muitos, é que é o certo na cabeça deles”. As reações vieram de todos os lados. De acordo com o site Metrópoles, parlamentares da Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF) enviaram, neste domingo (4), um ofício pedindo ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) a demissão de Rui Costa. Na solicitação, Pastor Daniel de Castro (PP), Joaquim Roriz Neto e Thiago Manzoni, ambos do PL, manifestaram "dúvidas sobre a capacidade de Rui de desempenhar suas funções de forma adequada". Além disso, o governador do DF, Ibaneis Rocha (MDB), chamou o chefe da Casa Civil de "um idiota completo". O presidente da Câmara Legislativa do Distrito Federal, Wellington Luiz (MDB-DF), avaliou a fala como "lamentável" e disse se sentir "envergonhado". Já entre os petistas que o criticaram estão o deputado do DF, Chico Vigilante, e a deputada federal Erika Kokay. Os defensores - No entanto, o ministro de Lula foi defendido pelo senador baiano Otto Alencar (PSD) e pelo presidente da Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA), Adolfo Menezes. Para Menezes, a fala de Ibaneis foi uma "agressão gratuita". “Claro que o ministro Rui Costa conhece os problemas do DF e de suas cidades-satélites, mas ele se referiu ao núcleo do poder no DF, que não está nem aí para o que acontece no Brasil", afirmou. Já Otto Alencar escreveu nas redes sociais: "Por que não se calas Ibaneis? Governador do dia 8 de janeiro, afastado do cargo, fez tudo errado, com a ação inconsequente de estimular o golpe. Afastamento, mesmo que temporário, mácula e deslustrar o que já tem pouco brilho". As críticas acontecem em meio a queixas dos congressistas ao presidente Lula por uma demora na liberação de pedidos à Casa Civil.
Após três meses nos EUA, Bolsonaro desembarca em Brasília e enfrentará uma série de investigações
Ações no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) podem tornar o ex-presidente inelegível
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)
Foto: Reprodução
- Após três meses nos Estados Unidos, Jair Bolsonaro (PL) voltou ao Brasil nesta quinta-feira (30). O ex-presidente desembarcou no Aeroporto Internacional de Brasília em voo comercial, por volta das 6h36. O retorno ocorre em meio à polêmica das joias sauditas e a cobranças de seus correligionários, que pedem que ele lidere a oposição neste momento. No setor de desembarque, Bolsonaro foi recebido por apoiadores, mas o ex-presidente deve ser escoltado para outra sala e não encontrará com eles. Michelle Bolsonaro e o presidente do PL, Valdemar Costa Neto, vão recepcioná-lo. Do aeroporto, ele vai seguir para a sede do partido, no centro de Brasília. Ao sair dos EUA, o ex-presidente declarou, quando questionado pela CNN, que joias não foram surrupiadas. “Está a disposição, não está escondido, não foi surrupiado de lá. Mais da metade em volume nós já doamos, doamos para o órgão certo, Acervo Nacional e Biblioteca Nacional. […] Estão no meu acervo [as joias], agora perguntar onde é eu não posso divulgar”, declarou Bolsonaro ainda no Aeroporto Internacional de Orlando. Bolsonaro vai enfrentar uma série de investigações na Justiça que podem acabar tirando-o da posição de expoente da direita. Além do caso das joias, ele é alvo de investigação por suposto envolvimento nos atos terroristas de 8 de janeiro, em inquérito que tramita no Supremo Tribunal Federal (STF). Ações no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) podem tornar o ex-presidente inelegível.
Jerônimo Rodrigues retorna à Brasília para tratar questão de abastecimento de água
Agenda acontece nesta quinta-feira (9)
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)
Foto: Daniel Senna | GOV/BA
- O governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues, está em Brasília nesta quinta-feira (9) onde participa de reuniões de trabalho com os ministros da Integração e Desenvolvimento Regional, Meio Ambiente e Secretaria Geral da Presidência. A comitiva baiana também se reúne com a direção do Fundo Internacional de Desenvolvimento Agrícola (FIDA). As agendas estão pautadas na busca por investimentos em agricultura, redução da emissão de carbono, manejo sustentável e preservação do cerrado, revitalização e transposição do Rio São Francisco e o Canal do Sertão. Em seu último compromisso, Jerônimo Rodrigues se reúne com o Embaixador da China no Brasil, Zhu Quinhqiao, com quem tratará dos investimentos chineses no Estado. "Temos feito sempre isso nesse início de governo, foi assim que a gente combinou com o presidente Lula, que nós tivessemos uma presença mais frequente apresentando nossas demandas e nossos projetos. Hoje, estamos aqui com uma agenda cheia, apertada, mas muito boa." Em Brasília, Jerônimo está acompanhado dos secretários do Desenvolvimento Rural, Osni Cardoso, Infraestrutura Hídrica, Larissa Moraes, Meio Ambiente, Eduardo Sodré e do Diretor Presidente da CAR, Jeandro Ribeiro.
Moraes determina soltura de 137 presos envolvidos em atos antidemocráticos
Moraes determina soltura de 137 presos envolvidos em atos antidemocráticos
O ministro determinou que a prisão preventiva destas pessoas sejam substituídas por medidas cautelares
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)
Foto: Reprodução
- O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, nesta terça-feira (28), soltou 137 pessoas que haviam sido presas por envolvimento nos atos antidemocráticos que ocorreram no dia 08 de janeiro, na Esplanada dos Ministérios, em Brasília. A liberação imediata dos apoiadores extremistas do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) foi determinada dentro de um processo de relatoria de Moraes, que está sob sigilo. A informação foi confirmada pelo STF. A decisão foi tomada porque o ministro compreendeu que as infrações cometidas por estas pessoas não são consideradas graves, já que elas não foram as principais responsáveis por organizar e financiar os atos. Entretanto, apesar da soltura imediata, Moraes decidiu que os participantes dos ataques terroristas devem responder às denúncias em seus respectivos estados. Além disso, o ministro determinou que a prisão preventiva será substituída por medidas cautelares, entre elas o cancelamento do passaporte, apresentação semanal a um juiz, uso de tornozeleira eletrônica, cassação de porte de armas, entre outros. “Na análise dos casos, o ministro avaliou que a maioria tem a condição de réu primário e filhos menores de idade, além de já terem sido denunciados pela Procuradoria Geral da República por incitação ao crime e associação criminosa”, declarou o STF, em nota.
Jerônimo Rodrigues se reúne com Lula nesta sexta-feira, em Brasília
Jerônimo Rodrigues se reúne com Lula nesta sexta-feira, em Brasília
Jerônimo desembarcou na capital federal na quinta-feira (26), acompanhado de seis secretários
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)
Foto: Reprodução
Em viagem a Brasília, o governador Jerônimo Rodrigues (PT) se reúne nesta sexta-feira (27) com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), no Palácio do Planalto. No encontro, que contará também com a presença de outros governadores, o petista baiano deve apresentar as prioridades de investimentos da Bahia e do Nordeste. De acordo com a agenda oficial do presidente, a reunião começará às 9h30 no Palácio do Planalto e, às 14h30, o grupo terá um almoço de trabalho no Palácio do Itamaraty. Jerônimo desembarcou na capital federal na quinta-feira (26), acompanhado de seis secretários: Adélia Pinheiro (Educação), Roberta Santana (Saúde), Marcelo Werner (Segurança Pública), além dos chefes das pastas de Justiça e Direitos Humanos (Felipe Freitas), da Casa Civil (Afonso Florence) e da Superintendência de Políticas para Povos Indígenas (Patrícia Pataxó). Na quinta-feira, a comitiva teve o primeiro compromisso na pasta da Educação, em um encontro com o ministro Camilo Santana e a secretária Adélia Pinheiro. Já durante a tarde, a reunião foi no Ministério da Casa Civil, com o ministro e ex-governador da Bahia, Rui Costa (PT), para discutir a demarcação de terras indígenas no Extremo Sul da Bahia. Também estiveram no encontro a ministra dos Povos Indígenas, Sônia Guajajara, e da Justiça e Segurança Pública, Flávio Dino.
























