Homem é encontrado morto na zona rural de Barra da Estiva
Segundo a polícia, corpo foi achado por moradores na comunidade de São Domingos19 Abr 2026 / 10h00

Experimento comparou pés de alface tratados e não tratados; resultado apontou menor incidência de pragas nas plantas que receberam o composto natural.
Foto: SECTI
Estudantes do Colégio Estadual de Tempo Integral Professora Ana Lúcia Aguiar Viana, em Barra da Estiva, desenvolveram um inseticida natural à base de mamona para combater pragas na cultura da alface. O projeto, assinado por Caíque Santos, Amanda Santos e Larissa Freitas, utilizou a planta Ricinus communis como matéria-prima do composto. O objetivo foi enfrentar a incidência de formigas e lagartas que afetam lavouras da região.A iniciativa surgiu após relatos de pequenos produtores locais sobre dificuldades no controle de pragas. Sob orientação da professora Joseane Morais, os alunos realizaram testes comparativos: metade dos pés de Lactuca sativa recebeu o inseticida; a outra metade permaneceu sem aplicação. Segundo o grupo, as plantas tratadas apresentaram menor incidência de pragas e melhor desenvolvimento.O trabalho foi apresentado no Encontro Estudantil da Secretaria da Educação e já é aplicado por agricultores da comunidade Fazenda Capão do Cipó. Dados da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária indicam que as perdas causadas por pragas agrícolas chegam a R$ 60 bilhões por ano no país.O projeto busca agora ampliar os testes e explorar novas aplicações da mamona na agricultura de baixo custo.
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