Homem morre após ser atropelado por dois veículos na BA‑156, em Caetité
Vítima entrou repentinamente na pista, segundo informações iniciais27 Abr 2026 / 22h20

Por: Willian Silva
Foto: Arquivo | Sudoeste Bahia
Na manhã desta sexta-feira (28), o vereador Júlio César Ladeia (Julão), líder da bancada de oposição, concedeu entrevista à Rádio Educadora, falando sobre os fatos envolvendo alguns vereadores da Câmara de Caetité. Na entrevista obtida pelo Sudoeste Bahia, Julão disse que “quando as pessoas dizem vereadores, estão colocando todos na mesma vala. Todo mundo sabe o meu posicionamento, todo mundo sabe o posicionamento da oposição. O fato é que, em 2013, nós entramos com uma petição, pedindo (sic) a criação de uma comissão de inquérito parlamentar, que tinha indícios de que os lotes da prefeitura estavam sendo vendidos por pessoas ligadas ao legislativo de Caetité. Fizemos as assinaturas e foi arguido o argumento de que a gente não tinha número e foi arquivado”, disse o líder da bancada de oposição. Quanto a composição da chapa – formada por vereadores de situação e oposição – que garantiu a eleição do vereador Álvaro Montenegro (Nem de Dácio), para comandar o legislativo caetiteense no biênio 2019/2020, Julão disse que tentou emplacar a candidatura do vereador João do Anguá como candidato da oposição, mas não houve unanimidade. “Eu sou homem de perder e ganhar eleição, não tenho medo. Eu gosto é de marcar posição. Na ocasião, o grupo sentiu de dar uma resposta desse negócio de prefeito dentro de casa fazer presidente de Câmara. Então surgiu a candidatura de seu Álvaro. Eu não tenho nenhuma ligação política com o senhor Álvaro, eu não me alinho politicamente com o senhor Álvaro, não estou coligado com o senhor Álvaro. O que o senhor Álvaro quer é ser prefeito de Caetité e, se Deus me permitir e o povo quiser, eu também quero. Isso é normal de quem mexe com política. O fato é que, eles perderam as eleições e, após a perca das eleições, aparece a reativação dessa Comissão Parlamentar de Inquérito. Não tem nada de cassação de mandato de vereador, conforme está sendo alardeador por ai. O que vamos pedir é uma investigação.” Quanto as declarações do vereador João do Povo, em entrevista concedida à mesma emissora, segundo Julão, declarou que se trata de "dor de cotovelo” do candidato que perdeu as eleições da Câmara e que, o pedido não tem nada a ver coma solicitação da população. “Esse negócio do vereador que veio aqui (na emissora), que eu não vou citar o nome dele, mas parece que está sendo divulgado que João, o candidato que perdeu as eleições, que o povo está pedindo a ele, esse mesmo povo que está pendido agora, pediu em 2013 quando eu, Cláudio César e a bancada pediu essa averiguação. Esse negócio de o povo pediu, não. É uma questão política, dor de cotovelo de quem perdeu a eleição”, enfatizou Júlio. Em um outro ponto da entrevista, falando sobre o cancelamento da sessão, que estava marcada para a última quarta-feira (26), Júlio citou um caso semelhante que houve no passado e que teve uma solicitação sua de cancelamento questionada, segundo ele. “As pessoas precisam saber quem é o joio e quem é o trigo na Câmara de Caetité”, pontuou o vereador. Ouça a entrevista.
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