Dia dos Namorados: tradição brasileira une amor e devoção ao santo casamenteiro
Celebrada em 12 de junho, a data foi criada no Brasil e ganhou força por anteceder o dia dedicado a Santo Antônio.12 Jun 2026 / 06h00

Por: Gabriel Nascimento
Foto: Reprodução | Reuters
Proposta foi derrotada por 47 votos a 28 e segue agora para apreciação da Câmara dos Deputados
O Senado Federal derrubou nesta terça-feira (18) os decretos do presidente Jair Bolsonaro (PSL), que flexibilizava o porte e a posse de armas no Brasil. A proposta foi derrotada por 47 votos a 28 e segue agora para apreciação na Câmara dos Deputados. A medida continua valendo até que a Casa vote. O tema deverá tramitar em regime de urgência, indo direto para o plenário. Não há, porém, prazo para a votação. Se o texto também for derrotado pelos deputados, o governo cogita recorrer ao STF (Supremo Tribunal Federal) por entender que o PDL (projeto de decreto legislativo), votado nesta terça para sustar os decretos, é inconstitucional por interferir no mérito da norma editada pelo Executivo. A validade do decreto é questionada em três ações que serão analisadas no Supremo no próximo dia 26. O decreto das armas foi editado por Bolsonaro em 7 de maio. Sob pressão do Legislativo e do Judiciário, o presidente recuou 15 dias depois e fez alterações no texto. A segunda versão da medida proibiu que cidadãos comuns portem armas de fogo como fuzis, espingardas e carabinas, permissão que havia sido criticada por especialistas em segurança pública.
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