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Documento aponta que número de militares presentes no ato golpista foi menor que em julho quando Bolsonaro convocou manifestantes contra STF
Por: Redação Sudoeste Bahia
Foto: Marcelo Camargo | Agência Brasil
- O inquérito policial militar que foi aberto para investigação de militares que deveriam ter protegido o Palácio do Planalto apontou "indícios de responsabilidade" da Secretaria de Segurança e Coordenação Presidencial, que faz parte da pasta do Gabinete de Segurança Institucional, e retirou a culpa das tropas. As informações são da Folha de São Paulo. O relatório obtido pela Folha, foi finalizado em 2 de março e recebeu complementação em 14 do mesmo mês. Apesar de indicar a responsabilidade do GSI, os nomes dos responsáveis não foram indicados. Quem comandava a secretaria do órgão era o general Carlos Feitosa Rodrigues. Ele havia assumido o cargo em 2021, durante a gestão de Augusto Heleno. Ainda de acordo com o documento, o número de militares presentes no ato golpista de janeiro foi menor do que o de 31 de julho de 2022, quando o ex-presidente, Jair Bolsonaro (PL) convocou manifestantes contra o Supremo Tribunal Federal (STF).
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