Lula deve anunciar Desenrola 2.0 nesta semana, diz Durigan
Ministro se reuniu com representantes de divernos bancos do país para acordo final das condições do novo programa de renegociação de dívidas27 Abr 2026 / 18h00

A cobrança extra passou de R$ 6,24 para R$ 9,49 a cada 100 kWh consumidos – ou seja, alta de 52%
Por: André Uzêda
Foto: Marcos Oliveira | Sudoeste Bahia
- No lema informal de campanha à Presidência, o candidato Jair Bolsonaro (sem partido) repetiu à exaustão que "a bandeira do Brasil jamais será vermelha". A referência era aos partidos de esquerda e movimentos comunistas que historicamente adotam tal cor como identificação. Ironicamente, a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) aprovou nesta terça-feira (29) o reajuste na bandeira tarifária vermelha patamar 2 - cobrança adicional aplicada às contas de luz realizada quando aumenta o custo de produção de energia. A cobrança extra passou de R$ 6,24 para R$ 9,49 a cada 100 kWh consumidos – ou seja, alta de 52%. O novo valor entra em vigor a partir de julho (mês que começa esta semana). O reajuste contrariou a área técnica da própria Aneel. A agência havia recomendado uma alta de R$ 11,50 a cada 100 kWh consumidos. O ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque, fez um pronunciamento na televisão na última segunda-feira (28) e pediu ao país uso "consciente e responsável" de água e energia. A última crise de energia elétrica no país foi em 2001, com racionamento durante o segundo mandato do presidente Fernando Henrique Cardoso.
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