Mulher grávida de 8 meses é detida suspeita de tráfico de drogas em Igaporã
Porções de cocaína foram encontradas dentro da bolsa da suspeita, diz PM22 Abr 2026 / 08h00

Pesquisa foi desenvolvida por alunos de escola estadual de Igaporã e propõe alternativa acessível para pequenos produtores
Foto: Reprodução
A estiagem prolongada no semiárido baiano segue como um dos principais entraves para a pecuária, sobretudo entre pequenos produtores, que enfrentam dificuldade para manter a alimentação do rebanho durante os períodos de seca. Diante desse cenário, estudantes do Colégio Estadual de Tempo Integral de Igaporã desenvolveram um suplemento alimentar para bovinos à base de Moringa oleifera, planta conhecida pelo alto valor nutricional e adaptação a regiões áridas.O projeto foi conduzido por Lívia Lopes e Pedro Henrique, sob orientação dos professores Poliana Cardoso e Robson Costa. A proposta surgiu a partir da observação das dificuldades enfrentadas por criadores locais, especialmente no período em que o pasto se torna escasso e o custo com ração industrializada aumenta. Segundo os estudantes, a moringa apresenta vantagens como fácil cultivo, baixo custo de produção e elevada concentração de nutrientes, incluindo proteínas, ferro, cálcio e vitaminas.Durante a pesquisa, os alunos realizaram visitas técnicas a quatro propriedades rurais da região. Em duas delas, a planta já era utilizada como complemento alimentar para o gado. Nas demais, predominavam métodos tradicionais, como o uso de capim, palma e cana-de-açúcar. A partir dessas observações, o projeto buscou estruturar uma alternativa viável e sustentável, com potencial para reduzir custos e ampliar o acesso à suplementação alimentar no campo.A iniciativa se insere no esforço de adaptação da produção rural às condições climáticas do semiárido, onde a irregularidade das chuvas impacta diretamente a produtividade e a renda dos produtores.
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