Comissão quer votar PEC do fim da escala 6x1 até 28 de maio
Relator e presidente resistem a compensações para empresas29 Abr 2026 / 08h00

Por: Juliana Almirante
Foto: Reprodução
Conforme a coluna Painel, presidente da Câmara considera que projeto é hoje uma espécie de "biombo" para o governo, que atrela sua decolagem à aprovação do texto
O presidente da Câmara Federal, Rodrigo Maia (DEM-RJ), foi taxativo ao falar sobre a articulação em torno da reforma da Previdência, em reunião no Credit Suisse, ontem (27). De acordo com a coluna Painel, da Folha, pessoas próximas a Maia acreditam que ele chamou tanto para si a responsabilidade da aprovação da reforma da Previdência que agora seria muito difícil se distanciar de um eventual fracasso do cronograma ou ainda da derrota da proposta na Câmara. “Vou colocar a reforma em votação até 18 de julho. Se os partidos vão estar prontos, é outra coisa", declarou Maia. Aliados do presidente da Câmara explicam que a decisão de não adiar a votação da matéria acontece porque o projeto é hoje uma espécie de "biombo" para o governo, que atrela sua decolagem à aprovação do texto. Conforme os relatos, para Maia, “quando passar, acabou a desculpa: ‘Agora é contigo, amigo’”. No entanto, a articulação tem um viés mais cauteloso e pretende "não entregar o doce" ao governo facilmente. Enquanto a Casa Civil fala na aprovação do texto no Senado ainda em agosto, na volta do recesso, nos corredores do Congresso parlamentares avaliam que a reforma vai ficar na Casa, no mínimo, de 30 a 60 dias.
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