Câmara aprova projeto que prevê acesso gratuito a terapias avançadas contra o câncer
Texto prevê acesso pelo SUS a terapias como imunoterapia e incentiva produção nacional
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Foto: Reprodução
A Câmara dos Deputados aprovou, nesta terça-feira (24), o Projeto de Lei 126/25, que estabelece diretrizes para o desenvolvimento e a regulação sanitária de novas tecnologias contra o câncer. A proposta é de autoria da senadora Dra. Eudócia (PL-AL). O texto garante o acesso gratuito, por meio do Sistema Único de Saúde (SUS), a terapias avançadas, incluindo vacinas de imunoterapia. A matéria já havia sido aprovada pelo Senado e segue agora para sanção presidencial.No plenário, foi aprovado o parecer da deputada Rosângela Reis (PL-MG), que manteve o conteúdo original da proposta, sem alterações. O projeto estabelece regras para o desenvolvimento, pesquisa, produção, distribuição e acesso a vacinas e medicamentos de alto custo voltados ao tratamento do câncer.Entre as diretrizes previstas estão a redução da dependência de importações, o estímulo à transferência de tecnologia e o incentivo à formação de parcerias público-privadas. O texto também prevê ações de educação em saúde para ampliar a conscientização sobre o acesso a vacinas e tratamentos oncológicos. Em relação às compras públicas, a proposta prioriza tecnologias que tenham princípio ativo ou componentes desenvolvidos no Brasil.O projeto também autoriza o Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (FNDCT) a destinar recursos para pesquisas, projetos e estudos voltados ao desenvolvimento de tecnologias contra o câncer no país.
BahiaFarma firma parceria internacional para produzir medicamento contra câncer
Acordo prevê transferência de tecnologia para fabricação de medicamentos biológicos usados no tratamento de câncer e doenças raras.
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Foto: Reprodução
A BahiaFarma formalizou uma parceria com a Bionovis S.A. – Companhia Brasileira de Biotecnologia Farmacêutica e a Dr. Reddy's Laboratories para a transferência de tecnologia voltada à produção de medicamentos biológicos no Brasil. O acordo foi firmado após termo de compromisso celebrado entre as empresas e o Ministério da Saúde do Brasil, dentro da estratégia de ampliar a capacidade produtiva nacional e reduzir a dependência de importações.Pela parceria, a unidade baiana passará a produzir o medicamento biológico nivolumabe, utilizado no tratamento de cânceres avançados ou metastáticos. O remédio será fabricado nas dosagens de 40 mg (4 ml) e 100 mg (10 ml) e deverá atender principalmente pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS). O anúncio ocorre poucos dias após outro acordo firmado pelo governo baiano, por meio da BahiaFarma, com a empresa sul-coreana Samsung Bioepis e a própria Bionovis.A formalização ocorreu durante o Fórum Empresarial Coreia-Brasil 2026, realizado em Seul. Nesse caso, a parceria prevê a transferência de tecnologia para fabricação do eculizumabe, medicamento biológico utilizado no tratamento da Hemoglobinúria Paroxística Noturna (HPN), doença rara do sangue que provoca a destruição excessiva dos glóbulos vermelhos.A expectativa é que a produção local dos medicamentos permita ampliar o acesso aos tratamentos por meio do SUS e reduzir os custos para o sistema público de saúde.A iniciativa também busca fortalecer o desenvolvimento tecnológico e a capacidade industrial da área farmacêutica no Brasil.
Bahiafarma vai fabricar fármacos para câncer e doenças raras
Produção inclui fármacos usados em tratamentos oncológicos e doenças raras, aprovados pelo Ministério da Saúde dentro da Parceria para o Desenvolvimento Produtivo.
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Foto: Fidelis Melo | GOVBA
A Bahia passará a produzir quatro medicamentos biológicos destinados ao tratamento de câncer e de doenças raras por meio da Bahiafarma (Fundação Baiana de Pesquisa Científica e Desenvolvimento Tecnológico). A aprovação dos projetos, vinculados à Parceria para o Desenvolvimento Produtivo (PDP), foi anunciada nesta segunda-feira (24) durante reunião do Grupo Executivo do Complexo Econômico-Industrial da Saúde (GECEIS), no Hospital Israelita Albert Einstein, em São Paulo, com a presença do governador Jerônimo Rodrigues. Segundo o governo estadual, o investimento federal permitirá ampliar a oferta de medicamentos do SUS fabricados no estado. As PDPs aprovadas contemplam a produção de quatro biológicos: Bevacizumabe, usado no tratamento de degeneração macular e de diversos tipos de câncer; Eculizumabe, voltado à Hemoglobinúria Paroxística Noturna (HPN); Nivolumabe, indicado para melanoma avançado e Câncer de Pulmão de Células Não Pequenas; e Pertuzumabe, utilizado em casos de câncer de mama inicial e metastático.A secretária da Saúde da Bahia, Roberta Santana, afirmou que os biológicos representam tecnologia de alta complexidade no setor farmacêutico e reforçam a inserção do estado na área de biotecnologia. A reunião do GECEIS integra uma ação interministerial do Ministério da Saúde para ampliar produção nacional de insumos e fortalecer o Complexo Econômico-Industrial da Saúde (CEIS). A iniciativa busca desenvolver tecnologias estratégicas e garantir abastecimento ao SUS por meio de linhas produtivas distribuídas pelo país.A aprovação encerra um processo iniciado em 2024, quando a Bahiafarma encaminhou 18 propostas ao Ministério da Saúde — 15 ao Programa de PDP e três ao Programa de Desenvolvimento e Inovação Local (PDIL) — como parte da estratégia de reestruturação da Fundação e de expansão produtiva no Nordeste. Visita à BionovisNa parte da tarde, o governador Jerônimo Rodrigues, a secretária Roberta Santana e a presidente da Bahiafarma, Ceuci Nunes, visitaram a planta da Bionovis, fábrica brasileira de biomedicamentos que passa a integrar a parceria com a Bahiafarma após assinatura firmada nesta segunda (24).De acordo com Ceuci Nunes, a meta é consolidar a Fundação entre os principais laboratórios públicos do país. A Bahiafarma deverá operar como uma unidade reduzida da estrutura apresentada pela Bionovis, responsável por transferir tecnologia para a produção dos quatro biomedicamentos incluídos nas PDPs.
UNACON de Caetité funcionará plenamente até novembro, diz diretoria
Unidade de Alta Complexidade em Oncologia atende mais de 40 municípios
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Diretora da Unacon de Caetité, Drª Lygia Tinoco / Foto: Júnior Moreira | Sudoeste Bahia
A Unidade de Alta Complexidade em Oncologia (Unacon) de Caetité deverá entrar em funcionamento pleno até novembro deste ano. A informação foi confirmada pela diretora-geral da unidade, a oncologista Lygia Tinoco, em entrevista ao portal Sudoeste Bahia. Segundo a médica, a Fundação Baiana de Cardiologia, que assumiu a gestão da Unacon em junho de 2025, ainda realiza ajustes operacionais e o mapeamento dos pacientes já atendidos, os que aguardam retorno e aqueles inseridos na lista única. O objetivo, segundo ela, é garantir um atendimento equitativo e de qualidade a todos os usuários do sistema. “Atualmente, o funcionamento é parcial, mas estamos avançando. A espera para os primeiros cuidados oncológicos, dentro da lista única, é de no máximo três semanas. Já tivemos casos de pacientes operados há duas semanas que já iniciaram o tratamento oncológico”, destacou Lygia. A Unacon de Caetité atende mais de 40 municípios da região, o que representa uma população estimada em quase 2 milhões de pessoas — número comparável ao da cidade de Curitiba, no Paraná. “Precisamos refazer todas as guias de atendimento junto ao SUS para entender cada caso e definir o tratamento mais adequado. Hoje, esse processo está organizado e todos os pacientes estão recebendo os cuidados necessários. Nossa missão é oferecer acolhimento e um atendimento digno a todos”, afirmou a diretora. Lygia também ressaltou a importância das parcerias com a Prefeitura de Caetité e com o Governo da Bahia. Segundo ela, o apoio institucional tem sido fundamental para o avanço da unidade. “A prefeitura continua atuante, garantindo os recursos e o suporte necessários. A Secretaria da Saúde do Estado da Bahia (Sesab) também acompanha de perto e contribui para que a Unacon funcione de forma plena e acessível a todos”, explicou. A médica informou ainda que o Governo do Estado deve entregar, em breve, um novo tomógrafo e outros insumos que vão reforçar a capacidade de atendimento da unidade. “Acreditamos que até novembro, como planejado, a Unacon esteja operando de forma plena”, concluiu Lygia. Confira a entrevista abaixo:
Ex-secretária de Saúde de Caetité morre vítima de câncer
Por: Redação do Sudoeste Bahia
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Foto: Marcos Oliveira | Sudoeste Bahia
- Morreu na manhã deste domingo (15), no estado de São Paulo, a ex-secretária de Saúde de Caetité Cynthia Lopes. Cynthia estava internada em um leito de UTI do Hospital Albert Einstein, por conta do agravamento de seu estado de saúde, em razão de um câncer no pâncreas, que foi diagnosticado no ano passado. Em decorrência da doença, Cynthia chegou a ingressar com uma ação judicial contra a gestão pública caetiteense, após recusa da Prefeitura Municipal em conceder a ela o acesso à vacina contra a Covid-19, já que a ex-secretária fazia constantes viagens a São Paulo para realizar os procedimentos médicos. Enfermeira de formação, Lopes esteve à frente da Secretaria de Saúde de Caetité entre os anos de 2009 até 2020, quando terminou o mandato do então prefeito Aldo Gondim (PSD). Como profissional de saúde, a enfermeira era uma voraz defensora do Sistema Único de Saúde (SUS) e, mesmo doente, não deixou de prestar atendimento aos munícipes que por ela procuravam. Ainda como secretária, Cynthia foi uma das pessoas responsáveis pela idealização do Hospital Unacon, além da implantação de diversos programas de saúde na cidade e de inúmeros PSF´s. O corpo da ex-servidora será velado e sepultado em Caetité, mas até o momento, os familiares não divulgaram a data. Por meio de suas redes sociais, o prefeito Valtécio Aguiar (PDT) prestou solidariedade aos familiares e amigos de Cynthia. A enfermeira deixa marido e um filho. Em virtude do fato, toda equipe do site Sudoeste Bahia estende condolências aos familiares e aos amigos de Cynthia.
Morre Bruno Covas, prefeito de São Paulo, vítima de câncer metastático
Político estava internado no Hospital Sírio-Libanês, na capital paulista, desde o dia 2 de maio
Por: Metro 1
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Foto: Reprodução | Site Oficial
- O prefeito licenciado de São Paulo, Bruno Covas (PSDB), morreu, na manhã deste domingo (16), vítima de um câncer no sistema digestivo. Ele estava internado no Hospital Sírio-Libanês, na capital paulista, desde o dia 2 de maio. O político tinha 41 anos e anunciou o licenciamento da prefeitura no dia em que foi internado. Nesta sexta-feira (14), a equipe médica que cuidava dele já havia anunciado que o seu quadro era irreversível. De acordo com a nota divulgada pela Prefeitura de São Paulo, o óbito ocorreu às 8h20, em decorrência do câncer da transição esôfago gástrica, com metástase, e complicações ao longo do tratamento. Covas deixa o filho, Tomás, de 15 anos.
Caetiteense precisa de ajuda financeira para tratar câncer nos ossos; saiba como ajudar
Por: Redação do Sudoeste Bahia
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Foto: Reprodução | Redes Sociais
- Uma caetiteense de 31 anos, de nome Aline Rayane Pinheiro Sousa, que atualmente está morando em São Paulo, foi acometida por um câncer nos ossos denominado osteossarcoma, que é mais comum em adolescentes e adultos jovens, como no caso de Aline. Conforme informações divulgadas por pessoas ligadas a Aline, foram anos de fisioterapia, mais de 30 sessões de radioterapia, mais de 70 sessões de quimioterapia e hoje temos um quadro que, segundo os médicos oncologistas, é paliativo e terminal, mas pessoas próximas acreditam na recuperação de Aline e, por isso, pedem ajuda financeira. Isso porque, a caetiteense possui uma renda de apenas R$ 1.100, dos quais R$ 900 são destinados para o pagamento de aluguel. Aline é casada, mas seu marido precisou pedir demissão para poder cuidar da esposa, já que Aline se encontra precisando ajuda para locomoção, pois este tipo de câncer afetou os ossos da perna esquerda de Aline. Rayane ainda faz uso de medicações de alto custo, o Durogesig 50mg, que ela consome duas caixas por mês, e cada caixa custa R$ 650, totalizando R$ 1.300. Portanto, quem puder colaborar com qualquer quantia, segue os dados bancários de Aline: Banco do Brasil; agência: 0297-6; conta: 40.661-9; CPF: 041.201.425-40; conta poupança e variação 51. A transferência também pode ser feita por PIX através da seguinte chave: 041.201.425-40.
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Reprodução | Google
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) publicou, na noite desta quarta-feira (8), o recolhimento de 200 lotes de remédios contra a pressão alta. De acordo com a agência, a medida é preventiva e foi tomada para "garantir a saúde da população". Existe a suspeita de que os medicamentos foram contaminados por "impurezas" que podem causar câncer. A lista de medicamentos recolhidos pela Anvisa é composta pelas chamadas "sartanas", como a losartana, valsartana e irbesartana. Confira aqui a lista publicada pela Anvisa. Segundo o portal Último Segundo, Os remédios foram rertirados pois existe uma suspeita de que eles tenham sido contaminados por "impurezas" que podem causar câncer em casos de exposição a longo prazo.























