Brasil planeja criar centro nacional para resposta a epidemias e emergências em saúde
Estrutura deve ser implementada até 2027 para fortalecer a prevenção, monitoramento e combate a crises sanitárias e climáticas20 Jun 2026 / 13h00

Por: Juliana Rodrigues
Foto: Valter Campanato | Agência Brasil
Presidente deve se reunir hoje com a equipe econômica do governo para tratar da liberação do saque do benefício
O presidente Jair Bolsonaro disse ontem (20) que não vai propor o fim da multa de 40% sobre o saldo do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) de empregados demitidos sem justa causa. “Em nenhum momento vocês vão me ouvir falando de acabar com multa de 40% no FGTS”, disse a jornalistas, em entrevista em frente ao Palácio do Alvorada, segundo informações da Agência Brasil. No entanto, segundo ele, a multa virou regra, já que "dificilmente" se dá demissão por justa causa, em sua visão. “Dificilmente, você dá demissão por justa causa. Mesmo dando, o cara entra com ação contra você. Dificilmente se ganha ação nesse sentido. Os patrões pagam [a multa]”, disse. “Assim como quem estava empregado ficou mais difícil ser demitido, quem empregava começou a não empregar mais pensando em possível demissão”, justificou. Apesar disso, afirmou: “Não vou propor [o fim dos] 40%”. Na sexta (19) à noite, a assessoria de imprensa do Palácio do Planalto divulgou nota à imprensa negando qualquer estudo sobre o fim do pagamento da multa. Bolsonaro ainda afirmou que deve se reunir hoje (21) com ministros para tratar da liberação do saque de parte do FGTS.
Comentários
Ainda não há comentários. Seja o primeiro!
Comentar notícia
Os comentários são de responsabilidade de seus autores e não representam a opinião do Sudoeste Bahia. É vedada a inserção de comentários que violem a lei, a moral e os bons costumes ou violem direitos de terceiros. Nossa equipe poderá retirar, sem prévia notificação, comentários que não respeitem os critérios impostos neste aviso.