WhatsApp anuncia ferramenta para pais controlarem contas de menores
Recurso permitirá que responsáveis controlem contatos, grupos e configurações de privacidade das contas de crianças e adolescentes.12 Mar 2026 / 05h40

Produto foi criado por estudantes do Colégio Estadual Professor Carlos Valadares, em Santa Bárbara, com foco em inovação, sustentabilidade e uso de ingredientes regionais
Foto: divulgação
Estudantes do Colégio Estadual Professor Carlos Valadares, localizado no município de Santa Bárbara, no semiárido baiano, desenvolveram um bronzeador natural e sustentável à base de óleo de buriti (Mauritia flexuosa) e essência de hibisco, ingredientes encontrados na região. O projeto foi idealizado pelas alunas Alice Mascarenhas, Riana Lima, Rachel Azevedo e Mariana Carvalho, sob a orientação da professora Ana Luiza Rezende, engenheira de alimentos e mestre em engenharia civil e saneamento ambiental.O produto, batizado de Sol Dourado, é um óleo multifuncional, que pode ser utilizado tanto como bronzeador quanto como pós-sol, contribuindo para a hidratação e regeneração da pele, além de proporcionar um efeito bronzeado sem exposição direta ao sol. Segundo as idealizadoras, o diferencial está na composição 100% natural, livre de aditivos químicos e com foco na valorização dos recursos do território. “Nosso bronzeador utiliza apenas ingredientes regionais e tem ação antioxidante e regeneradora”, explicaram Alice e Riana.A essência de hibisco, obtida artesanalmente com álcool de cereais, confere aroma suave e propriedades antioxidantes. Já o óleo de buriti, rico em betacaroteno, tocoferóis e ácidos graxos essenciais como ômega-6, ômega-9 e ácido palmítico, é apontado como potente hidratante natural, com capacidade de regeneração celular e pigmentação dourada leve, segundo Rachel Azevedo. Para a professora Ana Luiza Rezende, o projeto exemplifica o potencial da educação científica aliada ao empreendedorismo jovem. “Conectar ciência aplicada à realidade regional é uma forma de transformar o processo educacional e preparar os alunos para desafios reais do mercado e da pesquisa”, destacou.O projeto conta com o apoio da Secretaria da Educação da Bahia (SEC), do Lab Maker do Senai Feira de Santana e dos Clubes de Ciências Semente da Bahia e Conexões STEAM. Em fase de testes de eficácia e ajustes dermatológicos, o grupo já planeja o registro de patente da formulação. “Pretendemos garantir os direitos sobre a inovação desenvolvida, valorizando nossa metodologia sustentável e a propriedade intelectual do grupo”, afirmou Ana Luiza, que também integra o Clube de Ciências Pinga Saberes.
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