Nova mudança chega às contas de luz dos baianos; entenda
Nova mudança chega às contas de luz dos baianos; entenda
Novidade faz parte de uma padronização nacional e será implantada de forma gradual nas contas de energia dos consumidores da Bahia
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A partir deste mês, a conta de luz dos baianos receberá um novo número de identificação – o Número da Unidade Consumidora (NUC) de 15 dígitos – que substitui o antigo “Código do Cliente”. A mudança, promovida pela Aneel e implementada automaticamente pela Neoenergia Coelba, será válida em todo o país, permitindo a coexistência dos dois números por 12 meses antes da substituição total, sem necessidade de ação por parte do consumidor.
- Além da padronização, a bandeira tarifária amarela permanece em vigor em setembro, gerando um acréscimo de R$ 1,885 a cada 100 kWh consumidos. A Aneel recomenda reduzir o uso de aparelhos elétricos e aproveitar a iluminação natural para minimizar o impacto na fatura. Serviços, pagamentos e atendimentos da distribuidora continuam operando normalmente.
Foto: Marcos Oliveira | Sudoeste Bahia
A conta de luz dos baianos terá um novo número de identificação a partir deste mês. A mudança faz parte de uma padronização nacional determinada pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) e substitui o antigo “Código do Cliente” pelo Número da Unidade Consumidora, código de 15 dígitos que será usado para identificar cada instalação de energia. A alteração será feita automaticamente pela Neoenergia Coelba e não exige nenhuma providência por parte do consumidor. O que muda para o consumidor - Durante 12 meses, os dois números poderão ser usados. Depois desse prazo, somente o novo Número da Unidade Consumidora será aceito. A alteração é automática e não exige nenhuma ação do consumidor. Serviços, pagamentos e atendimentos da distribuidora continuam funcionando normalmente. A mudança foi criada para deixar a identificação das unidades consumidoras igual em todo o país. Com isso, a Aneel pretende facilitar a localização dos contratos nos canais de atendimento, diminuir erros e trocas de informações, evitar números duplicados e tornar mais simples o acesso ao histórico e às solicitações de cada instalação. A regra vale inclusive para unidades com fornecimento suspenso ou desligado. Bandeira amarela mantém cobrança adicional - Além da alteração no número da conta, a bandeira tarifária amarela continua em vigor em setembro. Isso significa que a geração de energia está mais cara e há uma cobrança adicional para os consumidores. O sistema de bandeiras serve para informar quando as condições de produção de eletricidade aumentam ou reduzem o custo do fornecimento. Neste mês, o acréscimo é de R$ 1,885 a cada 100 kWh consumidos. Assim, o valor cobrado depende do consumo de cada residência ou estabelecimento: quanto maior o gasto de energia, maior será o impacto da cobrança adicional na fatura. Para reduzir o valor da conta, a Aneel recomenda evitar o uso desnecessário de aparelhos elétricos e aproveitar a iluminação natural sempre que possível. Em períodos de bandeira amarela, a redução do consumo pode ajudar a compensar parte do custo adicional cobrado na fatura.
Aneel mantém bandeira amarela na conta de luz em setembro
Aneel mantém bandeira amarela na conta de luz em setembro
A bandeira tarifária sinaliza ao consumidor os custos reais da geração de energia no país
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) anunciou que a bandeira tarifária de setembro será amarela, resultando em um acréscimo de R$ 1,885 por cada 100 kWh consumidos, efeito que já estava em vigor desde maio.
- A bandeira amarela indica um cenário de geração de energia menos favorável, exigindo o uso de fontes com custos de produção mais elevados. Em resposta, a Aneel recomenda que os consumidores adotem medidas simples de redução de consumo para controlar o valor da conta de luz.
Foto: Marcos Oliveira | Sudoeste Bahia
A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) informou nesta sexta-feira (28) que a bandeira tarifária de setembro será amarela. Com isso, os consumidores terão um acréscimo de R$ 1,885 a cada 100 kWh consumidos. A cobrança adicional está em vigor desde maio. O sistema de bandeiras tarifárias permite indicar aos consumidores as condições e os custos envolvidos na geração de energia elétrica no país. Quando há aumento no custo de produção, uma taxa adicional é incluída automaticamente na fatura de energia. De acordo com a Aneel, a bandeira amarela para setembro está relacionada a um cenário menos favorável para a geração de energia, que exige o acionamento de fontes com custos de produção mais elevados. Diante desse contexto, a agência recomenda que os consumidores adotem medidas para reduzir o consumo de eletricidade. Mudanças simples nos hábitos cotidianos podem contribuir para diminuir o gasto de energia e, consequentemente, ajudar no controle do valor da conta de luz.
Consumidores poderão escolher empresa de energia após decreto de Lula
Consumidores poderão escolher empresa de energia após decreto de Lula
Consumidores residenciais poderão escolher a empresa fornecedora de energia a partir de novembro de 2028.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O presidente Luiz Inácio Lula da Silva assinou um decreto que regulamenta a abertura do mercado livre de energia elétrica para consumidores atendidos em baixa tensão. A principal mudança permitirá que clientes escolham de qual empresa desejam comprar energia.
- A abertura do mercado será feita de forma gradual, e empresas dos setores industrial e comercial poderão migrar para o novo modelo a partir de novembro de 2027, enquanto consumidores residenciais e os demais clientes terão essa opção disponível a partir de novembro de 2028. O decreto não altera a geração nem a distribuição da energia elétrica.
Foto: Reprodução
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva assinou nesta quarta-feira (12) o decreto que regulamenta a abertura do mercado livre de energia elétrica para consumidores atendidos em baixa tensão. A principal mudança permitirá que clientes escolham de qual empresa desejam comprar energia. A abertura do mercado será feita de forma gradual. Empresas dos setores industrial e comercial poderão migrar para o novo modelo a partir de novembro de 2027. Já os consumidores residenciais e os demais clientes terão essa opção disponível a partir de novembro de 2028. O decreto não altera a geração nem a distribuição da energia elétrica. A medida estabelece as regras para que consumidores possam migrar para o Ambiente de Contratação Livre (ACL), além de criar mecanismos para garantir o fornecimento caso a empresa escolhida deixe de operar. A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) será responsável por regulamentar a transição, definir as regras de funcionamento do novo modelo e garantir a proteção dos consumidores durante o processo. No mesmo evento, o presidente também assinou decretos voltados ao incentivo do combustível sustentável de aviação, do hidrogênio de baixa emissão de carbono e de projetos de captura e armazenamento de carbono, como parte das ações do governo para ampliar a transição energética e reduzir as emissões de gases de efeito estufa.
Aneel mantém bandeira tarifária amarela em agosto
Aneel mantém bandeira tarifária amarela em agosto
Consumidores continuarão pagando adicional de R$ 1,88 a cada 100 kWh devido ao período seco e ao maior custo de geração de energia
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) anunciou a manutenção da bandeira tarifária amarela para o mês de agosto, o que significa a continuidade da taxa adicional de R$ 1,885 a cada 100 quilowatts-hora (kWh) consumidos na conta de luz. A decisão é justificada pelas condições climáticas desfavoráveis e pelo período de estiagem, que reduzem os níveis dos reservatórios das hidrelétricas e demandam o acionamento de usinas termelétricas, cujo custo de operação é mais elevado.
- O sistema de bandeiras tarifárias tem como objetivo principal sinalizar ao consumidor o custo real da produção de energia elétrica no país, incentivando o consumo consciente. Enquanto a bandeira verde indica condições favoráveis sem custo extra, as bandeiras amarela e vermelha (patamares 1 e 2) aplicam cobranças adicionais proporcionais à complexidade e ao custo de geração de energia no período.
Foto: Marcos Oliveira | Sudoeste Bahia
A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) anunciou nesta sexta-feira (31) a manutenção da bandeira tarifária amarela para o mês de agosto. Com a decisão, os consumidores continuarão pagando um adicional de R$ 1,885 a cada 100 quilowatts-hora (kWh) consumidos na conta de luz. A cobrança extra está em vigor desde maio. Segundo a Aneel, a permanência da bandeira amarela reflete as condições menos favoráveis para a geração de energia no país durante o período de estiagem. Com a redução dos níveis dos reservatórios das hidrelétricas, cresce a necessidade de acionamento das usinas termelétricas, que possuem custo de produção mais elevado. O sistema de bandeiras tarifárias foi criado para indicar aos consumidores o custo real da geração de energia elétrica. Quando as condições são favoráveis, é aplicada a bandeira verde, sem cobrança adicional. Já em cenários de maior custo, entram em vigor as bandeiras amarela ou vermelha, com acréscimos na tarifa. Atualmente, os valores extras cobrados são de R$ 1,88 a cada 100 kWh na bandeira amarela, R$ 4,46 na bandeira vermelha patamar 1 e R$ 7,87 na bandeira vermelha patamar 2. A bandeira verde, por sua vez, não gera cobrança adicional ao consumidor. De acordo com a agência reguladora, a sinalização busca tornar mais transparente o custo da produção de energia e incentivar o consumo consciente, especialmente em períodos de menor disponibilidade hídrica.
Quebradeira atinge comercializadoras de energia no Brasil
Quebradeira atinge comercializadoras de energia no Brasil
Recuperações judiciais e alta volatilidade do mercado pressionam comercializadoras de energia, enquanto governo afirma que não há risco sistêmico para o setor.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O mercado livre de energia elétrica no Brasil enfrenta uma crise sem precedentes, com comercializadoras acumulando dívidas superiores a R$ 6 bilhões e demandando recuperações judiciais e extrajudiciais. Empresas de destaque como 2W Ecobank, Tradener, Electra e Gold estão entre as mais afetadas por um cenário de extrema volatilidade de preços, exposição a riscos semelhantes ao de commodities e mudanças regulatórias severas.
- Em resposta à crise, o Ministério de Minas e Energia, a Aneel e a CCEE buscam tranquilizar o mercado ao afastar riscos de desabastecimento sistêmico, enquanto articulam novas regras para elevar a segurança financeira do setor. Paralelamente, entidades de classe recomendam que grandes consumidores redobrem os cuidados e analisem criteriosamente a saúde fiscal das comercializadoras antes de firmar novos contratos.
Foto: Reprodução
O mercado livre de energia elétrica no Brasil enfrenta a maior crise de sua história. Empresas especializadas na compra e venda de energia para grandes consumidores acumulam mais de R$ 6 bilhões em dívidas, em um cenário marcado por recuperações judiciais, dificuldades financeiras e aumento da preocupação entre clientes e investidores. Entre as empresas mais afetadas estão a 2W Ecobank, Tradener, Electra e Gold, que juntas concentram passivos bilionários. Apenas entre abril e maio deste ano, quatro comercializadoras recorreram à recuperação judicial ou extrajudicial, refletindo o agravamento da situação no setor. Especialistas apontam que a crise é resultado de uma combinação de fatores. A forte volatilidade dos preços da energia no mercado de curto prazo, mudanças nas regras de comercialização, aumento das exigências de garantias financeiras e eventos climáticos que reduziram a oferta de energia hidrelétrica pressionaram os custos das empresas. Em muitos casos, contratos foram firmados por valores que depois se mostraram insuficientes para cobrir os compromissos assumidos. Outro fator que agravou o cenário foi a atuação de algumas comercializadoras em operações de maior risco, semelhantes às negociações realizadas nos mercados de commodities, deixando empresas expostas às oscilações de preços da energia. Apesar da crise, o Ministério de Minas e Energia informou que acompanha permanentemente a situação e afirmou que, até o momento, os indicadores analisados não apontam risco sistêmico para o abastecimento de energia no país. A Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE) e a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) também informaram que trabalham em medidas para reforçar a segurança financeira do mercado e aperfeiçoar as regras do setor. Enquanto isso, entidades que representam os grandes consumidores orientam empresas a redobrarem os cuidados antes de fechar contratos, avaliando a saúde financeira das comercializadoras para reduzir riscos e evitar prejuízos em caso de novas quebras no mercado.
Aneel mantém bandeira e conta de luz seguirá mais cara em junho
Aneel mantém bandeira e conta de luz seguirá mais cara em junho
Cobrança extra de R$ 1,885 a cada 100 kWh consumidos permanece devido à redução das chuvas e ao maior uso de usinas termelétricas.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) confirmou a manutenção da bandeira tarifária amarela para o mês de junho, o que significa que os consumidores brasileiros continuarão a pagar um acréscimo de R$ 1,885 para cada 100 quilowatts-hora (kWh) consumidos. Esta cobrança adicional, que se aplica aos usuários atendidos pelo Sistema Interligado Nacional (SIN), permanece em vigor após ter sido ativada em maio, sucedendo um período de bandeira verde de janeiro a abril de 2026.
- A decisão da Aneel é motivada principalmente pelas condições climáticas, com a redução das chuvas impactando a capacidade de geração das hidrelétricas e exigindo o acionamento de usinas termelétricas, que possuem custos operacionais mais elevados. O sistema de bandeiras tarifárias, instituído em 2015, serve para sinalizar os custos reais da produção de energia, com a bandeira amarela indicando um aumento nas despesas. Diante disso, especialistas recomendam que os consumidores adotem hábitos de consumo consciente para minimizar o impacto na conta de luz.
Foto: Reprodução
A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) anunciou a manutenção da bandeira tarifária amarela para o mês de junho. Com a decisão, os consumidores brasileiros continuarão pagando uma cobrança adicional nas contas de energia elétrica ao longo do próximo mês. Pela regra em vigor, será aplicado um acréscimo de R$ 1,885 para cada 100 quilowatts-hora (kWh) consumidos. A medida vale para todos os usuários atendidos pelo Sistema Interligado Nacional (SIN), responsável pelo fornecimento de energia para a maior parte do país. Segundo a Aneel, a manutenção da bandeira amarela está relacionada às condições climáticas observadas neste período do ano. A redução das chuvas em diversas regiões brasileiras diminui a capacidade de geração das hidrelétricas, exigindo o acionamento de usinas termelétricas, que possuem custo de operação mais elevado. De janeiro a abril de 2026, os consumidores foram beneficiados pela bandeira verde, que não prevê cobrança adicional na conta de luz. No entanto, em maio, a Aneel acionou a bandeira amarela diante da mudança no cenário de geração de energia. A condição permanece para junho. Criado em 2015, o sistema de bandeiras tarifárias tem como objetivo informar aos consumidores os custos reais da produção de energia elétrica no país. O mecanismo funciona como um sinalizador que indica, mês a mês, se a geração está mais barata ou mais cara. As bandeiras são definidas com base em estudos e projeções realizados pelo Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), responsável por avaliar as condições de operação do sistema energético brasileiro. A análise considera fatores como volume dos reservatórios, previsão de chuvas e necessidade de utilização de fontes alternativas de geração. Quando a bandeira é verde, não há cobrança extra. Já as bandeiras amarela e vermelha representam custos adicionais, refletindo o aumento das despesas para produzir e distribuir energia elétrica no país. A recomendação dos especialistas é que os consumidores mantenham hábitos de consumo consciente para reduzir o impacto da cobrança adicional no orçamento familiar.
Conta de luz terá cobrança extra em junho com bandeira amarela, anuncia Aneel
Conta de luz terá cobrança extra em junho com bandeira amarela, anuncia Aneel
Mudança ocorre após quatro meses de bandeira verde e reflete redução das chuvas e aumento dos custos de geração de energia
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) anunciou nesta sexta-feira a aplicação da bandeira tarifária amarela nas contas de energia elétrica a partir de junho. Com essa medida, os consumidores enfrentarão um custo adicional de R$ 1,885 a cada 100 quilowatts-hora (kWh) consumidos. A decisão é justificada pela redução das chuvas durante a transição para o período seco, o que diminui a capacidade de geração das hidrelétricas e demanda o uso de usinas termelétricas, que possuem custo operacional mais elevado.
- Este cenário marca uma mudança após quatro meses consecutivos (janeiro a abril) de bandeira verde, período sem cobranças adicionais devido às condições favoráveis de geração. O sistema de bandeiras tarifárias, instituído em 2015, visa informar os consumidores sobre os custos reais da produção de energia elétrica, indicando que a bandeira amarela adiciona R$ 1,88 por 100 kWh e as bandeiras vermelhas impõem encargos ainda maiores. A retomada da bandeira amarela reflete a piora das condições de geração no país.
Foto: Marcos Oliveira | Sudoeste Bahia
A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) informou nesta sexta-feira (29) que a bandeira tarifária amarela será aplicada nas contas de energia elétrica do mês de junho. Com a medida, os consumidores pagarão um adicional de R$ 1,885 a cada 100 quilowatts-hora (kWh) consumidos. De acordo com a agência, a mudança foi motivada pela redução das chuvas durante a transição do período chuvoso para o período seco, cenário que diminui a capacidade de geração das hidrelétricas e exige o acionamento de usinas termelétricas, cuja produção tem custo mais elevado. Entre janeiro e abril deste ano, a bandeira tarifária permaneceu verde, sem cobrança adicional nas contas de luz, devido às condições favoráveis para a geração de energia no país. O sistema de bandeiras tarifárias foi criado em 2015 para indicar aos consumidores os custos reais da produção de energia elétrica. Na bandeira verde não há cobrança extra. Já na bandeira amarela, é aplicado um acréscimo de R$ 1,88 a cada 100 kWh consumidos. Nos casos de bandeira vermelha, os custos são ainda maiores. No patamar 1, a cobrança adicional é de R$ 4,46 por 100 kWh consumidos, enquanto no patamar 2 o valor sobe para R$ 7,87. Após encerrar 2025 com bandeiras vermelhas entre junho e novembro e amarela em dezembro, o sistema voltou à bandeira verde nos quatro primeiros meses de 2026. Agora, a Aneel retoma a bandeira amarela diante da piora das condições de geração de energia no país.
Aneel mantém bandeira verde e conta de luz segue sem taxa extra em abril
Aneel mantém bandeira verde e conta de luz segue sem taxa extra em abril
Nível dos reservatórios se mantém estável após chuvas e reduz custo de geração
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Foto: Marcos Oliveira | Sudoeste Bahia
A Agência Nacional de Energia Elétrica anunciou a manutenção da bandeira tarifária verde para o mês de abril, mantendo os consumidores sem cobrança adicional na conta de luz. A medida segue o cenário observado desde janeiro e reflete as condições favoráveis de geração de energia no país. Com a bandeira verde, não há acréscimo nas tarifas, diferentemente dos períodos em que são acionadas as bandeiras amarela ou vermelha.Segundo a agência, o resultado está diretamente ligado ao volume de chuvas registrado em março, que garantiu níveis satisfatórios nos reservatórios das hidrelétricas. Com mais água disponível, o sistema elétrico consegue operar com menor dependência das usinas termelétricas, que possuem custo de produção mais elevado e impactam diretamente o valor final da energia.A manutenção do cenário reduz a pressão sobre as tarifas e mantém a conta de luz mais estável para os consumidores em todo o país.
Aneel autoriza Coelba a aumentar conta de energia na Bahia
Aneel autoriza Coelba a aumentar conta de energia na Bahia
Aumento entra em vigor na próxima segunda-feira, 22
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Foto: Marcos Oliveira | Sudoeste Bahia
- A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) autorizou um reajuste médio de 1,53% para as tarifas de energia da Companhia de Eletricidade do Estado da Bahia (Coelba), para entrar em vigor na próxima segunda-feira, 22. O reajuste médio para os consumidores cativos atendidos em baixa tensão (residenciais, em sua maioria) será de 1,62%, e para os atendidos em alta tensão (indústrias e comércio de grande porte) será de 1,28%. A Coelba atende a 6,6 milhões de unidades consumidoras em todo o estado. A Aneel informou que o processo é parte da Revisão Tarifária Periódica da Coelba, prevista no contrato de concessão da empresa, e os fatores que mais impactaram no cálculo da revisão foram os custos com compra e transporte de energia.
Novas regras da Tarifa Social devem beneficiar mais de 11 milhões de pessoas
Novas regras da Tarifa Social devem beneficiar mais de 11 milhões de pessoas
Principal mudança é o recadastramento automático das famílias através do cruzamento de dados dos sistemas do Ministério da Cidadania e das distribuidoras de energia
Por: Luciana Freire
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- A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) regulamentou nesta semana a inclusão automática na Tarifa Social de Energia Elétrica para famílias de baixa renda. De acordo com o governo federal, atualmente, são 12,3 milhões de famílias beneficiadas pela tarifa e a expectativa é que mais de 11 milhões tenham acesso ao benefício. De acordo com a Aneel, os critérios para a concessão de benefícios não mudaram. Podem receber a Tarifa Social de Energia famílias inscritas no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico), com renda familiar mensal per capita menor ou igual a meio salário mínimo nacional; idosos com 65 (sessenta e cinco) anos ou mais ou pessoas com deficiência, que recebam o Benefício de Prestação Continuada (BPC); ou família inscrita no CadÚnico com renda mensal de até três salários mínimos, que tenha membro portador de doença ou deficiência. Segundo a Agência Brasil, a principal mudança é que, a partir de janeiro de 2022, as famílias que se enquadrem nos critérios para recebimento do benefício, mas que ainda não estejam cadastradas serão incorporadas por meio do cruzamento de dados dos sistemas do Ministério da Cidadania e das distribuidoras de energia. O cadastramento automático ocorrerá mensalmente.
Aneel alerta para risco de falta de verba em meio à crise hídrica
Aneel alerta para risco de falta de verba em meio à crise hídrica
Documento, obtido pelo jornal Folha de S.Paulo, encaminhada ao secretário de Orçamento Federal do Ministério da Economia
Por: Luciane Freire
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Foto: Reprodução | Getty Images
- Ofício enviado pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) para o Ministério da Economia e obtido pelo jornal Folha de S.Paulo revela que a falta de recursos para despesas de custeio em 2022, em meio à crise hídrica, pode ter reflexos danosos ao setor elétrico.O documento mostra que, se os gastos discricionários não subirem de R$ 147 milhões, como quer a equipe econômica, para R$ 176 milhões, o impacto será grande nas atividades da agência. “O referencial apresentado (R$ 147,4 milhões) é mais baixo que o planejado pela Aneel e é insuficiente para o cumprimento mínimo de nossa programação”, afirma o texto assinado pelo diretor-geral da Aneel, André Pepitone em mensagem encaminhada ao secretário de Orçamento Federal do Ministério da Economia, Ariosto Antunes.
Aneel aprova aumento de 52% na conta de energia e bandeira do Brasil agora é vermelha 2
A cobrança extra passou de R$ 6,24 para R$ 9,49 a cada 100 kWh consumidos – ou seja, alta de 52%
Por: André Uzêda
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- No lema informal de campanha à Presidência, o candidato Jair Bolsonaro (sem partido) repetiu à exaustão que "a bandeira do Brasil jamais será vermelha". A referência era aos partidos de esquerda e movimentos comunistas que historicamente adotam tal cor como identificação. Ironicamente, a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) aprovou nesta terça-feira (29) o reajuste na bandeira tarifária vermelha patamar 2 - cobrança adicional aplicada às contas de luz realizada quando aumenta o custo de produção de energia. A cobrança extra passou de R$ 6,24 para R$ 9,49 a cada 100 kWh consumidos – ou seja, alta de 52%. O novo valor entra em vigor a partir de julho (mês que começa esta semana). O reajuste contrariou a área técnica da própria Aneel. A agência havia recomendado uma alta de R$ 11,50 a cada 100 kWh consumidos. O ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque, fez um pronunciamento na televisão na última segunda-feira (28) e pediu ao país uso "consciente e responsável" de água e energia. A última crise de energia elétrica no país foi em 2001, com racionamento durante o segundo mandato do presidente Fernando Henrique Cardoso.
Aneel aprova reajuste tarifário para energia elétrica na Bahia; confira
Aneel aprova reajuste tarifário para energia elétrica na Bahia; confira
Por: Kamile Martinho
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Foto: Reprodução | Getty Images
- A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) aprovou ontem (22) o reajuste tarifário de 2021 da Companhia de Eletricidade do Estado da Bahia (Coelba). As novas tarifas entraram em vigor na própria quinta-feira. Segundo tabela divulgada pela agência, o reajuste foi de 7,26% para os consumidores residenciais. Para os consumidores cativos (que não participam do mercado livre e são atendido sob condições reguladas), segue a tabela: baixa tensão - 7,82%; efeito médio - 8,98% alta tensão - 12,28%. Os fatores que mais impactaram os processos tarifários foram: custos com distribuição, pagamento de encargos setoriais e aquisição de energia.
Conta de luz continua com bandeira amarela em fevereiro
Conta de luz continua com bandeira amarela em fevereiro
Por: Juliana Rodrigues
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Foto: Marcos Oliveira | Sudoeste Bahia
- A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) informou nesta sexta-feira (29) que a conta de luz permanecerá com bandeira tarifária amarela em fevereiro. O valor é o mesmo que foi estabelecido para janeiro: R$ 1,34 para cada 100 quilowatts consumidos por hora. A informação é da Agência Brasil. Segundo a agência, apesar de fevereiro ser um mês tipicamente mais chuvoso, os reservatórios das hidrelétricas seguem em recuperação lenta, o que demanda maior contenção do consumo. "A combinação de reservatórios baixos com a perspectiva de chuvas abaixo da média histórica sinaliza patamar desfavorável de produção de energia pelas hidrelétricas, pressionando os custos relacionados ao risco hidrológico (GSF)", informou a Aneel.
























