Homem morre após ser atropelado por dois veículos na BA‑156, em Caetité
Vítima entrou repentinamente na pista, segundo informações iniciais27 Abr 2026 / 22h20

Foto: Willian Silva | Sudoeste Bahia
Em entrevista concedida à Rádio Educadora de Caetité, na quarta-feira (26), o vereador João da Silva Chaves, o “João do Povo”, fez um balanço do seu mandato no período, bem como a respeito da Eleição da nova Mesa Diretora da Câmara para o biênio 2019/2020, ocorrida no último dia 13. Na entrevista concedida à Silvano Silva, ele considerou como histórica a votação da Câmara tendo como seu concorrente numa segunda chapa o vereador Álvaro Montenegro “Nem de Dácio” que, de acordo com o edil surpreendeu a todos presentes na sessão, emplacando uma chapa encabeçada por Álvaro e por vereadores da oposição. Segundo João do Povo, o método utilizado por seu concorrente não foi o correto e que “não concordo e não considero como ético o que foi feito naquele momento. Mas, como estamos na democracia, já que fizemos uma conversa anterior e nosso grupo político é composto por 10 vereadores. Eu obtive seis votos contra quatro do vereador Zacarias. E o outro vereador disse, naquele momento, que não era mais candidato a Presidente da Câmara.” Em outro trecho da sua fala na Educadora, ele parabenizou o prefeito Aldo Gondim por sua posição em não indicar ninguém como candidato e classificou o prefeito como democrático. Chaves também citou o cancelamento da Sessão Extraordinária marcada para a noite de quarta, devido a não localização dos vereadores para a assinatura do protocolo do ofício de convocação. Conforme o vereador a população esta cobrando esclarecimentos a cerca da compra e venda irregular de lotes na antiga “Escola Agrícola’, hoje bairro Prisco Viana. “Esse processo já foi tramitado na Câmara em 2013 e foi arquivado. Por solicitação da comunidade que está cobrando de nós uma atitude, e, para fecharmos o nosso mandato com chave de ouro e todos os vereadores que vêm aqui à Rádio falar que é decente e que gosta da política com clareza, quer transparência, nós fizemos um requerimento à Mesa e que assinaram oito vereadores”. João do Povo ainda citou que os vereadores solicitaram o requerimento via e-mail e também um funcionário da Câmara foi à residência de todos os vereadores para assinarem o protocolo de recebimento do ofício convocatório, porém não obteve êxito. “Não sei o porquê que os vereadores recusaram a receber o ofício.” Na entrevista o vereador João do Povo disse que, a Sessão também foi convocada porque há autoridades políticas envolvidas. “Como existe autoridades denunciadas no meio da comunidade, nós como representantes do povo, solicitamos a Sessão para a abertura da Comissão Especial de Inquérito.” Confira a íntegra da entrevista.
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