Lula deve anunciar Desenrola 2.0 nesta semana, diz Durigan
Ministro se reuniu com representantes de divernos bancos do país para acordo final das condições do novo programa de renegociação de dívidas27 Abr 2026 / 18h00

Supostos esquemas consumiram R$ 130 milhões e envolveram servidores do Inep durante governo Dilma e primeiros meses do mandato de Bolsonaro
Foto: Reprodução
- A Polícia Federal (PF) deflagrou na manhã desta terça-feira (7) uma operação que investiga suspeitas de corrupção em contratos de gráficas que imprimiam provas do Enem. A apuração aponta envolvimento de funcionários públicos do Inep (Instituto Nacional de Estudos Educacionais), órgão do Ministério da Educação responsável pela prova, para favorecer empresas em processos milionários de contratação. Há indícios de enriquecimento ilícito de cerca de R$ 5 milhões dos servidores suspeitos de envolvimento nos desvios. Os supostos esquemas começaram no governo Dilma Rousseff e seguiram até os primeiros meses do mandato de Jair Bolsonaro. A PF mira contratos de R$ 728 milhões com a R.R Donnelley assinados entre 2010 e 2018 e outro de R$ 153 milhões firmado com a Valid S.A, entre janeiro e fevereiro de 2019, já no governo de Bolsonaro. De acordo com a apuração, a estimativa é que houve superfaturamento de R$ 130 milhões nas contratações e que o valor arrecadado a mais foi repassado para integrantes da organização criminosa composta por empresários, funcionários das empresas e servidores públicos. Os alvos são investigados pelos crimes de corrupção ativa e passiva, lavagem de dinheiro e crime contra lei de licitação. Ao todo a PF cumpre 41 mandados de busca e apreensão no Distrito Federal, São Paulo e Rio de Janeiro. Para tentar reaver o valor desviado, a Justiça Federal determinou o sequestro de R$ 130 milhões das empresas e pessoas envolvidas.
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