Câmara de Guanambi aprova projeto para uso do Mounjaro pelo SUS
Câmara de Guanambi aprova projeto para uso do Mounjaro pelo SUS
Proposta aprovada pelos vereadores estabelece critérios para acesso ao medicamento e segue agora para sanção do prefeito Nal Azevedo.
Por: Redação Sudoeste Bahia
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)Resumo
- A Câmara Municipal de Guanambi aprovou o Projeto de Lei que cria o Programa Municipal de Assistência Farmacêutica Especial. O programa disponibilizará o medicamento Mounjaro para pacientes com Diabetes Mellitus Tipo 2 e obesidade grau III, atendidos pelo SUS. O acesso ao tratamento dependerá de critérios específicos, incluindo apresentação de laudo médico e comprovação de falha em outros tratamentos.
- O projeto também estabelece limite de renda familiar de até dois salários mínimos e é uma iniciativa do vereador André Moitinho, que busca melhorar a qualidade de vida de pacientes em situação de vulnerabilidade.
Foto: Marcos Oliveira | Sudoeste Bahia
A Câmara Municipal de Guanambi, no Sudoeste da Bahia, aprovou, na manhã desta terça-feira (26), o Projeto de Lei nº 034/2026, que cria o Programa Municipal de Assistência Farmacêutica Especial. A proposta prevê a disponibilização da Tirzepatida, medicamento conhecido comercialmente como Mounjaro, para pacientes atendidos pelo Sistema Único de Saúde (SUS). O projeto é de autoria do vereador André Moitinho e tem como foco o tratamento de pessoas diagnosticadas com Diabetes Mellitus Tipo 2 e obesidade grau III. Segundo o parlamentar, a iniciativa não possui finalidade estética, mas busca reduzir complicações graves e a mortalidade associada às doenças. Pela proposta, a Prefeitura deverá regulamentar o fornecimento e a aplicação do medicamento nas Unidades de Saúde da Família (USFs). O acesso ao tratamento dependerá do cumprimento de critérios específicos definidos no texto aprovado. Entre as exigências estão a apresentação de laudo médico emitido por especialista da rede pública, diagnóstico comprovado de obesidade grau III, comprovação de falha em outros tratamentos e existência de comorbidade grave. O projeto também estabelece limite de renda familiar de até dois salários mínimos para inclusão no programa. Durante a sessão, André Moitinho defendeu que o acesso ao medicamento pode melhorar a qualidade de vida de pacientes em situação de vulnerabilidade e diminuir complicações decorrentes do diabetes e da obesidade severa. Após aprovação pelos vereadores, o projeto segue agora para análise e sanção do prefeito Nal Azevedo.























