Hiroshima e Nagasaki: 80 anos de uma história que o mundo não pode esquecer
Cidades viraram símbolo da destruição atômica e da luta pela paz06 Ago 2025 / 11h28

Decisões polêmicas já foram barradas, sendo a primeira delas a que negava direito à cidadania a filhos de imigrantes nascidos nos EUA.
Foto: White House | Archived
- Desde a posse do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, a Justiça norte-americana vem atuando para frear algumas medidas estabelecidas pelo republicano. De acordo com o UOL, decisões polêmicas já foram barradas, sendo a primeira delas a que negava direito à cidadania a filhos de imigrantes nascidos nos EUA. A segunda ordem executiva do presidente, barrada pela juíza federal Loren AliKhan, foi a ordem para congelar bilhões de dólares em ajudas financeiras, como socorro a desastres, compra de merenda escolar e empréstimos a pequenas empresas, assim como apoio a pacientes com Aids e planos de combate à pobreza que seriam congelados. Após o despacho, a Casa Branca revogou a ordem. A Justiça também impediu Trump, no último dia 30, de transferir uma detenta trans para um presídio masculino. A decisão contrariou determinação do republicano, que cortou o financiamento a programas de afirmação de gênero para detentos e determinou que só haveria dois gêneros nos EUA. Como se trata de uma decisão individual, porém, ela não impede a transferência de outras detentas trans a presídios masculinos. Vale lembrar que no mesmo dia da sua posse, em 20 de janeiro, Trump promoveu um "revogaço" de 78 medidas do antecessor Joe Biden. Essas decisões unilaterais são conhecidas nos EUA como "ordens executivas", mas quando elas extrapolam as atribuições do presidente, essas ordens podem acabar barradas pela Justiça. E é o que vem acontecendo, já que promotores, organizações sociais e estados governados por democratas ajuizaram dezenas de processos contra as ordens executivas de Trump.
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