Senado rejeita indicação de Jorge Messias ao STF
Indicado recebeu 42 votos contrários e não alcançou maioria necessária29 Abr 2026 / 22h30

Por: Matheus Simoni
Foto: Reprodução
Futuro titular da pasta, Moro disse que o ministro da Justiça não deve interferir em casos concretos ao ser questionado sobre como enxerga o relatório
O ex-juiz federal Sérgio Moro, futuro superministro da Justiça do Governo Bolsonaro, falou pela primeira vez sobre o relatório do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) que apontou movimentação atípica de R$ 1,2 milhão em uma conta do ex-policial militar Fabrício José Carlos de Queiroz. Ele é ex-assessor do deputado estadual e senador eleito Flávio Bolsonaro (PSL-RJ) – filho mais velho do presidente eleito. As movimentações ocorreram entre janeiro de 2016 e janeiro de 2017. Futuro titular da pasta, Moro disse que o ministro da Justiça não deve interferir em casos concretos ao ser questionado sobre como enxerga o relatório. "Vou colocar uma coisa bem simples. Fui nomeado para ministro da Justiça. Não cabe a mim dar explicações sobre isso. Eu acho que o que existia no passado de um ministro da Justiça opinar sobre casos concretos é inapropriado", declarou.
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