Quaest indica empate técnico entre Lula e Flávio Bolsonaro no 2º turno
Petista tem 42%, e senador aparece com 41% na simulação13 Mai 2026 / 08h30

Jovens de 17 anos enfrentavam a doença há anos e criaram laço durante internações
Por: Redação Sudoeste Bahia
Foto: Reprodução
Duas adolescentes de 17 anos que tratavam leucemia em Rondônia morreram com cerca de uma hora de diferença na segunda‑feira (11). Lara Gabriela Noé Diniz Vláxio e Maria Eduarda Ramos, a Duda, se conheceram durante o tratamento oncológico e mantinham uma amizade construída ao longo de internações, exames e longos períodos em hospitais. Lara, de Porto Velho, recebeu o diagnóstico de leucemia linfoblástica aguda em 2021. Após anos de quimioterapia, chegou a concluir uma etapa do tratamento em 2024, mas exames recentes indicaram a volta da doença. Ela havia iniciado um novo protocolo e aguardava avaliação para transplante de medula. Maria Eduarda, moradora de Cacoal, tratava a doença havia cerca de três anos e meio. Em abril deste ano, comemorou o fim de um ciclo de quimioterapia, mas apresentou piora após uma recaída agressiva. Segundo a família, o câncer atingiu o sistema nervoso central, o que agravou rapidamente o quadro clínico. As duas estavam internadas em Porto Velho quando morreram. A proximidade das datas e horários dos óbitos chamou atenção de familiares e amigos, que acompanharam as trajetórias das adolescentes ao longo dos últimos anos. O velório de Maria Eduarda ocorreu nesta quinta‑feira (14), em Cacoal.
Comentários
Ainda não há comentários. Seja o primeiro!
Comentar notícia
Os comentários são de responsabilidade de seus autores e não representam a opinião do Sudoeste Bahia. É vedada a inserção de comentários que violem a lei, a moral e os bons costumes ou violem direitos de terceiros. Nossa equipe poderá retirar, sem prévia notificação, comentários que não respeitem os critérios impostos neste aviso.