Queda de bimotor deixa um morto e população leva parte do dinheiro no Paraguai
Aeronave transportava dólares e reais; polícia investiga desaparecimento de parte da carga22 Abr 2026 / 15h50

Aeronave da Força Aeroespacial transportava militares; presidente cobra investigação e modernização das forças
Foto: Reprodução
Ao menos 34 soldados morreram nesta segunda-feira após a queda de um avião militar Lockheed C-130 Hercules no sul da Colômbia. A aeronave transportava 121 pessoas e caiu pouco depois de decolar na região amazônica. O governador do departamento de Putumayo, Jhon Gabriel Molina, confirmou o número de mortos. Fontes do Exército também relataram o mesmo balanço inicial.O presidente Gustavo Petro informou que 83 militares ficaram feridos no acidente. Segundo ele, o avião havia partido de Puerto Leguízamo com destino a Puerto Asís quando caiu. As causas ainda são investigadas. Imagens divulgadas por veículos locais mostram destroços em chamas e uma densa coluna de fumaça. Um vídeo registra o momento em que a aeronave perde altitude logo após a decolagem.A fabricante Lockheed Martin lamentou o acidente e afirmou que dará apoio às autoridades colombianas na apuração. Em meio à tragédia, Petro criticou entraves burocráticos que, segundo ele, atrasam a modernização das Forças Armadas. O presidente afirmou que não permitirá novos adiamentos e cobrou responsabilidade de gestores civis e militares.Autoridades militares prometeram conduzir a investigação com transparência. O comandante das Forças Armadas declarou que o caso será tratado com “responsabilidade e humanidade”. O acidente ocorre em meio ao período eleitoral no país. Candidatos à presidência manifestaram solidariedade às famílias das vítimas e pediram rigor na apuração.Os aviões do modelo Hércules C-130 são utilizados há décadas em operações militares e logísticas. A Colômbia opera essas aeronaves desde o final dos anos 1960, incluindo unidades modernizadas com apoio dos Estados Unidos.
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